Num total de quatro cursos, designadamente Gestão
Turística e Hoteleira, Marketing Turístico, Turismo e Animação Turística, o
IPLeira preenche 155 vagas e não falando do Turismo de Natureza e do Turismo
Enológico que poderiam acrescentar ainda mais e serem bem direcionados para a
região de Viseu. Há ainda o Religioso que em Leiria será bem explorado com toda a certeza.
Mostrar mensagens com a etiqueta Turismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Turismo. Mostrar todas as mensagens
domingo, 10 de setembro de 2017
sábado, 9 de abril de 2011
De volta às aulas...desesperadamente!
Durante esta semana os alunos estiveram envolvidos nas actividades académicas, pelo que tiveram dispensa das aulas. Eu não sabendo iniciei a semana na segunda-feira às 8 horas à espera dos alunos que compreensivelmente não compareceram. Em relação a estes "estamos quites". Por não haver aulas foi uma semana estonteante com reuniões de manhã à noite que terminaram num fórum, ontem à noite. Os temas abordados durante a semana foram de toda à ordem, desde planeamento espacial da cidade, com quem sabe! até temas relacionados com o desenvolvimento rural. Tive a oportunidade de ouvir o sempre "experimentado" Eng.º Francisco Fernandes, a falar de territórios difíceis, designadamente de Alto Ádige em Itália. Foi levantado o tema dos Agrupamentos de Produtores associado a sucessos de comercialização de frutas e a falta de espírito gregário do Portugueses. É exactamente aqui que reside um dos problemas estruturais da nossa cultura e há que estudar ou avaliar estudos já realizados para contornar esta questão. Acredito que uma das causas foi o facto de nunca termos tidos verdadeiras catástrofes no nosso País, quer naturais quer guerras, designadamente. Se por um lado foi uma vantagem, por outro pode ter sido uma das causas da falta de motivação e necessidade de suscitar a real solidariedade entre as pessoas. Aliás, Aquilino Ribeiro fala-nos desta questão associando o sentimento às espécies arbóreas. " Os castanheiros levam cem anos a nascer, cem anos no seu ser e cem anos a morrer, que importa os bons homens revêem-se nos filhos e vindouros". Em relação à temática do desenvolvimento rural é um eixo complexo e vital para a região do Dão-Lafões. Muito teriamos a aprender se olhássemos para exemplos próximos na Galiza e se desenvolvessemos uma estratégia própria e adaptada à nossa realidade. Parece que temos várias áreas e domínios que poderiam funcionar como "núcleos de condensação" para se aderirem empresas, associações, instituições dos vários graus de ensino, autarquias e cidadãos comuns num objectivo comum. Durante os próximos dias poderei desenvolver algumas ideias concretas. Uma coisa é certa. O sucesso passa por criar networks entre as áreas da produção agro-florestal, o turismo, a saúde, o ensino e formação e o empreendedorismo com E.
Etiquetas:
Aquilino Ribeiro,
Eng. Franisco Fernandes,
Ensino e Formação,
Galiza,
Saúde,
Turismo
domingo, 14 de março de 2010
Temos paisagens fantásticas... o que é pena são as Pessoas
Este título com laivos de esacândalo, na minha óptica retrata o pensamento dos nosso decisores para com os comuns mortais que se perdem pelas paisagens do nosso teritório. As pessoas por enquanto servem quase exclusivamente para eleger os políticos e pouco mais, sendo designados de forma próxima por povo. Nestes últimos dias tenho "bebido" a experiência de colegas espanhóis, na forma como interpretam o território e os seus actores. Em primeiro lugar, tratam de conhecer muito bem os seus territórios e depois edificam centros de interpretação que servem de portas de entrada para os visitantes conhecerem essas paisagens, lugares, costumes e experiências em cada uma das regiões. Em relação às pessoas que integram esse território e do qual são parte activa, tentam conhecer qual pode ser o seu contributo para enriquecer o cenário. Saber o que sabem fazer e de que modo o seu trabalho pode ser valorizado e fazer com que alguma riqueza gerada pode retornar ao território para o valorizar enquanto região. Se faz doçaria, artesanato, gastronomia... é isso que tem que continuar a fazer e cada vez melhor. A curto prazo só podemos contar com os que estão no território, não vale a pena inventar tentando introduzir acções para as quais as pessoas não estejam ainda preparadas. Nós por cá, fazemos quase sempre ao contrário. Primeiro, construímos os edifícios dos centros de interpretação e depois é que vamos conhecer o território. Neste aspecto Vila Nova de Paiva tem uma grande vantagem porque, além de ter um espaço para um Centro de interpretação também conhece bem as valências do seu território e dos seus actores, embora falte potenciar todas essas valências. Se querem a minha opinião sobre qual deve ser o melhor modelo de um centro de interpretação no espaço rural, diria que é um bar-restaurante. Onde se possa comer um bom peixe de rio a ouvir o trepidar das águas, ter um boa conversa repleta de histórias com um ancião a beber um bom vinho tinto isto num ambiente de inclusão rural onde a gentileza das gentes e as histórias ricas nascem naturalmente. O turismo já hoje valoriza as experiências vividas e o nosso território, apesar de ser um pequeno rectângulo à beira-mar plantado permite uma biodiversidade natural e cultural extraordinariamente rica que deve ser aproveitada e potenciada.
Etiquetas:
Centro de interpretação,
paisagem protegida,
território,
Turismo,
VN Paiva
Subscrever:
Mensagens (Atom)

