quinta-feira, 30 de julho de 2020

Influência da aplicação de azoto e irrigação na emissão de gases com efeito de estufa e produção de biomassa no cardo

Hoje publicamos mais um artigo no Open Agriculture Journal sobre os efeitos da fertilização e fertirrigação no produção de biomassa do cardo e na emissão de gases com efeito de estufa.
Parabéns à equipa liderada pelo José Luis Pereira, com colegas e a aluna Manuela Antunes.



Background:

Cardoon is a multi-purpose crop with a wide spectrum of potential applications.

Objective:

The aim of this study was to assess the effects of nitrogen (N) application and drip irrigation practices on emissions of nitrous oxide (N2O), carbon dioxide (CO2) and methane (CH4) and morphological characterization and biomass production of cardoon crop.

Methods:

The experiment was run under field conditions from April to August 2018. The field experiment was a randomized complete block design with three replications and four treatments: (i) non-amended soil as control (CONTR); (ii) mineral N fertilizer and non-irrigated (NITRO); (iii) non-fertilized and drip irrigation (IRRIG); and (iv) mineral N fertilizer and drip irrigation by fertigation (FERTI). The fluxes of N2O, CO2 and CH4 were measured by the closed chamber technique and the morphological characteristics and yield of cardoon plants were evaluated per treatment.

Results:

Results showed that the N2O emissions and global warming potential were not significantly different among the application of mineral N fertilizer itself or by drip fertigation with an emission rate of 0.5% of N applied and -6,8 t CO2-eq. ha-1. The characteristics related to biomass production did not differ significantly (p>0.05) between amended treatments although numerically higher in IRRIG treatment.

Conclusion:

It was concluded that the application of mineral N fertilizer itself or drip fertigation had no significant effect on N2O emissions and global warming potential. Additionally, the plant growth, including biomass production, increased due to drip irrigation, but not significantly.

Cardo, uma cultura de futuro que alia tradição e sustentabilidade com inovação e criatividade



http://vozdocampo.pt/

O cardo é hoje uma planta que está a ser estudada por várias instituições de ensino superior e centros de investigação, de um modo complementar e sinérgico, nos mais diversos domínios da valorização dos diferentes tipos de biomassa. Destacam-se os Institutos Politécnicos de Viseu, Beja e Bragança, as Universidades de Coimbra, Aveiro, Porto e Católica, centros de investigação como o CEBAL, BIOCANT, CATAA, INIAV, entre outros. Para além de instituições científicas de referência, temos tido o cuidado em incorporar empresas de vária índole, incluindo queijarias nas diversas denominações de origem designadamente Serra da Estrela, Serpa, Castelo Branco e Azeitão, e empresas líderes na valorização de biomassa lenho-celulósica e de outras formas de biomassa. Temos ainda associada uma importante componente social com a inclusão da APPACDM-Viseu e do Estabelecimento prisional de Viseu como parceiros privilegiados deste projeto e onde temos hoje instalados campos de cardo de referência.

O conhecimento sobre a biodiversidade e extensão dos recursos genéticos, do cardo (Cynara cardunculus L.), é de crucial importância para o sucesso da sua conservação, melhoramento e consequente valorização nas mais variadas vertentes desde a conservação e preservação ambiental e paisagística, valorização agroalimentar, biocidas e proteção de plantas, farmacêutica, cosmética, nutrição saúde e bem-estar. Pela diversidade taxonómica registada neste género consideramos ser de extrema importância estimar, igualmente, a diversidade bioquímica ao nível das proteases aspárticas (cardosinas), não apenas para esclarecimento de eventuais questões de filogenia e das reais funções destas proteínas, especialmente nas flores, mas igualmente como um potencial para futuros desenvolvimentos biotecnológicos nas mais variadas indústrias com base nas funcionalidades específicas deste grupo de enzimas.

Os conhecimentos da morfologia da espécie, da anatomia e histologia são determinantes para a avaliação do seu potencial de valorização. Contudo, a extensão da biodiversidade intraespecífica pode ainda perspetivar uma oportunidade de seleção e melhoramento de acordo com a multiplicidade de aplicações e vocações que se perspetiva que possa vir a desempenhar num futuro próximo. A morfologia é igualmente fundamental porque, em conjunto com a fisiologia da planta, determinam a arquitetura e a estratégia que esta estabelece para enfrentar os mais variados tipos de stresse e consequentemente a quantidade e a qualidade da produção das mais diversas matérias-primas, onde, neste caso, a flor assume um papel crucial.

