domingo, 19 de fevereiro de 2017

Testes em série...na RTP2


Nesta divertida e didática série, um grupo de cientistas realiza experiências espetaculares para confirmar (ou desmentir) mitos populares. Agathe Lecaron, Vincent Chatelain, David Lowe e James (um boneco de testes), utilizam recursos laboratoriais (vento, testes de colisão, etc.) para realizar testes que eles próprios irão orientar. Podemos ser mais rápidos do que o vento? Podemos voar com balões? Podemos andar sobre a água? Todas estas questões irão encontrar uma resposta graças à nossa incrível equipa de cientistas
...Aconselho vivamente os meus alunos a verem esta série que nos ensina imenso, sobre a simplicidade dos processos e por isso podemos recrear e adaptar. Hoje ao ver a série veio-me à ideia mais um teste. O Zé já o vai fazer e depois vamos apreciar o resultado!

Memórias afetivas...das filhas, traduzidas no vinho...

Um dos momentos marcantes das nossas vidas são os batizados dos nossos filhos, neste caso das nossas filhas. Nesses momentos foram criados lotes de vinho de excecional qualidade, o Foral D. Mariana de 08/06/1997 e o TouRita de 24/07/1999, selecionados com a ajuda do avô materno e provenientes da Adega Cooperativa de Mangualde. Estão guardadas algumas garrafas exclusivamente para momentos de exceção. Um dia destes serão feitos queijos com o mesmo tipo de memória afetiva. O rótulo da Mariana ainda é do tempo do "pirinhas", sendo o da Rita já do tempo do Paulo Medeiros e os textos são de autoria exclusiva dos País. 









Exposição de Arquiteturas Naturais no Rossio....

...infelizmente, nem a Fundação Gulbenkian pode apresentar um exposição destas, mas podia patrocionar...Ulmeiros, Tilias e Liriodendro,.....





sábado, 18 de fevereiro de 2017

Como chamar em português a um Fromager...."Mestre Queijeiro"...

Existe um certo paralelo entre a arte da enologia e a do fabrico do queijo que infelizmente não tem uma designação tão nobre como a do enólogo, contudo não ficando nada a dever a esta. Tal como os enólogos mesclam uvas de castas de diversas, ou a fazem de forma estreme, adicionam as leveduras que consideram mais apropriadas e propiciam processos de maturação diferenciados, também os queijeiros podem misturar leites de diferentes proveniências geográficas ou raças, ou fazer de modo estreme e podem usar combinações de agentes coagulantes muito diversos para obter produtos muito nobres e exclusivos, que na maior parte das vezes não podem ser considerados DOP, mas que serão seguramente possuidores de uma identidade e de uma exclusividade muito próprias. O processo de maturação, como fase última, não deixa seguramente de ser de crucial importância para todo o conceito que um queijeiro pretende criar, e que no caso daqueles que laboram nos nossos domínios podemos apelidar de “Estrelas”. Tenho pena dos outros queijeiros, de outras zonas de montanha ou não do nosso país, que não podem usar este epíteto. Usarão com toda a certeza outro que também possa enaltecer o belíssimo trabalho que em cada local ou área geográfica vão desenvolvendo.

http://www.brf-foodservices.com.br/fique-por-dentro/fromager-o-mestre-queijeiro-conheca-um-pouco-dessa-profissao%20

O IPV também sabe receber os seus Erasmus....




São 100 estudantes de 18 países que escolheram o Instituto Politécnico de Viseu para realizarem a sua experiência de mobilidade internacional. E se da vizinha Espanha continuam a vir a maior parte dos participantes, não é menos verdade que do leste e do norte do continente europeu também continuam a vir inúmeros alunos.
Assim, o IPV vai acolher alunos da Alemanha, da Bélgica, da Croácia, de Espanha, da Finlândia, da França, da Holanda, da Hungria, da Itália, da Letónia, da Lituânia, da Polónia, da República Checa, da Roménia, da Sérvia e da Turquia. De salientar ainda, e ao abrigo de protolocos de cooperação existentes, a participação de estudantes do Brasil que elegeram o IPV para a realização de um período de estudos de um semestre na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, e ainda alunos de Macau que realizarão um estágio de 6 semanas na Escola Superior de Saúde.

Os Fundos e o Fundão...

Não há qualquer dúvida que há territórios do interior que fazem ver a muitos do litoral. É óbvio que isso só se consegue com o acesso a fundos comunitários e privilégios nos círculos de poder, mas é necessário haver um plano estratégico bem delineado e focado em poucos objetivos e monitorizarmos esse percurso de forma estreita e continuada. Não basta dizermos mal  urge fazermos bem!