...onde está hoje instalada a Escola Superior Agrária de Viseu, que por ora é minha aluna do CTeSP em Agricultura Biológica. È muito importante conhecermos a história das instituições para pensarmos e perspetivarmos o futuro, ainda para mais quando estamos prestes a comemorar os 25 anos de existência.
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quinta-feira, 19 de setembro de 2019
quarta-feira, 13 de março de 2019
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Enquanto uns trabalham outros....passeiam...e todos na Quinta
...e ainda há aqueles que dormem porque dizem que estão doentes e com os quais vamos falando...nos "intervais"! Com colaboradores rurais destes nem professores são precisos na ESAV. Ainda perguntam o que podemos fazer com uma Quinta no meio da cidade. Bom hoje é quarta e está de chuva e mesmo assim...as imagens dizem mais que quaisquer palavras. Ovinos senhor...fim da jorna de trabalho....agora há que dar leite Serra da Estrela!
domingo, 13 de maio de 2018
quinta-feira, 25 de junho de 2015
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Foi lançado o repto aos alunos de Ecologia e Paisagismo...para divulgarem o potencial da Lagoa das Garças
No âmbito da unidade curricular de Biodiversidade e Valorização do Recursos Genéticos lancei o repto aos alunos de Ecologia e Paisagismo para apresentarem um documento sobre o potencial da Lagoa das Garças do ponto de vista ambiental, paisagístico, cultural e científico em prol do Curso, da ESAV, da cidade e da região.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Adivinhem quem podia fazer uma campanha semelhante...
A Herdade do Esporão junta à produção agrícola, a gastronomia, a observação da natureza para promover aquele espaço de eleição. Nós por cá a todos estes aspetos podíamos ainda juntar a arte, como já o provámos. Então qual é a diferença? Atitude! Não sei se a conversa com os alunos no final do ano deixou algumas sementes, a ver vamos. Se eles mostrarem vontade... eu alinho, se não quiserem... eu alinho. Mas tem que haver a vontade de muitos. A ver vamos se entretanto aparece alguém!
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terça-feira, 2 de julho de 2013
"A propósito de algumas Marianices"
Apresentação pública da obra
A Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV) leva a efeito no próximo dia 4 de julho (quinta-feira) a apresentação pública da obra "A propósito de algumas Marianices".
A sessão está agendada para as 18:00 horas e decorre no espaço privilegiado da Quinta da Alagoa.
A publicação estará disponível on-line no espaço da Galeria Virtual do Instituto Politécnico e Viseu (IPV), em http://www.ipv.pt/galeria.
A Galeria Virtual do IPV é um espaço de apresentação e divulgação de artes plásticas.
Este projeto virtual, de enorme alcance, pretende entrar de forma simples pelo mundo de cada um e tocar nas suas sensibilidades. Com obras de vários autores, alguns já enraizados outros em fase de implementação, esta galeria está aberta a divulgar o trabalho de todos quantos o queiram fazer, desde que, respondam a certos padrões de qualidade.
Este projeto, que teve o seu início em março de 2001, vem evidenciar que há possibilidade de realizar cultura e desenvolver processos de aproximação entre culturas, numa perspetiva de elevação e aproximação das várias sociedades humanas.
"A propósito de algumas Marianices" surgiu com o propósito de retratar a instalação do artista plástico Mariano, inaugurada no dia 18 de abril de 2013, na comemoração do dia da Escola Superior Agrária de Viseu, e que esteve patente ao público no cenário paisagístico da Quinta da Alagoa. O período da exposição coincidiu com o tempo das "Maias" e o próprio mês do "Mariano", um mês pleno de significados, sejam eles por fé, memória ou tradição, ligados ao rito da fertilidade para com o novo ciclo da natureza, à celebração da primavera e ao início de um novo ano agrícola. O projeto surgiu como uma magia natural da simbiose de vocações entre um artista que traduz a inspiração em cores fortes e formas abstratas sobre suportes materiais diversificados, numa alusão à alegria da cor, e uma instituição que promove o ensino pelo conhecimento, desenvolvimento, inovação e sustentabilidade nos vários setores da área agrícola e do território rural, e que privilegia as questões associadas ao ambiente, à ecologia e paisagem.
