....o Ricardo Pires (Metro), falou da valorização da proteína vegetal na produção de Hambúgueres "Meat Like" conceito no qual a "Beyond Meat", empresa norte-americana é um excelente exemplo e lancei o desafio aos meus alunos em produzirem um destes dias um Hambúrguer com base em tremoço e alfarroba. Que usassem outros atributos como as galactomamanas da alfarroba para ligar e amaciar o "conjunto", ao mesmo tempo que reduzia a saciedade. O Joaquim Morgado da Ervital, dir-nos-á que outras plantas podemos juntar, quiçá a do Helychrisum italicum, ou outras diretamente ou em infusão. Este assunto vei à baila por causa da Freya que ao longo do seu caminho no Dão passa por campos de tremoceiros, uma planta multifuncional pelo papel importante que realiza na fixação de azoto na atmosfera. Acerca deste assunto estamos à espera dos resultados da Hubel acerca do Blue N. O tremoceiro é também usado para extrair uma proteína para utilização na produção de fitofármacos na CEV, com quem temos colaborado pontualmente. Por último, após muitas derivas o António Tavares falou do Mosteiro de Maceira Dão e que será certamente um pólo importante na dinamização dos Caminhos do Rio Dão. O meu Amigo Machado Matos, marca sempre presença com a sua experiência. Até para a semana. Vou preparar o guião.
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terça-feira, 28 de abril de 2020
sábado, 25 de abril de 2020
domingo, 19 de abril de 2020
Havia muito a dizer sobre a interpretação que cada um tem sobre a Quarentena....e depois...
...o que cada um de nós pode fazer para ajudar a ultrapassar esta fase. Como muitos se estão a aproveitar das fraquezas dos outros. Como muitas famílias estão a reforçar os seus laços e outras, infelizmente, agudizam diferenças e isolamentos. Como é que muitos de nós passamos a conviver e a conhecer os vizinhos, mesmo à distância, trocando "mimos" e primores.Reconhecer que muitas vezes quem está mais perto são os vizinhos. Como é que o comércio eletrónico se pode reforçar e ser mais extensivo para muitas mais empresas, especialmente, as dos territórios rurais. Como certas Câmara ajudam as suas empresas a chegarem mais longe com os seus produtos, pagando no íntegra ou agilizando o seu transporte. Como grandes empresas do retalho estão a atrapalhar mais do que a ajudar, retirando valor aos produtos nacionais oriundos especialmente do mundo rural. Como as Associações de Desenvolvimento Rurais dispersas pelo território deviam estar a atuar para ajudar quem mais precisa, abrindo novas soluções e perspetivas de futuro. Eram elas que melhor deviam conhecer os seus territórios. Como muitas empresas estão a responder de forma inteligente e profícua em relação ao teletrabalho. Como os professores estão a fazer um enorme esforço para poderem corresponder a este desafio. Como nos devemos adaptar e não apenas transpor o que fazíamos anteriormente para o teletrabalho. Perceber as novas perspetivas e oportunidades que o teletrabalho nos oferece. Ver como alguns dos laços de amizade se estão a reforçar, mesmo à distância. Não nos esquecer de reforçarmos os laços de amizade com os nossos Amigos e Colegas. Entender a força do aperto de mão e a intensidade do abraço de alguns dos nossos Amigos e ficarmos a pensarmos como serão no futuro. Temos que interpretar estes tempos de mudança e olharmos para as novas oportunidades que aí estão a surgir. Acredito que na área do Ambiente poderão existir muitas oportunidades, porque esta paragem forçada é uma forma de vermos o que podemos ainda fazer para salvarmos o planeta. Contudo, temos que conciliar este anseio com a recuperação da economia percebendo onde podemos estabelecer compromissos para não produzirmos apenas para o aumento do rendimento mas perceber que a sustentabilidade ambiental é igualmente uma forma de rendimento que deve ser cada vez mais valorizado. Temos que estar muito atentos a todo este conjunto de mudanças e sabermos adaptarmo-nos e sobretudo não errarmos....Havia tanto a dizer, mas cada um terá a sua interpretação, e é bom que saibamos fazer uma análise inteligente da situação e...corresponder em conformidade. Pensar, trabalhar e agir, respeitando as regras, e sobretudo não nos "petrificarmo-nos" de medo...
segunda-feira, 13 de abril de 2020
Se pretenderem fazer um reset ao vosso "disco rígido",...esta pode ser a altura certa,...
