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sábado, 11 de abril de 2015

CARDOP....on line na Politécnico TV



http://www.ipv.pt/vtv/reportervtv/cardop15.htm

Um agradecimento especial ao CRAV pela disponibilidade e qualidade do trabalho realizado ao longo de todo o decurso do projeto. Um enorme Bem-haja.

 

terça-feira, 3 de março de 2015

Sempre que é preciso buscar inspiração e capacidade no Cardo...lembro-me do Prof. Euclides Pires


http://www.gazetarural.com/index.php/pt/arquivo-de-edicoes/41-arquivo/851-gazeta-rural-n-242-28-de-fevereiro-de-2015

Hoje foi mais um dia dedicado ao cardo. Semeamos 5000 plantas selecionadas de cardo, num processo liderado pelo José Manuel (Minfas), com a colaboração do Eng. Figueiredo da APPACDM e os seus formandos, do Eng. Nuno Pestana e dos reclusos do Estabelecimento do Campo. Reunimos para vermos as novas oportunidades de candidatura no atual quadro comunitário. Criamos o programa para o dia 21 de março, dia em que culminamos o projeto Proder e prometemos um dia de valorização do cardo e do queijo Serra da Estrela DOP. Por fim, saiu hoje mais uma noticia do projeto CARDOP na Gazeta Rural, o órgão de comunicação social que acreditou neste projeto desde a primeira hora e disso nunca nos iremos esquecer. Quem está no começo desta linha que conta com muitos e brilhantes investigadores, é o Prof. Euclides Pires por quem nutro uma admiração imensa e que é o melhor símbolo desta equipa, que junta a humildade à capacidade e conta com muitos outros, onde se inclui a Professora Marlene Barros, o João Madanelo, e todos os outros que sabem que os reconheço um a um. Amanhã é outro dia!

quinta-feira, 20 de março de 2014

É preciso seguirmos com atenção estes Alunos...

...que hoje deram um sinal tremendo de tenacidade, capacidade e vontade de colaborar e aprender. Hoje no cardo, amanhã na vinha e...a Rita, a Márcia, a Manuela, o Ricardo, o Sr. Carlos,...
 
Teremos o lanche na terça-feira depois da aula de genética e deixo o repto. Quem adivinhar o que vamos fazer com os escapes do cardo que o Sr. Carlos traz na mão....ganha um Queijo Serra da Estrela.
 




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O dinheiro "cresce" nas árvores...


Está criada a moda da agricultura. E nós continuamos meio a dormir. Está também criada a sensação que a agricultura é colher os frutos. Olhem que é preciso semear, mondar, tratar até colher. Isto não é fácil, mas é possivel. O que eu vejo são muitas facilidades e pouco trabalho. De qualquer forma é preciso que venha mais gente boa para a agricultura, de outras áreas de formação, mas com muita vontade de trabalhar e espirito de sacrificio. Nós por cá vamos contrinuando a formar os nossos alunos da melhor forma possivel. No campo, no laboratório e na mesa, a produzir bem e a consumir bem, do melhor que sabemos e podemos. E até com qualidade gourmet.


http://www.schoolhouse.pt/proder/?m=ins&id=11&/planos-de-gestao-florestal---conteudos-e-procedimentos.html

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mais um dia pelo Queijo Serra da Estrela ou mais uma oportunidade perdida!


