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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Está aí o 10º PoliEmpreende...é hora de agarrar esta oportunidade!


O PoliEmpreende é um concurso de ideias e de planos de negócios que tem como objetivo avaliar e premiar projetos desenvolvidos e apresentados por estudantes do ensino politécnico. O PoliEmpreende é promovido conjuntamente por todos os Institutos Politécnicos portugueses e tem uma componente regional e outra nacional. A nível regional, cada Instituto Politécnico promove um conjunto de iniciativas destinadas aos seus alunos, que culminam na escolha do melhor projeto. Os projetos vencedores em cada região são, posteriormente, submetidos à apreciação de um júri Nacional que irá escolher os três melhores projetos nacionais. Em ambos os casos estão previstos prémios monetários a distribuir de acordo com o regulamento do concurso. Além do prémio monetário, poderá também ser oferecida a incubação do projeto na In.Cubo. Embora se trate de um concurso especialmente dirigido à comunidade académica, também podem concorrer entidades externas aos Institutos Politécnicos desde que integradas em equipas maioritariamente compostas por elementos da comunidade Politécnica. O concurso desenvolve-se em diversas fases com o objetivo de envolver os participantes na temática do Empreendedorismo e no fomento do espírito empresarial.
A ESAV tem pergaminhos neste concurso pela dinâmica e pelos resultados que tem obtido nos últimos anos. A inciativa e motivação tem partido normalmente dos alunos que têm procurado apoio técnico-científico junto dos docentes numa relação de parceria interessante e frutífera. Já tive a experiência de colaborar num projecto ganhador a nível regional e que foi representar o IPV a Lisboa. Já é tempo de ganharmos um a nível nacional. É uma questão de demonstrarmos empenho, criatividade, inovação e vontade, assumindo por inteiro o desafio.  Este ano a organização a nível nacional está a cargo do Instituto Politécnico da Guarda. Vamos começar a apresentar no seio da ESAV, ideias para levar a concurso.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bonnes nouvelles....

Le bonne nouvelle sont arrivé en France...
Estava-me para deitar, após umas guiness num Irish bar em Saint Malo, no âmbito do projecto AARC, quando acedi ao gmail e encontei este mail directamente do gabinete do Secretário de Estado da Economia, que passo a transcrever, julgando não cometer nenhuma inconfidência, mas porque gosto de repor a verdade dos factos.

Exmo. Senhor Dr. Paulo Barracosa Correia da Silva


Encarrega-me o Senhor Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, Dr. António Almeida Henriques, de agradecer a mensagem que, oportunamente, teve a gentileza de enviar.
Para o Senhor Secretário de Estado é uma grande satisfação saber que Escola Superior Agrária de Viseu teve o desempenho que mencionou no concurso Poliempreende e que o ensino superior está, cada vez mais, direccionado para a promoção do empreendedorismo e de actividades económicas com potencial de retorno, esperando que seja o primeiro de muitos êxitos deste projecto.
Nesse sentido, o Senhor Secretário de Estado teria muito gosto que transmitisse as suas sinceras felicitações:

1) Aos professores da ESAV, pela formação, pela promoção do empreendedorismo e pelo direccionamento dos conteúdos académicos para a actividade económica. Acredito, sinceramente, que é assim que se consegue contribuir positivamente para o desenvolvimento das regiões;
2) Aos alunos, pelo sucesso, pelo trabalho, pelo empenho e pelos resultados. Um Portugal moderno e desenvolvido só se pode fazer com jovens assim: com vontade de ousar e de trabalhar.

