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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

E veio a PÚBLICO...Assim!....pela mão do Comissário Carlos "Cardos"....BioECHOnomia


https://www.publico.pt/2018/10/11/economia/noticia/comissao-avanca-100-milhoes-para-apoiar-projectos-da-bioeconomia-1847166

Rita Siza


Comissão avança 100 milhões para apoiar projectos da bioeconomia
Carlos Moedas apresentou a nova estratégia para a promoção da economia circular, "que faz parte da identidade europeia".
Entre as medidas previstas no plano de acção de Bruxelas estão acções-piloto que abrangem a vertente científica e de inovação (nomeadamente, um Centro de Conhecimento para a Bioeconomia), e também o que Moedas designou como a vertente “operacional”, por exemplo para promover a implantação de sistemas agrícolas e alimentares, silvicultura e produtos biológicos sustentáveis, ou melhorar o aproveitamento da biomassa ou dos resíduos.
A dotação de 100 milhões de euros permitirá criar uma Plataforma Temática de Investimento em Bioeconomia Circular. “As empresas têm de estar dispostas, mas como ainda têm alguma relutância, até porque alguns investimentos podem ser arriscados, nós vamos ajudá-las, pondo a primeira parte do investimento ou emprestando dinheiro com uma vantagem competitiva, por exemplo uma taxa de juro mais baixa”, afirmou Moedas.
E como é preciso “ligar um holofote” para os projectos da bioeconomia, a Comissão vai escolher dez cidades-piloto que sirvam de exemplo. Foi lançado um concurso e as candidaturas ainda estão abertas.

A Comissão Europeia vai lançar um novo instrumento de 100 milhões de euros, na forma de subsídios e empréstimos, para apoiar os produtores e atrair os investidores para o financiamento de projectos da chamada bioeconomia circular. Mas essa nova dotação é apenas uma das 14 medidas concretas anunciadas esta quinta-feira, em Bruxelas, no âmbito da nova estratégia da Comissão Europeia para uma economia sustentável e responsável na utilização dos recursos naturais.

“A bioeconomia faz parte da identidade europeia e acreditamos que estes investimentos podem ter um impacto muito positivo e significativo, principalmente no mundo rural, mas também noutras áreas, como por exemplo zonas costeiras, onde existem matérias-primas ou culturas marginais que não estão em concorrência com indústrias estabelecidas mas podem ser aproveitadas”, explicou o comissário europeu para a Inovação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas.

Na apresentação da nova estratégia, que vai entrar em vigor logo no início de 2019, o comissário lembrou a importância que a bioeconomia já tem ao nível europeu, tanto em termos de receitas anuais — um volume de negócios à volta de dois biliões (milhões de milhões) de euros — como de criação de emprego, com mais de 18 milhões de postos de trabalho. O objectivo de Bruxelas é criar um milhão de empregos verdes até 2030. Como? Promovendo o conhecimento sobre a bioeconomia e as boas práticas e expandindo e reforçando o sector dos produtos biológicos, disseram Moedas e o vice-presidente da Comissão Europeia para o Emprego, Investimento e Competitividade, Jirky Katainen.

Para ilustrar as possibilidades destes sectores da economia circular, Moedas levou para a sala de imprensa da Comissão alguns adereços: um cardo italiano, a partir do qual são produzidos sacos biodegradáveis e cosméticos; e um cachecol verde fabricado na Finlândia a partir de desperdícios da indústria de madeira — que prontamente ofereceu ao seu colega finlandês. “É assim que mostramos o que é a bioeconomia e o impacto que ela pode ter”, justificou o português.

Entre as medidas previstas no plano de acção de Bruxelas estão acções-piloto que abrangem a vertente científica e de inovação (nomeadamente, um Centro de Conhecimento para a Bioeconomia), e também o que Moedas designou como a vertente “operacional”, por exemplo para promover a implantação de sistemas agrícolas e alimentares, silvicultura e produtos biológicos sustentáveis, ou melhorar o aproveitamento da biomassa ou dos resíduos.

A dotação de 100 milhões de euros permitirá criar uma Plataforma Temática de Investimento em Bioeconomia Circular. “As empresas têm de estar dispostas, mas como ainda têm alguma relutância, até porque alguns investimentos podem ser arriscados, nós vamos ajudá-las, pondo a primeira parte do investimento ou emprestando dinheiro com uma vantagem competitiva, por exemplo uma taxa de juro mais baixa”, afirmou Moedas.

