No dia 19 de junho, segunda-feira, a responsabilidade será imensa em fazer chegar a um conjunto de convidados este momento de criação da chocolateria Delícia. O desafio foi promover o pinhão de Carregal do Sal. A Delícia, não podendo estar presente por compromissos comerciais de grande responsabilidade, já fez a sua parte. Criar sabores de Carregal, quiçá se puséssemos uma pitadinha de sal, ficasse sublime, mas isso só o Ilídio saberá. Curioso, é o facto das terras em Portugal onde o pinhão é melhor têm ambas uma coisa em comum, Sal,...Carregal e... Alcácer...Até segunda....
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sábado, 17 de junho de 2017
terça-feira, 13 de junho de 2017
Agora são Pinhões, ....mas de "primeira apanha"...e Portugueses....
...e este é mais um repto lançado à Chocolateria Delícia, para valorizar o pinhão Nacional produzido em Carregal do Sal. A condição "sine qua non" é a excelência inigualável da matéria-prima e que neste caso devemos um agradecimento à Exm.ª Sr.ª Vereadora de Carregal do Sal, Dr.ª Cristina Borges e à minha colega Prof. Doutora Dulcineia Wessel. Agora segue para o "laboratório de lapidação" da Delícia para mostrarmos o produto final.
domingo, 23 de outubro de 2016
Que vista tão "mimosa" esta do rio Mondego na margem de Carregal do Sal...
Enquanto vínhamos, eu e o meu amigo João Madanelo do CINSA, Congresso Internacional de Nutrição e Segurança Alimentar realizado em Tábua, fui chamado à atenção para uma limpeza de mato realizada na margem do Mondego do lado de Carregal do Sal. Para uma limpeza à qual escapou exatamente o miradouro instalado junto à ponte Eng. Rui Sanches. Ministro das Obras Públicas e Telecomunicações. Vá se lá perceber porque é que deixaram as mimosas tapar tão belo cenário. Talvez para que tudo fique mais mimoso...ou a mimosa será uma espécie em vias de extinção lá para aqueles lados...
Carregal do Sal deixa o rio Mondego à margem, porque tem outras valências com que se preocupar. Mas ao lado deste miradouro, criou um outro à sombra de plátanos uma espécie autóctone...qb
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Há malta aos "Beijós" no CET... e outros a dormir!
e não só...de outros lugares também. Beijós é uma freguesia do Concelho de Carregal do Sal e por isso parte integrante da Denominação de Origem Protegida do Queijo Serra da Estrela. Vejam lá, as meninas de Beijós se há por lá algum cardo para podermos avaliar a sua biodiversidade, porque o Sal já nos sabemos de onde vem ou... vinha.
A sede do concelho, Carregal do Sal, implantada em zona plana, entre as vertentes dos Rios Mondego e Dão, estende-se cerca de 3Km ao longo da Estrada Nacional nº 234, principal eixo rodoviário de ligação com os países da Europa. A Linha do Caminho de Ferro da Beira Alta, de igual modo, a mais importante via ferroviária no campo internacional, acompanha-a em toda a sua extensão, e a estas duas vias de acesso e à sua situação geográfica invejável, se deve, em boa medida, o desenvolvimento do seu aglomerado populacional e mesmo o progresso geral de todo o concelho.
De notar que a vila teve os seus núcleos mais antigos em locais que hoje constituem como que bairros típicos, como a Rua da Fonte, a Rodela e as Salinas, embora esta última zona se encontre hoje bastante modificada, com a edificação de prédios novos, e a remodelação e substituição das velhas construções, onde outrora se armazenava o sal, interposto abastecedor de uma vasta zona, entre o Douro e a Serra da Estrela, atravessando mesmo a fronteira de Vilar Formoso e entrando em terras de Castela, tal como se pode confirmar, em microfilmagem no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, das «Memórias Paroquiais da Freguesia de Currelos, de 1758». Não são muito pacíficas as correntes de opinião sobre as origens do nome de Carregal do sal. O certo, porém, é que o nome figurou apenas como Carregal até aos fins do século XIX. O topónimo «Carregal» teria, assim, segundo os estudiosos derivado de «Cárrega», planta ciperácia, espécie de gramínea, abundante na região, e, portanto, «Carregal», lugar onde havia «Cárrega», a que se juntaria o «sal», este devido ao cloreto de sódio, armazenado nos grandes e referidos depósitos, em local ainda hoje designado por «salinas».
