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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Jesus...nos "AMA"!






tequilaeafins.blogspot.com

Eu tinha prometido a mim mesmo não mais falar de futebol neste espaço. E vou cumprir! Vou falar é de estratégia, motivações e coincidências. Ontem, havia uma coincidência daquelas que nos faz pensar no "criador" quase no "sobrenatural". É coisa de eclipse! Dois jogos cruciais, à mesma hora, três equipas, dois feiticeiros, um aprendiz, um imperador, Jesus e duas televisões. Os dois feiticeiros, Mourinho e Guardiola são dois magos na estratégia de montagem de equipas. O primeiro é mais do que isso! Molda a equipa para cada jogo, mexendo nos jogadores como fossem peças de xadrez num jogo de estratégia e cada um com a sua especificidade de acção, "cavalos"(2X1), "torres" (linha), "bispos" (diagonais) e o "Rei". Junta a tudo isto, o jogo psicológico com o adversário e a força mental dos seus jogadores. Chegando a uma final, entra em acção a máxima " as finais não são para jogar...são para ganhar!". E vai mais uma do "treinador de títulos". Em relação a Guardiola, o esquema "carrossel" é praticamente sempre o mesmo, como se fosse uma linha de montagem de golos, mas quando algo trava a engrenagem a coisa complica-se. Ao "aprendiz", Vilas-Boas, tudo lhe tem corrido de feição, e já são muitas para ser mera fortuna do acaso. Tal como o mestre, mexe na equipa adaptando-as a realidade de cada jogo. E mexe também no jogo. Coloca os adversários a "dançar" ao som da batida de cada momento. Vejamos o caso de ontem, "slow" na primeira parte e música latina na segunda parte, terminando a faíena com um tango. O "imperador" Júlio César, ainda tentou evitar o "descalabro" mas coitado, a forma como sofreu o último golo com aquele "cair de cú" até deu dó. O Messi(as) da Luz saiu crucificado pelos adeptos...Então Óh Sócios...concentrem-se! Não acredito que tenha desaprendido tudo o que eventualmente sabia, ou por outra,não saberia era tanto como se apregoava. Até Vilas Boas e Pinto da Costasairam em sua defesa, num gesto simpático de apoio aos mais desfavorecidos. O que sei é que nunca mais ganhará um campeonato pelo Benfica, porque no ano transacto muitos jogadores fizeram as suas épocas de despedida para vôos mais altos e é difícil juntar esta vontade com a ajuda "extra", do "sobrenatural". Para este Porto não basta a fé do Benfica é preciso mais que não só palavras, "ganas"! Agora continuem a "rezar" para não verem o Braga por um canudo e terão de se ajoelhar a pedir perdão ao Domingo(s). A vingança do ano passado pode ser servida fria. No meio de tudo disto há os pormenores deliciosos. Hulk após marcar o segundo disse ao Falcão que o próximo seria o dele. Isto é cultivado num clube onde todos contribuem para o mesmo "saco" e que os jogadores se beijam aquando da subsitutição. Mas para existir esta cultura é preciso que nos momentos de fricção, que também existem ao longo de uma época, agir em conformidade. Lembremo-nos na altura do Porto de ir jogar a Sevilha esta época, o Falcão estava prestes a entrar na equipa após uma lesão, preterindo o jogo anterior em Braga. Desceu ao balneário o Presidente para dizer que, não jogaria nem em Braga nem em Sevilha. E assim aconteceu. É isto que o Benfica não tem, nem nunca terá,..apesar de ser "exímio" a responder a comunicados, como dizia um sócio. O acessório para o Benfica está dentro das quatro linhas. Se o futebol fosse só falado o Benfica era campeão... de caras. Mas quem vê caras não vê corações!

domingo, 16 de maio de 2010

Sol no NABAL

Quando faz sol na Quinta do Nabal ao Sábado, coisa rara nos últimos tempos, é quase Seguro que faço o meu jogging, onde estimulo o físico e a mente. Também existe uma eira na Beira! mas por ora não há produção cerealífera para malhar. No meio da descava tardia e da espoldra, fala-se das relações humanas e institucionais, das formas de motivação dos subordinados e da verdade que falta nas várias formas de avaliação. O acto de julgar é dos mais difíceis e exigentes, mas se formos justos fica facilitada a tarefa, isto é tanto verdade no meio de uma vinha como numa secretária. É nesta altura em que se pedem sacrifícios a todos sem excepção, que a avaliação vai-se tornar uma ferramenta fulcral para ultrapassarmos esta fase difícil. Mas não nos podemos esquecer que esta avaliação é também interclasses. O exemplo dos gestores maravilha estão à mostra de todos. Haverá algum mérito próprio, mas à custa de muitos pequenos méritos de outros que não ficam na fotografia e de dinheiros também de outros, cujo rating, no caso da EDP e da PT, ainda está pior que o da dívida pública da República. Vamos ver onde isto pode parar...se calhar à telefónica e a uma outra Eléctrica grande que terão outros Messias de eleição. Já percebemos que existem mecanismos, como a imposição de quotas que vieram artificializar, por vezes, as avaliações podendo criar o caos pela inversão de princípios de mérito.
Pela tarde, veio-me à memória a questão da importância vital de uma estratégia ou da sua falta, seja de um País ou de uma qualquer Instituição. Considero que, para a gravidade da situação vigente, estamos demasiados acomodados. Seguramente que, esta é uma situação cultivada para alimentar interesses próprios de alguns poucos. Se falarmos no País, ouvi hoje novamente o interesse na organização de uns Jogos Olímpicos e a andar assim vamos no caminho da Grécia. Depois só nos falta sermos campeões europeus de futebol. Mas para isso nem com a ajuda de Jesus, tem mesmo que ser com a mão de Deus! Maradona? Não, do Mourinho. Aliás, a história da Ryder´s cup com a construção de novos campos de golfe de propósito para o efeito vem na mesma linha. São mais alguns campos para além das várias dezenas já existentes e parecem querer-se tornar num bem inesgotável. Era é dar-lhe com esta ideia na "Pinha". Porque o Pinho (BES) como o Coelho (Mota-Engil) estão todos no mesmo contentor, o da informação privilegiada para benefício próprio. (Por falar em golf gostava de ver o Tigger a manejar a sachola para tirar os bravos da videira com a mesma mestria do Zé. Ou ao invés ver o Zé a jogar golfe, não sei é se ele te tempo ou paciência). A história do TGV, não é um poço sem fundo, já é um Poceirão mas o que é preciso é que agora que Caia para o Coelho. E anda toda a gente a dizer que é preciso falar verdade ao... po(l)vo.