quarta-feira, 25 de maio de 2011

VIII Foro de Biodiversidad en Ciudad Rodrigo

Aproveito para divulgar este fórum   em Espanha, mas com portugueses a falarem sobre os projectos que desenvolvem em Portugal. Cada vez mais tem que haver este intercâmbio e troca de experiências. 
     

 
 Ciudad Rodrigo acoge del 30 de mayo al 1 de junio el VIII Foro de Biodiverdad del Comité Español de la UICN, que versará sobre los "Agrosistemas Ibéricos".
 
Gracias a la colaboración de la Fundación Naturaleza y Hombre en el contexto de la celebración de su Foro Hispano-Luso de Desarrollo Rural, Conservación de la Naturaleza y Biodiversidad (apoyado por el Ministerio de Medio Ambiente, Medio Rural y Marino); para el año 2011 se pretende que la temática del Foro gire en torno a los Agrosistemas, motivado por la desaparición de las razas agrícolas y ganaderas fruto de la intensificación del sector, el cambio global que nos lleva a una necesidad de aumentar el conocimiento en cuanto a estrategias de adaptación y mitigación aplicadas, así como la inminente reforma de la Política Agraria Comunitaria (PAC) para el período post 2013.
 
Con este foro, el CeUICN y FNYH colaborarán en la implementación de las recomendaciones 4.135 de Impacto ambiental de la producción de energía eólica en las áreas de montaña hispano-lusas y  4.131 de Conservación del Oeste de la Península Ibérica emitidas por la UICN.
 
 
Ficha de inscripción

domingo, 22 de maio de 2011

PAN-AM-IR

Havia uma célebre anedota de um rural que ia embarcar num avião da já extinta PANAMAIR e que após o avião "abalar" ele ficou no meio da pista. O amigo que o havia levado reparou a sua presença no pista e chamou-o. Então Zé não foste? Ao que o Zé Retorquiu..." Então! Dizia pa na ir e eu não fui!" Premonição ou Juízo? Cada um faça o seu.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

(A)Venturas e (Des)Venturas de um dia Intenso na ESAV

Ontem, foi um daqueles dias em que senti orgulho em ser docente numa Escola Agrária. Começamos o dia com o Secretário de Estado da Florestas e do Desenvolvimento Rural e o Director Geral da Agricultura do Centro, estivemos com alunos, funcionários da Quinta da Alagoa, colegas docentes e acabamos com a Gestora do Proder. Com todos tivemos que adaptar a conversa, dos mais ilustres ao mais humildes todos nos merecem o respeito e a todos temos que servir de exemplo, muito em especial para com os nossos alunos e para com os funcionários. Não podemos pedir nada a ninguém se não dermos o exemplo, fazendo e mostrando como se deve fazer e que se pode fazer. Acabamos o dia de ontem a plantar o já famoso campo de cardo que foi motivo de conversa ao longo de todo o dia. De manhã com o Director Regional, agradecendo o seu contributo com os seus esclarecimentos para que o Presidente do IPV o pudesse assinar, sem reservas. Também registei o seu espanto, quando há umas semanas percebeu que o projecto tinha sido cortado em mais de 70%. Falta de habilidade política para conseguirmos mais algum apoio ou mera falta de apoio técnico? Foi também tema na sessão de esclarecimento da Dr.ª Gabriela Ventura e com a qual me comprometi a fazer o melhor que sei e que posso, porque conto com uma equipa fantástica, liderada pela Dona Fernanda, mas que todos e cada um no seu papel o fizeram bem feito, ontem e hoje, porque a "jorna" acabou já a manhã ia alta. Agora avança a parte mais técnica com a instalação do sistema de rega com a ajuda do José Carlos da Hortirelva, que também é aluno, e com o qual tenho o prazer de também aprender. Não posso esquecer o trabalho notável de "engorda" dos cardos em estufa realizada na APPACDM liderado pelo José Figueiredo e com todos os seus alunos que foram "fantásticos", quase fazendo lembrar o Futre, como "Fantásticos" foram todos os que de uma forma mais ou menos directa contribuiram para o conclusão desta, que foi apenas a primeira fase.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Um Discurso... Eternamente Adiado

No papel de «timoneiro» deste curso e tutor de cada um de vós, gostaria de transmitir-vos uma mensagem de esperança materializada num presente dinâmico, com o empenho de todos e sustentada numa tradição de competências, fazendo apologia de uma inovação constante.