Fui informado, pelo colega Eng. Soares de Sousa, que a DRAPC delegação de Gouveia irá realizar um encontro sobre o jovem produtor de queijo Serra da Estrela. Como sempre a ESAV não é tida nem achada para quase nada que seja realizado ou promovido fora da cidade de Viseu. É necessário saber de quem é a culpa, se dos actores da região se de nós próprios. No caso vigente, a ESAV está a trilhar um caminho nesta área, designadamente na valorização do queijo Serra da Estrela pela mão do cardo, em conjunto com o Centro Regionl das Beiras da Universidade Católica. Temos um projecto Proder para avaliação e caracterização dos recurso genéticos do cardo e julgamos que podiamos ter um papel contribuindo para esta fileira. A nossa apresentação será realizada em Viterbo, Itália no 8th International Symposium on Artichoke, Cardon and their wild relatives, porque cá vamos apenas assistir e levar os nossos alunos para ver se há algum público. Já sabemos que santos da casa não fazem milagres, mas assim também mete dó. A trabalharmos cada um por seu lado não admira que a agricultura esteja no estado em que está. O que vale são os próprios agricultores e neste caso a mais valia dos produtores de queijo Serra da Estrela e de algumas organizações como a Ancose que vegetam neste meio. Em relação à ESAV tem que ir trilhando o seu caminho. Isto também demonstra o peso que Viseu, tem hoje na própria DRAPC. Por isso é que eu falava da importância de nos voltamos a juntar esforços com a delegação de Viseu, para que ambos possamos desenvolver parcerias úteis e frutuosas para a região, porque os seus pares ainda reconhecem méritos, senão ao todo pelo menos às partes.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Atinem...e ganhem Juízo!


Tenho a sensação que andamos a usar uma desmultlipicação, que não é a mais apropriada para a inclinação da "subida". Há uns que  já desmontaram da bicicleta e estão a levá-la à mão, há outros que pedalam, pedalam e quase não saem do lugar, e vejo alguns que vão na sua pedalada certinha sem olhar para o lado a fazerem a sua "corridinha" individual, como convém. Lembrem-se que o "ciclismo" é um jogo de equipa, há uns que são autênticos "burros de carga" para levarem os chefes de "fila ao colo". Mas atenção, que os "carregadores de piano" podem perder a motivação se não sentirem o conforto da equipa e normalmente os prémios obtidos são divididos por todos. No fundo, há que acreditar que o líder está num dia bom e que o esforço que fazemos é recompensado pela disputa de vitória do nosso líder, nem que seja no sprint. Mas por outro lado, o líder tem que dar sinais de força e esconder os seus sinais de fraqueza. Aqui, sabemos que todos podemos ter os nossso dias menos bons, o que temos que acreditar é que há potencial para a seguir a um dia destes, vir um de glória. Lembrem-se que todos somos precisos, todos temos as nossas limitações, mas que se nos unirmos em prol de um objectivo temos que conseguir os nossos intentos, custe o que custar nem que para isso tenhamos que trabalhar o dobro. Esta é aquela conversa da qual estamos já todos fartos, mas tocando num exemplo concreto a taxa de aprovação do Proder é em 80% ligado à avicultura. Está de novo na moda. A ESAV, teve a visão estratégica e abriu um CET nessa área e não teve candidatos suficientes. Porquê? Até fizemos uma tarja! Pois, mas onde as pessoas se vão candidatar que é à Direcção Regional de Agricultura e pedir informações sobre estes e outros domínios, não foram colocados quaisquer panfletos. O Eng. Soares de Sousa, à semelhança da Eng. Helena Esteves Correia, são aqueles que melhor podem estabelecer as pontes com as estruturas locais e que bem que fariam à ESAV se esta soubesse usar as suas motivações e capacidades. Quando mandamos, normalmente vão as pessoas erradas, e haverá quem saiba do que estou a falar.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Hoje...não houve "Bucha"...foi só "Estica"!


