Ontem concretizou-se mais uma favada, dos nossos "Mayores", ou seja dos seniores da "nossa Universidade" que representa já um "must" da ESAV, promovido pelo Eng. António Pinto há já meia dúzia de anos. A mais valia deste momento, reside na concretização de um plano de sementeira, manutenção, colheita delineado e planeado no âmbito da disciplina de horticultura da Universidade Sénior, que acaba presenteado neste momento prazeroso. Todos, menos eu, ajudaram na preparação (liderados pelo Sr. Mateus), na confeção (chefiados pela D. Emilia e coadjuvados pela D. Honorata e D. Adélia e a nossa D. Helena), que permitiu que a nossa Presidente nos tivesse servido com a sua mestria e dedicação. O Sr. Cordeiro trouxe um tinto de Vila Nova...de Tázem, e eu comi na companhia destes amigos, sabedores e conhecedores de histórias da vida contadas na primeira pessoa (cuja oração é liderada pelo inspetor Demétrios) que nos ajudam a conviver e a crescer. No final tiveram a curiosidade de ver o sistema de hidroponia, do qual eu fiz a primeira colheita que provamos como entrada numa salada saborosa com alface de toda a qualidade e feitio, manjericão, coentro, alecrim, salsa ...Que para o ano estejamos cá outra vez e ver se eu faço alguma coisinha, nem que seja comer...!
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sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ontem... fomos todos "à Fava" ou quase...

Uma Escola e ...pêras!
Ontem, fui convidado para participar na "favada" da Universidade sénior. Foi um bom momento gastronómico e de convivio com aqueles que os "nuestros hermanos" apelidam dos "nossos mayores". Vi toda a gente empenhada, na cozinha, na preparação das mesas, das sobremesas, dos vinhos, ... menos eu, porque estava a ultimar documentos do CTC e o Presidente da AE que, sei lá o que estava a fazer! Talvez a preparar o cepo. A D. Teresa da cantina entretida entre tachos, panelas, talheres e "bocas" que, por ventura, também fazem falta para distrairmos um pouco a cabeça. Estava tudo muito bem cozinhado pelas briosas alunas da universidade sénior, ao que parece coordenado pelo Sr. Soares, um verdadeiro chef. Este é um nome que já faz escola na ESAV. Chegamos aos discursos, normalmente monótonos! Estes não! Foi feita referência, pelo actual Reitor da USAVIS, ao saudoso Dr.º Carlos Alberto, do qual todos temos saudades e que foi o impulsionador de estarmos todos aqui reunidos neste momento. Foi feita referência e agradecimento público aos "cozinheiros(as)" com toda a justiça. E o Eng. António Pinto em nome da ESAV, disse "com graça" que este era um curso auto-sustentável que era capaz de produzir aquilo que consumia, com vontade assumida e que este repasto era a melhor avaliação que se podia fazer dos méritos da aprendizagem. Falou também da necessidade de manter esta colaboração, talvez até reinventá-la, opinião com a qual corroboro inteiramente. Há resultados que não são imediatos nem directos, mas que não deixam de ser importantes, a prazo. Mas este, é o mundo do imediato e do ontem, do repente e do curto. Como diz Vargas Llosa, " do pensar como os Macacos" e eu acrescento "à FMI". Esta brilhante conclusão, vem exactamente na sequência da crónica escrita ainda ontem "Rurais, assumam-se...". Que melhor conclusão queriam, para o culminar de uma unidade curricular, que esta! Esta experiência acumulada, deveria ser estendida a outras UCs e fazer-se eco disso! a propósito antes deste jantar de degustação de favas, provei as chamuças das alunas do DIA. Parabéns a todas estas iniciativas. Estes são passos pequenos mas seguros...as "pêras de côco" são apenas um primor dos nossos "mayores" ao alcance de poucos! Em relação ao quase, só foi pena que o "Galego do Minfas" não tenha sido convidado, porque afinal as "coives" da bela sopa também eram dele...
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