segunda-feira, 20 de maio de 2013

Até me dói a es"Pinha"...e apetece espirrar!

Há aqui dois méritos a realçar. Por um lado o Mariano, por outro a Carla Santos, que tem sensibilidade para nos ajudar a valorizar as coisas e os tons simples da vida, retratadas pelo seu olhar clínico quase polínico! Não sei porquê esta peça faz-me lembrar o pólen e acredito que ainda seja usada no Polémpreende! Até me apetece espirrar ou...espilrrar como dizem alguns!

ESAV já tem...Nossa Senhora da Alagoa... para nos Salvar!

Já não é só o Presidente da República.

Benfica "congela" a 92º Kelvin...qual será a temperatura a que entra em ponto de ebulição?



O kelvin (símbolo: K) é o nome da unidade de base do Sistema Internacional de Unidades (SI) para a grandeza temperatura termodinâmica. O kelvin é a fração 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto triplo da água.1 É uma das sete unidades de base do SI, muito utilizada na Química e Física. É utilizado para medir a temperatura absoluta de um objeto, com zero absoluto sendo 0 K.
Vem isto a propósito da vitória do FC Porto, e já sei que vai gerar muita contestação no seio deste blogue, mas deixem-me só por um instante "gozar o prato". Este campeonato ainda deu mais gozo pela pressão do Benfica, com ajuda Divina, (Jesus) corroborada pela própria estrutura da Igreja (Capela). Só faltou a Nossa Senhora de Fátima mas essa estava ocupada com o Presidente da República que o mais alto magistrado da nação, e esse está sempre primeiro.
Uma outra analogia curiosa prende-se com os graus Celsius, (Chelsea) e para ajudar deixo aqui a relação entre as duas unidades de temperatura. kelvin para grau Celsius °C = K - 273,15.
Resta-nos saber de fato qual a temperatura a que o SLB entra em ponto de ebulição? Para já está em ponto de rebuçado!
Tenho que tirar o chapéu ao Vitor Pereira, pela atitude guerreira que teve, quiçá aqui e acolá um pouco exagerada, mas se calhar tinha que ser mesmo assim. A atitude pacífica com que o Benfica reconheceu o mérito do Porto também embelezou o espectáculo.
Dois factos a realçar a primeira vez que o título foi comemorado na praça do Marquês de Pombal e a coincidência da águia Vitória ter voado para outras paragens no dia D. Até para o Ano.


domingo, 19 de maio de 2013

A relação da política passada e a de futuro... com a ESAV


Há um fato curioso e indesmentível. O atual Presidente da Câmara de Viseu nunca visitou oficialmente a ESAV. Nem oficialmente nem oficiosamente que se saiba. Que relevância tem este fato? Aquela que quisermos dar. Hoje em dia fala-se muito de agricultura, sustentabilidade e ecologia e do papel de instituições como as Escolas Agrárias para a formação dos futuros empresários agrícolas e para o crescimento deste setor no País. A única vez que fui falar na Escola Superior Agrária de Beja, tive o Presidente da Autarquia na plateia, mas seguramente não foi por mim. Foi por considerar imprescindível dar a cara por uma instituição de referência naquela região. Recordei-me disto pela mensagem que o Dr. Ruas enviou para ser lida na sessão de encerramento do Congresso Apicultura: que futuro?  Mas falemos de futuro! Não esteve ninguém em representação da autarquia por ventura é sinal que estão todos demasiado ocupados nas "lides" politicas. A minha contribuição para essa discussão é o projeto que defendo há muito tempo que tem a ver com a criação de um centro de interpretação na lagoa das garças na quinta da Alagoa, como um polo de dinamização para a sustentabilidade e valorização da agricultura e da ecologia na cidade de Viseu. A ESAV terá que ser responsabilizada pela sua dinamização, ajudem-nos apenas a criar as poucas infraestruturas que serão necessárias e que seguramente toda a Cidade ficará a ganhar. Se por algum acaso esta ideia for agarrada por algum dos candidatos à autarquia, terá o meu apoio em nome do bem comum...nem que seja o "doutor Cabeçudo".