Tenho uma equipa fantástica no projecto do cardo. Os alunos, de Eng. Agrícola, Ecologia e Paisagismo e Eng. Florestal, Eng. Alimentar e até de Ciências Biomédicas. Ah...mais a pequena Madalena. Hoje só deixo esta pequena nota porque trabalhamos até ao cair da noite e não houve direito à "bucha". Fica para a próxima, aquando da divulgação deste projecto que já está em marcha nas mais variadas áreas: Proteases aspárticas, flavenóides e polifenóis e caracterização morfológica, genética e bioquímica. Agora vamos tratar de divulgar convenientemente este projecto junto do IPV e de revistas da especialidade. Por ora ficam apenas as questões técnicas, porque as científicas ficam para depois. Obrigado a todos pelo apoio e colaboração. Não se esqueçam de trazer as roupas da " fotografia". Quem não tiver, peça emprestado à Lucília.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ecologia e Paisagismo...um curso de vida...uma forma de estar!


http://zepaiva.wordpress.com/2011/03/24/o-dna-da-paisagem/
Nos anos mais recentes têm sido identificadas novas potencialidades e valências formativas vocacionadas para a sustentabilidade, planeamento e desenvolvimento do espaço rural e gestão dos recursos naturais e endógenos numa perspectiva criativa e inovadora em parceira com as gentes rurais, assentes numa nova forma de interpretar e actuar na natureza, salvaguardando a preservação dos ecossistemas naturais e agrícolas e das comunidades bióticas para exaltação suprema das qualidades da paisagem e dos produtos que dela derivam numa perspectiva empreendedora.

A Escola Superior Agrária de Viseu para dar resposta a estes desafios criou o Curso de Licenciatura em Ecologia e Paisagismo que visa a formação de diplomados adequados para a compreensão e resolução dos novos desafios que se colocam nesta área chave do desenvolvimento de um vasto trecho do nosso território em sinergia com novas tecnologias na agricultura, ambiente, produções agrícolas alternativas, bioenergias, gestão e valorização da biodiversidade e dos recursos naturais e endógenos, preservação e conservação dos ecossistemas, desenvolvimento sustentável, turismo de natureza, desportos radicais, o lazer e o bem-estar,…e exaltação dos sabores e aromas.

A licenciatura em Ecologia e Paisagismo tem por objectivo proporcionar aos estudantes a oportunidade de desenvolverem competências em, e de entusiasmo para, a aprendizagem das ciências da terra e da vida em contexto de gestão e valorização da paisagem e dos seus recursos naturais e endógenos, bem como no reconhecimento da importância e relevância do homem no território e na sociedade, quer à escala regional como ao nível global numa perspectiva de desenvolvimento rural pela recriação das tradições com saber e inovação em sintonia com o conceito de valorização da Paisagem.

Com toda esta conversa que até faz sentido, o que é que falta para que este curso possa singrar, já hoje. Falta muita coisa, que não se faz de um dia para o outro, e que não depende de um ou poucos. Falta mostrar trabalho que se está a fazer em prol da região, com alguns projectos comunitários como o AARC. Falta ligar as paisagens, nas suas variadas vertentes, ecológicas, culturais, literárias, sociais que engobam a terra e as suas gentes e que podem ser formas inteligentes de podermos promover as regiões e os seus saberes em estraeita articulação com o turismo. Falta interligar os sectores agrícola, florestal, zootécnico e até alimentar numa forma de produzir ecológica e ambientalmente sustentável. Falta saber darmos "conforto" técnico-científico aos alunos dos vários cursos, para desenvolverem projectos que promovam estes ideais como seja o caso dos "Biopellets". Falta também privilegiar contactos com algumas autarquias que defendam os principios aqui enunciados e que os saiba usar na sua própria promoção da terra, dos produtos endógenos, das empresas... Ainda há os nossos autores de eleição como o Aquilino Ribeiro que lê a paisagem com os cinco sentidos e que nos muito podia ajudar na promoção e divulgação deste curso. Vou lançar o repto ao Centro de Estudos aquilino Ribeiro."O verde inunda montes e vales como um mar bonançoso. E a vista a cada passo se rebalsa em largas manchas de amaranto (...) também usa o roixo, um roixo encarnado a fugir para azul, que é de um colorido desconcertador e raro. E não se fala no escarlate, nem no branco que cai das giestas, certa espécie de giestas esguedelhadas"7; "E, com o clarear, o mato tingia-se, vermelho, amarelo, roxo, consoante, que chegara a Primavera" .
Vou ainda inciar contactos para que a economia regional, que tem hoje uma voz activa a nível nacional, saiba promover, algum dinamismo dos alunos, ainda que tímida, mas conseguida, indicando programas de investimento ou de incentivo a que se possam candidatar. Estas são algumas das políticas possiveis que podemos pôr em prática.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Ninguém tem Tomates...!