O Senhor Secretário de Estado gostaria, igualmente, de lhe transmitir que o desenvolvimento do interior de Portugal está no centro das políticas que estamos a desenvolver, tanto ao nível do Ministério da Economia, como ao nível do Governo. Neste sentido, o Dr. António Almeida Henriques expressa também aos alunos uma palavra de esperança, que é simultaneamente de apoio e de desafio. Na verdade, existem incentivos suficientes para os ajudar a passar este projecto a uma empresa. De facto, este projecto tem não só todo o enquadramento para ser apoiado, como a sua natureza e tipologia é prioritária no âmbito dos apoios existentes. Em particular gostaria de salientar os seguintes apoios disponíveis:

Programa Finicia – Consiste num instrumento de capital de risco para financiar o arranque da empresa;

SI Inovação – Consiste num incentivo reembolsável vocacionado para o desenvolvimento operacional da empresa (máquinas, equipamentos, etc.);

SI Qualificação PME – Trata-se de um incentivo não reembolsável vocacionado para o desenvolvimento internacional da empresas

O Finicia está permanentemente aberto e o SI Inovação e SI Qualificação PME abrem concurso ainda este mês.

Os prazos podem ser consultados no site: incentivos.qren.pt.

Da parte do Gabinete do Senhor Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, estamos sempre disponíveis para ouvir e ajudar a criar empresas, em particular no interior do País.
Com os melhores cumprimentos e sempre ao dispor,


Gabinete do Secretário de Estado Adjunto da

Economia e Desenvolvimento Regional

Álvaro Santos

Chefe de Gabinete

Rua da Horta Seca, 15


1200-221 Lisboa

Telef: + 351.21. 324 54 35 - Fax: +351.21.324 54 50

alvaro.santos@mee.gov.pt



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Não "Tugiram" nem "Mugiram"!


elitarioparatodos.blogspot.com
Esta crónica não é uma provocação se quer um lamento. É apenas uma nota de rodapé acerca dos canais a "não usar". Entendi não usar canais privilegiados para fazer chegar o assunto ao Exm.º Sr. Secretário de Estado e fazê-lo pela forma mais natural. Um mail para o seu chefe de Gabinete e para o seu mail pessoal do PSD. Compreendo que o trabalho será muito atendendo a que se está a preparar o orçamento de estado, mas considero que pelo menos um mail, ainda que automático, a dizer que "o seu assunto será avaliado e no mais breve espaço de tempo terá uma resposta". Aqui deixo o mail só para ficar registado na "nuvem".

Caro Exm.º Secretário de Estado Dr. Almeida Henriques,

Antes de mais gostaria de desejar-lhe os maiores sucessos no desempenho das novas funções.
Tomei a iniciativa de o contactar, ainda que indirectamente (espero que este mail lhe possa chegar às mãos) não por uma questão de favorecimento pessoal, mas por um sinal de apoio e incentivo para alunos da Escola Superior Agrária de Viseu que, tão bem se portaram no concurso nacional Poliempreende com um projecto denominado Biopellets.
Um pouco de história sobre este projecto foi vencedor em dois concursos na zona centro e a nível nacional quedou-se fora do pódium. Os alunos com alguma verba amealhada já registaram o nome e querem levar por diante este projecto.
Este é um projecto com interesse na preservação e valorização da paisagem da Beira, um pouco na lógica que a defesa dos nossos produtos endógenos, de que o queijo Serra da Estrela é o exemplo maior, ajudam a valorizar a paisagem, bem como a obtenção de formas de energia assentes nos matos e na produção agro-florestal, também ajudam a prevenir incêndios e a valorizar a paisagem, com a grande vantagem de reduzir de forma significativa a pegada do carbono. Isto parece filosofia barata, mas acredito que possa constituir uma forma inteligente de dinamizar algum do mundo rural. São alunos que residem no mundo rural e é lá que querem permanecer, após concluírem a formação académica e promover o seu desenvolvimento criando emprego, não demasiadamente qualificado para as gentes que habitam nesse mundo. Caso V. Ex.ª entenda que, possa haver um programa que os possa ajudar a consolidar este projecto, seguramente que da parte deles seria bem-vindo. Independentemente disso eles continuarão a trabalhar em prol dos seus ideais.