Ao espraiar-se pelos espaços da Quinta da Alagoa, numa espécie da Arte sobre a Arte Natural, promoveu uma fusão entre a paisagem e a obra idealizada pelo artista em espaços com vocações estéticas e naturais diversas, ao nível da luminosidade, dos contrastes de cores e formas, como o enquadramento do lago e o espelho de água, as árvores, o bosquete e a floresta, os prados e as pastagens, os pomares de macieira, a vinha, o olival e o campo de recursos genéticos do cardo. O público teve a oportunidade de desfrutar do genius loci da Quinta da Alagoa, como espaço privilegiado da cidade de Viseu com uma dupla vertente, produtiva e de preservação e valorização da biodiversidade faunística e florística, à medida que descobria e era surpreendido pelas instalações e criações artísticas, como que olhando o visível e vendo o invisível. As "Marianices" justificam que os seus ecos, cores e reflexos se espalhem pelas teias da rede virtual, num emaranhado de sensações, onde será possível apreciar e interpretar toda a obra numa lógica integrada de domínios, sensibilidades e perspetivas.
Para dar azo a esse reflexo e procurando integrar na diversidade, convidaram-se alunos e professores de diversos graus de ensino (desde o pré-escolar até ao ensino superior), individualidades e instituições "amigas", que colaboram ativamente em projetos com a ESAV, numa espécie de sintaxe em prol de lógicas, propósitos e de um objetivo comum. A riqueza das imagens, assente nos matizes, nas sombras, nas cores e nas formas, ao jeito de quem pinta sabores, asseguram que cada um possa concretizar a sua visão e interpretação, fazendo acreditar que a diversidade e a amplitude da interpretação constitui seguramente uma das virtudes que se pretende enaltecer e difundir com estas…"Marianices", à qual pela diferença e irreverência ninguém deverá ficar indiferente.
A obra é prefaciada pelo dr. Alberto Correia, conceituado investigador, antropólogo e docente, e ex-diretor do Museu de Grão Vasco.
Paulo Barracosa
Docente da Escola Superior Agrária de Viseu - IPV
Joaquim Amaral
Gabinete de Comunicação e Relações Públicas do Instituto Politécnico de Viseu
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
ESAV...Escola Superior de Artes de Viseu...
A ESAV, não é apenas uma Escola que acarinha as Artes. É seguramente de hoje para o futuro um exemplo na Exposição, Expressão e Tradução das Artes na cidade de Viseu. Tenho falado e elogiado as perspetivas da Carla Santos, Professora de Enfermagem Veterinária. Dou-vos agora o olhar do Prof. José Manuel de Eng. Zootecnia que traduz a conjugação e as sinergias. Aguardo ainda a visão dos alunos. A publicação que irá sair desta exposição do Mariano tenho a certeza que será um dos pontos altos desta Escola. A coordenação ficará a cargo do Paulo Medeiros e a interpretação por docentes, alunos e responsáveis de entidades amigas da ESAV.
