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quarta-feira, 19 de março de 2014

Todos são bem-vindos a este blogue....agora é a ESE


É bom que todas as Escolas do IPV estejam a aderir à campanha lançada pelo IPV. É sinal que o espírito de partilha é comum em prol de uma instituição que se quer cada vez mais forte e dinâmica como o IPV. 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

ESEV...está de parabéns obteve certificado Eco-Escola e... nós?


... e nós temos que aprender com eles e saber como é que nos podemos candidatar, porque teríamos todo o interesse em obtermos também esse galardão. Os meus sinceros parabéns à ESEV, pela astúcia e pelo mérito. Seria bom estabelecermos contacto com a presidência da ESEV para saber como procederam para este sucesso. A propósito de méritos, o Eng. António Pinto falou com o Eng. José Paulo do pólo de Lamego que se doutorou em bioinformática no Biocant e que bom seria promovermos uma colaboração nesta área. Foi preciso irmos à Escola Alves Martins para sabermos o que é que os nossos colegas fazem. Em breve retomaremos este assunto porque temos que estabelecer e aprofundar esta colaboração. Ontem tive a reunião com a a nossa ex-aluna Sara Lopes que está a trabalhar nas aldeias ribeirinhas do Alqueva e que faz parte de um grupo de 15 licenciados que estão a trabalhar no projeto e que foi eleita num universo de mais de seiscentos candidatos...é obra! Agora tem que trabalhar para provar o mérito. Estamos cá para ajudar no que for preciso para o seu sucesso e do projeto.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Projectar o Desenvolvimento Rural - PRODER


pucpr.edu
O Proder nos últimos dias tem andado nas bocas do mundo. Por razões várias. Ainda hoje fomos contactados por responsáveis do Proder para ver se os projectos estão a decorrer com normalidade. Registei a preocupação e tomei nota. Curiosamente, avancei ontem, com a sugestão de que seria boa ideia convidar alguém do Proder, no dia da ESAV, com responsabilidade para nos falar desta ferramenta para o real desenvolvimento do espaço rural. Mas esse convite já havia sido feito a uma pessoa que se revela extraordinariamente dinâmica e com espírito inovador e empreendedor. Vamos estar atentos à sua lição de sapiência.

Em primeiro lugar, em tudo o que se faz devemos ter atenção à imagem e à forma de divulgação. Não precisamos inventar nada, mas apenas seguir as tendências. É óbvio que se quisermos arriscar, podemos colher frutos mais rapidamente, mas o risco é maior. Aliás, a natureza e o ambiente dão-nos lições de estratégias de marketing, uso de cores e formas para atingirmos os nosso objectivos. Esta é uma das áreas em que em conjunto com o Design da ESEV poderiamos estabelecer relações privilegiadas e partilhar projectos interessantes, para além dos das Capas do IPV. Numa crónica última, referi que, as áreas da saúde, turismo, ambiente, agro-florestal, deveriam ser "sinergidas", e no caso patente todas elas estão inseridas no IPV, mas neste particular ainda estamos nos "antipodas", daqueles que vão a frente e a curto-médio prazo não se prevê que haja um ambiente fecundo para o desenvolvimento de projectos inovadores.

domingo, 27 de março de 2011

O Potencial Humano da ESAV...é "enormous"!



Não tenhamos quaisquer dúvidas que, a ESAV possui um enorme potencial em recursos humanos, atendendo a que é uma instituição nova, e não estamos a falar apenas de docentes...também incluimos os alunos. Fruto da sua iniciativa, estes permitiram angariar um conjunto de protocolos com Cãmaras, designadamente Mangualde, Santa Comba Dão, Viseu, empresas das quais destacamos a hortitrelva e muitos mais vêm a caminho. Sou apologista de fazermos protocolos com objectivos definidos e é exactamente isso que se está a passar. Não nos podemos esquecer que eles terão algumas limitações e, nós os docentes também, mas uma vontade hercúlea pode e tem que nos servir de mote para sermos competentes em conjunto. Este ano juntou-se um grupo de três alunas de Erasmus provindas da Polónia, a Malgorzata, Paulina e Suzanna. Está a revelar-se uma verdadeira prova dos nove para o curso de Ecologia e Paisagismo, e colocamos a fasquia bem alta. Fazer um projecto de requalificação da Lagoa das Garças e do espaço adjacente, que culminará numa proposta a entregar à autarquia de modo a sensabilizar os responsáveis para a verdadeira potencialidade e unicidade daquele espaço. Para este designio contamos com os docentes e alunos da ESAV, a autarquia, empresas como a Hortirelva, consultores como o Eng. Miguel Tiersonnier, associações, ... e todos aqueles que se quiserem juntar. No desafio está incluido o desenvolvimento de um edificio que terá que se integrar na paisagem de uma forma natural e tentarmos unir e combinar a vertente lúdica com a da preservação da natureza. Este é um sonho que alimento há varios anos e que parecem estar reunidas as condições para levar por diante uma discussão pública e um debate de ideias, antes que esteja tudo decidido. A propósito do programa Erasmus, registo que é possivel uma situação que defendo há muito. As alunas poderem inscrever-se em unidades curriculares de outras Escolas do IPV. Porque não incentivar esta modalidade para os nossos alunos. Permitiria também os docentes das diferentes Escolas conhecerem-se melhor e reconhecerem qualidades nos seus pares e poderem desenvolver projectos mais abrangentes.

