…os Portugueses, temos uma relação umbilical porque fomos responsáveis por trazer a laranjeira-doce da China (Citrus sinensis) no século XVI e a difundimos para muitos Países da Europa e Américas. Por essa razão, em algumas línguas, o nome do fruto está etimologicamente ligado ao nome de Portugal, sendo em grego, Portukáli, em Albanês, Portokalli, em Romeno, Portocale, em Azeri Portağal para além de outros Países de língua Persa e Árabe. A flor da laranjeira está ligada à castidade e pureza, sendo característicos, muitas vezes, em bouquets de noivas, para além do perfume que emanam. A biodiversidade das plantas serve muitas vezes de inspiração na criação de moda, design e marketing, razão pela qual algumas empresas Portuguesas, como o BPI, quando se quiseram internacionalizar usaram elementos botânicos da laranja como marketing estratégico. Uma das laranjas mais famosas é a da Baía, ou laranja de umbigo, que surgiu de uma mutação em 1812 num mosteiro de Salvador da Bahia com a particularidade de não ter sementes, com uma sucosidade e doçura muito apreciadas. Em Portugal, a comercialização de laranja ocorre durante todo o ano, devido à utilização de variedades de meia estação e as chamadas variedades tardias. As “Dalmau” e as “Newhall” são colhidas entre novembro e março, as “Baía” e as “Jaffa” de fevereiro a abril e as “Valencia late“ e “Lane late” entre março a agosto.
Mostrar mensagens com a etiqueta BPI. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BPI. Mostrar todas as mensagens
domingo, 25 de abril de 2021
sábado, 14 de outubro de 2017
Apostar no "cavalo" certo....sem medos...
Várias vezes tenho transmitido a responsáveis de diversas entidades bancárias a importância na realização da aposta no "cavalo" certo. É com algum lamento que, por vezes, não vejo a CA a apostar de um modo mais forte na Agricultura que é efetivamente o seu forte historial e que lhe dá uma enorme credibilidade nessa matéria, sem deixar de olhar para os jovens e para os desportos mais modernos como o motociclismo e o surf. Mas não deixem de apostar na Agricultura e naquela que é mais inovadora e também jovem. Dirão que continuam a fazer essa aposta e em níveis muito significativos. A questão depois está em como mostrar isso até para o comum dos mortais. Aqui ficam dois exemplos muito recentes. A CA patrocinou a conferência de comemoração do 40 anos do Banco Português de Germoplasma Vegetal. Diria uma aposta muito acertada até pela similitude no termo "Bancos", mas quase não se deu por ela a não ser nas pastas e que são as mesmas seja para este congresso seja para um de economistas. A passagem do responsável do CA no congresso foi muito discreta e isso vai das pessoas e também não temos todos que ser todos muito "palradores". Poucos dias depois o grande concorrente do CA nestas matérias de agricultura, o BPI, patrocinou o Agri-innovation Summit e reparem na "coleira" com que os 500 convidados andavam. Para além do laranja, que hoje até não está muito na moda, o que se destacava mais, até mais do que o nome de cada um era a etiqueta BPI. Não tenhamos vergonha de apostar na Agricultura e em especial naquela que se destaque pela jovialidade, inovação, e pela qualidade de produção e apresentação estética e design. Parabéns!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