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domingo, 19 de maio de 2013
Onde acaba a paisagem e...começa a obra do "criador" e...vice-versa
Admito que a obra do Mariano não seja facilmente percetível...por adultos. As crianças essas, acredito que percebem a obra de uma forma natural e intuitiva. Esta é mais uma das belas fotos obtidas na LAndArt que mostra exatamente que a fronteira entre a criação do artista e a natureza é uma linha muito ténue, muitas vezes apenas depende da perspetiva do olhar. Isto não desvaloriza a obra...muito pelo contrário. A obra ajuda-nos a olhar para a paisagem de uma forma mais intuitiva e criativa. Obrigado ao Mariano, agora que a exposição está a chegar ao fim. Quem não percebeu a exposição pode ser que para o ano haja mais.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Mariano´s Land
A instalação do artista plástico Mariano, no enquadramento paisagístico da Quinta da Alagoa, sob a temática “Land Art”, uma tendência da arte contemporânea, que utiliza os materiais da natureza e que, pelas suas características, não é possível expor em museus ou galerias, por serem efémeras e construídas essencialmente com materiais provenientes da paisagem onde se inserem e submetidas ao ciclo natural das estações. O projeto surge da simbiose de vocações entre um artista que traduz a inspiração em cores fortes e formas abstratas sobre suportes materiais diversificados e uma instituição que promove o ensino pelo Conhecimento, Desenvolvimento, Inovação e Sustentabilidade nos vários setores da área Agrícola, e que privilegia as questões associadas ao ambiente à ecologia e paisagem. A exposição pretende promover uma ligação íntima entre a paisagem e a obra idealizada pelo artista em espaços com vocações estéticas e naturais diversas, ao nível da luminosidade, dos contrastes de cores e formas, como o enquadramento do lago e o espelho de água, as árvores e o bosquete, os prados e as pastagens, os pomares de macieira, a vinha, o olival e o campo de cardo. Esta exposição a inaugurar na comemoração do dia da ESAV, vem confirmar a potencialidade de um projeto desta natureza, onde o público pode desfrutar do ambiente natural e conhecer este espaço privilegiado da cidade de Viseu com uma dupla vertente, produtiva e de preservação e valorização da biodiversidade faunística e florística, à medida que contempla e descobre os objetos artísticos expostos. Este tipo de iniciativas confere um cariz dinâmico aos espaços públicos urbanos e periurbanos, onde o visitante parte à espera de ser surpreendido, tornando-se curioso, crítico e participativo.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Eles querem correr convosco! Vamos correr com eles?
blog-anythingood.blogspot.com
Ouvi dizer que passado quase um ano, a Associação de Estudantes da ESAV vai instituir, um dia por semana, para começar, um jogging na Quinta da Alagoa, para docentes, funcionários e alunos, para os que quiserem aderir à iniciativa. Vem na lógica de associar esta escola, à ciência, ao mundo rural, aos comes e bebes, mas também à promoção da saúde e bem-estar por via do desporto, mas não só. Agora, que andam todos atrás dos alunos, em busca dos votos, acredito que vá aparecer gente por lá, que ninguém estava à espera. Quem não tiver pedalada para a corrida pode ir de bicicleta. Agora só resta à AE marcar a data do primeiro jogging para virem todos equipados a rigor. Já agora escolham bem a "lebre" para puxar por esta malta. Eu posso contactar a da fotografia!
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domingo, 30 de outubro de 2011
Eu vou para a Holanda... não tarda muito!
http://www.rsm.nl/home
Os holandeses sabe-se que são um povo "mercantilista" sob ponto de vista comercial e industrial, com os quais por vezes não é fácil lidar, mas com uma dinâmica invejável, um rigor extremo e uma grande criatividade assente num processo social e ambientalmente sustentável. Pelo menos é assim que os vejo! Mas quero falar em concreto da Escola de Gestão de Roterdão (RSM), na qual, as aulas de MBA são ministradas numa sala improvisada no seio do parque botânico. Quantas vezes já falei aos meus alunos, do prazer que seria ministrar as aulas, em espaços simplistas edificados pela quinta da Alagoa. A inveja que sinto pelos alunos de Vila Nova de Paiva que podem ter as aulas práticas de laboratório no seio do Parque Arbutus do Demo e as teóricas no centro de interpretação, o edificio sede. Lanço este repto para o novo Presidente, que possa criar algumas estruturas na Quinta da Alagoa, e que os docentes possam ganhar inspiração para uma melhor docência se for possível e para que os alunos tenham uma visão mais holísitica da vida. O desafio é fazer isto de modo economicamente, ambientalmente e paisagisticamente sustentável. Os alunos de da RSM são obrigados a vir à rua, chova ou faça sol por forma a aprenderem a mudar os hábitos para com as preocupações ambientais mas também por uma questão de sanidade mental. E então lêem poesia sobre a natureza, fazem desenhos sobre o que vêem e tiram notas sobre o que lhes chama a atenção. Neste instituto o processo de selecção é extraordinariamente criterioso e as propinas anuais são de 39.000 euros. Até não é muito porque os meus sobrinhos na primária pagam quase isso.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Visions... of the Éden!