Hoje, fui pela manhã à APPACDM, no âmbito da colaboração preciosa que nos têm proporcionado na sementeira e plantação dos cardos e que estou seguro que irá dar frutos para as duas instituições. A breve trecho iremos divulgar o campo experimental para conservação dos recursos genéticos do cardo na região da denominação de origem do queijo Serra da Estrela, que estamos a constituir em conjunto e com a colaboração da Ancose. Mas hoje quero falar dos tomates cereja, "coração de boi" e outros que existem por lá. Disse-me o responsável, o nosso aluno Eng. António Figueiredo, que ninguém quer os tomates da APPACDM, após o periodo das férias. Do alto desta tribuna, apelo a que possa existir uma colaboração entre a ESAV e a APPACDM, de modo a que a ESAV possa ajudar esta e outras instituições e empresas em fórmulas inovadoras de comercialização, com base na proximidade e na confiança de produtos agro-alimentares. Estou certo que ambas as instituições ganhariam e que poderia constituir um caso de sucesso. Começemos pelos tomates até para mostar a nossa força. Não se esqueçam de ter cuidado na forma de apresentação, privilegiem os produtos embalados em cestos de vime e acima de tudo com elevado grau de confiança entre o produtor e o consumidor, com a garantia da ESAV e da APPACDM.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Será que é preciso abrir a "pestana"...e ir a pé a "Fátima"

Depois do que hoje vivi na ESAV, não podia deixar de vir aqui, prestar um testemunho, apesar da inspiração não corresponder à transpiração. Este blogue tem estado "orfão", não por falta de inspiração, mas acima de tudo por falta de acreditar num futuro. As dificuldades têm por hábito "aguçar o engenho", mas o que temos assistido é a coberto das dificuldades, encobrem-se as aberrações e os energúmenos. Depois de no dia de ontem ter chamado à atenção de alguns alunos para a importância de cada qual sentir o peso da responsabilidade em cada situação, não podia ter tido melhor resposta ao repto. Não está em causa a acção realizada, mas o modo, o empenho e o espírito de entreajuda demonstrado. Num momento em que a crise cala e bloqueia as acções, e que muitos agradecem e engrandecem no marasmo, os meus alunos respodem com actos simples, meritórios e engrandecedores. A ESAV precisa de se reinventar, saber dar e receber dos alunos, incentivá-los a participar em projectos, a aprenderem fazendo, respodendo aos apelos dos alunos, porque no fundo a escola são os alunos e os alunos são a escola. Os docentes? ou colaboram ou são dispensáveis. Hoje participamos em três projectos (Proder, AARC e Poliempreende) com alunos a responderem de forma diversa. Não são todos brilhantes, mas se mostram empenho, esse sinal é vital, só nos resta encontrar a forma adequada para que cada um possa "levar a água ao moinho". A D. Fernanda foi a mentora para esta acção de hoje na limpeza das infestantes no campo do cardo, e todos obedeceram ao sinal. Por respeito aos "mayores" mas também por sentimento. Apesar de não ter chegado a pegar na enxada, não me coibi de ir jantar com esta equipa, na caixa aberta da "pick-up" da D. Fernanda, onde todos picamos um naco de frango e uma fatia de pão de ló com queijo da Serra, todos menos o Cláudio, porque não gosta destes hábitos beirões de misturar o acre e doce. Havias de comer bonbons de chocolate recheados com morcela, para veres o que e bom para a tosse! Lá por seres de Vila Viçosa julgas-te um herdeiro do trono. Vê lá é se bebes uns copos qu isso passa-te. Também bebemos o tinto da D. Fernanda e o branco do Carlos, ajustados ao momento e considerados os melhores, não porque não tivessemos mais, mas porque foram feitos por eles com todo o brilhantismo e saber. Souberam pela vida. Vou agora ajudar a equipa do Cristophe e dos "Biopellets", que levaram a ESAV à primeira página de jornal do centro. Temos obrigação como docentes que somos de responder a este apelo e a esta vontade imensa. Deixem os "ses" de lado e unam-se em volta de objectivos comuns, se quiserem, porque se o interesse dos alunos não motiva os docentes, é porque seguramente as vocações serão outras. O essencial está dito, sei que conto com estes alunos, porque eles também sabem que podem contar comigo,~não com facilidades mas com empenho e vontade. Se não tenho aparecido, poderia medrar o cardo mas não medrava o queijo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

