ao jeito do "sozinho em casa", nós por cá já vamos no segundo..."ESAV...melhor que falecer"! Eu como responsável do processo dos maiores de 23 anos da ESAV, não posso deixar de manifestar o meu desconforto com o que vi ontem. A publicidade dos maiores de 23 anos da ESAV, veio no diário de noticias no sábado, dia 1 de março de 2014, na página da necrologia. Eu sinceramente preferia que viesse na página das "Brasileiras", mas gostos são gostos e gostos não se discutem. Pode ser uma nova forma de promoção pela negativa que também funciona e por cá somos especialistas nisso. No mínimo deveria seguir uma carta para o grupo controlinvest a manifestar o desagrado, mas ninguém ausculta e ninguém avalia. É uma obrigação legal, então faça-se de qualquer maneira.... e lá se foram 500 euros!
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
quinta-feira, 6 de junho de 2013
A China quer investir no setor Agro-alimentar em Portugal...
Esta foi a notícia publicada pelo "Jornal de
Negócios" hoje, que "o acordo para desbloquear, ao fim de 30 anos, as
exportações de laticínios portugueses para a China abriu a porta a outros
negócios, que poderão trazer investimento chinês para o sector agro-alimentar em
Portugal. Nuno Vieira Brito, o novo secretário de Estado da Alimentação
Agro-alimentar, diz ainda, em entrevista, que, entre outros produtos, os
chineses estão interessados em fruta portuguesa. E no arroz.
Há mais de um ano mostramos esta imagem, não para criticarmos o investimento estrangeiro, e no caso vigente, do Chinês, mas para mostrarmos que se soubermos valorizar os nosso produtos, caracterizando bem a sua tipicidade, estes são exclusivos e apenas podem ser produzidos na nossa paisagen, independentemente quem seja o investidor. No caso do Queijo Serra da Estrela, com a flora das nossas pastagens, as raças das nossas ovelhas, o saber dos nossos pastores e queijeiras... e com o nosso cardo só nós conseguimos produzir esta maravilha.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
"A Alfarrobeira... é uma árvore extraordinária!"
arvoresdeportugal.net
A crónica de hoje é uma resposta a um repto de um amigo, visitante assíduo do blogue, que me reencaminhou um link do Diário do Notícias, que apresenta um vídeo do Nuno da Câmara Pereira sobre a Alfarrobeira. Em relação à alfarrobeira, sinto-me como "peixe na água". É uma árvore pela qual tenho uma estima imensa e à qual me encontro "umbilicalmente" ligado. Fui o responsável pela caracterização das principais variedades de alfarrobeira de Portugal, enquanto tive mais directamente ligado à universidade do Algarve, mas mesmo em Viseu tenho continuado a acompanhar de perto este taxa, que é um exemplo de sustentabilidade, de tradição e de inovação. Hoje, estamos a iniciar um outro projecto com uma outra planta que, tem muito em comum com a alfarrobeira, o Cardo! Curiosamente, falei há poucos dias com um jornalista do Diário de Notícias, jornal que publicou esta noticia, para fazermos a divulgação de um campo de recursos genéticos do cardo que será um instrumento fundamental para a valorização desta planta. Estou a aguardar que me contacte para levarmos a efeito essa noticia, em que os meus alunos e os outros investigadores envolvidos, para além da APPACDM terão o papel de destaque. Mas hoje falemos de curiosidades da alfarrobeira, cujo nome científico é Ceratonia siliqua L. O carat, uma medida de peso com 0,200 g que serve para pesar metais preciosos, que deriva do peso médio das sementes de alfarroba. A designação inglesa de "Locust bean" ou "St. John Bread", deriva de uma confusão bíblica que São João Batista alimentava-se de gafanhotos (locust) e mel silvestre, quando provavelmente seria alfarroba e mel silvestre. Estas são apenas algumas curiosidades de uma árvore, notável no que tem a ver com a sustentabilidade ecológica de uma região, por prevenção da erosão dos solos e do risco de incêndio. Não nos podemos esquecer que os grandes incêndios no Algarve de há alguns anos pararam nas alfarrobeiras. A produção de biocombustíveis a partir da alfarroba, é uma questão de tempo, com a grande mais valia de não se estar a degradar o solo para a sua produção, como acontece com outras culturas intensivas. Em relação à cosmética, farmacêutica tem aplicações muito diversificadas. Hoje, planta-se intensamente no Alentejo e simultaneamente a fazer a reconversão de muitos pomares, com a intervenção de um exímio enxertador e viveirista de alfarrobeiras, o Sr. Cabrita, da região de Algoz. Muito brevemente terei de lhe dar um abraço e ver as novidades que anda a criar, proque existe uma respeito mútuo de reconhecimento de algum (pouco) trabalho que se tem feito. Aproveito para dar um abraço aos meus amigos Sr. Caetano, apelidado carinhosamente por Mr. Carob (Sr. Alfarroba), das pessoas no mundo que mais sabem sobre a alfarrobeira e ao Eng. José Manuel Graça, vice-presidente da autarquia de Loulé que me inciou nestas lides da alfarroba. Alfarroba.... sempre! Caso queiram saber mais sobre alfarrobeira é só pedir...
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