domingo, 6 de março de 2011

As Universidades em Portugal...e já agora os Institutos Politécnicos...

A Prof. Maria Filomena Rosa escreveu um artigo no expresso este fim-de-semana acerca das vocações das Universidades e dos alunos. A falta de mobilização dos docentes em gerarem discussões científicas partilhadas entre si e até com os alunos, em seminários ou até de forma informal nos bares das Instituições, constitui um dos grandes óbices à partilha do conhecimento no local de excelência para o efeito. As Instituições de Ensino Superior. Haverá desculpas para todos os gostos, ou mesmo justificações devidamente fundamentadas. Uns docentes por excesso de trabalho e pouco tempo, outros por falta de vocação para o ensino e para a transmissão de conhecimento. Todos teremos as nossas limitações na forma de transmissão do saber ou na forma de adequar aos tempos de hoje, e às limitações ou "virtudes" dos alunos de hoje. Tem que existir uma maior partilha porque muitos dos docentes do Ensino Superior não tiveram qualquer componente pedagógica. E aqui um colaboração inter-escolas do IPV poderia ainda ser mas benéfica, na qual a ESEducação poderia desempenhar um papel importante na questão da pedagogia ou pelo menos no despoletar desta discussão. Na ESAV, pensei que o Conselho Técnico Científico poderia desenvolver um plano de seminários apresentados por docentes, ex-alunos, empreendedores na vida real... Cedo verifiquei que esta ideia não seria bem acarinhada e até compreendida. Esta semana decidi propor a três alunas Polacas de Erasmus do curso de Ecologia e Paisagismo (Suzana, Paulina e Malgozata), que fizessem apresentações sobre os temas dos respectivos diplomas que irão apresentar em Setembronpara concluirem o curso na Universidade na Polónia. E decidi convidar empresários e técnicos da área da arquitectura paisagista e do paisagismo, por forma e podermos ensinar e aprender com outros sistemas de ensino, neste caso do Leste. Espero poder contar com a presença dos nossos alunos e docentes, para que isto não continue a ser só carnaval. A propósito as apresentações são na quarta-feira, 9 de Março pelas 17 h. Os temas versam "Spatial Planning", "Restoring Public Parks" and "Bulk Plants".
A crónica do expresso versa outras temáticas, uma das quais o facto de ser um computador a seleccionar a entrada dos candidatos na Universidade. A semana que passou, pertenci ao júri dos maiores de 23 anos e percebemos a importância que uma entrevista pode ter na selecção dos candidatos para um número limitado de vagas e podermos "tentar" escolher os melhores. Um último tema tem a ver com a falta de visão estratégica das Instituições na valorização dos seus recursos materiais, sejam eles quais forem, edifícios, quintas, equipamentos científicos, laboratórios, autocarros,...
Subscrevo na íntegra a opinião manifestada pela Maria Filomena Mónica na sua crónica ao expresso.

domingo, 9 de maio de 2010

GII... What a shot!


