...e pelas "Story Histories" que ele é capaz de contar. Não foi por acaso que a questão da preservação do Rio e da Água seja dinamizada pela Freya, uma Holandesa no Dão, muito pelo respeito que os Holandeses aprenderam a ter para com a água. Aqui segue e excelente blogue criado pela Freya e uma apresentação realizada em Julho de 2019.
terça-feira, 7 de abril de 2020
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Aprender a Olhar....e dar valor...às coisas simples...
Num tempo que nos cegam com os números da estatísticas, aos quais começamos a ter repulsa e desviamos o olhar, é tempo de ver e fazermos aquilo para o qual, aparentemente, não tínhamos tempo. A crónica inspiradora do MEC pela manhã funciona como um click, porque nos faz pensar nas coisas simples que nos trespassam e que na maioria dos casos não relevamos. Como comungo do mesmo, talvez por isso tenha uma admiração imensa pela sua escrita e acima de tudo pela sua perspicácia, pegando em coisas tão simples, como o próprio fabrico do queijo fresco para situações de aflição mas que sai sempre bem. Pegando nesta última crónica do Fugas, que descreve todos os passos com pormenor e refere inclusivamente a qualidade e marca do leite, o bem maior. Só despreza o coalho, neste caso da farmácia, um "químico" que é a antítese do espírito do MEC, na busca da solução natural, milagrosa que faz a magia de coalhar o leite e com a sua rara característica de apreciador exímio tirar as suas conclusões. Não é fácil encontrar mas isso tendo sido o trabalho de toda a vida do MEC, ir à procura dos pormenores que fazem a diferença. Para lhe facilitar a tarefa estou a tentar chegar à fala para lhe enviar uma flores de cardo, aliás como o fiz para o Fernando Neves em Odivelas e cujo resultado em breve será publicado pelo próprio.
Mas as crónicas diárias debruçaram-se sobre o facto de se deslumbrar a ver Lisboa vazia, entregue à nova Primavera, como uma mesa posta para quem ainda não veio. O mesmo se passa em Viseu e em muitas outras cidades em que a Primavera está a irromper com uma força tremenda, talvez para nos surpreender quando saiamos todos as ruas para comemorar. Este ano poderemos colher as flores de Tília do Rossio e das Tilias da cidade para embalar um "chá milagroso" do ano de 2020 para cura futura. Farei também a colheita dos mostajos para repetir aqui o célebre Mostajam feito pelas minha "Meninas" cá de casa. Saibamos olhar para os pormenores, esta uma prática que me fui habituando. Mas ao mesmo tempo procuremos soluções de futuro e procuremos entre os nossos amigos e parceiros o conhecimento e a oportunidade de encontrarmos novas soluções que dão trabalho mas seguramente poderão dar uma nova lufada de ar fresco e não têm que ser mais ventiladores, mas coisas ainda mais simples para podermos ajudar aqueles que nos estão mais próximos, física e afetivamente falando. Para isso haverá um novo reencontro amanhã pelas 9,30 h para falarmos de futuro no ZOOM.
Mas as crónicas diárias debruçaram-se sobre o facto de se deslumbrar a ver Lisboa vazia, entregue à nova Primavera, como uma mesa posta para quem ainda não veio. O mesmo se passa em Viseu e em muitas outras cidades em que a Primavera está a irromper com uma força tremenda, talvez para nos surpreender quando saiamos todos as ruas para comemorar. Este ano poderemos colher as flores de Tília do Rossio e das Tilias da cidade para embalar um "chá milagroso" do ano de 2020 para cura futura. Farei também a colheita dos mostajos para repetir aqui o célebre Mostajam feito pelas minha "Meninas" cá de casa. Saibamos olhar para os pormenores, esta uma prática que me fui habituando. Mas ao mesmo tempo procuremos soluções de futuro e procuremos entre os nossos amigos e parceiros o conhecimento e a oportunidade de encontrarmos novas soluções que dão trabalho mas seguramente poderão dar uma nova lufada de ar fresco e não têm que ser mais ventiladores, mas coisas ainda mais simples para podermos ajudar aqueles que nos estão mais próximos, física e afetivamente falando. Para isso haverá um novo reencontro amanhã pelas 9,30 h para falarmos de futuro no ZOOM.
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sexta-feira, 3 de abril de 2020
Também eu tive dúvidas em tirar uma Senha....
...Curiosamente quando li esta crónica do MEC, fiz uma primeira interpretação e agora que reli fiz uma segunda e não sei qual a mais correta, ou aquela que o MEC quis transmitir. Talvez as duas ou ainda mais interpretações. Talvez seja como as pinturas em que cada um de acordo com os seus princípios e fins, anseios ou motivações faça a sua interpretação. O que interessa é que nos põe a pensar sobre coisas tão simples como tirar ou não tirar a senha, ou o que pensam os outros quando se afastam de nós, ou ...ainda tantas outras coisa em que nós ainda não pensamos, mas que temos seguramente agora tempo para pensar. Neste momento de reclusão e introspecção temos muito que pensar e aqueles que possam têm muito que fazer. Eu estou nos de fazer porque sou obrigado a isso e tenho essa oportunidade nas mãos e na cabeça. Agora já entrado na tese dei por mim com uma dúvida primária? escrevo em Português ou em Inglês. Depende se quero chegar perto ou se quero chegar longe. Nos tempos de hoje queremos cada vez mais chegar perto, adequando a cada uma das circunstâncias. Por isso optei por escrever em Português para chegar à produção do Cardo e do Queijo Serra da Estrela e a todos os outros que usam cardo ou que podem vir usar. Mas se calhar falta o iminente reconhecimento científico? Não creio, aliás porque quase tudo o que pensamos e fizemos já está publicado...em Inglês, o que nos faz falta é contar a história de fio a pavia e isso prefiro fazer na língua de Camões, que é aquela em que sei jogar com as palavras. Avancemos para o próximo número....Senha....2
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quarta-feira, 1 de abril de 2020
Este é o momento de nos prepararmos....para a nova "Pandemia"...
...agora no combate a um vírus informático que irá surgir passado este pesadelo. Com o aumento da dependência da internet, não tenhamos dúvidas que este será o novo desafio. Com os ciberataques a aumentar, e as nossas fragilidades informáticas será por esta via que iremos sofrer num futuro próximo. A vida é um jogo de equilíbrios e de interesses. Por ora reconhece-se o interesse "público" da saúde pública, e os mais fortes mostrarem a capacidade de reagirem em primeiro lugar com a corrida pela vacina. Agora imaginem a guerra comercial e estratégica que será quando surgir a vacina. Se for o laboratório do exército da china o primeiro a descobrir isso "traz água no bico". Depois será a guerra pela internet, 5G, com o proliferar de "vírus" e outros viróides muito mais potentes que irão mostrar o interesse público da cibersegurança. Infelizmente não poderemos usar, nem fisicamente nem estrategicamente, o mesmo antídoto, mas alguma coisa iremos aprender com o COVID-19. E depois qual será o Futuro...
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