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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Do pormenor ao específico...para que o "Artista não morra"....e que haja cada vez mais inspiração para criar artística e cientificamente...



#escrever e #ilustrar uma #história tem muito de #pormenor, #rigor e #criatividade....para que cada um possa interpretar à sua maneira e dar azo a muitas histórias em cada um e cada qual...
https://www.instagram.com/p/B_pEnzSAHqt/?igshid=1ev0riah11sjz


Na partilha dos sabores da região e do território com os Amigos, recebemos prendas como esta! Aliás, no meio rural e no interior é sempre assim! Damos com uma mão e temos que estar preparados para recebemos de braços abertos! Esta crónica faz parte de uma história que um dia verá a luz do dia, acredito! Nestes tempos de Quarentena o José Matias da Casa da Insua tem feito o enorme favor de trazer requeijões e queijos a casa. E eu faço redistribuir a casa de alguns Amigos especiais. Este será um mote para o futuro, mesmo nos tempos em que possa haver abundância quanto baste. São estas rotinas que interessa que radiquem no futuro. E também os testemunhos desses Amigos como o Paulo Medeiros e o João Cavaleiro a elogiarem o produto. Mas esse produto tem muito que se lhe diga e deriva da qualidade dos seus ingredientes e das mãos sábias de que os produz. Mas hoje falemos de uma história subliminar que está por detrás de tudo isto. O Paulo Medeiros, no âmbito da sua obra Isolamento mate-se o bicho (https://amarianaotemnet.blogspot.com/2020/03/isolamento-mate-se-o-bicho-uma-especie.html) fez um desenho relativo ao elogio do requeijão Casa da Insua. Com base na Internet que nem sempre é aquilo que se julga, foi buscar inspiração para fazer a flor de cardo mais linda, como muita gente. Só que na internet o que parece às vezes não é, não só em flores como também em muitas outras "flores". E vai daí para se certificar enviou-me um desenho brilhante de elogio ao requeijão e ao Cardo-mariano (Sylibum marianum) que muitas vezes recebe os elogios em detrimento do Cardo (Cynara cardunculus) que se deve usar no Queijo Serra da Estrela. De pronto e porque tem responsabilidades na matéria fez um novo desenho, diga-se, igualmente, sublime pondo os pontos nos "iiisss" e dando o seu a seu dono. Entretanto tem surgido uma história muito curiosa e deliciosa, em torno do queijo fresco, feito com flor de cardo. Eu já fiz um primeiro ensaio, mas preciso de afinar alguma coisa. Por isso estou a testar diferentes flores. E a próxima será aquela que vem sobre os desenhos que nem é Silybum marianum, nem Cynara cardunculus, é Cynara humilis e que muito provavelmente pelas características bioquímicas, talvez, seja aquele que melhor resulte no Queijo fresco, receita da Bimby que li na crónica do Fugas do Miguel Esteves Cardoso e que estou a adaptar. Para a criação artística, por veze s o rigor científico é o que menos importa. Contudo, paras iguarias alimentares e para os princípios medicinais e farmacêuticos, um erro na taxonomia pode ser a "morte do artista"....

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Hoje queria agradecer em PÚBLICO...e por isso.... Publicamente....



...ao Diretor do Jornal Público, o jornalista Manuel Carvalho que, num ápice, me fez cumprir o sonho de chegar à fala com um dos que mais admiro o MEC.

Dizia o Manuel Carvalho num mail institucional que "um jornal para ser forte e credível precisa mais de críticas do que elogios. São as críticas que nos tornam mais atentos,mais exigentes, mais aberto à sensibilidade e às opiniões dos nossos leitores. Mas, em momentos de incerteza, angústia e desamparo como os que vivemos coletivamente, os elogios ganham uma nova importância. Porque amparam e estimulam a energia, o esforço, e a determinação de todos os que diariamente fazem o PÚBLICO".

