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sexta-feira, 2 de maio de 2014

O Queijo Serra da Estrela ...no Continente e agora na rotunda do Continente


O meu colega de "carteira" António Pinto, que tem um anedotário do mais fino quilate, saiu-se hoje mesmo com mais uma de fino recorte. É do senso comum, especialmente para os mais novos que as coisas vêm da prateleira do Continente. Neste caso o Queijo Serra da Estrela também virá do Continente. Contudo, todos sabemos que o verdadeiro e genuíno Queijo DOP Serra da Estrela precisa de ser laborado com Cardo. E Então como é? Ah o Cardo, agora vem da rotunda do Continente.




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Qual é a senha? "O Continente... não é zona de pesca"


Não é papel deste espaço, estar a criticar por criticar, seja o que... ou quem for. Se acaso acontece tem o mero propósito de lançar pistas para tentar melhorar. A crítica construtiva. Há poucos dias a Deco apresentou um estudo sobre os hiper/supermercados e os seus custos. Devo dizer que, por uma análise cruzada e simplista confirmei muitas das conclusões. O peixe do Pingo-doce é mais barato, e melhor, a carne também a par do intermarché. No outro lado estão normalmente o Continente e o Jumbo. É claro que existem as promoções e isto tudo se altera, mas temos que estar muito atentos para colher esses frutos. Hoje quero falar do Continente, pelo que acabei de viver. Fui comprar peixe. Robalo "fresquinho de aviário". Tipo esperto retirei duas senhas, a rosa, (amanhado) e a verde (só pesar). Era prática corrente a senha do, só pesar, permitir escamar. Prática antiga, já caduca. Era o 78 e a funcionária delicadamente disse que por ela faria, mas os outros clientes reclamariam. Entretanto, enquanto esperava para ouvir esta sentença, alguém pediu postas de corvina. Esta mesma funcionária ao cortar as postas murmurou com a colega que o peixe cheirava mal. Sugeriu ao cliente, que se fosse da freguesia seria freguês, que escolhesse outra coisa. Ele sem perceber escolheu cherne. Bom, mas voltando à minha pescaria, após receber a nega, fui acompanhar a familia nas compras. Aqui poderia fazer um trocadilho com o falo da peixaria de Aveiro, mas fica para outras falas. Eis que se não, passado quase uma hora, estava com vagar hoje, olhei para o números das senhas. A rosa, de amanhado, ia no 74 e, como que de repente, passou para o 94. A funcionária, passou alguns minutos a dizer 20 números sem atender ninguém. Aproximei-me da banca do peixe na esperança de em breve usufruir da senha que havia retirado há cerca de uma hora, era o 98. Enquanto aguardei uns minutos, para ser atendido, reparei que a mesma funcionária que me havia negado o escamar, o iria fazer para uma outra cliente. Este tratamento diferenciado, acabo por perceber porque, as próprias funcionárias não acreditam naquele sistema. Eu muito raramente, compro peixe no continente, e para além do peixe normalmente não ser fresco, porque vai à triagem a Santarém antes de seguir para todo o lado, não compro por causa do malfadado sistema. Isto deixa-nos a pensar na falta de eficácia e rentabilização de muitos dos processos, mas numa entidade tida como exemplar, ainda assume mais preponderância. Não sei quem está a ficar "Xoné", se sou eu se os dirigentes da Sonae. Comprem no continente, mas quando se tratar de peixe...é melhor ser nas "ilhas". A propósito a página web do Continente é incomparavelmente superior à do Pingo-doce.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A Dulcineia "Passou" ...com distinção!


http://www.agricabaz.org/2008/10/pra-de-s-bartolomeu-venda-na-loja-do.html
Ontem no meio da bricolage de domingo, liguei a TV para ver a segunda parte do Sporting X Benfica em anões, ou melhor dizendo em Futsal. O Sporting tinha entrado à Sporting com dois golos de avanço e depois encosta-se à sombra da "bananeira".  Resultado, deixou-se empatar. Quem se portou com distinção foi a colega Dulcineia Ferreira que apresentou a "Pêra passa" de Viseu no programa da RTP mercado de sabores Continente e que, no pouco tempo que lhe foi atribuído, passou o essencial da mensagem. Veio de Viseu, colabora como Professora em projectos na Escola Superior Agrária de Viseu, a pêra passa é um produto com saberes tradicionais, que faz parte da memória de muitos de nós, os denominados "presuntinhos" das antigas mercearias...sem se "engasgar" e com um sorriso alegre estampado na face. No fundo tocou na tradição, na inovação com um toque técnico-científico, abordando a temática dos antioxidantes e dos recursos genéticos, pois a autêntica é feita com base na variedade S. Bartolomeu. No final ainda pôs o campeão do salto em comprimento a comer a "Pêra passa" como "doping". Parabéns Dulcineia! ainda bem que estás de volta, para pôr isto a "mexer" daqui para fora...com o Baião e a Tânia Ribas. A propósito até se podia convidá-los a virem cá um dia tomar café connosco na esplanada da ESAV!