quarta-feira, 3 de maio de 2017
BSA....Bank Seeds of Agriculture....by Delicia Resources - Portugal
....Esta é a razão pela qual considero que a Delicia é uma das "joalheiras" que melhor representa o Território, a paisagem e as gentes rurais, de Viseu, da Região Centro e de Portugal. É certo que o foco está em Madrid, Paris e Londres, mas nunca serão renegadas as origens e seremos nós os primeiros a saborear estas sementes que tenho a certeza irão dar fruto.
Esta páscoa comprei a diversidade de "amêndoas" que havia na Delícia, com o biodiversidade dos recursos genéticos, milho, gengibre, eu sei lá, tudo o que pudermos pensar. A imagem é uma das melhores que pode traduzir a biodiversidade e recursos genéticos. Ora é esta a razão do protocolo que pretendemos criar com o Banco de Germoplasma Português, para fazermos um trabalho de fundo. Quiçá este projeto pode ter uma componente científica e inovadora e juntarmos um sponsor de peso, cujo Crédito Agrícola é o que faz mais sentido. Depois levaremos estas "jóias" por Portugal e pelo Mundo. Primeiro na Região de Turismo do Centro, ao qual juntaremos os seus sabores tradicionais e depois já estou a ver a coleção no Salon du Chocolat de 28 de outubro a 1 de novembro de 2017 em Paris, a grande feira mundial de chocolates.
Depois como "cereja no topo do bolo" trabalharemos um lançamento exclusivo com uma joalheira de Luxo, quiçá a CARAT*LONDON...para uma outra coleção que me é muito querida...
Para inspiração...
terça-feira, 2 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Ele há momentos e criações que são uma Delicia...
No passado sábado recebi uma das maiores surpresas dos últimos tempos, fruto do trabalho, criação e inovação da Manuela Antunes e da Manuela Soares e do Ilídio da Delícia. Não valerá a pena dizer o que é porque aqueles que me conhecem facilmente adivinham. Este é um bombom nutracêutico, com fibra, antioxidantes que acredito ficará ainda mais soberbo com chocolate negro e com menos, ou inclusivamente sem ganache.
São em dias assim que percebemos que tudo o que fizermos pelos outros (alguns em especial) é sempre pouco e que recebemos sempre muito mais do que aquilo que damos, quando o fazemos com sensibilidade, mas sem prescindir de capacidade técnica e científica.
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