(A)Venturas e (Des)Venturas de um dia Intenso na ESAV

Ontem, foi um daqueles dias em que senti orgulho em ser docente numa Escola Agrária. Começamos o dia com o Secretário de Estado da Florestas e do Desenvolvimento Rural e o Director Geral da Agricultura do Centro, estivemos com alunos, funcionários da Quinta da Alagoa, colegas docentes e acabamos com a Gestora do Proder. Com todos tivemos que adaptar a conversa, dos mais ilustres ao mais humildes todos nos merecem o respeito e a todos temos que servir de exemplo, muito em especial para com os nossos alunos e para com os funcionários. Não podemos pedir nada a ninguém se não dermos o exemplo, fazendo e mostrando como se deve fazer e que se pode fazer. Acabamos o dia de ontem a plantar o já famoso campo de cardo que foi motivo de conversa ao longo de todo o dia. De manhã com o Director Regional, agradecendo o seu contributo com os seus esclarecimentos para que o Presidente do IPV o pudesse assinar, sem reservas. Também registei o seu espanto, quando há umas semanas percebeu que o projecto tinha sido cortado em mais de 70%. Falta de habilidade política para conseguirmos mais algum apoio ou mera falta de apoio técnico? Foi também tema na sessão de esclarecimento da Dr.ª Gabriela Ventura e com a qual me comprometi a fazer o melhor que sei e que posso, porque conto com uma equipa fantástica, liderada pela Dona Fernanda, mas que todos e cada um no seu papel o fizeram bem feito, ontem e hoje, porque a "jorna" acabou já a manhã ia alta. Agora avança a parte mais técnica com a instalação do sistema de rega com a ajuda do José Carlos da Hortirelva, que também é aluno, e com o qual tenho o prazer de também aprender. Não posso esquecer o trabalho notável de "engorda" dos cardos em estufa realizada na APPACDM liderado pelo José Figueiredo e com todos os seus alunos que foram "fantásticos", quase fazendo lembrar o Futre, como "Fantásticos" foram todos os que de uma forma mais ou menos directa contribuiram para o conclusão desta, que foi apenas a primeira fase.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Projectar o Desenvolvimento Rural - PRODER


pucpr.edu
O Proder nos últimos dias tem andado nas bocas do mundo. Por razões várias. Ainda hoje fomos contactados por responsáveis do Proder para ver se os projectos estão a decorrer com normalidade. Registei a preocupação e tomei nota. Curiosamente, avancei ontem, com a sugestão de que seria boa ideia convidar alguém do Proder, no dia da ESAV, com responsabilidade para nos falar desta ferramenta para o real desenvolvimento do espaço rural. Mas esse convite já havia sido feito a uma pessoa que se revela extraordinariamente dinâmica e com espírito inovador e empreendedor. Vamos estar atentos à sua lição de sapiência.

