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quinta-feira, 1 de março de 2012

Estes 23 ...contam, e são os nossos "mayores"!


Hoje, tivemos 23 candidatos, aos maiores de 23 anos, nos cursos em curso na ESAV, designadamente de Ecologia e Paisagismo, Eng. Agronómica, Eng. Alimentar, Eng. Zootécnica e Enfermagem Veterinária. Acompanho este processo há já vários anos e afirmo que este ano deu-me um prazer imenso ter sido o presidente de júri, num dia tão produtivo de entrevistas a candidatos que, seguramente, entrando, nos irão orgulhar de os podermos ensinar e eles irão obrigar-nos a sermos ainda melhores. Temos empresários agrícolas, filósofos, engenheiros civis, professores, das mais diversas origens geográficas, da região é claro com predominância de Seia, da Madeira, do Brasil, de Moçambique. Têm, quase todos, mais do que o 12º ano, sabem o que custa a agricultura, sabem que não é o el dourado, mas que com o querer e a "labuta" que conhecem e sabem o que custa, querem dar a volta ao texto. Normalmente, este dia de entrevistas é tido como uma dia "chato". Olhem que vos digo, de forma sentida, eu e os meus colegas de júri, tivemos o maior dos prazeres em termos assistido a um dia de entrevistas brilhantes, muitas, e tido a sorte de termos estes candidatos. Esperamos poder corresponder às suas expectativas, legítimas. Estou seguro que a ESAV tudo fará para que esse desígnio seja atingido. Nós sabemos que não têm o tempo todo do mundo, mas temos que ser inteligentes para lhes darmos aquilo que eles precisam, porque precisam de começar a por em prática os conhecimentos antes de concluirem os cursos, e esse é o grande desafio. Mantê-los motivados, sentirem-se produtivos e ajudarmos a porém em marcha os seus projectos agrícolas e de vida. Um obrigado a todos, candidatos e elementos de júri.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mudou a gerência...é agora ou nunca!


Ontem, assisti à conversa entre alunas, acerca de alimentos e condimentos que podem ser considerados como alimentos funcionais e eu acrescento nutracêuticos. O exemplo era o açafrão (Crocus sativus L.) aprendido numa aula, suponho de Biotecnologia da Prof. Maria João Lima, que tem um papel de relevo no combate à doença de Alzheimer, com especial incidência em populações da Índia onde é usado como muita frequência e que reduz drasticamente a incidência da doença. Curiosamente, os seus pais haviam escutado numa série do Doctor House, o mesmo assunto e a mesma explicação. Por um lado, revela que debatemos nas aulas, pelo menos alguns, temas extraordinariamente actuais, e por outro lado, que na verdade nós somos aquilo que comemos. Esta conversa vai dar ao nosso laboratório de excelência, que é a nossa cantina, e onde muitos destes assuntos podem ser debatidos e degustados. Era interessante ligar a ciência com a gastronomia num ambiente informal. Quiça juntando a gastronomia molecular, mas aí a minha colega Helena Esteves Correia pode dar uma "palavrinha". O curso de Eng. Alimentar poderia ter um papel mais interventivo, no papel nutricional e funcional da ementa, por vocação e por capacidade científica. Ao que parece mudou a gerência da cantina e poderia ser o momento certo para iniciar esta colaboração mais estreita, e para isso alguém tem que dar o primeiro passo. Acredito que da parte da D. Teresa e da D. Cila houvesse vontade e colaboração. Em breve vamos fazer o teste, com o Jantar micológico que...se avizinha!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

E agora? Quando acaba a 3ª fase?


Numa Escola a sério seria realizado um "forcing" para esta, que é a última oportunidade. Elaborada uma análise profunda e pormenorizada, estabelecida uma estratégia e contactar com outras escolas do IPV para perceber alguns resultados, surpreendentes. O que foi feito nos cursos de Educação Social em que se candidataram 43 alunos nesta segunda fase. Em publicidade e relações públicas, 34. Ou vi mal e seria "relações púbicas"? É preciso estudar estes e outros casos de sucesso para definirmos urgentemente uma estratégia, com ou sem a colaboração da Presidência. Os cursos de Eng. Agronómica em termos gerais portaram-se bem a nível nacional. Os de Eng. Alimentar mal , mas há excepções. Tentar saber o porquê? E as estratégias para pressionar os alunos "sobrantes". Saber quem são, quais as expectativas e ir ao encontro deles e dos seus anseios. Já não falo em fazer campanhas agressivas de descontos nas propinas e outras, mas já que o investimento está feito. "Se não ficar satisfeito devolvemos o seu dinheiro!". Primeiro que tudo, temos que acarinhar os que cá estão e desenvolver uma campanha a sério de marketing, com estes que cá estão para atingir os outros. Em Ecologia e Paisagismo vamos tentar sabendo que, este e cursos similares, se portaram mal em universidades e politécnicos, tal como os cursos de florestal. E que não são abertas vagas nas universidades privadas. Vá-se lá saber porquê? Falta de iniciativa e capacidade dos directores de cursos. Eu por mim aceito a crítica. Vamos lá fazer um "forcing", conto com os meus alunos para o desafio. Fazer um spot publiciário e uma estratégia de divulgação com a colaboração dos serviços centrais para ter efeitos a curto prazo...nesta terceira fase.