Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Brito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Brito. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Oh Manel...Explica lá a que é que se REFERe o "Sistema de Inteligência Geográfica"

... se tiveres vontade, faz o DMIE mostrar à ESAV o potencial da "ferramenta" SIG na análise dos inquéritos dos alunos, e de todos os dados arquivados no serviço de alunos da ESAV, através da realização de um estudo de planeamento que permita delinear um plano de estratégia, que sustente um plano comunicação e Marketing, específico da ESAV para os próximos anos. Isto tendo em conta a análise do historial de todos os alunos que nos passaram pelas mãos, desde onde vieram e até onde estão atualmente a laborar, nos diversos cursos e a partir daí as estratégias que surjam de forma mais clara e objetiva. Não só vermos onde devemos ir buscar alunos, porque há historial como vermos onde os podemos colocar porque há histórias de sucesso.
 Esse trabalho poderia ser apresentado "devidamente encaixilhado" no próximo aniversário da ESAV, a tempo de construirmos o futuro, hoje...
Oh Manel se a ESAV não quiser apresenta ao IPV, para realizar para todo o IPV...via ADIV

http://www.esriportugal.pt/mercados/ensino-e-investigacao/segmentos-de-mercado/ensino-superior/

Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) no Ensino Superior providenciam uma solução integrada para suportar a academia e os estudantes com os seus objetivos educacionais.
O SIG não é somente utilizado em departamentos de Geografia. Colocando a informação no contexto geográfico, o SIG pode ser aplicado transversalmente em vários sectores de estudo para melhorar a aprendizagem e o ensino. Os SIG podem dar as competências necessárias aos estudantes nas carreiras de Saúde, Marketing, Estudos Ambientais, Engenharia, Gestão de Recursos Naturais e, obviamente, Geografia... mas também na análise e proposta das estratégias para a própria academia, conhecer melhor os que fazem parte da academia, e a própria academia para lhes darmos uma melhor resposta de futuro, isto num curto espaço de tempo...
 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Andamos na Floresta e... por vezes não vemos as árvores!


infohabitar.blogspot.com
Hoje, realizaram-se os trabalhos finais de curso dos alunos finalistas de Eng. Florestal. Como director de curso, foi extraordinariamente gratificante podermos assisitr ao nível elevado dos TFCs apresentados, que reflecte o empenho dos docentes, orientadores e arguentes da ESAV e em especial deste curso. Acima de tudo, existiram exemplos vários de testemunhos de orientadores que, por vezes, tiveram que refrear o entusiasmo dos alunos ao longo do trabalho, para poderem concluir em tempo útil, porque por vontade deles o trabalho não teria fim. Foi igualmente importante, a presença de representantes de várias autarquias, designadamente do Sátão e Mangualde que reflecte o empenho com que receberam estes nossos estudantes, aproveitando-se para lançar inclusivamente novos projectos. O ponto menos positivo e quiçá imexplicável, é estarmos a assistir ao acabar de um curso na ESAV, e até no País, numa área onde as solicitações são muitas e as oportunidades também. Este facto, deve ser objecto de uma reflexão profunda, porque, desde sempre, este curso guindou a ESAV para patamares elevados, com elevada taxa de empregabilidade dos nossos alunos, fruto de uma colaboração estreita com a AFN, bem como, com outras estruturas do meio, designadamente as autarquias e empresas do sector florestal.  Uma palavra de agradecimento para os meus colegas orientadores, arguentes e presidentes de júri, com uma menção especial para os da secção da matemática e informática por se terem associado e contribuido para o sucesso destas apresentações. Fica aqui a minha palavra de alento para estes alunos que concluiram com brilhantismo esta etapa e uma mensagem de esperança para o futuro que se avizinha já amanhã. Sejam preserverantes na procura de um futuro, não se deixem desanimar porque como diria Aquilino Ribeiro "alcança quem não cansa".