Temos que aprender com os nossos erros, não colocar os ovos todos no mesmo cesto e não gastar "cartuchos" desnecessariamente, sob meio de hipotecar iniciativas futuras, pois sabemos que as coisas se vão fazendo, são à custa do esforço e dedicação de muitas gente, alunos, docentes e funcionários inclusivie, e que se não tirarmos daí quaisquer dividendos, os proventos não justificam o esforço e o envolvimento. Todos conhecemos os ímpetos do jovens, e então dos nossos, que são de louvar, mas temos que ser mais disciplinados e não deixar ao livre arbítrio, o sucesso ou o insucesso das coisas. Podemos reduzir, de forma significativa, os graus de liberdade e a probabilidade de não termos o sucesso pretendido. Isto serve para alunos, mas também para docentes. O que se nota é que pouca gente confia em muita gente. Ou melhor dizendo! por cá, cada um confia só em si mesmo. Alguém tem que dar um passo em frente e suscitar esta confiança de forma transparente e aberta. Ouço docentes a dizerem que não se envolvem com as actividades dos alunos. Uma atitude perfeitamente admissível e compreensível, com as suas vantagens e o seu revés. Há outros, que tentam servir de "goma" que aglomere interesses e anseios, entre uns e outros, com prejuízo de ainda outros. E há ainda muito mais! Todos agindo de modo diverso, podem desempenhar os seus papéis sem hipotecar as suas condutas ou desvirtuar os seus modos de agir e pensar. Mas alguém terá que coordenar uma equipa tão dispar. Isto não é um sermão, eu não tenho, nem pretendo ter a imaginação, habilidade oratória e poder satírico do Padre António Vieira, nem nós somos peixes (o roncador, o pegador, o voador e o polvo), tratam-se apenas de meia dúzia de linhas numa lógica de "picar" como o ouriço, para usufruirmos do prazer do seu fruto!
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Mudou a gerência...é agora ou nunca!
Ontem, assisti à conversa entre alunas, acerca de alimentos e condimentos que podem ser considerados como alimentos funcionais e eu acrescento nutracêuticos. O exemplo era o açafrão (Crocus sativus L.) aprendido numa aula, suponho de Biotecnologia da Prof. Maria João Lima, que tem um papel de relevo no combate à doença de Alzheimer, com especial incidência em populações da Índia onde é usado como muita frequência e que reduz drasticamente a incidência da doença. Curiosamente, os seus pais haviam escutado numa série do Doctor House, o mesmo assunto e a mesma explicação. Por um lado, revela que debatemos nas aulas, pelo menos alguns, temas extraordinariamente actuais, e por outro lado, que na verdade nós somos aquilo que comemos. Esta conversa vai dar ao nosso laboratório de excelência, que é a nossa cantina, e onde muitos destes assuntos podem ser debatidos e degustados. Era interessante ligar a ciência com a gastronomia num ambiente informal. Quiça juntando a gastronomia molecular, mas aí a minha colega Helena Esteves Correia pode dar uma "palavrinha". O curso de Eng. Alimentar poderia ter um papel mais interventivo, no papel nutricional e funcional da ementa, por vocação e por capacidade científica. Ao que parece mudou a gerência da cantina e poderia ser o momento certo para iniciar esta colaboração mais estreita, e para isso alguém tem que dar o primeiro passo. Acredito que da parte da D. Teresa e da D. Cila houvesse vontade e colaboração. Em breve vamos fazer o teste, com o Jantar micológico que...se avizinha!
sábado, 15 de outubro de 2011
BRAVO!...a ESAV parece que está Viva!
Ontem foi mais um dia... e que dia, na ESAV. Toda a gente irritada, a trabalhar e bem. Olhem, se estivesse contentes? D. Cila a descascar maçã bravo de esmolfe, também é só para o que dá. O Presidente a fazer doce de maçã, parece que não tem coisas importantes para fazer. Filmagens durante todo o dia, com actores também "irritados", é só ver o Courela. Parece o Chapitô. Mas entretanto de manhã já havia sido publicado no Diário de Viseu, que a ESAV estava a monitorizar o rio Pavia. Um presente "envenenado". Estamos a monitorizar mas não somos os responsáveis pelos focos de infestação. Contudo, sairá muito em breve, um relatório completo de todo este processo durante o corrente ano, que nos ajudará a nós e à autarquia perceber a dinâmica que decorre no rio Pavia. Já não falando dos CETs, das tarjas e de toda a agitação que se vive. Agora vou comer o docinho de Maçã ao meu pequeno almoço. A todos os que tornaram possivel o dia de ontem, desde os apanhadores de maçã até à D. Cila e D. Teresa, passando por quem autorizou tudo isto...BRAVO! Esmolfe Sweet Amazing Viseu. Parece que na segunda-feira há novidades! "Une bonne semaine...Au revoir!"
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