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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Já há cerejas na ESAV... e conversas sãs!






4communication.blogspot.com





Uma Escola verdadeiramente rural deve assentar, mas não exclusivamente, em ditados populares. O de hoje é "As conversas são como as cerejas" e não ao invés. Curiosamente, existe uma cerejeira "brava" na "piscina da ESAV" e deste modo, é motivo mais do que suficiente para pararmos e comermos umas cerejas e trocar dois dedos de conversa com quem já lá está a comer. Hoje comi meia dúzia de cerejas com a D. Ilda e com a D. Evangelina. Aprendi a colher cerejas com a enxada e escolher as melhores, de entre todas as cores, que são as "pretas". Tive que ouvir, porque só aqui é que as "pretas" são valorizadas. O Zé Nogueira não gosta de cerejas, é mais nozes, por isso não come. Não come mas podia apanhar! e fazer caixinhas de cerejas e distribuir pelos gabinetes dos docentes, dos funcionários e na Associação. A Bela, com a sua letrinha a fazer apologia ao nome, podia escrever um cartão "Não tenha Inveja, coma uma Cereja!". Ou então, os alunos podiam pegar na ideia. Pensando melhor, os pássaros também têm que comer!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Será que Obrar... é fazer Obra?





ocabritojuarez.wordpress.com

Se assim for que rica m...!


Ontem assisti a uma brilhante apresentação do Drº Fernando Paulo sobre a raíz da palavra Repertório. Não vou traduzir a explicação prestada porque não tenho capacidade para o fazer. Como soi dizer-se "é areia de mais para a minha camioneta!", isto numa linguagem mais "brejeira" que tem assolado este blogue nos últimos dias mas que acredito que acabe hoje. Tinha um amigo que quando algo numa conversa não corria bem, ele usava a estratégia do "finjo que vou obrar e saio sorrateiramente". Aliás, é normal os telefonistas colocarem o sinal de ocupado ou fora do sítio quando se têm de ausentar por motivos de força maior. Ontem fiquei deveras sensibilizado com a prelecção do Drº Fernando Paulo, que afirmou, que as grandes universidade Americanas, possuem em qualquer curso das áreas das ciências, um disciplina de Filologia para se estudar a raiz das designações e denominações científicas, tendo dado inclusivamente da palavra hipotenusa, cuja explicação deixou maravilhado o Doutor Carlos Fiolhais. Lancei-lhe o repto de numa próxima oportunidade estudar o exemplo da palavra "gene" que na minha opinião em muito será coincidente com o repertório de parir, gerar, nascer. Mas face ao que hoje sucedeu, vou-lhe pedir para ver a raíz do termo Obrar. Vai ser obra!