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quinta-feira, 27 de março de 2014

A Sequenciação correu bem e no final ...dei..."Barraca"...dos Oleiros / Fulfill our dreams

Hoje a manhã foi intensa, interessante, prospetiva e envolveu competência e criatividade. A convite da ControlVet fui assistir à formação da sequenciação dada pela Izasa españa, pela mão da Doutora Aida Soler e do Joaquim Ferreira em colaboração com as técnicas da ControlVet, a Daniela e a Patrícia. Temos a responsabilidade de podermos ajudar a rentabilizar o equipamento, um sequenciador Beckman Coulter e usarmos mais esta valência da região para caracterização da nossa Biodiversidade e de como poderá ser uma mais valia para toda esta região, para o País e para o Mundo.
No final da formação fui à Barraca dos Oleiros, levantar a encomenda do projeto CARDOP. Uma francela em barro de molelos, criadas pelas mãos da Xana e do Carlos Lima e um almofariz. Estas ideias foram gizadas em colaboração com a Confraria do Queijo Serra da Estrela, e a nossa ambição é tão só concretizarmos os nossos e os sonhos dos outros. Aqui ficam as imagens para registarmos as criações dos nossos parceiros, sejam científicos, técnicos, culturais e artísticos.
Eu farto-me de dizer que este é um projeto diferente e é preciso irmos dando conta disso.

Today I  was in a training of DNA sequencing with Izasa españa by the hand of Dr. Aida Soler and Joaquim Ferreira in collaboration with the researchers of Controlvet, Daniela and Patricia. At the end of the training I went to the "Barraca dos Oleiros" pottery, pick up the elements of CARDOP project. A traditional piece to make “Serra da Estrela” cheese, created by the hands of Xana and Carlos Lima and a mortar with pestle to macerate the cardoon thistle flowers to apply as milk rennet. Here are the images to register the creations of our partners, scientific, technical, cultural and artistic ones.

 



 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Projectar o Desenvolvimento Rural - PRODER


pucpr.edu
O Proder nos últimos dias tem andado nas bocas do mundo. Por razões várias. Ainda hoje fomos contactados por responsáveis do Proder para ver se os projectos estão a decorrer com normalidade. Registei a preocupação e tomei nota. Curiosamente, avancei ontem, com a sugestão de que seria boa ideia convidar alguém do Proder, no dia da ESAV, com responsabilidade para nos falar desta ferramenta para o real desenvolvimento do espaço rural. Mas esse convite já havia sido feito a uma pessoa que se revela extraordinariamente dinâmica e com espírito inovador e empreendedor. Vamos estar atentos à sua lição de sapiência.

Em primeiro lugar, em tudo o que se faz devemos ter atenção à imagem e à forma de divulgação. Não precisamos inventar nada, mas apenas seguir as tendências. É óbvio que se quisermos arriscar, podemos colher frutos mais rapidamente, mas o risco é maior. Aliás, a natureza e o ambiente dão-nos lições de estratégias de marketing, uso de cores e formas para atingirmos os nosso objectivos. Esta é uma das áreas em que em conjunto com o Design da ESEV poderiamos estabelecer relações privilegiadas e partilhar projectos interessantes, para além dos das Capas do IPV. Numa crónica última, referi que, as áreas da saúde, turismo, ambiente, agro-florestal, deveriam ser "sinergidas", e no caso patente todas elas estão inseridas no IPV, mas neste particular ainda estamos nos "antipodas", daqueles que vão a frente e a curto-médio prazo não se prevê que haja um ambiente fecundo para o desenvolvimento de projectos inovadores.