O Eng. José Manuel continua, de forma incansável, a colaborar com a ADDLAP no âmbito do projeto AARC, a divulgar a valorização do rio Vouga enquanto habitat vital para todo este território e para uma larga fatia dos jovens da região. Hoje, foi em Vouzela, amanhã será em Oliveira de Frades. Este é aquele trabalho silencioso, que é importante mas que só dará frutos daqui a alguns anos. O projeto AARC, a ADDLAP e a ESAV devem-lhe um agradecimento imenso. A mim cabe-me pedir desculpa por não estar a colaborar de forma tão activa neste fase.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Introduzir o termo Eco-Gastronomia
Podemos definir a Eco-gastronomia como o tipo de alimentação que preserva a nossa saúde e a do planeta. De facto, uma das áreas do consumo que mais impactos causa é precisamente a alimentação, devido às más práticas agrícolas, ao consumo de alimentos transportados de longas distâncias, aos erros alimentares, …
É preciso ainda não esquecer as questões sociais e económicas. Com a industrialização da agricultura não só se perderam variedades agrícolas cultivadas, raças de animais, mas também agricultores e camponeses. Sem uma perspectiva de futuro na agricultura de pequena escala assiste-se ao êxodo para as cidades com todos as consequências associadas.
São condições e elementos fundamentais da Eco-gastronomia:
- Dieta equilibrada: recuperando hábitos alimentares tradicionais ou optando por um regime ovo-lacto-vegetariano ou vegano
- Alimentos locais, da época, de variedades tradicionais, artesanais, silvestres
- Alimentos produzidos em modo biológico ou biodinâmico.
- Alimentos avulso
- Mercados de proximidade produtor – consumidor (venda directa na exploração, mercados de produtores, etc)
- Rejeitar os alimentos transgénicos, alimentos refinados e processados industrialmente
Ao falarmos de Eco-gastronomia merece menção especial o Movimento Slow Food (“Comida Lenta”, em português). Esta organização foi fundada em 1986, na região italiana da Toscânia na sequência dos protestos populares contra a instalação de um restaurante da cadeia multi-nacional McDonald‘s, na Piazza di Spagna, em Roma, um dos locais mais emblemáticos da capital italiana, e constituiu-se formalmente numa associação internacional sem fins lucrativos em 1989.
«Em nome da produtividade, a “fast life” alterou a nossa forma de viver e ameaçou o nosso meio ambiente. A nossa defesa deve começar à mesa com o Slow Food. Vamos redescobrir os aromas e sabores da cozinha regional e banir os efeitos degradantes do “fast food”, pode ler-se no manifesto do Slow Food International, subscrito por delegados de 15 países, em Novembro de 1989, ou seja surgiu para promover o prazer da alimentação e as culturas gastronómicas regionais (começando desde logo pelo cuidado com a sua preparação) e para protege-las da padronização causada pela produção alimentar industrial.
Visto que a gastronomia está intimamente ligada à agricultura, ao ambiente e à saúde das comunidades, o passo seguinte natural para o Slow Food foi o de incluir nos seus objectivos o apoio aos produtores de pequena escala, segundo um modelo sustentável e local, pois somos Co-produtores e não simples consumidores, uma vez que tendo informação sobre como nosso alimento é produzido e apoiando efectivamente os produtores, tornamo-nos parceiros no processo de produção.
Em resumo o Movimento Slow Food é um verdadeiro projecto cultural global, que defende que os alimentos que sejam bons (saborosos, frescos, sazonais, capazes de estimular e satisfazer os sentidos), limpos (produzidos sem exigir demasiado dos recursos da Terra, dos seus ecossistemas e do meio ambiente e sem prejudicar a saúde humana) e justos (respeito pela justiça social, promovendo o pagamento e condições justos para todos os envolvidos, desde a produção até à comercialização e consumo).
“É inútil forçar os ritmos da vida. A arte de viver consiste em aprender a dar o devido tempo às coisas.” Carlo Petrini, fundador do Slow Food
Toda esta informação foi retirada de http://mpica.info/category/eco-gastronomia/ do Movimento Pró-informação para a cidadania e ambiente para introduzir o cocneito. Em breve daremos o nosso contributo para evoluir o conceito e definiremos o nosso papel como instituição que deve promover a causa e como adaptar à nossa realidade.
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
O artista cria...a obra nasce...e o reconhecimento surgirá...um dia...talvez!
Esta é seguramente a primeira vez que um campo de recursos genéticos é obra de uma instalação artística. Só que fosse por isso o Mariano já fez história. Mas esta "rede" significa muito mais. Em breve teremos que voltar ao trabalho de caracterização morfológica do cardo. Este segundo ano de estudo é de vital importância para a prossecução deste projeto no qual acreditamos embora o caminho esteja apenas no inicio.
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O IPV no "Centro" das Atenções!
As próximas semanas devem ser bem utilizadas pelo IPV para se dar a conhecer e não fazer apenas propaganda. É óbvio que saber usar e fazer publicidade é fundamental. Nas próximas duas edições do expresso o IPV deve fazer sair publicidade e noticias com relevo nacional. Já agora de uma forma inovadora e com fotos originais. Dar a conhecer projetos em curso e a dinâmica das suas unidades orgânicas. Por coincidência sairá o guia do estudante e decorrerá a conferência sobre educação na cidade de Viseu. São meras coincidências, frutos de um trabalho bem pensado, seja o que for é um momento de "ouro" que deve ser aproveitado da melhor forma e mais inteligente possível. Veremos como todo este processo será conduzido para percebermos se tudo isto foi pensado ou obra do acaso. Espero que o IPV saia vencedor e saiba tirar dividendos de todas estas ações, aproveitando o "empurrão" para dinamizar e projetar toda uma instituição. Já agora o ESAV pensou nalguma ação, falou com o presidente do IPV em relação a tudo isto. Acredito bem que sim, só que não dizem a ninguém...é segredo!
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