segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A continuar assim... quando chegar o São Martinho vai ser um Inferno


viva-agenda.com
Estamos a assistir a mudanças climáticas significativas que vão condicionar o futuro da agricultura e colocar as culturas em condições ambientais nunca antes sentidas, que não se sabe como irão reagir, pois nunca estiveram perante tal situação. Crónica a publicar brevemente.

Aprender as várias formas de Empreender... é Poliempreender!


Soube hoje que o IPV vai levar a cabo no dia 26 de Outubro, pelos serviços centrais, uma acção de formação sobre empreendedorismo intitulada, como construir uma ideia de negócio, levada a cabo pelo Dr. Samuel Barros da ESTGV. Fiz o meu papel de incentivador junto dos meus alunos para aderirem a esta iniciativa e fazerem jus aos pregaminhos que a ESAV tem granjeado ao longo destes últimos anos com vários projectos apresentados no programa poliempreende. Reitero aqui o apelo para que alunos dos vários cursos da ESAV se inscrevam nesta actividade que julgo de reconhecido interesse e que pode servir de click para cada qual descobrir a sua vocação de futuro e aprenderem a ter capacidade de iniciativa. Se me deixarem também estarei presente para dar apoio e poder aprender com estes magos do "entrepreneurship".

Hoje havia muito que falar...mas não tenho tempo!


http://aloisiogiovelli.blogspot.com/2010/03/maseu-nao-tenho-tempo.html
Ou aprendemos a agir como as bactérias em "unissono" através de formas de comunicação comum que criem efeitos sinérgicos, em prol de um curso, de uma escola, de um instituto, de uma região, ou então não chegamos a incomodar o "monstro".
Finalmente consegui sentar-me um pouco para "escrevir", depois de estar a receber mais dois alunos de Erasmus da Universidade de Valladolid que optaram por frequentar o curso de ecologia e paisagismo da ESAV. Depois da experiência das alunas da Polónia "venham mais cinco", que nós os recebemos de braços abertos. De manhã havia estado com os alunos de Ecologia e Paisagismo que me diziam que havia um link que colocava este curso e afins como um dos cinco mais promissores no futuro. Sim, mas precisamos trabalhar todos em conjunto. Usem este blogue para a divulgação para mostrar o que são capazes e o que fazem. Vão amanhã com o Prof. José Manuel Costa, fazer pesca eléctrica, colaborar na prática em projectos que estão em curso e assim contribuir para o sucesso da ESAV. Apertem comigo para eu também poder apertar com vocês. Vamos começar a apresentar um plano de palestras com a colaboração de professores e alunos. Esta é uma ideia antiga e, eu posso dar o exemplo com o cardo que entretanto está outra vez na moda. Temos muitos grupos envolvidos no projecto, desde docentes e alunos da Universidade Católica, e na nossa escola docentes e alunos de vários cursos e de vários níveis de ensino desde a licenciatura ao mestrado. No fundo o que falta é unir pontas e divulgar o que fazemos. Se não fizessemos nada podiam-nos condenar ao insucesso, o que não pode acontecer é fazermos e não fazermos eco disso. Esse é o maior erro. Temos vergonha? do quê? Façam com qualidade e divulguem os trabalhos, em congressos, mas não só. Junto da comunidade que nos rodeia também. Não tenham receio de se sentirem "presunçosos", tal como "o que é bonito é para se mostrar" o que é bem feito também é para se mostrar. Bem feita é se nos "apagam" por não mostrarmos o que fazemos. Divulguem, usem o IPV, o canal de notícias, os serviços de divulgação e já agora façam-no na primeira pessoa! 

domingo, 2 de outubro de 2011

Escutar os cegos, ver os surdos, e não calar os mudos!

Crónica a publicar brevemente... que traduz a mobilização que este blogue tem conseguido... com a participação plural de docentes, alunos e funcionários. A todos o meu obrigado, pela força que dão, em conseguirmos os nossos propósitos colectivos, em prol de uma rua, uma escola, uma cidade, uma região e um País melhor assente em valores que defenderei até à exaustão. 

