Nos últimos dias a Finlândia tornou-se uma moda, na área económica e não só. O líder do maior partido da oposição, relatou mais uma das suas conversas que podem ter várias interpretações completamente antagónicas, e por azar normalmente viram-se sempre contra ele. É preciso ter azar, mas que ele anda a pisar o risco, lá isso é verdade. Nos últimos dias nem tenho ouvido aquele "gajo porreiro!", nem precisa falar pois ganha pontos todos os dias. Nem quero pensar quando o AMIgo começar a falar. Não quero vaticinar prognósticos, mas é um dejá vu. A figura assemelha-se a um testamento VITAL, muito capaz mas inábil a usar as palavras, provavelmente por não estar habituado aos holofotes. Voltando à Finlândia e ao jantar que, para o tal finlandês fazer o reparo do pagamento, é sinal que não seria nem Gambas nem Lavagante e o Vinho não seria Pedra Cancela, porque assim pouco mais caro sairia do que comer na D. Cila. É bom que vá algum economista da nossa praça à Finlândia perceber se eles são tão impolutos e percebermos como teremos que agir para sair desta fase. Não se ponha é nos jantares a dizer "graçolas" que pelos vistos eles já nos conhecem de "ginjeira". Vamos aguardar noticias do evoluir da situação. Proximamente há eleições.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Tenho poucos AMIGOS!...Será por não ter Facebook?

Completamos ontem as 100 crónicas neste Blogue. Estamos imensamente satisfeitos pela enorme adesão dos internautas, colegas, alunos a esta inciativa. Estamos a ironizar, claro está! Mas como alguém dizia "pobrezinhos, mas honrados!". Hoje ressaltou-me a dúvida que eventualmente a falta de colaboração que temos assistido no blogue se ficará a dever ao facto de ter poucos amigos. Nem uma quinta virtual tenho. Nem virtual ...nem real, mas temos que trabalhar na agricultura para ajudarmos a preservar os recursos endógenos e a nossa paisagem, do modo mais sustentável possível. Aos "caras" do book é que não lhes faltam amigos, nem amigas. Agora até podem saber quem está interessado neles ou nelas sob o ponto de vista emocional. Uma routina aproxima-os sem eles saberem. Ora como se eles não o pressentissem! o Amor sente-se e o ódio também! As coisas já andam tão complicadas pelos nossos lados que, façam um favor! Não compliquem mais, para que não se tornem insustentáveis, porque a paciência tem limites. A propósito da figura que ilustra esta crónica fui buscá-la sob a busca "pobrezinhos mas honrados". O curioso é que um Portugal "In", significa exactamente o oposto. Não conhecendo pessoalmente a autora, mas sendo seu leitor assiduo nas crónicas do expresso, presto a minha homenagem, não só aos conteúdos mas também aos títulos...que também são importantes para por o dedo na ferida.
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