Estamos num momento, sem paralelo, no nosso percurso de vida, quer nós pessoalmente quer os Estados e as sociedades como um todo. Sabendo que continuamos a trabalhar, podemos por momentos parar para pensar no modo como temos agido nesta quarentena, mas também ao longo da nossa vida até este momento presente. Porque se queremos agir para mudar algo que entendemos que fizemos menos bem até aqui este pode ser o momento. Não podemos deixar-nos levar pelo lamento e pelo comodismo e temos que todos os dias contrapor esse facilitismo e fazermos um esforço para que recuperemos alguma normalidade ou até possamos agir de um modo diferente numa perspetiva de olhar para as oportunidades de futuro que estão a surgir todos os dias. Temos procurado estar mais perto daqueles que estimamos, normalmente pelas via tecnológicas de imagem e som. Mas curiosamente, temos que aproveitar para estarmos com aqueles que nos estão mais próximos neste caso, fisicamente, os nossos vizinhos. E acreditem que podem vir a ter grandes surpresas de uma proximidade que não é só conveniente como desejável, hoje como daqui em diante. E não é darmos apenas para procurarmos receber em troca. Essa partilha surgirá naturalmente e dará muito mais prazer, acabando por surgirem "casamentos perfeitos". Eu dei um queijo Serra da Estrela de exceção, "Casa da Insua", ....recebi um pão de ló do outro mundo feito com todo o carinho e saber,...Hoje, no final da tarde fiz um jogging que já não o fazia há algum tempo. Custou-me muito, é sinal que não podemos perder a prática e temos mesmo que continuar a fazer e praticar as ações para que não levemos uma eternidade a recuperar desta pandemia....Amanhã darei aulas aos meus alunos convidando uma série de amigos, colegas, e um técnico da Hubel para falar de novidades em fertilização para o cardo, mas não só....
sábado, 11 de abril de 2020
O que se passará no CENtRO....desta Pandemia

Desde há algum tempo que me tenho surpreendido com a virulência do COVID-19 na região Centro e daí teremos que tirar muitas ilações para perceber este padrão assintomático em relação ao resto do País. Assistimos a algum desconforto de responsáveis políticos em relação ao desvio de meios de uns territórios para outros, neste caso privilegiando Lisboa em detrimento do Norte. Sem estar com grande contas e estatísticas tínhamos à data de ontem no Centro, 1905 infetados e 104 mortes. Fazendo umas "contas de merceeiro" temos uma taxa de mortalidade superior a 5%, quando no Norte é pouco mais de 2,5% e em Lisboa de 2%. Eu espero bem que seja apenas porque foram realizados muito menos testes comparativamente com as outras regiões, e mesmo isso denota a falta de investimento no Centro para esse dado. Contuco, acredito que este argumento tenha que ser usado para uma futura negociação de verbas estruturais, daquelas que dizem servir para equilibrar assimetrias, porque é uma vergonha para quem nos dirige e dirigiu, seja ao nível central seja regional e "a culpa não pode morrer solteira". Temos como lema sermos "um País dentro do País", por isso é preciso perceber a fundo o que se passa neste País que tem um pouco de tudo. Não temos hospitais de referência? Coimbra e que mais! A Covilhã "eclipsou-se" e foi a Guarda a assumir o primeiro lugar de referência no Centro. Porquê? A melhor localização geográfica? Então se calhar esse foi um dos erros estratégicos de Sócrates e Guterres que puxavam as infraestruturas para os locais de berço e dos seus devotos, aliás como fazem quase todos em detrimento do bem de todos. Atenção que não estou a criticar estou a levantar questões para que possamos vir ter outras condições no futuro, se calhar os nossos vindouros. Na região Centro pelos vistos temos muitos Centros de dia e Lares, se calhar daí o nome, a situação vai agravar-se e muito. No final das contas quero ver as