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sexta-feira, 28 de julho de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Coconut 3....Outra vez?
http://www.paulomedeiros.eu/coconut/coconut3.pdf
Riscar da Lista…Negra
Que tipos de listas existem?
De toda a qualidade e
feitio, com vocações e propósitos extraordinariamente diversos, que vão desde a
simples lista de compras até à lista de Schindler, com toda a carga simbólica
que esta encerra. Pelo intermeio, temos a lista telefónica onde estão
praticamente todos, embora estas estejam completamente em desuso, e em
contraponto a lista de convidados onde só estão mesmo os que queremos,
respeitamos e admiramos.
O que deve constar numa lista e como dispor?
Em termos gerais,
devemos dispor com uma certa ordem de prioridade ou hierarquia embora possa ser,
apenas alfabética, para uma leitura mais facilitada. Normalmente, nas listas
não devemos repetir itens, nem colocar duplicados, embora também possam existir
exceções. Nas listas mais simplistas, caso detetemos alguma repetição, devemos
riscar um dos itens para não causar confusão, a não ser que se queira reforçar
a importância do elemento e dependendo do interesse de quem faz a sua listinha.
Aliás, há itens que só quem faz a lista é que entende, de forma propositada ou
não, sendo que o tipo de caligrafia é a forma mais simples de a tornar
ilegível.
Onde devemos escrever a lista?
As listas podem ser
elaboradas à mão e de forma tradicional, em registo de papel branco, de linhas
ou quadriculado, consoante os gostos. Outros usam APP mais ou menos elaboradas
com recurso às novas tecnologias e com uma estética e funcionalidades mais
expeditas. Outros ainda fazem listas de cabeça, para que ninguém saiba o que
querem e ainda há os que não fazem quaisquer listas para não “a riscar”!
Paulo Barracosa
sábado, 14 de janeiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Publicar em revistas de referência....nem que seja à "rasquinha"
Andava a ver se encontrava o tema certo, para ser escrutinado na rigorosa comissão de ética da linha editorial da COCONUT, uma revista que é referência, no contraditório do comercial, bem vestido e bem nutrido. Foi com regozijo que constatei que passou, mesmo à "rasquinha", mas passou. Agora posso afirmar que sou mais um especialista na arte da "comezaina", e qualquer dia lanço também uma dieta não do Paleolítico, do Neolítico ou do Mediterrâneo, mas da M...ente.
ver em http://www.paulomedeiros.eu/coconut/coconut2.pdf
COCONUTRIÇÃO
Uma revista especializada e moderna,
como é o caso, apostou nesta edição numa coluna dedicada à “comezaina”, que
para facilitar a leitura, abrevio COCONUT. Apesar de moderna, pode e deve
recuperar hábitos e prazeres primários, do tempo da Lucy e da “Rainha de Inglaterra” e que enquanto a lemos, podemos
ouvir “Lucy in sky with diamonds” ao som de um gravador numa cassete de dióxido
de crómio, com aquela nostalgia e liberdade de pensamento que são a base de
inspiração para a criatividade.
Indo direto ao assunto, falemos daquilo
que aqui me trouxe, que é por a NU a verdade sobre a NUtrição no que ao COCO e às
NUTs se refere. O COCO é hoje considerado, mesmo pelos não especialistas que
julgam saber de tudo, aliás como às vezes me sinto, um dos alimentos mais
saudáveis e que desempenha uma série de benefícios à saúde. O que poderíamos
esperar de um fruto que dá leite e tem muita fibra!. Se me permitem uma pequena
sugestão, quando forem “tomar sombra” pelos lados da Baía, olhem para todos os
lados, mas olhem acima de tudo para cima, não vão estar debaixo de um COCONUT e,
como nem todos temos as vocações de Newton, o caso pode ser da maior gravidade.
Ainda a propósito do COCO, ou
completamente a despropósito, a minha cadela Golden retriever adora-o e eu ainda estou para perceber o porquê?
Provavelmente porque só é alimentada uma vez por dia, passa boa parte do dia
sozinha, tenha dificuldade em assimilar algum tipo de nutriente ou simplesmente
por prazer e porque nutritivamente seja rico para além de que alguns dos
melhores nutrientes podem não ser totalmente absorvidos na primeira passagem, o
que pode ser o mais “curreto”.
Falando dos NUTs, não como fruto da “Nomenclatura
das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos” mas sim como frutos secos,
estes vêm sendo consumidos desde o paleolítico, e sem ser hipócrita mas fazendo
apologia a Hipócrates, muito antes de cristo já “o alimento era o nosso
remédio”. Percebemos hoje que as receitas mais modernas são as do Paleolítico e
que devemos recuperar muito dos hábitos anteriores às diversas domesticações a
que fomos sujeitos nas mais diversas áreas, não apenas alimentares mas também
culturais. Aliás, já nesse paleolítico distante, ainda antes da agricultura,
não havia “pharmácias”, mas sim teoremas e doutrinas e a das assinaturas de
Paracelso, dizia que a planta carrega a assinatura da sua função curativa. Por
isso a NUT (noz) fazia-nos bem porque a sua forma se assemelhava à forma do
nosso cérebro. Tenhamos por isso juízo e comamos com prazer antes que nos comam
a “noz”.
Paulo Barracosa
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