sábado, 8 de junho de 2013

"Polen Add"...a Safety Natural Food concept


A uni-dose de pólen monofloral e multifloral constituirá um dos produtos inovadores a lançar pela empresa polen´preende. É óbvio que já testamos quais os pólenes que melhor combinam com certas e determinadas infusões e quais as propriedades específicas de cada um dos pólenes a aplicar, para além das sinergias criadas pela combinação dos compostos bioactivos. Vamos começar, muito em breve, com o pólen de cardo e no momento da apresentação do produto iremos revelar mais algumas das novidades nutracêuticas desse pólen em particular. O júri questionou-nos sobre como conseguiríamos fazer campanhas de promoção do produto a baixo custo e como reagiríamos quando os outros nos começarem a "imitar".  A resposta é, com a competência técnico-científica, criatividade e inovação destes jovens. O simples facto de existir alguém nos quer imitar é sinal que vamos mais à frente da concorrência. A tipicidade do nosso produto, com referenciais científicos e inovadores é sempre um busca incessante. Nunca nos sentiremos cómodos com o sucesso atingido, estamos sempre a pensar no dia de amanhã. Neste projeto iremos privilegiar a relação da cor natural com  as sensações e benefícios nutracêuticos para a saúde. Temos que começar a apostar de uma forma pró-activa na promoção da saúde ao invés do tratamento da doença. Esse é sem dúvida o grande objetivo da empresa. Promover sensações, saúde e bem-estar com base num produto natural. Se olharmos para a organização da comunidade de uma colmeia e para o papel fundamental da abelha na promoção e valorização do território e da paisagem rural, seguramente que não encontraríamos melhor parceiro para a nossa empresa. Só temos que corresponder na mesma moeda, com trabalho, dedicação e competência.  A vontade de mostrar como é muita, mas o segredo é a alma do negócio.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Baltazar & Lda estiveram brilhantes...


 
Independentemente do resultado obtido pela equipa polen´preende no 10º concurso Poliempreende, os alunos da ESAV estiveram brilhantes na apresentação do plano de negócios. Sabemos que este não será um "negócio da china", mas saiu genuinamente da capacidade técnico-científica, criatividade e inovação destes alunos e esse facto é extraordinariamente meritório. Procuraram o apoio dos docentes, não que seja imprescindível para o sucesso do projeto, mas denota que também acreditam nos docentes da ESAV, independentemente de quais sejam os escolhidos. Tiveram a preocupação de construir uma imagem e nesse sentido, temos que agradecer a colaboração do Paulo Medeiros, sempre criativo e competente o que reforça a interdiciplinaridade do projeto. Para nós enquanto docentes é um motivo de orgulho sentirmos que não andamos a "pregar no deserto" e vermos a competência que os alunos demonstram. Os bons projetos nascem assim,  da vontade inata dos alunos, o que traz-lhes responsabilidade por terem que ser os "motores" e o complemento por via de uma maior experiência do docentes, que assim se sentem obrigados a corresponder a tanto entusiasmo. Agora é só espalhar a fórmula, que não sendo milagrosa obriga à partilha de saber e à busca de competência. Parabéns a toda a equipa. Havia outra equipa da ESAV, de alunas de ecologia e paisagismo, cujo projeto não conheço, mas que desejo igualmente os meus sinceros votos de sucesso. A ESAV só pode estar orgulhosa dos seus alunos.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Confagri ...dá destaque ao CARDOP

A China quer investir no setor Agro-alimentar em Portugal...


Esta foi a notícia publicada pelo  "Jornal de Negócios" hoje, que "o acordo para desbloquear, ao fim de 30 anos, as exportações de laticínios portugueses para a China abriu a porta a outros negócios, que poderão trazer investimento chinês para o sector agro-alimentar em Portugal. Nuno Vieira Brito, o novo secretário de Estado da Alimentação Agro-alimentar, diz ainda, em entrevista, que, entre outros produtos, os chineses estão interessados em fruta portuguesa. E no arroz.
Há mais de um ano mostramos esta imagem, não para criticarmos o investimento estrangeiro, e no caso vigente, do Chinês, mas para mostrarmos que  se soubermos valorizar os nosso produtos, caracterizando bem a sua tipicidade, estes são exclusivos e apenas podem ser produzidos na nossa paisagen, independentemente quem seja o investidor. No caso do Queijo Serra da Estrela, com a flora das nossas pastagens, as raças das nossas ovelhas, o saber dos nossos pastores e queijeiras... e com o nosso cardo só nós conseguimos produzir esta maravilha.

domingo, 2 de junho de 2013

Dão TV... promove CARDOP

(Re)Pensar o Futuro do Ensino Agrícola na ESAV...


Escrevi recentemente, que iria suscitar um debate no seio dos docentes que leccionam na área da Eng. Agronómica para se discutir a articulação dos programas das diversas unidades curriculares que compõem a licenciatura de Eng. Agronómica na ESAV. Mas mais do que isso deveremos (re)pensar que ensino agrícola queremos ministrar aos nossos alunos na nossa instituição, de modo a que estes possam responder ao mundo real que nos rodeia e poderem vir a ser alavancas de um sector que encontra hoje condições propícias ao seu estabelecimento e desenvolvimento. Contudo, não basta agitar estandartes e termos discursos bonitos, temos efectivamente que desenvolver práticas inovadoras e criativas, assentes em legados e saberes ancestrais. Esta dinâmica tem que envolver ao mesmo tempo docentes e alunos em projectos ambiciosos que sirvam de "motor" para que de uma vez por todas, esta instituição se enraíze neste território rural que nos rodeia e sobre o qual temos responsabilidades acrescidas. Muitos de nós, entre os quais me incluo, teremos que “mudar agulhas”, “afinar rumos” e adaptar conhecimentos. e práticas Teremos que estabelecer parcerias efectivas com a direcção regional de agricultura do centro, associações que estão no terrenos há muito anos, empresas e empresários agrícolas, autarquias,… Teremos que começar com aqueles com os quais teremos algumas afinidades pessoais, e ir alargando o leque em função das dinâmicas que se forem criando. Este vai ser um trabalho árduo, no qual teremos que provar muito e a muita gente para que possamos vir a ser reconhecidos como instituição de ensino superior na região e que no futuro todas possamos tirar daqui os respetivos frutos. Porquê lançar agora este desafio? Porque felizmente o curso de Eng. Agronómica está bem em termos do número de alunos atuais e em termos dos futuros candidatos (para já são 12 nos maiores de 23 anos) e entendo que esta é a altura certa para lançarmos as bases para um novo futuro, sem pressao e com o máximo discernimento. A reunião final será no dia 18 de julho, envolvendo todos os parceiros, entretanto teremos reuniões intercalares sectoriais para que possamos ir ajustando a estratégia e recolhendo apoios externos e… internos. A propósito o dia 18 de julho é o dia de Nélson Mandela, “Madiba”, para mim a figura mais inspiradora que existe à face da terra…

O fim das Marianices...

Ficamos a aguardar o epílogo...das Marianices!