O Sal, cujo comércio consta já, em documentos de 1758, era transportado em barcos da Figueira da Foz até à Foz – Dão ( porto fluvial e povoação hoje desaparecida com a Barragem da Aguieira ) e daqui seguia, em carros de bois, até ao Carregal. O nome Carregal, como povoado, é, porém, muito antigo, e já figurava num documento de doação de Dom Afonso Henriques, datado de 1137, e onde também se faz referência a «Ulveira de Currelos», «Parada», «Papizenos» e «Pineirino», nomes antigos de terras hoje pertencentes ao concelho.
Por fim vejam um texto fascinante do Prof. Galopim de Carvalho - O Sal na História da Terra e do Homem
http://www.triplov.com/galopim/sal.htm
Os alunos do CET...os do dormir... que ainda não realizaram o trabalho prático é favor de irem ao gabinete 4!
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Sara Fernandes
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
ESAV... SAVE this name! Uma Missão (não) Impossivel ! ...O teu Curso faz ECO? O nosso faz!
Depois desta etapa, temos todos que pensar em conjunto, na forma como usar ferramentas de fácil acesso, de grande capacidade e potencial, com criatividade e inovação, sabendo transmitirmos a mensagem que queremos, para uma divulgação, demonstração ou "whatever"! Este processo simplificado, ajudou a reforçar os laços entre o director de curso e os alunos. Ajudou-me a perceber o vosso potencial e a vossa capacidade mas... falta fazer tudo. Com este primeiro "videozinho" (porque é uma coisa do qual gostamos) prentendemos mostrar a abrangência regional do curso de ecologia e paisagismo e da ESAV. Temos algarvios de Algoz, alentejanos da Vidigueira, madeirenses da Choupana, açoreanos da Terceira, minhotos de Barcelos, e da Póvoa, Presidentes de Santa Comba e até gente de Viseu, cidade e distrito. Propomo-nos a encher o curso no próximo ano lectivo, nem que para isso tenhamos que chamar um chinês, nem que seja de Carregal do Sal. Para isso temos que divulgar os trabalhos técnico-cientificos que estes alunos estão a fazer e do seu interesse científico e para o público em geral. Desenvolver o protocolo assinado com a autarquia de Viseu e mostrar que somos capazes de ajudar esta que é uma autarquia de referência a nível nacional. Promover mais um conjunto de outros protocolos, nos quais temos imensos interessados, entre as quais a autarquia de Mangualde e muitas mais. Mas é protocolar para fazer e não para pôr na parede. E temos que mostrar,...mostrar e mostrar tão só aquilo que fazemos e bem! Com a força que sinto por parte dos alunos, a vontade que tenho é lançar desafios à comunidade, às autarquias, às empresas, às escolas. Sabemos que não podemos ir a todas e depois temos os "empatas". A próxima caminhada é para os Mayores de 23 Anos, os tais que já gostam de comer sopa e que iremos cativá-los a virem e a motivarem os outros com a sua experiência de vida. Para a semana teremos novidades neste aspecto. Juntar ao vídeo os nosso mayores que por cá já andam para darem a sua opinião e dizer aos que querem vir se vale a pena. Vamos tentar fazer muito, alunos e docentes, mas não vamos fazer tudo. São precisas ideias novas porque... não temos nada a perder! Em relação à assessoria técnica, foi do tal brasileiro naturalizado, ao qual agradecemos a paciência.
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