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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Visions... of the Éden!

Esta crónica devia ser escrita em Inglês para que as nossas alunas Erasmus da West Pomeranian University of Technology of Szczecin da Polónia, Malgorzata, Suzanna e Paulina a percebam. Terei o cuidado de lhes enviar a tradução. Como director do Curso de Ecologia e Paisagismo da ESAV, vou aproveitar este ensejo para lhes resumir uma história de sucesso, como tantas outras que a ESAV tem tido nestes últimos meses e anos. Aliás, enquanto estou a escrever estas linhas, estou a trocar mails com uma responsável da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, que enalteceu o brilhantismo do trabalho realizado por uma aluna do curso de Eng. Florestal, (do qual também sou Director não faço mais nada se não dirigir) a Sarah Ferreira, bem como aos orientadores, enfim à ESAV. Não temos só "Sarahs", mas temos outras "Sarahs" e outras e outros que não o sejam, teremos que fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que o possam ser. Agora, não me convidem para "padrinho", porque já tenho uma boa dúzia deles, e as "amêndoas da páscoa" estão caras, para além de que, há por cá muitos docentes e com valor, peçam-lhes também a eles. Mas a história que ia contar tem a ver com um outro brilhante trabalho de requalificação do espaço da barragem da Quinta da Alagoa, onde se situa a ESAV em Viseu. Este espaço será alvo, a breve trecho, de um amplo projecto urbanístico, incluido no novo PDM da cidade. A autarquia, no que toca à parte técnica, teve o cuidado de falar connosco para minimizarmos os riscos. Nesse sentido lançamos uma contraproposta de valorização desta zona. Cabia ao IPV saber "jogar" politicamente, o que nós fizemos tecnicamente. E depois a autarquia no âmbito do negócio imobiliário, saber incluir esta valorização de um novo espaço de ususfruto da cidade e que poderia constituir um "case study" a nivel nacional, de como um espaço de "reserva urbana" ajudaria a valorizar um projecto urbanistico envolvente. O título do próprio projecto imobiliário poderia ser "Visions of the Éden!". Temos que reinventar as formas de acessibilidade e de acomodação e neste particular Viseu podia dar o exemplo. Acresce o facto da ESAV (Environmental SustainAbility Vision)  localizar-se num território fértil na interface entre a Urbanidade e a Ruralidade, permitindo usufruir do melhor dos dois mundos, devendo combinar Conhecimento, Ciência, Inovação, Beleza, Lazer, Cultura e Desporto, numa visão de sermos capazes de usufruir do ambiente de um modo sustentável. A proximidade física ao projecto poderia constituir-se como um trunfo para a prossecução e valorização criando um sentimento de partilha e usufruto do espaço em prol da sociedade e da cidade. Cabe na cabeça de alguém que a ESAV, continue a pagar uma renda por um espaço, que a autarquia considera de extrema importância para o equilibrio ecológico da cidade de Viseu e do qual os dirigentes da ESAV não conseguem tirar qualquer benefício. Não teria sido preferível ter-se incluido no projecto imobiliário uma compensação para que a ESAV/IPV em vez de pagar uma renda, possa fazer investimento num centro de interpretação e noutras infra-estruturas e disponibilizar o espaço à cidade, nas suas mais variadas vocações. Quem ganharia com isso? a autarquia, a ESAV, o IPV, a confraria do Lar de Santo António? Não! Ganhariamos todos sem excepção e acima de tudo a cidade de Viseu. Mas como diz aquele provérbio político ... "Santos da casa não fazem milagres!". este vídeo ilustra em base real, um projecto que inclui um centro de interpretação, um anfiteatro, um reserva de paúl, espaços de bird watching e ... eu vou-lhes contando aos poucos... para não vos espantar! A semana passada esteve em Viseu a Embaixatriz da Polónia em Portugal. Alguém falou à Ex.ª Sr.ª Embaixatriz do brilhantismo desta relação entre Polacos e Portugueses, fruto do programa Erasmus, que permitiu a realização deste projecto? Não! Eu... estava em França!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Que triste Sina a nossa...! Ter as mãos dormentes!


biscuitar.wordpress.com
"A quirologia baseia-se na interpretação de toda uma série de sinais contidos em ambas as mãos, com o objetivo de adquirir conhecimento sobre a pessoa. É baseada numa série de características arbitrariamente relacionadas como as linhas, formato e protuberâncias das mãos, não baseada nem corroborada por pesquisas científicas comprovatórias. A leitura das mãos tem de ser feita como um todo, por esta razão é necessária uma interpretação tendo em conta as relações entre as linhas e sinais. Do grego quiro = mão e logia = estudo, ou seja, o estudo ou conhecimento adquirido através das mãos. Na quirologia a linha de pensamento é o estudo, e não a intuição. A mão esquerda representaria o nosso potencial e a mão direita o rumo que a nossa vida está a seguir (nos canhotos os papéis das mãos invertem-se). As linhas e forma da mão podem alterar-se ao longo da nossa vida. A relação entre as linhas da nossa mão e o nosso destino não é unilateral. Pelas nossas acções e vontade podemos modificar as nossas linhas. Mas as nossas linhas influenciariam a nossa vida, acções e vontade.Um bom exemplo disso será a nossa saúde. Potencialmente podemos possuir bastante vitalidade e saúde, mas pelas nossas más acções e maus hábitos podemos danificar essa mesma saúde. Alguém que em potencial possua problemas de saúde, pode modificar a sua sina através de hábitos mais correctos, hábitos conscientes para melhorar essa mesma saúde. Em última análise, podemos dizer que o nosso destino está nas nossas mãos. E estas antevêm o nosso destino com base nas nossas acções e potencial presente."
Vem isto a propósito, de como poderemos perspectivar o futuro de uma pessoa ou de uma instituição, com base nas linhas de um projecto ou de um PDM. Parece que está tudo mais interessado em tirar alguém da cadeira, seja de um simples Presidente da ESAV ou de um Presidente de uma autarquia, mas parece que não têm interesse, vocação ou astúcia para pensarem o futuro... preferindo deixar correr as coisas ao sabor do vento, do facebook e deitarem-se a adivinhar. (Tenham cuidado com o fazer cair as pessoas da cadeira, faz-me recordar o passado). Deixe cada um de olhar para o seu umbigo, desporto no qual alguns são exímios praticantes, e olhem mais para cima...mas não por cima do ombro! A Autarquia considera que o espaço da Quinta da Alagoa, é de primordial importância para a preservação e valorização da cintura verde ecológica da cidade. Eu digo ainda mais! poderia ser um espaço único na cidade e quiçá na região e no País. Mas não tem que ser à custa da ESAV. A ESAV deveria saber fazer ver, o bem que faz à cidade, mantendo este espaço, e por isso deveria ser ressarcida desse facto. Mas não! Por inépcia, e até ignorância não consegue fazer ver os seus direitos...mas também os seus deveres para com a cidade e aí passar a ser tratada de uma outra maneira, como par que deve ser, e não como uma mera "meretriz". Vamos arregaçar as mangas e mexer as mãos...senão ficamos com as mãos dormentes e isso pode ser um sintoma de uma doença grave incapacitante!