desculpas "esfarrapadas" que darão para justificar tão triste cenário. E as instituições de ensino superior da região estão a contribuir para o tal plano de rastrear em grande escala? Das estruturas de referência do Centro que estão em Coimbra e Aveiro ainda não ouvi nada, mas posso estar distraído. Dos Politécnicos na grande maioria dos casos não temos meios, porque nunca nos deram para podermos ajudar no que quer que seja. Eu comecei a trabalhar em PCR em 1992, terei sido dos primeiros em Portugal a fazê-lo, e o meu aparelho data de 2000. Não posso fazer milagres e a tutela e a Direção da minha Escola não entendeu que se devia investir aí. Mas há quem tenha PCR - Real Time, mas não têm condições para lidar com Vírus. Curiosamente nós até temos um laboratório para lidar com Vírus, mas não temos PCR-RT. Ironias dos investimentos e dos lobbys pequeninos! Enfim, são nestas alturas que vemos que está tudo centralizado e que importante teria sido descentralizar. Já tínhamos trazido mais cérebros para o interior, já trabalhávamos há mais tempo em tele-trabalho e teríamos outra maneira de lidar com Pandemias e não estaríamos no Centro das atenções pela pior das razões. A ver vamos no final disto tudo como vamos acabar. Será importante termos os número estatísticos sobre o território, a população, as infraestruturas, o investimento na Ciência e Tecnologia e na Investigação e tudo aquilo que nos puder ajudar a lançar as bases do futuro. Aquando dos incêndios fomos os mais fustigados, aquando das cheias, somos os mais atingidos e agora vamos ser proporcionalmente os mais fustigados. A CCDRC deve estar atenta a esta situação e aliás a atual Ministra deve conhecer muito bem esta realidade para saber o que fez de menos bem e o que se poderá fazer para dar a volta ao texto. Esta é das poucas alturas em que é bom falar-se pouco de nós. Também sabemos que estas são das poucas alturas em que alguns Presidentes de Câmara podem aparecer na televisão. Lá nisso Viseu tem estado prudente. Em vez de um Hospital de campanha no Multiusos fez-se um "Centro de Inspeção Automóvel" que causou impacto e que gostava de saber qual o efeito. Onde são feitas essas análises? São dúvidas por completo desconhecimento! Por um lado, felizmente, a situação por cá não é das piores e por isso dá-nos tempo para pensar na festa do regresso, em Grande Estilo...VISEU COnVIDa-19 de Julho....Querem Apostar
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Aprender a Olhar....e dar valor...às coisas simples...
Num tempo que nos cegam com os números da estatísticas, aos quais começamos a ter repulsa e desviamos o olhar, é tempo de ver e fazermos aquilo para o qual, aparentemente, não tínhamos tempo. A crónica inspiradora do MEC pela manhã funciona como um click, porque nos faz pensar nas coisas simples que nos trespassam e que na maioria dos casos não relevamos. Como comungo do mesmo, talvez por isso tenha uma admiração imensa pela sua escrita e acima de tudo pela sua perspicácia, pegando em coisas tão simples, como o próprio fabrico do queijo fresco para situações de aflição mas que sai sempre bem. Pegando nesta última crónica do Fugas, que descreve todos os passos com pormenor e refere inclusivamente a qualidade e marca do leite, o bem maior. Só despreza o coalho, neste caso da farmácia, um "químico" que é a antítese do espírito do MEC, na busca da solução natural, milagrosa que faz a magia de coalhar o leite e com a sua rara característica de apreciador exímio tirar as suas conclusões. Não é fácil encontrar mas isso tendo sido o trabalho de toda a vida do MEC, ir à procura dos pormenores que fazem a diferença. Para lhe facilitar a tarefa estou a tentar chegar à fala para lhe enviar uma flores de cardo, aliás como o fiz para o Fernando Neves em Odivelas e cujo resultado em breve será publicado pelo próprio.