Armar a "Teia"...para passar despercebida. Tá bem Abelha!

É curiosa a perspetiva na qual o Mariano criou uma "teia", e que permitiu perceber exatamente a  estrutura, organização e função que esta desempenha. Uma teia não é visível em todas as posições, ou melhor, apenas é visível nalguns ângulos para que cumpra na realidade a função para a qual foi desenhada. Um outro aspeto prende-se com o facto de, neste momento, com o surgimento de uma folhagem intensa no carvalho-alvarinho (Quercus robur L.) a teia torna-se aparentemente mais visível, pela redução da intensidade da luz. Será interessente olharmos para a relação desta "teia" com as folhas marcescentes, lá para o outono adiantado. Tal como ontem referi ontem no seminário da apicultura, temos que buscar exemplos nos níveis de organização dos insetos para buscarmos o sucesso das nossas instituições e da nossa função na sociedade. "Tá bem abelha!"

Onde acaba a paisagem e...começa a obra do "criador" e...vice-versa

Admito que a obra do Mariano não seja facilmente percetível...por adultos. As crianças essas, acredito que percebem a obra de uma forma natural e intuitiva. Esta é mais uma das belas fotos obtidas na LAndArt que mostra exatamente que a fronteira entre a criação do artista e a natureza é uma linha muito ténue, muitas vezes apenas depende da perspetiva do olhar. Isto não desvaloriza a obra...muito pelo contrário. A obra ajuda-nos a olhar para a paisagem de uma forma mais intuitiva e criativa. Obrigado ao Mariano, agora que a exposição está a chegar ao fim. Quem não percebeu a exposição pode ser que para o ano haja mais.

Paralelismos Estratégicos...Que Futuro?

 
Como disse recentemente o "bufo" do LMM, o conselho de ministros apenas trata e delibera sobre assuntos correntes, não tendo qualquer perspetiva estratégica de futuro para si mesmo e para o País. Assim parece estar a ESAV. Já há muito tempo que acredito que o Conselho Técnico-Científico podia ter um papel fundamental no delineamento de um plano estratégico para o futuro. É claro que este assunto é da competência da Presidência de uma Escola, mas se nada se vislumbra, o CTC podia e devia desempenhar esse papel. Muito recentemente, foi deliberado o que fazer em termos de atividades a desenvolver na ESAV, cursos breves, workshops, pós-graduações, ..., mas quais em concreto? Aí fica ao critério de cada um que quiser apresentar. Pois seria exatamente aí que teríamos que discutir dentro da ESAV no seu todo. Mas é preferível discutir esse assunto em "surdina" com grupos extraordinariamente dinâmicos que os existem na ESAV, excluindo outros e apresentando os resultados como fruto de uma estratégia global. Não digo que não seja uma estratégia e das boas...para alguns...não faço ideia se será o ideal para o futuro da ESAV. Ainda ontem assisti ao culminar de um seminário sobre "Apicultura: Que futuro?". Acredito que esta seja uma das áreas nas quais a ESAV deveria apostar, em conjunto com a AE da ESAV e docentes que se queiram aderir. Aliás a colmeia e as abelhas são estruturas e seres fantásticos que servem de exemplos para muitos setores da nossa sociedade, de como trabalhar em grupo sob a organização de um líder. Infelizmente vi poucos colegas e alunos na assistência, o que revela antes demais que esta é uma Escola pouco solidária para com os seus. Também vi a Presidência a moderar mesas e a "arrumar" mesas, o que mostra a disponibilidade e energia, mas acredito que seja preciso um pouco mais. Discutir com as entidades presentes para perspetivar o futuro como afirmou o Prof. Jorge Oliveira, um dos organizadores, a quem desde já deixo os meus parabéns pela organização e dinâmica criada. Esta não pode ser apenas uma escola de organização de eventos, tem que agarrar as oportunidades para que essas realizações possa redundar em áreas de investigação e desenvolvimento. Um outro exemplo, e não dos melhores, parece-me ser a organização de um seminário de micologia de saprófitos no qual a ESAV é um mero intermediário. Assim julgo que continuamos a não chegar lá, mas o futuro...estará ai para me desmentir!