Este mail foi o impulso para procurar ajudar o Público e remeti de pronto um mail ao Diretor que não demorou mais do que 5 min a responder. O resto da história pode ser que um dia venha a lume, porque a evolução tem sido deliciosa no trato...

"Caro Diretor Público,

Acabado de receber o mail das críticas e elogios em Público, sei que não irá ler mas permita-me o desabafo pessoal. O Público é um garante de pluralismo e qualidade, desde logo no design gráfico e na escolha das foto, depois em tudo o resto, ou seja no seu sumo e conteúdo. Neste período o seu papel tem ganho particular ênfase, não para distrair mas para informar de modo plural e preciso. Nesta altura estou a findar a escrita de uma tese de doutoramento, imagine-se sobre o cardo, a flor de cardo. Por isso quase não tenho tempo para ler o Público que passei a assinar nesta quarentena, por acreditar no projeto e querer ajudar literalmente. Sabendo que me chegava por várias formas no email, infelizmente! Contudo, continuo a ter dificuldade em ler no formato digital, e não sou velho! Mas o papel é o papel e o papel do Público é fantástico, especialmente em privado.
Mas a propósito do cardo, há duas semanas o Miguel Esteves Cardoso que leio religiosamente escreveu no fugas sobre queijo fresco feito com coalho da farmácia na bimby. Deu-me um "tremelique" e pensei. Se eu fizesse chegar flor de cardo ao MEC via Fugas/Público ele seguramente que iria experimentar. E seria o melhor teste para ver se acrescentava algo ao queijo fresco do Miguel que ele muito preza. Mas tentei mails para a Sandra Costa e nada. Um leitor também gosta de ajudar um Jornal a fazer melhor em Público. Esta foi a intenção. Se entender ajudar a fazer chegar as flores de cardos ao Miguel eu agradecia, mas se calhar o Miguel ainda agradeceria mais.

Bem-haja

Paulo Barracosa"

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Também eu tive dúvidas em tirar uma Senha....



...Curiosamente quando li esta crónica do MEC, fiz uma primeira interpretação e agora que reli fiz uma segunda e não sei qual a mais correta, ou aquela que o MEC quis transmitir. Talvez as duas ou ainda mais interpretações. Talvez seja como as pinturas em que cada um de acordo com os seus princípios e fins, anseios ou motivações faça a sua interpretação. O que interessa é que nos põe a pensar sobre coisas tão simples como tirar ou não tirar a senha, ou o que pensam os outros quando se afastam de nós, ou ...ainda tantas outras coisa em que nós ainda não pensamos, mas que temos seguramente agora tempo para pensar.  Neste momento de reclusão e introspecção temos muito que pensar e aqueles que possam têm muito que fazer. Eu estou nos de fazer porque sou obrigado a isso e tenho essa oportunidade nas mãos e na cabeça. Agora já entrado na tese dei por mim com uma dúvida primária? escrevo em Português ou em Inglês. Depende se quero chegar perto ou se quero chegar longe. Nos tempos de hoje queremos cada vez mais chegar perto, adequando a cada uma das circunstâncias. Por isso optei por escrever em Português para chegar à produção do Cardo e do Queijo Serra da Estrela e a todos os outros que usam cardo ou que podem vir  usar. Mas se calhar falta o iminente reconhecimento científico? Não creio, aliás porque quase tudo o que pensamos e fizemos já está publicado...em Inglês, o que nos faz falta é contar a história de fio a pavia e isso prefiro fazer na língua de Camões, que é aquela em que sei jogar com as palavras. Avancemos para o próximo número....Senha....2

sábado, 21 de março de 2020

Guardador de Sonhos....

