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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Os Nossos Maiores de 23 Anos...não estão no lugar devido...!



Eu, como presidente do Júri dos maiores de 23 anos, tenho uma responsabilidade acrescida no sucesso deste processo, mas apenas nas questões burocráticas e institucionais e não de "gizar" qualquer estratégia de marketing, comunicação, divulgação ou promoção desta via de acesso, porque nunca isso me foi solicitado nem pela ESAV nem pelo IPV. Lembro-me de quase todos os candidatos que entrevistei desde há quase dez anos ainda se chamava exame Ad-Hoc. Ganhei com alguns deles uma amizade a toda a prova, dentre os quais destaco a D. Maria Fernanda, que se tem mostrado uma "heroína" de corpo inteiro e cuja vida poucos a conhecem, mas se conhecessem seria um exemplo a seguir para muitos de nós. Sabe que pode sempre contar como o meu apoio e de uns poucos mais nesta escola, que sabem o que tem passado e a sorte do mundo que lhe desejamos. Quando o médico lhe perguntar novamente que professor foi aquele que lhe ligou diga-lhe que é um amigo do "peito", daqueles como há poucos e que lhe tem uma estima e um respeito inestimável. O José Eugénio de que temos falado, fez uma coisa que muitos de nós não seríamos capazes.  A D. Maria Fernanda, o Sr. José Eugénio, o Sr. Carlos Figueiredo já deste ano e mais alguns é que deviam estar no placard de publicidade dos maiores de 23 anos....eles é que são a nossa "gente", aqueles de que nos orgulhamos e nos ensinam e que provam o sucesso dos maiores de 23 anos. Não é uma cara, por bonita que seja, mas que a nós pouco nos diz e que se paga para a ter, enquanto os outros teriam um prazer imenso em aparecer..."de graça" como prova de testemunho e seguramente de agradecimento. Era fazer-se um filme com o testemunho dos nossos a dizerem das suas experiências e vermos o resultado dessa ação. Mas nós preferimos os de fora em tudo, e nos maiores de 23 também. Desejo que o número de candidatos este ano seja em número que alimente a esperança de mais alguns e que ajude a provar que a ESAV ainda faz falta à região e ao País... e que a requalificação destes maiores de 23 anos também...

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Vindima da Quinta do Nabal...Terminou..."Finito"!

Este ano foi um ano produção e qualidade médias no Nabal. Hoje de manhã quando encontrei a D. Fernanda no bar da ESAV, que disse que gostaria muito de ter estado na vindima no Nabal, fiquei com pena de não ter tido a sua companhia e boa disposição, porque trabalho...não deve ser o seu forte. É mentira! Deve ser das pessoas mais trabalhadoras que conheço... a seguir aos meus...Primeiro tenho que elogiar os meus que foram gigantes. Em relação às castas o Tinta-Roriz (Aragonês) foi um luxo em termos de qualidade e produção, mesmo com as chuvas da semana passada.

 











quarta-feira, 6 de julho de 2011

Será que é preciso abrir a "pestana"...e ir a pé a "Fátima"

Depois do que hoje vivi na ESAV, não podia deixar de vir aqui, prestar um testemunho, apesar da inspiração não corresponder à transpiração. Este blogue tem estado "orfão", não por falta de inspiração, mas acima de tudo por falta de acreditar num futuro. As dificuldades têm por hábito "aguçar o engenho", mas o que temos assistido é a coberto das dificuldades, encobrem-se as aberrações e os energúmenos. Depois de no dia de ontem ter chamado à atenção de alguns alunos para a importância de cada qual sentir o peso da responsabilidade em cada situação, não podia ter tido melhor resposta ao repto. Não está em causa a acção realizada, mas o modo, o empenho e o espírito de entreajuda demonstrado. Num momento em que a crise cala e bloqueia as acções, e que muitos agradecem e engrandecem no marasmo, os meus alunos respodem com actos simples, meritórios e engrandecedores. A ESAV precisa de se reinventar, saber dar e receber dos alunos, incentivá-los a participar em projectos, a aprenderem fazendo, respodendo aos apelos dos alunos, porque no fundo a escola são os alunos e os alunos são a escola. Os docentes? ou colaboram ou são dispensáveis. Hoje participamos em três projectos (Proder, AARC e Poliempreende) com alunos a responderem de forma diversa. Não são todos brilhantes, mas se mostram empenho, esse sinal é vital, só nos resta encontrar a forma adequada para que cada um possa "levar a água ao moinho". A D. Fernanda foi a mentora para esta acção de hoje na limpeza das infestantes no campo do cardo, e todos obedeceram ao sinal. Por respeito aos "mayores" mas também por sentimento. Apesar de não ter chegado a pegar na enxada, não me coibi de ir jantar com esta equipa, na caixa aberta da "pick-up" da D. Fernanda, onde todos picamos um naco de frango e uma fatia de pão de ló com queijo da Serra, todos menos o Cláudio, porque não gosta destes hábitos beirões de misturar o acre e doce. Havias de comer bonbons de chocolate recheados com morcela, para veres o que e bom para a tosse! Lá por seres de Vila Viçosa julgas-te um herdeiro do trono. Vê lá é se bebes uns copos qu isso passa-te. Também bebemos o tinto da D. Fernanda e o branco do Carlos, ajustados ao momento e considerados os melhores, não porque não tivessemos mais, mas porque foram feitos por eles com todo o brilhantismo e saber. Souberam pela vida. Vou agora ajudar a equipa do Cristophe e dos "Biopellets", que levaram a ESAV à primeira página de jornal do centro. Temos obrigação como docentes que somos de responder a este apelo e a esta vontade imensa. Deixem os "ses" de lado e unam-se em volta de objectivos comuns, se quiserem, porque se o interesse dos alunos não motiva os docentes, é porque seguramente as vocações serão outras. O essencial está dito, sei que conto com estes alunos, porque eles também sabem que podem contar comigo,~não com facilidades mas com empenho e vontade. Se não tenho aparecido, poderia medrar o cardo mas não medrava o queijo.