Esta crónica devia ser escrita em Inglês para que as nossas alunas Erasmus da West Pomeranian University of Technology of Szczecin da Polónia, Malgorzata, Suzanna e Paulina a percebam. Terei o cuidado de lhes enviar a tradução. Como director do Curso de Ecologia e Paisagismo da ESAV, vou aproveitar este ensejo para lhes resumir uma história de sucesso, como tantas outras que a ESAV tem tido nestes últimos meses e anos. Aliás, enquanto estou a escrever estas linhas, estou a trocar mails com uma responsável da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, que enalteceu o brilhantismo do trabalho realizado por uma aluna do curso de Eng. Florestal, (do qual também sou Director não faço mais nada se não dirigir) a Sarah Ferreira, bem como aos orientadores, enfim à ESAV. Não temos só "Sarahs", mas temos outras "Sarahs" e outras e outros que não o sejam, teremos que fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que o possam ser. Agora, não me convidem para "padrinho", porque já tenho uma boa dúzia deles, e as "amêndoas da páscoa" estão caras, para além de que, há por cá muitos docentes e com valor, peçam-lhes também a eles. Mas a história que ia contar tem a ver com um outro brilhante trabalho de requalificação do espaço da barragem da Quinta da Alagoa, onde se situa a ESAV em Viseu. Este espaço será alvo, a breve trecho, de um amplo projecto urbanístico, incluido no novo PDM da cidade. A autarquia, no que toca à parte técnica, teve o cuidado de falar connosco para minimizarmos os riscos. Nesse sentido lançamos uma contraproposta de valorização desta zona. Cabia ao IPV saber "jogar" politicamente, o que nós fizemos tecnicamente. E depois a autarquia no âmbito do negócio imobiliário, saber incluir esta valorização de um novo espaço de ususfruto da cidade e que poderia constituir um "case study" a nivel nacional, de como um espaço de "reserva urbana" ajudaria a valorizar um projecto urbanistico envolvente. O título do próprio projecto imobiliário poderia ser "Visions of the Éden!". Temos que reinventar as formas de acessibilidade e de acomodação e neste particular Viseu podia dar o exemplo. Acresce o facto da ESAV (Environmental SustainAbility Vision) localizar-se num território fértil na interface entre a Urbanidade e a Ruralidade, permitindo usufruir do melhor dos dois mundos, devendo combinar Conhecimento, Ciência, Inovação, Beleza, Lazer, Cultura e Desporto, numa visão de sermos capazes de usufruir do ambiente de um modo sustentável. A proximidade física ao projecto poderia constituir-se como um trunfo para a prossecução e valorização criando um sentimento de partilha e usufruto do espaço em prol da sociedade e da cidade. Cabe na cabeça de alguém que a ESAV, continue a pagar uma renda por um espaço, que a autarquia considera de extrema importância para o equilibrio ecológico da cidade de Viseu e do qual os dirigentes da ESAV não conseguem tirar qualquer benefício. Não teria sido preferível ter-se incluido no projecto imobiliário uma compensação para que a ESAV/IPV em vez de pagar uma renda, possa fazer investimento num centro de interpretação e noutras infra-estruturas e disponibilizar o espaço à cidade, nas suas mais variadas vocações. Quem ganharia com isso? a autarquia, a ESAV, o IPV, a confraria do Lar de Santo António? Não! Ganhariamos todos sem excepção e acima de tudo a cidade de Viseu. Mas como diz aquele provérbio político ... "Santos da casa não fazem milagres!". este vídeo ilustra em base real, um projecto que inclui um centro de interpretação, um anfiteatro, um reserva de paúl, espaços de bird watching e ... eu vou-lhes contando aos poucos... para não vos espantar! A semana passada esteve em Viseu a Embaixatriz da Polónia em Portugal. Alguém falou à Ex.ª Sr.ª Embaixatriz do brilhantismo desta relação entre Polacos e Portugueses, fruto do programa Erasmus, que permitiu a realização deste projecto? Não! Eu... estava em França!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Que triste Sina a nossa...! Ter as mãos dormentes!