O escritor Afonso Reis Cabral, tem lançado alguns desafios interessantes, como o desafio da Nacional 2 e a agora guardador de cabras em Góis publicado hoje no público. Diz a Sandra Silva Costa na sua crónica semanal de resumo do Fugas que o "Afonso tinha combinado contar-nos a sua experiência enquanto guardador de cabras em Góis e acabou ultrapassado pela realidade que nos consome.". Na minha modesta opinião ainda faz mais sentido nos dias de hoje...alguma isolamento e distanciamento, contemplação nunca reclusão, tem toda a a liberdade para pensar como um Pastor, e desejando estou eu para ter este tempo e este desprendimento. Um aluno meu, o Diogo de Fornos de Algodres, tinha um pastor na sua exploração que estava a frequentar a Escola de Pastores da Escola Superior Agrária de Viseu, e que levava máquina fotográfica, binóculos e um livro de Alberto Caeiro, para estar com as ovelhas Serra da Estrela...nunca o cheguei a conhecer porque desistiu. Se fosse responsável pela Escola ia ao fim do Mundo procurar este Pastor de Futuro....
A propósito por impulso decidi assinar o Público, num tempo difícil para todos temos que nos ajudar mutuamente!




quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Investigadores do Politécnico de Viseu usam cardo para criar móveis mais leves



Com o cardo, os investigadores conseguiram criar um material mais leve e também fácil de fazer, quase como se fosse “um bolo que se leva ao forno”. Móveis foram expostos nas feiras de design de Milão e Londres.
O cardo, cuja flor é usada no fabrico do queijo, foi aproveitado por investigadores do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) para a criação de móveis mais leves, que foram levados às feiras de design e mobiliário de Milão e de Londres.
No âmbito do projecto Lightwood — Compósitos de madeira e poliuretano inovadores, um grupo de investigadores desenvolveu uma nova tecnologia de compósitos de madeira, que foi recentemente patenteada e combina partículas de madeira e cardo com espuma de poliuretano.
“Andávamos a tentar desenvolver um produto que fosse leve, para permitir aos designers fazerem móveis de madeira que competissem com os plásticos”, explicou à agência Lusa Jorge Martins, um dos membros do projecto e docente do Departamento de Engenharia de Madeiras do IPV.
Ao ouvirem o professor da Escola Superior Agrária de Viseu Paulo Barracosa falar da planta do cardo (Cynara cardunculus), os membros do projecto aperceberam-se “da quantidade de resíduos, que parecem quase madeira, que sobrava das plantações”, depois de ser retirada a flor necessária para o queijo.
 “O arbusto tem dois metros de altura e só se aproveitam três ou quatro centímetros que estão lá em cima para fazer o queijo, o resto que está para baixo não vale para nada. Achámos que era boa ideia experimentar”, contou Jorge Martins. Segundo o docente, uma das preocupações do departamento é, precisamente, “tentar arranjar utilizações de valor acrescentado para produtos da floresta que não têm valor”. “A nossa ideia é pegar em materiais que as pessoas acham que já não valem nada e provar que podem ser usados como produto. Se houver mercado, alguém os há-de apanhar.”
Com o cardo, os investigadores conseguiram criar um material mais leve e também fácil de fazer, quase como se fosse “um bolo que se leva ao forno”, acrescentou.
Jorge Martins contou que a ideia inicial era o material ser apenas “um complemento para as indústrias do queijo”, mas “os designers acharam que tinha potencialidades do ponto de vista estético”. Estes desenharam peças de mobiliário que foram levadas para Milão e Londres, nomeadamente bancos, um móvel para guardar queijos, outro para ser usado nas queijarias na parte da maturação do queijo e um carrinho de transporte de sobremesas. “Tivemos vários convites para levar a ideia a outras feiras, só que o nosso projecto só previa duas idas”, afirmou.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

O (MEC) dá o MOTE...O Frio torna as paisagens mais nítidas. O Calor esborrata-as...in Público 12 dez 2011

Alguém que use destas subtilezas da verdade, assentes acima de tudo em conhecimento científico, para além de tudo o mais, para sabermos promover as paisagens e os produtos do interior no devido tempo e nos devidos locais! A propósito a luz de inverno  é o título de um filme de Ingmar Bergman! Alguém me disse que gostaria de fazer um ciclo de cinema na paisagem da ESAV. Pois este seria um excelente título para um dia seco  de Inverno como aqueles que temos assistido nos últimos dias e que são radiantemente luminosos. No Séc I a.c. Lucrécio, dando continuidade às ideias dos primeiros atomistas, escreveu que a luz solar e o seu calor eram compostos de pequenas partículas. Ora aqui está a razão de ser do mote do MEC que para além de saber, sabe dizer como ninguém!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