A transformação qualitativa que a ESAV tem registado nos últimos tempos, assenta num esquema conceptual estratégico, que nos conduziu a interiorizar uma motivação e um espírito de missão.

Para o reconhecimento científico da Escola, na qual os docentes desempenham o papel principal de incentivo e formação, os alunos deverão ter um papel activo, demostrando um elevado empenho e sentido de responsabilidade, que culminará seguramente com uma formação de elevado rigor científico e técnico e conduzirá inquestionavelmente a um futuro de sucesso.

Apesar de continuamente «violentado», o sector agrário possuí uma vital importância estratégica para qualquer região, devidamente integrado numa requalificação e valorização ambiental e cultural. A ESAV identificada e inserida na região do Dão, assenta a sua estratégia em dois eixos estruturantes para o país, a Vitivinicultura e a Floresta, que devidamente implementados, integrados e modernizados com os incentivos comunitários e o vosso audacioso empenho, constituem uma fonte que visa sustentar um amanhã confiadamente promissor.

A vossa presença, suscita uma ainda maior responsabilidade de todos os que dão corpo a este projecto, e que se transformará em redobradas forças para vencer os obstáculos que seguramente irão surgindo.

A ESAV na sua Essência...não pode ser apenas uma "Garraiada"

A AE vai realizar uma série de actividades incluídas num fórum intitulado "Essência Rural",que decorrerão durante toda a semana, devidamente compartimentado ao longo dos vários dias, com cada dia o seu curso. Não tendo acompanhado de perto a organização desta actividade, sinto um misto de sensações que na sua essência se traduzem numa enorme expectativa sobre o sucesso desta actividade, que sinceramente muito o desejo. A autonomia revelada pelos alunos na organização das actividades, revela uma enorme capacidade e dinâmica organizacional que é importante até para os seus futuros profissionais e são o reflexo de maturidade. Por outro lado, um maior envolvimento dos docentes, poderia conduzir a um potencial melhor delineamento estratégico que pudessem produzir ainda mais frutos. Sei que nos diversos cursos, os alunos tiveram estratégias diferenciadas, na organização dos respectivos dias, em que nalguns casos esse envolvimento foi evidente e profícuo. Provavelmente, esse facto, foi mérito desses docentes que conseguiram uma maior proximidade técnico-cientifica com os alunos, em detrimento de outros docentes, como é o meu caso, em que por muito que apregoe, não "consigo levar a água ao moinho". Esta dinâmica diferenciada nos vários cursos, na minha opinião, é o reflexo do estado de vitalidade de cada um dos cursos. Resta-me cumprir moderar um painel no âmbito dos produtos regionais, com os convidados que entenderam convidar. Prometo fazer o meu melhor e poder contribuir para o sucesso desta actividade dos alunos e da AE. Há alguns "senãos" que passam, pela obrigatoriedade de pagamento dos alunos, por uma divulgação com alguns contratempos, pela simultaniedade com outras actividades a realizar em Viseu,...Vamos desejar que estas questões, no essencial, não ponham em causa o sucesso da ESAV , para que depois não se ande para aí a "fazer fitas" e se possa concluir que esta semana não tenha passado de uma enorme "garraiada".

domingo, 8 de maio de 2011

Biopellets.PT no Centro das Atenções!






