Este ano deu-me um particular gozo ter participado porque procurei juntar alunos de diversas escolas do IPV, designadamente da ESTGV e da ESAV, num obetivo comum e muito concreto que foi conseguido pela capacidade dos alunos envolvidos, o André Domingues e a Manuela Antunes. Infelizmente o "capitão" de equipa, o André Domingues, não pode estar presente por se encontrar a trabalhar. Resta-nos agradecer ao Poliempreende e ao IPV, que esteve presente pela mão do Exm.o Sr. Presidente e dizer que a verba angariada será muito bem empregue para, cobrir alguns gastos já tidos no desenvolvimento do protótipo, aperfeiçoamento do protótipo e no escalar para produção semi-industrial.
Mostrar mensagens com a etiqueta ADIV. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ADIV. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
segunda-feira, 21 de março de 2016
Vale mais tarde do que nunca...
Este é um projeto que é em primeiro lugar dedicado aos viseenses e à cidade, mas que pretende valorizar o cartão de visita de Viseu para os turistas. É também um projeto que será feito com a participação dos cidadãos, das escolas, das empresas, dos museus será por isso um projeto "participativo". Vamos estimular a empresas a criarem produtos direta ou indiretamente relacionados com esta temática. Já provaram chocolate de Tilia? e doce de Mostajo? e se os artistas plásticos esculpissem troncos ou restos de poda, ou máscaras como fazem alunos no Sátão orientados pelo Prof. Manuel Magalhais cujo brilhante trabalho foi exposto no IPV pela mão do Paulo Medeiros. E o merchandaising que pode surgir com empresas da região. Encaro igualmente como um projeto de enorme responsabilidade pela excecionalidade do Parque Aquilino Ribeiro e da Mata do Fontelo e pelo epíteto que a cidade já tem como "Cidade Jardim da Beira". Tenho pena de não estarem já nesta fase envolvidos os serviços florestais, pela mão do Eng. Rui Pedro, da Eng. Leontina que publicou um livro sobre as árvores de Viseu, e tantos outros que estão nesta cidade e que têm uma sensibilidade extrema para com as árvores. Conheço pessoas de Viseu que plantam árvores quando nasce um filho e esse é o maior testemunho que se pode ter para com estes elementos naturais que são a memória e a identidade de uma cidade. Temos a fortuna de termos responsáveis autárquicos e técnicos com sensibilidade para estas matérias, não apenas no departamento dos espaços verdes, mas noutros, inclusivamente no urbanístico o que é raro e que será uma enorme mais valia para o projeto e para a cidade. Vamos ouvir todos aqueles que quiserem dar o seu testemunho. Iremos procurar enquadrar este projeto com outros projetos em curso ou a lançar na cidade de Viseu. O MUV é um deles. A mobilidade e a inclusão têm tudo a ver com os percursos que pretendemos criar. Vamos unir espaços verdes na cidade através destes percursos ligando o Fontelo com a Quinta da Cruz, o Parque de Santiago com a ecopista, a Quinta do Soqueiro com o Parque Aquilino Ribeiro que funcionará como o polo central por onde passam quase todos estes percursos.... Contamos também com os nossos alunos, alguns dos quais colaboram connosco neste tipo de trabalho há mais de 10 anos dos cursos de Eng. Florestal e de Ecologia e Paisagismo, que infelizmente que já não existem na ESAV. Por isso este trabalho vem atrasado uma década, mas não podemos imputar culpas à atual autarquia, temos antes que a felicitar e dizer "vale mais tarde do que nunca". Juntar a UTAD e a Quercus não deixa de ser uma boa ideia, aliás a nossa colaboração com o Prof. Luis Martins vem de há mais de uma década, mais precisamente há treze anos, março de 2003 quando fizemos o primeiro trabalho conjunto em relação às Tilias do Rossio. Depois disso já avaliamos mais de 300 árvores em Viseu. Hoje, temos as novas tecnologias pela mão do meu colega Eng. Hélder Viana, o mentor deste projeto, que serão uma extraordinária mais valia para a valorização e integração de todo o projeto. Agora é tempo de reunir e trabalhar tornando este um projeto piloto a nível Mundial.
Etiquetas:
ADIV,
ESAV,
Inventário do Património Arbóreo da Cidade de Viseu,
IPV
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Oh Manel...Explica lá a que é que se REFERe o "Sistema de Inteligência Geográfica"
... se tiveres vontade, faz o DMIE mostrar à ESAV o potencial da "ferramenta" SIG na análise dos inquéritos dos alunos, e de todos os dados arquivados no serviço de alunos da ESAV, através da realização de um estudo de planeamento que permita delinear um plano de estratégia, que sustente um plano comunicação e Marketing, específico da ESAV para os próximos anos. Isto tendo em conta a análise do historial de todos os alunos que nos passaram pelas mãos, desde onde vieram e até onde estão atualmente a laborar, nos diversos cursos e a partir daí as estratégias que surjam de forma mais clara e objetiva. Não só vermos onde devemos ir buscar alunos, porque há historial como vermos onde os podemos colocar porque há histórias de sucesso.
Esse trabalho poderia ser apresentado "devidamente encaixilhado" no próximo aniversário da ESAV, a tempo de construirmos o futuro, hoje...
Oh Manel se a ESAV não quiser apresenta ao IPV, para realizar para todo o IPV...via ADIV
http://www.esriportugal.pt/mercados/ensino-e-investigacao/segmentos-de-mercado/ensino-superior/
Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) no Ensino Superior providenciam uma solução integrada para suportar a academia e os estudantes com os seus objetivos educacionais.
O SIG não é somente utilizado em departamentos de Geografia. Colocando a informação no contexto geográfico, o SIG pode ser aplicado transversalmente em vários sectores de estudo para melhorar a aprendizagem e o ensino. Os SIG podem dar as competências necessárias aos estudantes nas carreiras de Saúde, Marketing, Estudos Ambientais, Engenharia, Gestão de Recursos Naturais e, obviamente, Geografia... mas também na análise e proposta das estratégias para a própria academia, conhecer melhor os que fazem parte da academia, e a própria academia para lhes darmos uma melhor resposta de futuro, isto num curto espaço de tempo...
Esse trabalho poderia ser apresentado "devidamente encaixilhado" no próximo aniversário da ESAV, a tempo de construirmos o futuro, hoje...
Oh Manel se a ESAV não quiser apresenta ao IPV, para realizar para todo o IPV...via ADIV
http://www.esriportugal.pt/mercados/ensino-e-investigacao/segmentos-de-mercado/ensino-superior/
Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) no Ensino Superior providenciam uma solução integrada para suportar a academia e os estudantes com os seus objetivos educacionais.
O SIG não é somente utilizado em departamentos de Geografia. Colocando a informação no contexto geográfico, o SIG pode ser aplicado transversalmente em vários sectores de estudo para melhorar a aprendizagem e o ensino. Os SIG podem dar as competências necessárias aos estudantes nas carreiras de Saúde, Marketing, Estudos Ambientais, Engenharia, Gestão de Recursos Naturais e, obviamente, Geografia... mas também na análise e proposta das estratégias para a própria academia, conhecer melhor os que fazem parte da academia, e a própria academia para lhes darmos uma melhor resposta de futuro, isto num curto espaço de tempo...
Etiquetas:
ADIV,
DMIE,
ESAV,
Manuel Brito,
SIG
Subscrever:
Mensagens (Atom)
