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sexta-feira, 29 de abril de 2011

"Macaquinhos no "Sótão"!"




www.rotadossonhos.blogspot.com



Hoje fui ao Sátão, no âmbito da divulgação do IPV. Foi um dia em cheio. Destaco algumas expressões curiosas dos candidatos. Uma Mãe que já havia tirado o curso no IPV, falava do instituto com sentimento, sentindo que era o melhor que poderia oferecer ao seu filho, candidato a desporto ou informática. Rematou desta forma: "O Instituto deixou-me gratas recordações, foi lá que conheci o meu marido. Só posso dizer bem". Podemos ter a certeza que ali está uma das maiores promotoras e divulgadoras do IPV que já é uma escola intergeracional. Mais no final, um daqueles habilidosos, provavelmente do CEF, após uma amena comversa sobre vocações dizia-me: "O meu Pai é que não sabe as notas que tenho, senão já me tinha tirado da Escola. Agora tenho é que tratar da minha vida...vou mas é entregar o euromilhões". No meio destes "extremos" assisti a vocações desde a enfermagem, imensos, passando pela Eng. Informática, Gestão, vocação agrária com pendor para a enfermagem mas a outra, dos animais e até assistência social. A esta última perguntei, porquê? Porque gosto de ajudar os outros! O formato de divulgação tem que ser repensado, sendo importante estarmos nestes certames, mas com um filme sobre as actividades estudantis e escolares, a tuna a actuar, os alunos de capa e batina e tantas outras coisas. Fazer apelo aos protocolos erasmus com que países e escolas. Temos que "encurtar" a aleatoriedade das vocações, acredito que seja possivel com a experiência que alguns já têm nestas "andanças". Seguramente que não temos que reinventar a roda.






Entretanto, tive o previlégio de ser acompanhado por uma vice-presidente da Escola numa visita às instalações da Escola Frei Rosa Viterbo do Sátão. Desde as instalações até ao projecto de Escola revi-me em muitas ideias, assisti ao empenho dos funcionários no fabrico de uma cama de faquir com 1714 pregos, que não a queria para mim, o empenho dos alunos de restauração na arte de servir e receber apanágio das gentes beirãs. Almoçamos na cantina onde pude assistir ao seu incentivo para que os alunos comam a sopa e as saladas. Vi o jornal da Escola "sacola" com qualidade gráfica irrepreensível e com conteúdos e o projecto RetraTelas, onde os miudos fizeram os seus auto-retratos e desejos de vocação. Enfim, não poderia vir mais bem surpreendido. Parabéns pelo excelente resultado e cujos frutos terão obrigatoriamente que aparecer.





Para a semana... ainda não sei onde vou! Estou à espera da guia de marcha! Lá estás tu com "macaquinhos no Sótão!" de que te andam a perseguir. Não percebes que somos poucos, quase nenhuns e ainda menos.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Divulgação... Dever ou Castigo!

A divulgação na ESAV parece não ter "nem rei nem roque". É arbitrária, pouco transparente e sem estratégia aparente. Desta forma, dá azo a quem seja escolhido possa assim pensar. Este ano calhou-me a mim fazer as despesas. Provavelmente, porque os telemóveis estão desligados e as pessoas nem passam pela Escola. Depois da Viriato, da Emidio Navarro e do Alves Martins, calhou-me o Sátão. Irei com imenso prazer e vontade e espero mais uma vez poder contar com o apoio da AE nesta "missão". Vou pedir que desta vez possa ir um aluno vestido de capa de batina. Na sexta-feira contarei como se passou mais esta missão, que espero que a Direcção não me esteja a eleger como Castigo.

domingo, 2 de maio de 2010

Em terra de cegos quem tem olho é O REI


O propósito deste blogue não foi de molde algum, ser um espaço de Gurus ou um espaço de contestação para com uma Instituição ou os seus representantes, tanto mais que todos fazemos parte desse mesmo espaço e todos deveríamos fazer parte deste espaço de debate que se queria plural. O crescente número de críticas em redor desta temática teve a ver com uma dinâmica do evoluir de uma situação que teve o seu apogeu na última semana com as mais altas esferas e mexerem-se para encontrar alguns pontos de contacto e debate interno em prol do bem comum. Eu não faço nem pretendo fazer parte de uma esfera reservada, em cuja dinâmica não me reconheço mas que aceito como in subordinado. Nos últimos dias tenho assistido a reuniões de estratégia de investigação, reuniões de estratégia de divulgação e até algumas sectoriais. Mas parece que em todas falta algo? Confiança nos pares. E esse é um trabalho que irá demorar muito tempo, talvez até demais. Eu por mim vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para alinhar na sintonia que perfilam como ideal. Mas por hora tenho que dar resposta rápida à estratégia de divulgação há muito já planeada por outro, com visão antecipada e ferramentas à altura, e cuja dinâmica deve ser replicada por todos os cursos, CETs ou Mestrados. Vamos ao trabalho e ver se ainda colhemos os frutos este ano. A partir de agora este blogue irá virar-se definitivamente para outro lado, o das ideias, das criações e dos desenhos de projectos em especial para territórios de baixa densidade que devemos preservar e saber valorizar.