O "Falo" de que se Fala!

crónica a publicar brevemente...para vermos as oportunidades que surjem e aquelas que se perdem e de que, normalmente, eu falo daquilo que não se fala.

sábado, 1 de outubro de 2011

Aquilino… uma visão de futuro…que radica na história!

http://www.jornaldocentro.pt/
Sobre a o programa “Terra-a-Terra” da TSF, que passou no passado sábado sobre Moimenta da Beira, registo do pouco que ainda lhe conheço, que este Presidente, José Eduardo Ferreira, não é só o que fala, é também a forma e a convicção como fala. Sobre Aquilino disse que, faz parte da identidade das terras do Demo, descreveu as paisagens, os costumes, as gentes com a sua personalidade forte e que olhou para longe, e mais do que retratar o nosso passado aponta o futuro das nossas terras e das nossas gentes. Por outro lado, o presidente da Cooperativa Agrícola do Távora de forma humilde, falou do sucesso na estratégia desenvolvida, incluindo todos, desde direcção, técnicos, funcionários e viticultores que começou com 6000 garrafas em 2005 e que pretende atingir as 500 mil garrafas este ano de 2011, fruto da reconversão de 200 ha de vinha e do apoio técnico prestado pelos serviços da cooperativa aos vitivinicultores. Face ao cenário que foi apresentado, o que faltará para guindar este concelho ao sucesso? Em primeiro lugar, tempo e uma monitorização constante das opções que se vão tomando no dia-a-dia, criar inovação assente em conhecimento técnico-científico e aí as instituições de ensino superior também podem ter uma palavra, com os investigadores que possam acrescentar mais valia estratégica. No próprio plano de formação dos agricultores e técnicos, pela amostra das entrevistas, haverá também uma oportunidade de colaboração, sabendo à partida os méritos de cada um que os levaram até à situação actual. Há e haverá sempre aspectos a melhorar, e se querem um conselho, não se distraiam com as “quezílias” sobre as denominações de origem de “esmolfe”, sigam os vossos objectivos com a vossa maior mais valia, que é o volume de produção e se usarem só a designação “bravo” com a denominação de origem “Beira” em nada ficariam a perder. Saibam usar o turismo como veículo para promoção de todas as valias de Moimenta, e não se esqueçam que os melhores centros de interpretação podem ser os restaurantes da região, com os seus produtos endógenos e a arte do bem servir e acolher. Parabéns à TSF e às gentes de Moimenta da Beira.

Eu nunca sonhei tanto como agora!


tv1.rtp.pt
A Escola Secundária Alves Martins, está de parabéns pelos 32 alunos que ingressaram em cursos superiores de Medicina no presente ano lectivo. O seu Director está de parabéns, os professores, os auxiliares, os explicadores, os pais (família) e acima de tudo os alunos. Os alunos, fizeram-me o desafio para eu ajudá-los em trabalhos na área da biologia molecular e da biotecnologia. Não distingo escolas secundárias em Viseu, colaboro com todas do mesmo modo e com o mesmo entusiasmo. É claro que sei avaliar os que têm mais capacidade e iniciativa, tal como os próprios professores e esses acabam por puxar mais por nós. O curioso no caso dos alunos da Alves Martins é que foram os alunos a ir ter comigo, por causa de uma funcionária da escola que estuda na ESAV e que lhes disse que eu teria o maior dos prazeres em colaborar com eles. Se eles ganharam algo com o que aprenderam comigo e com as empresas amigas como a controlvet, devem em primeiro lugar à funcionária. Foram publicados neste blogue várias crónicas sobre estes momentos, se tiverem curiosidade é só fazer um "rewind". Mas e os outros alunos? Teria sido interessante dizer quantos alunos tinham média para entrar em Medicina e não quiseram. Para Medicina é preciso ter vocação e não apenas "nota". Esta exclusividade da medicina, não é bom para nenhum dos lados. Aliás a pressão sobre os médicos e o seu "endeusamento" tem o reverso da medalha, quando aparece um que não cumpre os requisitos, como o caso recente do médico do Hospital de Viseu,  o caso recentíssimo dos médicos mortos que passam receitas, .... Há bons e maus profissionais em todas as classes, inclusivamente nos professores e investigadores do ensino superior. Vamos valorizar todas as profissões, reconhecer os melhores, incentivar os menos bons, e saber adequar as capacidades e vocações de cada um. Se não forem todos para medicina não cai o carmo e a trindade. Cada qual tem o seu papel no futuro. A opção da ordem dos médicos foi extraordinariamente inteligente em ter suportado 10 bolsas de mérito a alunos do secundário, menos bem foi ter condicionado a quem atribuir as bolsas. Há uma expressão de Alves Martins que adoro e que dá título a esta crónica.