E veio a PÚBLICO...Assim!....pela mão do Comissário Carlos "Cardos"....BioECHOnomia


https://www.publico.pt/2018/10/11/economia/noticia/comissao-avanca-100-milhoes-para-apoiar-projectos-da-bioeconomia-1847166

Rita Siza


Comissão avança 100 milhões para apoiar projectos da bioeconomia
Carlos Moedas apresentou a nova estratégia para a promoção da economia circular, "que faz parte da identidade europeia".
Entre as medidas previstas no plano de acção de Bruxelas estão acções-piloto que abrangem a vertente científica e de inovação (nomeadamente, um Centro de Conhecimento para a Bioeconomia), e também o que Moedas designou como a vertente “operacional”, por exemplo para promover a implantação de sistemas agrícolas e alimentares, silvicultura e produtos biológicos sustentáveis, ou melhorar o aproveitamento da biomassa ou dos resíduos.
A dotação de 100 milhões de euros permitirá criar uma Plataforma Temática de Investimento em Bioeconomia Circular. “As empresas têm de estar dispostas, mas como ainda têm alguma relutância, até porque alguns investimentos podem ser arriscados, nós vamos ajudá-las, pondo a primeira parte do investimento ou emprestando dinheiro com uma vantagem competitiva, por exemplo uma taxa de juro mais baixa”, afirmou Moedas.
E como é preciso “ligar um holofote” para os projectos da bioeconomia, a Comissão vai escolher dez cidades-piloto que sirvam de exemplo. Foi lançado um concurso e as candidaturas ainda estão abertas.

A Comissão Europeia vai lançar um novo instrumento de 100 milhões de euros, na forma de subsídios e empréstimos, para apoiar os produtores e atrair os investidores para o financiamento de projectos da chamada bioeconomia circular. Mas essa nova dotação é apenas uma das 14 medidas concretas anunciadas esta quinta-feira, em Bruxelas, no âmbito da nova estratégia da Comissão Europeia para uma economia sustentável e responsável na utilização dos recursos naturais.

“A bioeconomia faz parte da identidade europeia e acreditamos que estes investimentos podem ter um impacto muito positivo e significativo, principalmente no mundo rural, mas também noutras áreas, como por exemplo zonas costeiras, onde existem matérias-primas ou culturas marginais que não estão em concorrência com indústrias estabelecidas mas podem ser aproveitadas”, explicou o comissário europeu para a Inovação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas.

Na apresentação da nova estratégia, que vai entrar em vigor logo no início de 2019, o comissário lembrou a importância que a bioeconomia já tem ao nível europeu, tanto em termos de receitas anuais — um volume de negócios à volta de dois biliões (milhões de milhões) de euros — como de criação de emprego, com mais de 18 milhões de postos de trabalho. O objectivo de Bruxelas é criar um milhão de empregos verdes até 2030. Como? Promovendo o conhecimento sobre a bioeconomia e as boas práticas e expandindo e reforçando o sector dos produtos biológicos, disseram Moedas e o vice-presidente da Comissão Europeia para o Emprego, Investimento e Competitividade, Jirky Katainen.

Para ilustrar as possibilidades destes sectores da economia circular, Moedas levou para a sala de imprensa da Comissão alguns adereços: um cardo italiano, a partir do qual são produzidos sacos biodegradáveis e cosméticos; e um cachecol verde fabricado na Finlândia a partir de desperdícios da indústria de madeira — que prontamente ofereceu ao seu colega finlandês. “É assim que mostramos o que é a bioeconomia e o impacto que ela pode ter”, justificou o português.