Mas as crónicas diárias debruçaram-se sobre o facto de se deslumbrar a ver Lisboa vazia, entregue à nova Primavera, como uma mesa posta para quem ainda não veio. O mesmo se passa em Viseu e em muitas outras cidades em que a Primavera está a irromper com uma força tremenda, talvez para nos surpreender quando saiamos todos as ruas para comemorar. Este ano poderemos colher as flores de Tília do Rossio e das Tilias da cidade para embalar um "chá milagroso" do ano de 2020 para cura futura. Farei também a colheita dos mostajos para repetir aqui o célebre Mostajam feito pelas minha "Meninas" cá de casa. Saibamos olhar para os pormenores, esta uma prática que me fui habituando. Mas ao mesmo tempo procuremos soluções de futuro e procuremos entre os nossos amigos e parceiros o conhecimento e a oportunidade de encontrarmos novas soluções que dão trabalho mas seguramente poderão dar uma nova lufada de ar fresco e não têm que ser mais ventiladores, mas coisas ainda mais simples para podermos ajudar aqueles que nos estão mais próximos, física e afetivamente falando. Para isso haverá um novo reencontro amanhã pelas 9,30 h para falarmos de futuro no ZOOM.
Mas as crónicas diárias debruçaram-se sobre o facto de se deslumbrar a ver Lisboa vazia, entregue à nova Primavera, como uma mesa posta para quem ainda não veio. O mesmo se passa em Viseu e em muitas outras cidades em que a Primavera está a irromper com uma força tremenda, talvez para nos surpreender quando saiamos todos as ruas para comemorar. Este ano poderemos colher as flores de Tília do Rossio e das Tilias da cidade para embalar um "chá milagroso" do ano de 2020 para cura futura. Farei também a colheita dos mostajos para repetir aqui o célebre Mostajam feito pelas minha "Meninas" cá de casa. Saibamos olhar para os pormenores, esta uma prática que me fui habituando. Mas ao mesmo tempo procuremos soluções de futuro e procuremos entre os nossos amigos e parceiros o conhecimento e a oportunidade de encontrarmos novas soluções que dão trabalho mas seguramente poderão dar uma nova lufada de ar fresco e não têm que ser mais ventiladores, mas coisas ainda mais simples para podermos ajudar aqueles que nos estão mais próximos, física e afetivamente falando. Para isso haverá um novo reencontro amanhã pelas 9,30 h para falarmos de futuro no ZOOM.
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domingo, 22 de março de 2020
Uma Verdadeira Equipa com Treinador e Tudo...Jogamos em 4X4X2
Estimados Amigos e Alunos,
Esta foi a equipa que arranjei assim de repente para fazermos face ao COVID-19 e COnViDá-los a não ficarmos tolhidos a disseminar "gotículas" e aquelas postagens que podem não ser o mais interessante por agora. É certo que precisamos rir um pouco disto tudo para aliviar a pressão e acreditarmos que tudo isto ainda é um sonho. Mas, usemos a vocação do Vírus para propagarmos e discutirmos boas ideias e conceitos de futuro que bem precisamos e que estejamos todos atentos às novas oportunidades e ao futuro que é já amanhã.
Não convidei ninguém nem recusei ninguém para esta "Quarentena". A dinâmica desta plataforma irá depender de muita coisa, mas eu pelo meu lado terei o papel de dinamizar e lançar a discussão depois temos gente muito habilitada e credenciada para propalar a boa nova.
Temos um treinador e até ao momento ainda ninguém quis ir à baliza para levar com as bolas...dos outros, por isso somos 10 e todos camisa 10. Dez a puxarem para o mesmo lado mas todos diferentes. Vou dando as primeiras instruções sobre qual a melhor plataforma para o fazermos e o melhor horário, sendo que os temas podem ficar em cima da mesa para que depois cada um possa participar.
