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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Trabalhar Mais?...e Melhor, Não?






helainegade.blogspot.com



Na minha humilde opinião, o caminho que estamos a tomar não parece ser o melhor. Atingiram o último reduto dos trabalhadores, o 1º de Maio. Ainda no passado fim-de-semana, na euforia das compras da Páscoa, uma "Caixa" do Continente dizia,«...eu quero é trabalhar, trabalhar é que é bom, a minha filha foi passar a Páscoa fora, em casa só está o meu marido e eu quero é trabalhar...». Esta é a versão que qualquer patrão gostaria de ouvir. Mas e a sociedade? O bem-estar familiar, a solidariedade entre as pessoas, a nossa sanidade mental e o bem-estar físico. Nós não temos que trabalhar mais horas...temos é que trabalhar mais nas mesmas horas. Por vezes, até me revolta a visão de alguns trabalhadores, que parece que não querem fazer nada, mas com contra-pesos destes compreendo-os, alguém tem que "remar contra a maré". Eu por mim, vou tentar não ir às compras no dia 1 de Maio, e apelo a que as pessoas aproveitem o dia para passar e passear com a família ao "ar livre" e não fechados em centros comerciais com o "ar saturado" e "música de martelada". Estranho a atitude do Sr. Alexandre Manuel dos Santos, que se deixou levar pela "Moda" do Senhor "Xoné" e e acredito que até poderia ganhar mais, fazendo publicidade do facto de sustentabilizar não apenas os preços, os produtos nacionais, mas também as famílias nacionais. Perdeu uma belíssima oportunidade de contribuir para a nossa "Sanidade" enquanto Sociedade. Afinal, são todos iguais e os domingos abertos representam 1% como é o caso de um grupo que conheço. O próximo passo será 24 horas abertos de dia e...depois também à noite.

sábado, 16 de abril de 2011

A "Bela" e o Belmiro...

www.almedina.net
Esta semana o Eng. Belmiro de Azevedo deu uma entrevista da RTP1 com a Jornalista Fátima Campos Ferreira que terá deixado meio mundo de "boca aberta". Na sua opinião e na de muitos, as áreas que o País deverá privilegiar são a Agricultura, a Floresta e o Mar. Claro está pela mão-de-obra barata e pelo custos associados serem mais reduzidos comparativamente com outras áreas, mas não só. Ouvimos ainda num discurso recente de responsáveis da ESAV, e com razão, que são nas alturas de crise que, surgem as novas oportunidades. Vamos aguardar quais são as ideias que para aí vêm, pois ultimamente a ESAV tem estado muito activa. Este seria o momento de realizar um fórum com Associações de Desenvolvimento, Ministério da Agricultura, empresas de referência nacional no sector agro-florestal e alimentar...até partidos políticos, porque está toda a "gente" a pensar no futuro da nação...ou quase toda. Curiosamente, ontem no passeio higiénico do "palácio do gelo" havia de tudo. O Doutor Marquessss Mendessss que fez uma terapia da fala e já não acentua no sss a falar das grandes linhas estratégicas, fundamentais sem dúvida, mas às quais não temos poder de decisão e eu diria que, se cada um fizer a sua parte todas somadas fazem um todo. Um pouco mais tarde, um outro género dos "homens da luta" invadiram a FNAC com as letras do Zeca e com o público ao rubro quando... "o que é preciso é animar a malta!". Hoje, Sábado, coube-me a mim e a mais três, ou melhor a uma e mais três, fazer a nossa parte na realização dos exames dos maiores de 23 anos. Há quem fazendo menos, não se cale de dizer que faz isto e mais aquilo e ainda aquilo. Vá cada um por si, fazendo a sua parte para vermos se todos juntos se vê alguma coisa feita. Nestes todos estão incluídos os alunos da ESAV que, com imenso mérito, têm ganho prémios de empreendedorismo e aos quais pouco se tem ligado. A nossa divulgação tem andado pelas ruas da amargura, temos que nos "vestir" com roupa de trabalho e arregaçar as mangas. O exemplo disso são os dias da ESAV fechados sobre si mesmos e os dias abertos que já estão fechados. A propósito, os alunos com a sua semana da "essência rural" deviam aproveitar para "sacar" esta "Bela onda " porque o "tsunami" está cada vez mais perto e ainda estamos a tempo de nos colocarmos num local seguro e privilegiado para termos uma imagem do País Real "sem molhar os pés".