Entre as medidas previstas no plano de acção de Bruxelas estão acções-piloto que abrangem a vertente científica e de inovação (nomeadamente, um Centro de Conhecimento para a Bioeconomia), e também o que Moedas designou como a vertente “operacional”, por exemplo para promover a implantação de sistemas agrícolas e alimentares, silvicultura e produtos biológicos sustentáveis, ou melhorar o aproveitamento da biomassa ou dos resíduos.

A dotação de 100 milhões de euros permitirá criar uma Plataforma Temática de Investimento em Bioeconomia Circular. “As empresas têm de estar dispostas, mas como ainda têm alguma relutância, até porque alguns investimentos podem ser arriscados, nós vamos ajudá-las, pondo a primeira parte do investimento ou emprestando dinheiro com uma vantagem competitiva, por exemplo uma taxa de juro mais baixa”, afirmou Moedas.

E como é preciso “ligar um holofote” para os projectos da bioeconomia, a Comissão vai escolher dez cidades-piloto que sirvam de exemplo. Foi lançado um concurso e as candidaturas ainda estão abertas.

P.S. esta publicação no blogue foi escrita com a fonte CARDO.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Filosofar em Ciência....


https://www.publico.pt/

...já o principio da Ciência é por começar algo complexo e torná-lo simples que todos a possam entender e aplicar!"

terça-feira, 18 de setembro de 2018

O Público inspira o Professor...





Baseado na lógica de William Arthur Ward, eu diria que, O Professor Regular Expira, O óptimo Professor Transpira e o Professor Excepcional Inspira! Por isso o tempo dos professores regulares pode expirar, enquanto que todos aqueles que "transpiram" com o suor do trabalho e dedicação têm a sua consciência tranquila por darem o máximo todos os dias ainda que, aparentemente, apenas cumpram o que lhes é pedido. Depois temos aquela faixa estreita daqueles que inspiram como respiram de uma forma natural, mas que apenas com muita transpiração se tornam efectivamente uns fora de série!

domingo, 20 de maio de 2018

O que comemos tem um custo “escondido”. Mas nós estamos a pagá-lo...em Público



https://www.publico.pt/multimedia/interactivo/alimentacao-na-cidade#o-custo-da-sustentabilidade

domingo, 25 de março de 2018

Deixem passar este turbilhão de inciativas na Floresta,...que...

...um dia irei vos confidenciar....

https://www.publico.pt/2018/03/24/politica/noticia/presidente-recusa-divisoes-com-o-governo-1807955#&gid=1&pid=8

segunda-feira, 26 de junho de 2017

domingo, 26 de março de 2017

Nós ainda tentamos ajudar,... mas não fazemos milagres....




https://www.publico.pt/2017/03/26/sociedade/noticia/governante-vive-em-casa-que-juiza-diz-ser-so-para-magistrados-1766547

terça-feira, 11 de novembro de 2014

MEC...Veste a Camisola...de Lã

 
 
Pelo o que o Miguel Esteves Cardoso escreveu no passado sábado na sua crónica diária com o título "Vesti a camisola" acredito que brevemente irá "vestir a camisola" no nosso Queijo DOP Serra da Estrela valorizando, da forma sui generis como só ele faz, com alma, sensibilidade e emoção toda a paisagem e os atores envolvidos, as ovelhas raça "Serra da Estrela", o pastor, a queijeira... Assim façamos o convite pela via certa.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Portugal é Lisboa...o resto é paisagem!

