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O Proder nos últimos dias tem andado nas bocas do mundo. Por razões várias. Ainda hoje fomos contactados por responsáveis do Proder para ver se os projectos estão a decorrer com normalidade. Registei a preocupação e tomei nota. Curiosamente, avancei ontem, com a sugestão de que seria boa ideia convidar alguém do Proder, no dia da ESAV, com responsabilidade para nos falar desta ferramenta para o real desenvolvimento do espaço rural. Mas esse convite já havia sido feito a uma pessoa que se revela extraordinariamente dinâmica e com espírito inovador e empreendedor. Vamos estar atentos à sua lição de sapiência.
Em primeiro lugar, em tudo o que se faz devemos ter atenção à imagem e à forma de divulgação. Não precisamos inventar nada, mas apenas seguir as tendências. É óbvio que se quisermos arriscar, podemos colher frutos mais rapidamente, mas o risco é maior. Aliás, a natureza e o ambiente dão-nos lições de estratégias de marketing, uso de cores e formas para atingirmos os nosso objectivos. Esta é uma das áreas em que em conjunto com o Design da ESEV poderiamos estabelecer relações privilegiadas e partilhar projectos interessantes, para além dos das Capas do IPV. Numa crónica última, referi que, as áreas da saúde, turismo, ambiente, agro-florestal, deveriam ser "sinergidas", e no caso patente todas elas estão inseridas no IPV, mas neste particular ainda estamos nos "antipodas", daqueles que vão a frente e a curto-médio prazo não se prevê que haja um ambiente fecundo para o desenvolvimento de projectos inovadores.