biscuitar.wordpress.com
"A quirologia baseia-se na interpretação de toda uma série de sinais contidos em ambas as mãos, com o objetivo de adquirir conhecimento sobre a pessoa. É baseada numa série de características arbitrariamente relacionadas como as linhas, formato e protuberâncias das mãos, não baseada nem corroborada por pesquisas científicas comprovatórias. A leitura das mãos tem de ser feita como um todo, por esta razão é necessária uma interpretação tendo em conta as relações entre as linhas e sinais. Do grego quiro = mão e logia = estudo, ou seja, o estudo ou conhecimento adquirido através das mãos. Na quirologia a linha de pensamento é o estudo, e não a intuição. A mão esquerda representaria o nosso potencial e a mão direita o rumo que a nossa vida está a seguir (nos canhotos os papéis das mãos invertem-se). As linhas e forma da mão podem alterar-se ao longo da nossa vida. A relação entre as linhas da nossa mão e o nosso destino não é unilateral. Pelas nossas acções e vontade podemos modificar as nossas linhas. Mas as nossas linhas influenciariam a nossa vida, acções e vontade.Um bom exemplo disso será a nossa saúde. Potencialmente podemos possuir bastante vitalidade e saúde, mas pelas nossas más acções e maus hábitos podemos danificar essa mesma saúde. Alguém que em potencial possua problemas de saúde, pode modificar a sua sina através de hábitos mais correctos, hábitos conscientes para melhorar essa mesma saúde. Em última análise, podemos dizer que o nosso destino está nas nossas mãos. E estas antevêm o nosso destino com base nas nossas acções e potencial presente."
Vem isto a propósito, de como poderemos perspectivar o futuro de uma pessoa ou de uma instituição, com base nas linhas de um projecto ou de um PDM. Parece que está tudo mais interessado em tirar alguém da cadeira, seja de um simples Presidente da ESAV ou de um Presidente de uma autarquia, mas parece que não têm interesse, vocação ou astúcia para pensarem o futuro... preferindo deixar correr as coisas ao sabor do vento, do facebook e deitarem-se a adivinhar. (Tenham cuidado com o fazer cair as pessoas da cadeira, faz-me recordar o passado). Deixe cada um de olhar para o seu umbigo, desporto no qual alguns são exímios praticantes, e olhem mais para cima...mas não por cima do ombro! A Autarquia considera que o espaço da Quinta da Alagoa, é de primordial importância para a preservação e valorização da cintura verde ecológica da cidade. Eu digo ainda mais! poderia ser um espaço único na cidade e quiçá na região e no País. Mas não tem que ser à custa da ESAV. A ESAV deveria saber fazer ver, o bem que faz à cidade, mantendo este espaço, e por isso deveria ser ressarcida desse facto. Mas não! Por inépcia, e até ignorância não consegue fazer ver os seus direitos...mas também os seus deveres para com a cidade e aí passar a ser tratada de uma outra maneira, como par que deve ser, e não como uma mera "meretriz". Vamos arregaçar as mangas e mexer as mãos...senão ficamos com as mãos dormentes e isso pode ser um sintoma de uma doença grave incapacitante!
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domingo, 9 de outubro de 2011
ESAV reinventa ....a Maçã... Bravo!