Respeitosamente


Paulo Barracosa

Este artigo foi publicado num blogue.



terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ecologia e Paisagismo...um curso de vida...uma forma de estar!


http://zepaiva.wordpress.com/2011/03/24/o-dna-da-paisagem/
Nos anos mais recentes têm sido identificadas novas potencialidades e valências formativas vocacionadas para a sustentabilidade, planeamento e desenvolvimento do espaço rural e gestão dos recursos naturais e endógenos numa perspectiva criativa e inovadora em parceira com as gentes rurais, assentes numa nova forma de interpretar e actuar na natureza, salvaguardando a preservação dos ecossistemas naturais e agrícolas e das comunidades bióticas para exaltação suprema das qualidades da paisagem e dos produtos que dela derivam numa perspectiva empreendedora.

A Escola Superior Agrária de Viseu para dar resposta a estes desafios criou o Curso de Licenciatura em Ecologia e Paisagismo que visa a formação de diplomados adequados para a compreensão e resolução dos novos desafios que se colocam nesta área chave do desenvolvimento de um vasto trecho do nosso território em sinergia com novas tecnologias na agricultura, ambiente, produções agrícolas alternativas, bioenergias, gestão e valorização da biodiversidade e dos recursos naturais e endógenos, preservação e conservação dos ecossistemas, desenvolvimento sustentável, turismo de natureza, desportos radicais, o lazer e o bem-estar,…e exaltação dos sabores e aromas.

A licenciatura em Ecologia e Paisagismo tem por objectivo proporcionar aos estudantes a oportunidade de desenvolverem competências em, e de entusiasmo para, a aprendizagem das ciências da terra e da vida em contexto de gestão e valorização da paisagem e dos seus recursos naturais e endógenos, bem como no reconhecimento da importância e relevância do homem no território e na sociedade, quer à escala regional como ao nível global numa perspectiva de desenvolvimento rural pela recriação das tradições com saber e inovação em sintonia com o conceito de valorização da Paisagem.

Com toda esta conversa que até faz sentido, o que é que falta para que este curso possa singrar, já hoje. Falta muita coisa, que não se faz de um dia para o outro, e que não depende de um ou poucos. Falta mostrar trabalho que se está a fazer em prol da região, com alguns projectos comunitários como o AARC. Falta ligar as paisagens, nas suas variadas vertentes, ecológicas, culturais, literárias, sociais que engobam a terra e as suas gentes e que podem ser formas inteligentes de podermos promover as regiões e os seus saberes em estraeita articulação com o turismo. Falta interligar os sectores agrícola, florestal, zootécnico e até alimentar numa forma de produzir ecológica e ambientalmente sustentável. Falta saber darmos "conforto" técnico-científico aos alunos dos vários cursos, para desenvolverem projectos que promovam estes ideais como seja o caso dos "Biopellets". Falta também privilegiar contactos com algumas autarquias que defendam os principios aqui enunciados e que os saiba usar na sua própria promoção da terra, dos produtos endógenos, das empresas... Ainda há os nossos autores de eleição como o Aquilino Ribeiro que lê a paisagem com os cinco sentidos e que nos muito podia ajudar na promoção e divulgação deste curso. Vou lançar o repto ao Centro de Estudos aquilino Ribeiro."O verde inunda montes e vales como um mar bonançoso. E a vista a cada passo se rebalsa em largas manchas de amaranto (...) também usa o roixo, um roixo encarnado a fugir para azul, que é de um colorido desconcertador e raro. E não se fala no escarlate, nem no branco que cai das giestas, certa espécie de giestas esguedelhadas"7; "E, com o clarear, o mato tingia-se, vermelho, amarelo, roxo, consoante, que chegara a Primavera" .
Vou ainda inciar contactos para que a economia regional, que tem hoje uma voz activa a nível nacional, saiba promover, algum dinamismo dos alunos, ainda que tímida, mas conseguida, indicando programas de investimento ou de incentivo a que se possam candidatar. Estas são algumas das políticas possiveis que podemos pôr em prática.