Isto não é para passar o tempo, era uma iniciativa que há muito gostaria de implementar e quiçá agora terá chegado o momento. Parece uma equipa de "machos", mas acreditem que têm muita sensibilidade e não fazemos apanágio do lema da Mónica e do Cebolinha..."Menina não entra...!"
quarta-feira, 18 de março de 2020
A Biologia Vegetal, ou quase Vegetal, até que compreendamos a Biologia...
Caros Alunos,
Esta será a forma privilegiada como iremos estabelecer o contacto neste período de Isolamento Social. Obviamente que têm o meu contacto móvel ou aqueles que não tiverem é só pedirem. Temos ainda o mail através do qual já vos enviei uma primeira publicação e obviamente o moodle onde vou adicionando o material, que interessa discutirmos. Ontem enviei-vos um mail ao qual só uma aluna respondeu. Espero que estejam todos bem de saúde bem como as vossas famílias e que não estejam aterrados em medo que é a pior coisa que vos pode acontecer. Obviamente que vocês têm que obedecer a ordens das entidades responsáveis e em última instância aos vossos pais e familiares. Uma coisa é certa, a situação vai piorar e cada um de nós tem que encontrar equilíbrios para gerir a situação e o risco, para termos sanidade mental para aguentarmos esta fase difícil. Eu hoje fui plantar árvores na Movecho porque acredito no futuro e esta é a melhor mensagem que posso dar. E nestas alturas é que damos sinais de confiança para com aqueles no qual acreditamos. Não é no facebook ou Whatsapp a reencaminhar coisas, embora às vezes seja preciso até para aliviarem a pressão e rirmo-nos um pouco da situação sem ofender ninguém.
Amanhã continarei a plantar árvores na Movecho, em total isolamento social, porque elas têm que ser plantadas esta semana, assim como os cardos que queremos instalar na ESAV e que os tenho já comigo. Assim vou mantendo a normalidade possível e adiantando trabalho para nos sentirmos úteis. Não estou a pedir que se ofereçam, mas vejam no que podem ajudar em casa, no campo e no trabalho se não se sentirem confortáveis fora destes espaços. Na próxima semana ainda está agendada a plantação em Almeida, mas o grande problema é o transporte que deve ser minimizado ao máximo e com número de pessoas muito limitado. Vamos vendo o evoluir da situação para eu tomar a decisão final. O maior perigo nestas atividades são as carraças e não o corona, embora todos os cuidados sejam poucos. Neste momento delicado cumprindo com todas as recomendações saibamos ser úteis nas mais variadas atividades de voluntariado ou outras, e em primeira instância com os nossos, e a sociedade irá agradecer-vos no futuro que é já amanhã. Dizer apenas que a nossa grande vantagem enquanto País é que vamos uma semana atrasados e isso permite-nos tomar decisões em antecedência e acompanhar o evoluir das estratégias dos outros Países e podermos fazer rotas de correção se necessário. Vejam o exemplo dos Ingleses ou os Americanos que ainda vão fazer a inflexão de forma mais notória. Outra situação que nos levanta dúvidas é sobre a origem desta pandemia e a quem isto interessaria? Hoje a notícia é que um laboratório militar chinês terá encontrado a vacina e que iniciará os testes. Nada mais estranho ser um laboratório militar a fazê-lo e que nos deixa ainda mais dúvidas sobre a origem do Covid-19, mas isto são meros estados de espírito. Uma outras situação prende-se com as novas oportunidade no futuro e a maior dependência da internet. Cada um que pense por si para perceber no seu emprego como podem abrir novas oportunidade para que possam tirar dividendos pessoais diretos no futuro ou que a vossa empresa ou a sociedade os tire como um todo. Obviamente que também vão pensando no que temos que mudar no futuro, mesmo que a sociedade como um todo não o faça. Comprar em proximidade, km 0 que era uma tendência a ser seguida até por grandes retalhistas na Europa e comprar nas pequenas mercearias de bairro. Reparem no potencial da ESAV em frente do Jumbo. E se produzisse-mos para o Jumbo como queremos fazer com as flores de cardo para o Queijo Serra da Estrela? Quem ganharia? todos! Vamos continuando em Isolamento Social e não em Quarentena porque ainda não foi decretado, e vamos falando até para aprendermos de forma descontraída. Bem-hajam!