www.jornaldocentro.pt



Os alunos da ESAV estão de parabéns por terem levado o nome do seu projecto Biopellets e concomitantemente o da ESAV, à primeira página do jornal do Centro. Aleluia, lá vamos aparecer no Boletim informativo. Já estava com saudades! Ao que percebi esta candidatura foi estimulada pela professora de marketing, Eng. Lúcia Pato, e em termos de know-how pela Eng. Cristina Amaro da Costa. Por esse facto estão todos de parabéns. Mas este é apenas um principio, bom é certo, mas que precisa evoluir e muito, e não ficarem deslumbrados com o êxito momentâneo. Desde o dia das emoções já conheceram alguns dissabores, como a retenção sob imposto de uma parte significativa do prémio e após uma breve pesquisa na internet, perceberam que o nome forte do projecto "biopellets" já está muito explorado, desde o Brasil, à Suécia, passando pela Alemanha, etc. Estes factos consumados, podem à primeira vista hipotecar o avanço da ideia, mas numa outra perspectiva podem, eventualmente, ajudar a criar sinergias com estas empresas já existentes no estrangeiro e fazer com o que o projecto possa avançar mais rápido e de uma forma mais consequente, evitando cometer erros que, outros que já vão mais à frente, tenham cometido. Qual um dos méritos do Biopellets.Portugal que deve ser explorado? Assentar a busca da matéria-prima, exclusivamente em desperdicios agro-florestais, que evitem a necessidade de "queima" nos próprios campos, e consequente desperdício, mas que essa queima possa ser realizada efectivamente para aquecimento de lares ou produção energia. Por outro lado, não menos importante, a partir de matos florestais que ajudem a preservar as matas e a floresta com reduzida quantidade de biomassa, limitando desta forma a fonte de ignição e consequentemente o número de incêndios no periodo estival. A ideia conceptual, apesar de "lírica" necessita ser avaliada sob o ponto de vista técnico-cientifico e económico, para se estudar a viabilização de uma empresa deste tipo e qual a melhor localização, com que incentivos. Há um longo trabalho a fazer e procurar especialistas indicados para os ajudarem nesta fase, no próprio IPV ou fora dele, e saberem manter as coisas "nos segredos dos deuses". No fundo trata-se de uma forma de salvar o planeta "Save the planet", com formas inteligentes de optimizar a obtenção de matéria-prima para o consumo energético "safety energy". Ao nível da concepção da imagem acredito nos dotes e na boa vontade do Paulo Medeiros, designer do IPV para os ajudar na criação da marca.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ontem... fomos todos "à Fava" ou quase...


Uma Escola e ...pêras!



Ontem, fui convidado para participar na "favada" da Universidade sénior. Foi um bom momento gastronómico e de convivio com aqueles que os "nuestros hermanos" apelidam dos "nossos mayores". Vi toda a gente empenhada, na cozinha, na preparação das mesas, das sobremesas, dos vinhos, ... menos eu, porque estava a ultimar documentos do CTC e o Presidente da AE que, sei lá o que estava a fazer! Talvez a preparar o cepo. A D. Teresa da cantina entretida entre tachos, panelas, talheres e "bocas" que, por ventura, também fazem falta para distrairmos um pouco a cabeça. Estava tudo muito bem cozinhado pelas briosas alunas da universidade sénior, ao que parece coordenado pelo Sr. Soares, um verdadeiro chef. Este é um nome que já faz escola na ESAV. Chegamos aos discursos, normalmente monótonos! Estes não! Foi feita referência, pelo actual Reitor da USAVIS, ao saudoso Dr.º Carlos Alberto, do qual todos temos saudades e que foi o impulsionador de estarmos todos aqui reunidos neste momento. Foi feita referência e agradecimento público aos "cozinheiros(as)" com toda a justiça. E o Eng. António Pinto em nome da ESAV, disse "com graça" que este era um curso auto-sustentável que era capaz de produzir aquilo que consumia, com vontade assumida e que este repasto era a melhor avaliação que se podia fazer dos méritos da aprendizagem. Falou também da necessidade de manter esta colaboração, talvez até reinventá-la, opinião com a qual corroboro inteiramente. Há resultados que não são imediatos nem directos, mas que não deixam de ser importantes, a prazo. Mas este, é o mundo do imediato e do ontem, do repente e do curto. Como diz Vargas Llosa, " do pensar como os Macacos" e eu acrescento "à FMI". Esta brilhante conclusão, vem exactamente na sequência da crónica escrita ainda ontem "Rurais, assumam-se...". Que melhor conclusão queriam, para o culminar de uma unidade curricular, que esta! Esta experiência acumulada, deveria ser estendida a outras UCs e fazer-se eco disso! a propósito antes deste jantar de degustação de favas, provei as chamuças das alunas do DIA. Parabéns a todas estas iniciativas. Estes são passos pequenos mas seguros...as "pêras de côco" são apenas um primor dos nossos "mayores" ao alcance de poucos! Em relação ao quase, só foi pena que o "Galego do Minfas" não tenha sido convidado, porque afinal as "coives" da bela sopa também eram dele...