E como é preciso “ligar um holofote” para os projectos da bioeconomia, a Comissão vai escolher dez cidades-piloto que sirvam de exemplo. Foi lançado um concurso e as candidaturas ainda estão abertas.

P.S. esta publicação no blogue foi escrita com a fonte CARDO.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Já podíamos ter apostado as nossas "Fichas"...mas ainda vamos a tempo...

A Fátima Duarte do Cebal, uma das pessoas mais atentas e entusiastas do cardo, chamou-me hoje à atenção para um vídeo do Comissário Carlos Moedas que, no âmbito da Bioeconomy (que eu prefiro apelidar BioECHonomy) faz uma referência explícita ao cardo com o exemplo de sucesso da empresa Novamont/Matrica da Italiana Cátia Bastiolo que faz criações absolutamente inovadoras com base nos recursos genéticos do cardo com base numa antiga empresa petroquímica que virou o seu foco de produção para a sustentabilidade com base em plásticos biodegradáveis entre muitas outras coisas. Por acaso já tinha suscitado que a Silvex pudesse desenvolver algo similar, mas não foi foi possível, até agora. O Comissário Moedas esteve em Viseu no IPV e na UCatólica onde lhe mostraram alguns dos desenvolvimentos que se estão a fazer à volta do cardo, em particular em Viseu, mas provavelmente não soubemos comunicar da forma mais hábil para o convencer a também falar nesta conferência do que se vai fazendo por cá, não só em Viseu mas em Portugal. Eu não estive presente nessa visita ao IPV, apenas porque entendi que num ambiente "feirante" não era a melhor forma de se publicitar aquilo que de "bonzinho" temos vindo a fazer. Falta-nos ainda juntar muita massa crítica com instituições e investigadores que sabem muito de cardo e lançarmos o grande projeto do cardo sob ponto de vista multifuncional que ajudará certamente a constituir o Cardo como umas das culturas agrícolas com enorme potencial no futuro, até atendendo às alterações climáticas. Acredito que assim será e que este pode ser um bom pretexto para continuar as conversações que tenho tido com vários grupos em Portugal e no Mundo, onde destaco o ESTGV, ISA, UC, UCatólica UP, IPBragança, IPBeja, CEBAL, Biocant o INIAVE, entre outras. Lembro que tudo começa pela plantação de cardo e que neste momento temos em preparação 10000 plantas seleccionadas para serem plantadas em Novembro...deste ano e que facilmente passarão para 100000. Não estamos distraídos, vamos é muito mais lentos e sem apoios, mas só a nós temos que apontar o dedo...

Aqui vai o link do discurso do Comissário.
http://ec.europa.eu/avservices/video/player.cfm?sitelang=en&ref=I161543

Cátia Bastiolo
https://biconsortium.eu/membership/ceo/catia-bastioli

novamont matrica
http://www.matrica.it/

Visita ao IPV
http://www.ipv.pt/vtv/ipv/749.htm

A nossa visão da multifuncionalidade do Cardo
https://biogere-esav.blogspot.com/2017/11/cynatura-em-elvas.html










sexta-feira, 6 de abril de 2018

"Cara ou Coroa"...ou Chip Coin...

...o Comissário "Moedas" esteve e Viseu mas eu, infelizmente, não tive oportunidade de assistir ao seu périplo. Por isso falo só do que ouvi e melhor seria até não falar. O que conheço é a génese de duas das instituições que ele visitou....O IPV e o Salivatec, embora apenas pertença ao IPV. Não sei de qual levou melhor impressão, mas ao que parece no discurso final falou mais do Salivatec do que do IPV.  Foram apresentados em estilos diferentes, um mais ao jeito "feira" e outro de modo mais selecto. Um quis mostrar o mais possível o outro centrou-se essencialmente numa valência. O futuro dirá qual das estratégias resultou melhor. Que se faça um brinde ao futuro da região de Viseu, mas já agora com vinho do Dão. Faltou o queijo Serra da Estrela? talvez não porque o Comissário, ao que sei, foi à Visabeira!