A designação civil deriva do latim civilis, genitivo de civis, "cidadão". Curiosamente o curso de Eng. Civil da Universidade da Madeira foi o mais badalado na comunicação social na altura das entradas no ensino superior em 2018 e todos sabemos quais foram as razões muito particulares que conduziram a esse facto. Entrou apenas um cidadão! Pode ser um factor psicológico, mas neste caso assumiu tal proporção porque tinha uma excelente nota. No ano passado a minha filha entrou igualmente com um nota de relevo, tal como muitos outros o têm conseguido, mas a única coisa que ela conseguiu foi ser convidada a fazer um artigo numa revista de referência na área da nutrição, logo ao lado do Presidente da Faculdade. Isto para dizer que se os alunos começarem a usar a estratégia de concorrerem para cursos onde possam fazer a diferença, em cursos menos sonantes ou em regiões mais periféricas, isso poderá ser motivo de destaque para eles, para as instituições e para as regiões. Por isso deverá haver alguns incentivo para isso por partes destas estruturas. Lembremo-nos que no ano passado foi um aluno em História na Universidade do Minho que foi destaque por ter sido a melhor nota a concurso. Esta pode ser uma estratégia de futuro para alguns dos candidatos. No caso do IPV, Eng. Civil foi um dos dois cursos que não teve candidatos. Se calhar é porque não trabalham com a "Madeira".
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Como era (quase) Óbvio....
O público publicou hoje uma notícia com o título
"Instituto Técnico conseguiu
bolsa para Juan Emanuel Batista que foi estudar para a Madeira"
Era razoável que esta notícia fosse actual e que reflectisse uma tomada de posição do Instituto Superior Técnico face às reportagens mais recentes sobre um tal Juan Batista com 18,94 val que colocou a Universidade da Madeira nas primeiras páginas. Isto é uma questão de Marketing para além da pessoa. Acredito que a Universidade da Madeira recompense este aluno pela publicidade que tem feito e que uma empresa de obras públicas atribua uma bolsa para que o aluno possa prosseguir os seus estudos com os meios necessários para que possa vir a ser um óptimo Engenheiro Civil. Se calhar uma daquelas empresas que ganhou milhões de dólares na Venezuela. Eu até posso compreender que um aluno destes não faça a a diferença no Instituto Superior Técnico, mas na Madeira poderá fazer a diferença toda. Desejo votos dos maiores sucessos para o seu percurso universitário e depois na vida profissional. Vou seguir com curiosidade para saber quantos mais alunos vão ingressar na segunda fase do curso de Eng. Civil na Universidade da Madeira.
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Eng. Civil,
Juan Batista,
Universidade da Madeira
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