O ténis tem destas coisas. Quando pensei nesta crónica iamos no terceiro set embalados para a vitória do Frederico Gil. E as coisas inverteram-se quando muitos, como eu, acreditavamos que esta era a primeira vez que um português is à final do Estoril Open e fazer como o Mourinho. As finais não são apenas para jogar...são para ganhar! Houve um sinal que, foi a segunda vez que assisti neste open e marcou uma viragem clara no decorrer do jogo. O Frederico quando estava por cima aplaudiu um "passing shot" à linha do Alberto Montañes. A outra vez foi o Alemão que jogou com o Frederico na primeira ronda, em que uma bola considerada fora pelo árbitro o Alemão a deu como boa. Uma atitude louvável e desportivamente correcta. O que têm em comum estas situações. Quando estamos na "mó de cima" e baixamos a guarda, perdemos capacidade de concentração e se estamos a jogar perto do limite, faz toda a diferença. É precisamente aqui que poucos não falham e o Mourinho é um deles! No meio de todo este cenário, existiram algumas imagens que gostaria de comentar. Uma primeira tem a ver com o título da crónica: What a Shot! Trata-se de uma pequena bandeira empunhada por muitos espectadores à medida que as jogadas do Gil empolgavam a assistência. O que era estranho é que parecia uma manifestação de apoio ao jogador Espanhol, pois ao longe pareciam bandeiras Espanholas (mas não Catalãs, é verdade!). Possivelmente quem desenhou aqueles elementos nunca teria pensado que a final seria entre um Espanhol e um Português. Mas pelo seguro faria essas bandeiras em verde e vermelho que dava para todos os casos e sempre a nosso favor. É um pormenor mas que denota que por vezes não se pensa em tudo. Fez-me lembrar a visita com os alunos da ESEV e da ESAV, mais uma iniciativa conjunta, em que eu e o Prof. Pedro Ribeiro apelávamos as formas e cores das plantas que ditaram o seu sucesso ao longo da evolução. Temos que estar atentos aos sinais e na natureza como na sociedade normalmente não entram em contradição. A propósito de sinais, o segundo exemplo foi o dos chapéus, o boné desportivo já deslavado do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa e o de cow-boy do Drº Isaltino Morais, a destoarem do típico chapéu de jogo de ténis, que ilustram bem a personalidade de quem o carrega, porque chapéus há muitos… Let´s go Gil.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Bolonha é já ali no CARAMULO


Estou a escrever esta crónica e ainda não chegaram os alunos do 1º Ano de Ecologia e Paisagismo da ESAV que acompanharam os alunos do 2º Ano do curso de Educação Ambiental da ESEV num percurso pedestre pelo Caramulo. Tenho a certeza que a visita foi um êxito. Quero antes de mais agradecer aos Profs. Pedro Ribeiro e Isabel Abrantes pela forma gentil com que nos receberam no grupo e o entusiasmo e saber que nos transmitiram no percurso. E aos alunos da ESEV pela amabilidade e paciência que tiveram para connosco. Desta vez, cientificamente não contribuímos mas esperamos em breve numa visita a realizar na nossa própria Quinta da Alagoa da ESAV poder retribuir com algum do saber dos docentes da Agrária e estou-me a lembrar de alguns. O facto da visita ser na ESAV é uma prova da biodiversidade que temos, mas também das limitações, (porque não podemos sair quando queremos). Forcei e muito para que alguns alunos pudessem ir hoje a esta visita e falei com Professores para alterar horários, mas seguramente que todos ganharam. Era importante dar-mos um sinal que esta colaboração é para ser feita já e a partir de agora. Não é uma coisa utópica! A mensagem para os alunos que não puderam ou não quiseram ir é, escutem o que os que foram vos vão transmitir. Eu vou apostar nesta atitude e quem quiser acompanhar que venha, quer docentes quer alunos. Queremos implementar um verdadeiro espírito de Bolonha, partilha de saberes e conhecimentos. A ESEV pode contar com (alguns) docentes da ESAV, nós já sabemos que contamos convosco. A fotografia que ilustra esta crónica é do casal de lontras da "lagoa da Garça" para aguçar a curiosidade científica à Prof. Anabela Novais.Obrigado por tudo!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Unir pontas CRIAR sinergias no IPV



Acabei de ter uma reunião com responsáveis científicos da ESEducação que vale a pena pensar. Será que não é vital o IPV saber em primeiro lugar o que vale individualmente cada um dos seus valorosos docentes e estabelecer conexões de modo a que o todo não seja apenas a soma das partes, mas que se criem na verdade sinergias entre docentes, departamentos e Escolas. Esta ligação será assim tão difícil de estabelecer e demorará assim tanto tempo a implementar? Acredito bem que não. Eu pela minha parte tudo farei para que os cursos de Ecologia e Paisagismo da ESAViseu e o de Educação Ambiental da ESEViseu possam colaborar activamente e estreitar relações e competências entre docentes e alunos. Vamos inovar? Não, vamos apenas potenciar. Muitas vezes a nossa mais valia está ao nosso lado e nós não queremos ver e por vezes até inventamos incompatibilidades. Como sou por vezes apelidado de filósofo ( assistissem à última aula de José Gil para saberem qual a grandeza que é preciso ter para ser um filósofo) vou arrancar na prática com acções científicas e quem quiser vir que venha também. Proximamente a ESEViseu vai retribuir a visita à ESAV e nessa altura podemos mostrar todo o nosso potencial, não como mero exercício de vaidosismo, mas para na verdade os outros verem a capacidade e potencial dos nosso docentes, dos nosso alunos e dos nossos espaços.