Esta será a forma privilegiada como iremos estabelecer o contacto neste período de Isolamento Social. Obviamente que têm o meu contacto móvel ou aqueles que não tiverem é só pedirem. Temos ainda o mail através do qual já vos enviei uma primeira publicação e obviamente o moodle onde vou adicionando o material, que interessa discutirmos. Ontem enviei-vos um mail ao qual só uma aluna respondeu. Espero que estejam todos bem de saúde bem como as vossas famílias e que não estejam aterrados em medo que é a pior coisa que vos pode acontecer. Obviamente que vocês têm que obedecer a ordens das entidades responsáveis e em última instância aos vossos pais e familiares. Uma coisa é certa, a situação vai piorar e cada um de nós tem que encontrar equilíbrios para gerir a situação e o risco, para termos sanidade mental para aguentarmos esta fase difícil. Eu hoje fui plantar árvores na Movecho porque acredito no futuro e esta é a melhor mensagem que posso dar. E nestas alturas é que damos sinais de confiança para com aqueles no qual acreditamos. Não é no facebook ou Whatsapp a reencaminhar coisas, embora às vezes seja preciso até para aliviarem a pressão e rirmo-nos um pouco da situação sem ofender ninguém.
Amanhã continarei a plantar árvores na Movecho, em total isolamento social, porque elas têm que ser plantadas esta semana, assim como os cardos que queremos instalar na ESAV e que os tenho já comigo. Assim vou mantendo a normalidade possível e adiantando trabalho para nos sentirmos úteis. Não estou a pedir que se ofereçam, mas vejam no que podem ajudar em casa, no campo e no trabalho se não se sentirem confortáveis fora destes espaços. Na próxima semana ainda está agendada a plantação em Almeida, mas o grande problema é o transporte que deve ser minimizado ao máximo e com número de pessoas muito limitado. Vamos vendo o evoluir da situação para eu tomar a decisão final. O maior perigo nestas atividades são as carraças e não o corona, embora todos os cuidados sejam poucos. Neste momento delicado cumprindo com todas as recomendações saibamos ser úteis nas mais variadas atividades de voluntariado ou outras, e em primeira instância com os nossos, e a sociedade irá agradecer-vos no futuro que é já amanhã. Dizer apenas que a nossa grande vantagem enquanto País é que vamos uma semana atrasados e isso permite-nos tomar decisões em antecedência e acompanhar o evoluir das estratégias dos outros Países e podermos fazer rotas de correção se necessário. Vejam o exemplo dos Ingleses ou os Americanos que ainda vão fazer a inflexão de forma mais notória. Outra situação que nos levanta dúvidas é sobre a origem desta pandemia e a quem isto interessaria? Hoje a notícia é que um laboratório militar chinês terá encontrado a vacina e que iniciará os testes. Nada mais estranho ser um laboratório militar a fazê-lo e que nos deixa ainda mais dúvidas sobre a origem do Covid-19, mas isto são meros estados de espírito. Uma outras situação prende-se com as novas oportunidade no futuro e a maior dependência da internet. Cada um que pense por si para perceber no seu emprego como podem abrir novas oportunidade para que possam tirar dividendos pessoais diretos no futuro ou que a vossa empresa ou a sociedade os tire como um todo. Obviamente que também vão pensando no que temos que mudar no futuro, mesmo que a sociedade como um todo não o faça. Comprar em proximidade, km 0 que era uma tendência a ser seguida até por grandes retalhistas na Europa e comprar nas pequenas mercearias de bairro. Reparem no potencial da ESAV em frente do Jumbo. E se produzisse-mos para o Jumbo como queremos fazer com as flores de cardo para o Queijo Serra da Estrela? Quem ganharia? todos! Vamos continuando em Isolamento Social e não em Quarentena porque ainda não foi decretado, e vamos falando até para aprendermos de forma descontraída. Bem-hajam!
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