domingo, 8 de maio de 2011

Biopellets.PT no Centro das Atenções!






www.jornaldocentro.pt



Os alunos da ESAV estão de parabéns por terem levado o nome do seu projecto Biopellets e concomitantemente o da ESAV, à primeira página do jornal do Centro. Aleluia, lá vamos aparecer no Boletim informativo. Já estava com saudades! Ao que percebi esta candidatura foi estimulada pela professora de marketing, Eng. Lúcia Pato, e em termos de know-how pela Eng. Cristina Amaro da Costa. Por esse facto estão todos de parabéns. Mas este é apenas um principio, bom é certo, mas que precisa evoluir e muito, e não ficarem deslumbrados com o êxito momentâneo. Desde o dia das emoções já conheceram alguns dissabores, como a retenção sob imposto de uma parte significativa do prémio e após uma breve pesquisa na internet, perceberam que o nome forte do projecto "biopellets" já está muito explorado, desde o Brasil, à Suécia, passando pela Alemanha, etc. Estes factos consumados, podem à primeira vista hipotecar o avanço da ideia, mas numa outra perspectiva podem, eventualmente, ajudar a criar sinergias com estas empresas já existentes no estrangeiro e fazer com o que o projecto possa avançar mais rápido e de uma forma mais consequente, evitando cometer erros que, outros que já vão mais à frente, tenham cometido. Qual um dos méritos do Biopellets.Portugal que deve ser explorado? Assentar a busca da matéria-prima, exclusivamente em desperdicios agro-florestais, que evitem a necessidade de "queima" nos próprios campos, e consequente desperdício, mas que essa queima possa ser realizada efectivamente para aquecimento de lares ou produção energia. Por outro lado, não menos importante, a partir de matos florestais que ajudem a preservar as matas e a floresta com reduzida quantidade de biomassa, limitando desta forma a fonte de ignição e consequentemente o número de incêndios no periodo estival. A ideia conceptual, apesar de "lírica" necessita ser avaliada sob o ponto de vista técnico-cientifico e económico, para se estudar a viabilização de uma empresa deste tipo e qual a melhor localização, com que incentivos. Há um longo trabalho a fazer e procurar especialistas indicados para os ajudarem nesta fase, no próprio IPV ou fora dele, e saberem manter as coisas "nos segredos dos deuses". No fundo trata-se de uma forma de salvar o planeta "Save the planet", com formas inteligentes de optimizar a obtenção de matéria-prima para o consumo energético "safety energy". Ao nível da concepção da imagem acredito nos dotes e na boa vontade do Paulo Medeiros, designer do IPV para os ajudar na criação da marca.

terça-feira, 3 de maio de 2011

e-save...esav-e















O Design não é tudo...mas pode ajudar a criar uma nova onda...mas não um "tsunami".






Alguém dizia com graça, os alunos, que para sermos docentes da ESAV tinhamos que ter um apelido "cinegético", se não vejamos alguns exemplos:





Lúcia PATO








António PINTO




Adelaide PERDIGÃO






Catarina COELHO




Os que não têm apelidos cinegéticos preparem-se para ir ao registo. Mas pode haver excepções...





Não temos Leões mas temos LEÓNIAS, e assim por diante....




Eu acredito que todos somos poucos para "levar este barco a bom porto", pelo que teremos que encontrar mais motivos para justificarmos a necessidade de todos. Proximamente apresentar-se-á uma lista daqueles cujo apelidos estão relacionados com Biomassa, tais como Silvas, Matos, Pereiras, Oliveiras, ....E se mesmo assim não chegar para incluir todos, seguramente não faltarão motivos justificativos, sejam de apelidos, nomes próprios ou de nomes menos próprios.




Esta crónica pretende servir de inspiração para os "Biopellets" b(r)and que têm que encontrar com as pessoas certas, o design para ideias meritórias já premiadas, procurando aliar a uma boa ideia uma boa imagem, que para quem quer patentear ou comercializar deve constituir o próximo designío.