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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nabal...Autumn





Findas as vindimas agora podemos desfrutar da beleza dos tons...

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Vindima da Quinta do Nabal...Terminou..."Finito"!

Este ano foi um ano produção e qualidade médias no Nabal. Hoje de manhã quando encontrei a D. Fernanda no bar da ESAV, que disse que gostaria muito de ter estado na vindima no Nabal, fiquei com pena de não ter tido a sua companhia e boa disposição, porque trabalho...não deve ser o seu forte. É mentira! Deve ser das pessoas mais trabalhadoras que conheço... a seguir aos meus...Primeiro tenho que elogiar os meus que foram gigantes. Em relação às castas o Tinta-Roriz (Aragonês) foi um luxo em termos de qualidade e produção, mesmo com as chuvas da semana passada.

 











segunda-feira, 26 de agosto de 2013

De Régua e Esquadro...mas à mão

De volta aos temas e ao trabalho no Dão deparei com esta imagem que considero ser das mais felizes tiradas na quinta do Nabal, neste caso na parcela de Aragonês (Tinta Roriz), com as aveleiras e a floresta em fundo. O que mais surpreende é a mestria com que a equipa "tosquiou" à mão cada uma das videiras, o que mostra que a perfeição e o rendimento no trabalho podem andas de mais dadas, sempre que as pessoas andem motivadas e empenhadas naquilo que fazem. Um agradecimento especial aos "Zés" que são a minha sina. As variação de tons nas aveleiras ainda poderia ser mais valorizado se colocasse umas planta da variedade púrpura. A ver vamos se para a ano já se notam.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O "Pingo-doce"...reinventa a "Escanção"

Quero apresentar a minha declaração de interesses e começar por dizer que sou adepto do "Pingo-doce" com especial particularidade para alguns produtos que não vou fazer referência, porque acabariam por esgotar e o preço poderia aumentar. Ainda hoje não sei qual a origem da designação "Pingo-doce". Sei que as letras p e d, são a mesma coisa mas de pernas e sei que fizeram em tempos uma das maiores campanhas em que a confecção dos pratos faziam mesmo crescer água na boca. Foi um tal brasileiro que fez a campanha. O que é facto é que feio ou bonito o nome está instalado e não há dúvida que os produtos pingo-doce são na generalidade dos casos, de boa qualidade. Em relação ao nome, pelo menos não dá para fazer graças com o Alberto João Jardim, a dizer que conta com o continente, que também é importante, ou não! Depois veio a campanha musical "de Janeiro a Janeiro", na qual a ESAV, também contribuiu numa famosa festa de Natal do IPVde 2008, adoptando a música como hino para a ESAV. Mas porque raio, me veio numa tarde de sexta-feira, a ideia de falar do Pingo-doce. Como o catálogo dos vinhos do pingo-doce está esgotado, ou foi retirado, para não se fazerem comparações com os outros hipers que também têm feiras de vinho, fui à página da internet do Pingo-doce. Foi a maior das desilusões, que me põe a pensar que afinal não é preciso divulgar nada na internet para ter sucesso garantido. Sob ponto de vista estético e funcional é do pior que já vi. A verba de publicidade não dará seguramente para tudo, mas por amor de deus.... Mas o mais curioso, são as castas inventadas com especial ênfase para a região do Dão: Jean, Tinta-Rodiz e Touringa- Nacional. O designer deve acumular a função de "escanção". Resta saber se foi ele que também fez aquela "Canção".