Na sexta-feira, ao final da tarde, depois de tirar as infestantes do campo do cardo, fui apanhar maçãs ao pomar de macieiras da Quinta da Alagoa. Há um ano, falamos neste espaço de, como poderíamos reverter o problema das maçãs, para uma vantagem e como daí tirar frutos. Não vale a pena gastarmos o nosso latim. Nos Estados Unidos, existiam mais de 7000 variedades de maçã, e a grande maioria tinha nome de família. Porquê? Porque para dar nome a uma variedade atribuíam o que de mais nobre as pessoas tinham, o seu nome de família. A ESAV, segue a mesma linha. Cria linhas de produtos, como maçã “reineta” secada, doce de maçã bravo de esmolfe, maçã “natura”, cidra, e coloca o melhor que tem… e que andamos todos à procura. Tal como o criador, até podíamos dizer que na ESAV a maçã é de aDão, e após a morte do Steve Jobs, a ESAV reinventa o papel da maçã. Mas isto dá trabalho, e hoje é Domingo. Bom fim de semana. A propósito perguntem à D. Cila, se ela pode fazer o doce na cantina e ainda se se pode usar a estufa de vidro para secar a maçã.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
A Ruralidade na sua Essência

oprojectoessencia.blogspot.com
Esta crónica não pretende condicionar a estratégia dos alunos da ESAV na sua "essência", mas servir como um mero exercicio de "criação & desenvolvimento". Aliás, se fosse para condicionar usaria os canais próprios para o devido efeito. Na lógica do pensar em voz alta, volto a afirmar que a ESAV, não se deve envergonhar do seu espaço, a Quinta da Alagoa. Se reconhecidamente as arquitecturas dos espaços edificados, não são os mais felizes, a quinta está em "óptima forma". As acções da ESAV devem de uma vez por todas, serem realizadas no nosso espaço físico de preferência ao ar livre, ao bom estilo dos "nuestros hermanos". Se por algum acaso excedermos os nossos limites, não somos nós que nos envergonhamos, mas aqueles que em algum momento não lutaram até à exaustão para edificarem a ESCOLA, da forma que foi pensada no seu devido tempo.
Já o sábio ditado popular o diz "o peixe morre pela boca", também nós deviamos saber cativar as pessoas pelas iguarias e pelo saber receber, apanágio das gentes rurais. Associarmo-nos a empresas e estruturas de referência, dos mais variados sectores directa ou indirectamente ligadas à ruralidade, que pelo objecto de investimento ou pela proximidade física, deveríamos aproveitar para lançar desafios inovadores, próprios dos jovens irreverentes e com capacidade, como os nossos se têm revelado. No fundo, apresentar projectos que marquem a diferença e que possam guindar a ESAV para o sucesso, que será o sucesso de todos. Apelar aos antigos alunos da ESAV que contribuam também para o seu engrandecimento numa partilha mútua de dar e receber. Mostrar o que de melhor o nosso mundo rural produz, traduzido nas essências e fragrâncias que nos remetem para os petiscos das nossas avós. Colocar sentimento naquilo que produzimos como forma de ficar gravado nas nossas memórias e nas daqueles que nos visitam...nos nossos amigos. Em cada acção que fazemos devemos tentar sempre ir mais alto...até ao limite das nossas forças e da nossa vontade como forma de alavancar a ESAV. Na linha do matemático arquimedes, deêm-nos um ponto fixo e levantaremos o mundo.
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sábado, 16 de abril de 2011
PROVESAV...Faz-se ao Fim-de-Semana!
maryvillano. blogspot.com
Ao fim-de-semana a rotunda da ESAV é palco de uma banca de venda de frutas. Este fim-de-semana, a promoção eram Morangos Cx 5 Euros. Até posso adivinhar qual é a promoção do próximo final de semana...Mas também se fala de projectos de futuro, com pessoas de vistas largas...A la longue! E é tão bom porque há pouca gente, e gente boa, estamos mais à vontade e podemos passear pela Quinta de Alagoa e pensar, recriar.
Como já nos ocuparam o "lugar", de venda, para ganharmos a concorrência teremos que apostar numa nova variedade o "pineberry" um morango com sabor a abacaxi. Esta era uma variante selvagem, proveniente da América do Sul, que estava prestes a ser extinta e que os Holandeses recuperaram há cerca de sete anos e depois foi o espirito comerciante destes empreendedores. O Provesav é a imagem de marca para o lançamento de novos e velhos produtos, desde ...nabos até pineberries.
Se não nos despachamos ainda nos ocupam os nossos lugares, com a venda de outros tipos de "fruta".
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