segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Este é o projeto que se segue...

Agora já não há almas nem segredos,...há fazeres!



Ele há corações e corações...

...alguns deles bonitos mas espinhosos, pior que os cardos!



Aromas de Tilia começam a aparecer nos vinhos de qualidade....e...de Freixo




... nos bombons da Delicia já são uma realidade há algum tempo. Qualquer dia vão ouvir falar de aromas de freixo em vinhos brancos. Se perceberem a acidez do freixo nos bombons da Delicia, obtidos a partir de infusões Ervital, facilmente percebem o que eu quero dizer...

Às vezes faz falta ver Viseu noutra perspetiva...

...até para termos ideias novas e sermos inovadores e empreendedores à moda de Viseu e não como nos querem fazer crer.







O "Pires" do Kitesurf...

....faz hoje anos! deixo-te aqui algumas imagens para todos verem se não fosse o "gajo da prancha", tu fazias Kite mas era o "Karaças". Que contes muitos e que continuemos a poder ir ao Estaminé e a estar em família nas Pedras D´el Rei e eu tenho fé que um dia ainda te ponho a andar de Kite, mas na água! Parabéns!








domingo, 27 de agosto de 2017

Começar a "reentré" a lançar novos projetos...para a preservação das Árvores




Esta questão da preservação das estruturas biomecânicas das árvores e da consequente necessidade de preservar a segurança de pessoas e bens em ambientes urbanos levanta novas questões e novos projetos. O primeiro será endereçado para a Prof. Paula Valente da ESTGV, Departamento de Ambiente do IPV e para a Yulyia Dulyanska para com base no projeto que têm vindo a desenvolver possam criar um material com funções estruturais, antifúngicos e antibacteriana que possam preencher fraturas e cavidade em árvores ajudando a manter a viabilidade de exemplares arbóreos notáveis.

O abate de árvores no Parque Aquilino Ribeiro deriva de um plano ou de uma resposta...

O exemplar arbóreo Populus alba  que foi abatido junto a uma das entradas do parque foi avaliado pela primeira vez em 16/07/2004 por uma aluna de Eng. Florestal da ESAV, Cátia Ribeiro, coordenada por mim e pelo Francisco Coimbra da empresa Árvores e Pessoas,  tendo já nessa altura sido sugerido o seu abate pelo avançado estado de degradação que apresentava e porque não constituía nenhuma mais valia paisagística ou cultural para o parque mas apenas um foco de disseminação do fungo para as restantes árvores, colocando em perigo num momento imediato as infra-estruturas adjacentes e os transeuntes e a médio prazo todo o coberto arbóreo deste parque. Este exemplar, tal como quase todos os choupos brancos em alinhamento junto ao muro do parque, estava cravejado com fungos lenhívoros (Ganoderma aplanatum). Ganoderma aplanatum como o Fomes fomentarius são considerados fungos invasivos que promovem o decaimento especialmente em árvores que apresentem já algum tipo de declínio. Neste sentido o aparecimento de carpóforos desta espécie constitui um indicador de algum grau de debilidade dos exemplares, sendo obrigatório realizar um diagnóstico e propor um plano de monitorização.
Em agosto de 2017, passados 13 anos a edilidade decidiu pelo seu abate. Dir-se-á que a avaliação terá sido mal realizada na altura, uma vez que ela não caiu durante todos estes anos. Contudo, foi disseminando um fungo que alastra pelo Parque e que hoje se encontra em muitos outros exemplares e que poderá ter sido uma das causas das podridões do fatídico Carvalho-alvarinho (Quercus robur L.) que roubou a vinda a tantas pessoas no Funchal. Os técnicos não adivinham se uma árvore que apresente algumas debilidades dura 1 mês, 1 ano ou 10 anos, mas há situações quer merecem a máxima prudência e este era um deles. Contudo, felizmente que nada aconteceu e tratava-se de um exemplar que caso caísse não provocaria graves danos materiais porque a sua madeira é de baixa densidade.
Todos temos muito que aprender, políticos, técnicos e população em geral, sobre a forma como avaliamos os sinais emitidos pelas árvores. Cada um de nós terá que fazer o papel de guardião do património arbóreo de Viseu, porque não podemos ter um técnico para cada árvore. Já tenho referido que um dos momentos no qual mais aprendemos é quando as árvores caem ou são abatidas. Mais uma vez procederam a um abate, mas nada disseram. Por ventura, nada teriam que dizer, porque daqui em diante decido o que devo fazer no que concerne a esta temática.