 
 
O canal norte-americano CNN escolheu sete motivos que fazem de Lisboa a cidade mais cool da Europa. Segundo a jornalista Fiona Dunlop, a capital portuguesa tem um ambiente encantador, boa comida e uma animada vida noturna, atributos essenciais, segundo a autora, para as cidades que querem ser as melhores do continente.
A vida noturna da capital portuguesa é o primeiro trunfo lisboeta.
A segunda razão é a renovada cozinha portuguesa.
O terceiro motivo é a ironia dos lisboetas que, apesar da austeridade, não abdicam deste recurso, segundo a jornalista da CNN.
O quarto motivo são os castelos e as praias, diferentes ambientes em que há uma constante: a boa gastronomia sempre por perto. O antigo é vintage e o moderno é de bom gosto. Edifícios espalhados por Lisboa mostram a harmonia entre o contemporâneo e o velho, a mistura entre uma peça de design mais recente e uma peça antiga recuperada.
A penúltima razão é a arte. As coleções mais famosas podem morar em capitais como Londres, Paris ou Madrid, mas o que há em Lisboa reflete a história portuguesa.
O último motivo são as ruas lisboetas. “Fascinantes”, elogia a autora, as ruas cruzadas e entrelaçadas fazem com que caminhar pela cidade seja tudo menos maçador.
Lisboa soma diversos prémios turísticos, entre os quais o World Travel Award, os “óscares do turismo”, para melhor destino da Europa numa escapadinha urbana (city break). Para o turista, diz a CNN, deveria ser uma prioridade.
A autora do artigo, Fiona Dunlop, é uma jornalista inglesa que escreve sobre viagens há mais de 20 anos. Foi autora do guia de viagens de Espanha para a National Geographic Traveler, em 2001, e do de Portugal, em 2005. Tem livros publicados sobre diversos países do mundo, como Síria, Cuba, Líbia, Índia, México, Vietname, Indonésia. Ou sobre cidades, como Paris ou Singapura.
Já publicou também livros sobre gastronomia, por exemplo, sobre a culinária do Norte de África, em Medina Kitchen, ou as tapas espanholas, em Real Tapas. Colabora com a CNN, Financial Times, Guardian, The Independent.
 
... ponham os ovos todos no mesmo cesto, ao nível da promoção turística, do empreendedorismo e da reabilitação urbana e o resto que se Lixe...Fixe!

domingo, 3 de novembro de 2013

Mostajada...os passos de uma criação...

Aqui vamos mostrando os vários procedimentos da Mostajada, cuja primeira produção já tem destino, para a sogra do meu amigo Carlos Miranda que foi a responsável por este repto e para o Miguel Esteves Cardoso um dos melhores descritores que conheço da arte do saber e do provar...cujas crónicas do fugas no público não perco... e para os meus amigos! Claro está que este doce irá "casar" com o queijo e o requeijão "Serra da Estrela" do projeto CARDOP e tenho a certeza que será um sucesso
 
 

 
 

 


 

 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Fluências e Flatulências...

O Vasco às vezes não é polido mas é valente!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

No comments...! It´s design!


http://p3.publico.pt/actualidade/media/973/uma-silhueta-na-maca-ou-o-silencio-dos-anti-apple
Design is ti!
A morte de Steve Jobs provocou um aguaceiro desenfreado de mensagens de homenagem por toda a internet. No meio deste alvoroço imagético, houve, no entanto, uma que se destacou: a maçã que, em vez da habitual dentada, exibe a silhueta do CEO da empresa.
A imagem foi criada por Jonathan Mak, estudante de 19 anos na Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kong. A popularidade da ilustração é tão grande que até já estão à venda no Ebay t-shirts que a incluem. O actor Ashton Kutcher tornou-a imagem do seu perfil no Twitter. "Está a ser um dia louco", contou o jovem à Reuters. "Estou contente e assustado ao mesmo tempo." No Twitter, Mak admitiu ter-lhe sido oferecido um emprego. "Estou sem palavras", confessa. "Quinze minutos de fama? Nem consigo sequer responder a todos os 'tweets'." A imagem foi criada por Mak em Agosto (o jovem até a publicou no seu Tumblr lamentando que não fosse totalmente "original"), mas só hoje se tornou verdadeiramente popular. "Só queria que fosse uma comemoração silenciosa. É a concretização de que ficou a faltar uma peça à Apple", referiu, segundo a mesma fonte, junto à Apple Store de Hong Kong, onde se dirigiu para prestar o último tributo a Jobs.