Em primeiro lugar, em tudo o que se faz devemos ter atenção à imagem e à forma de divulgação. Não precisamos inventar nada, mas apenas seguir as tendências. É óbvio que se quisermos arriscar, podemos colher frutos mais rapidamente, mas o risco é maior. Aliás, a natureza e o ambiente dão-nos lições de estratégias de marketing, uso de cores e formas para atingirmos os nosso objectivos. Esta é uma das áreas em que em conjunto com o Design da ESEV poderiamos estabelecer relações privilegiadas e partilhar projectos interessantes, para além dos das Capas do IPV. Numa crónica última, referi que, as áreas da saúde, turismo, ambiente, agro-florestal, deveriam ser "sinergidas", e no caso patente todas elas estão inseridas no IPV, mas neste particular ainda estamos nos "antipodas", daqueles que vão a frente e a curto-médio prazo não se prevê que haja um ambiente fecundo para o desenvolvimento de projectos inovadores.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

APPLE by ICORK and by Esmolfe


Assistimos este fim-de-semana a dois produtos Portugueses/campanhas de Marketing, que revelam o quão o espírito de inovação está longe de ter atingido os seus limites. A capa de Cortiça (Cork) para o IPAD constitui uma combinação perfeita para a valorização da tecnologia com a mão da natureza e a inspiração do homem. Em jeito de à parte também nós tinhamos na região empresas que permitiam inspiração para levar a cabo exemplos deste, como era o caso do Moinho da Carvalha Gorda e a possível associação com a inovação de Elvira Fortunato e os seus colaboradores. Não vou mais longe nesta associação por... respeito aos verdadeiros mentores do Moinho!
A outra campanha foi a Portugal Fresh, para promoção dos frutos, legumes e flores Portugueses em destaque numa feira na Alemanha (Berlim), o que denota a margem de progessão da agricultura nacional, com especial ênfase para a área da fruticultura, onde a maçã Bravo com denominação geográfica de Esmolfe foi vedeta. Ouvimos falar na valorização dos sabores antigos da fruta, o que não se falou foi no trabalho fantástico que tem sido desenvolvido pela Estação Agrária de Viseu na valorização desta variedade, coordenada pela Eng. Arminda em que alguns alunos da ESAV também colaboraram e na limitação imposta pelo Proder na beneficiação das câmaras frigoríficas que não permitirá armazenar a fruta em condições ideais para avaliar o evoluir da qualidade maçã com o armazenamento.
Em jeito de conclusão o vídeo de promoção do Kcork para o IPAD foi realizado em cima de uma maçã para mostrar as suas potencialidades o que denota alguma graça pela sinergia do elemento APPLE e gostaria de deixar também uma mensagem para o Da.vide, que pode pensar em fazer algo em cork...daquelas coisas que costuma fazer!

sábado, 24 de abril de 2010

Já tenho saudades dos alunos

Alguns alunos já não os vejo há uma série de tempo. Será razão para quando regressarem soltar a expressão. Ai como vocês cresceram! Seria normal dizer que é uma sorte não estar com eles há tanto tempo, mas sinceramente sinto falta de alguma adrenalina das aulas especialmente com os alunos mais maduros, provindo do mundo real das empresas ligadas ao sector Agro-florestal, Jardinagem e Paisagismo. E durante este tempo todo tem sido só descansar? Normalmente nestes vazios aproveita-se para reatar contactos com a indústria, outras instituições de ensino superior, politécnico e universitário, edilidades e outros, para procurarmos novos projectos e parcerias. Os resultados estão prestes a começar a sair. O primeiro é o Biomater um projecto interreg onde o IPV, é parceiro das Universidades de Coimbra e Salamanca. Um eixo que sempre defendi e que deve ser exponenciado. O segundo tem a ver com a Indústria do Algarve para vermos que a ESAV tem que ter dimensão nacional. Um terceiro um projecto PRODER, que junta as Instituições de ensino superior da cidade e grandes centros de referência nacionais, designadamente o Biocant e o Centro de Neurociências. Vamos dando conta do evoluir dos projectos e necessitaremos de colaboradores que iremos recrutar entre os melhores.