Conhecer a distribuição natural da espécie em Portugal e no Mundo é de extrema importância para podermos inventariar os locais de maior diversidade da espécie e caracterizá-la para eventuais aplicações futuras com retorno de potencial económico para essas regiões ou simplesmente para preservação da sua biodiversidade. No caso concreto do cardo, em Portugal temos, para além da distribuição natural, uma distribuição subespontânea ou cultivada em algumas regiões pela aplicação privilegiada das suas flores na preparação de extratos para coagulação de leite na produção de queijos DOP. O caso da região de Denominação de Origem do Queijo Serra da Estrela, a par de outras, é um exemplo no qual acreditamos que o seu cultivo deva ser intensificado, especialmente em terrenos com menor aptidão agrícola pela rusticidade da espécie e de um modo sustentável, conferindo ainda maiores especificidades e sustentabilidade às regiões de denominação de origem protegida. Esse cultivo deve ser realizado com manutenção de alguma biodiversidade e com base em material vegetal devidamente selecionado e caracterizado sob ponto de vista de produção de biomassa, composição dos compostos bioativos e qualidade bioquímica da flor. Como resultado da aplicação primordial da flor devemos ter em conta na seleção do material vegetal características que, para além do aspeto produtivo, facilitem o procedimento de colheita como a ausência de espinhos e a arquitetura da planta adaptada a uma possibilidade futura de mecanização, na qual temos vindo a trabalhar.

A espécie C. cardunculus tem a particularidade de ter sofrido dois processos de domesticação com objetivos distintos que conduziram ao estabelecimento da alcachofra (C. cardunculus var. scolymus) mais vocacionada para a produção de capítulos para serem consumidos em fresco e do cardo cultivado (C. cardunculus var altilis) com o objetivo de produção de biomassa. Na base destes processos de domesticação está o cardo silvestre (C. cardunculus var. sylvestris) que se mantém, concomitantemente com as espécies cultivadas, e que naturalmente tem sofrido a sua própria evolução. Apesar da extensa utilização das flores de cardo como coalho vegetal, desde tempos remotos, nunca foi desenvolvido até esta altura um qualquer processo de seleção e melhoramento que tivesse como objetivo uma atenção especial em relação produção de flor e respetivas características bioquímicas que se traduzam na valorização no queijo.

Neste sentido, uma biodiversidade morfológica baseada no cardo cultivado, cujos exemplares revelam uma aptidão particular para a produção de capítulos e flores e uma arquitetura da planta que facilite a recolha das flores deverá ser complementada com a caracterização bioquímica das flores. Neste sentido, estamos a desenvolver uma terceira via de domesticação cuja seleção envolva plantas com uma arquitetura que permita o acesso direto facilitado aos capítulos, sem espinhos, com poucos caules e um elevado número de inflorescências por caule, fruto de um elevado número de ramificações que começam muito perto do nível do solo. O objetivo será encontrarmos plantas com boas características morfológicas e perfis bioquímicos distintos para podermos garantir a preservação desse material genético, através de propagação vegetativa ou cultura in vitro e que proporcionem uma rentabilidade interessante para a produção. A propagação via seminal deve ser monitorizada para percebermos a forma como os perfis bioquímicos se comportam nessa descendência e avaliarmos se há uns perfis mais constantes comparativamente com outros.

Um outro aspeto de grande relevância está relacionado com a manutenção dos perfis bioquímicos nos mesmos genótipos ao longo do período de colheita, nos vários estádios de ontogenia da flor e ao longo dos vários anos, garantindo uma padronização ao nível da flor e consequentemente ao nível das qualidades do queijo no que ao agente coagulante se refere.

O cardo, fruto da sua rusticidade e capacidade de adaptação a climas secas e a solos pobres e pela tendência que vimos assistindo nas alterações climáticas, assume-se como uma cultura interessante para áreas secas e com elevados teores de salinização comuns na orla mediterrânica. Nestas condições particulares trata-se de uma cultura para obtenção de biomassa com uma aplicação extraordinariamente interessante e valorizada na indústria de aglomerados, com características muito particulares, mas que pode proporcionar outros recursos como compostos bioativos para a indústria farmacêutica ou aquénios cujo óleo possui qualidade alimentar, ou ter uma vocação de sustentabilidade energética e ambiental na produção de plásticos biodegradáveis ou na indústria cosmética saboneteira. A raiz produz ainda a inulina um composto polissacarídeo com uma vasta aplicação na indústria química e alimentar.

Por questões culturais o cardo não é uma cultura cujo consumo alimentar tenha uma expressão significativa em Portugal, embora por via deste projeto desejamos promover essa vocação. Atualmente existe um significativo número de cultivares de cardo e alcachofra com as mais variadas características que respondem às tendências dos mercados e dos consumidores para consumir os capítulos e pecíolos em fresco ou de forma processada muito em busca da valorização nutricional e de compostos nutracêuticos promotores de saúde. É nossa intenção procurar, no cardo, estabelecer um compromisso que vise a valorização integrada e sinérgica de um conjunto de fatores que aqui abordamos, devidamente adaptado à realidade de cada região e com um acentuado pendor na criatividade, inovação e sustentabilidade. Não foi com surpresa que assistimos ao uso pelo Eng. Carlos Moedas do cardo no lançamento do programa europeu de inovação de bioeconomia, na sede da Comunidade Europeia, como exemplo de potencial no futuro. Considero ser esta uma oportunidade de ouro para juntarmos estas diversas vocações e saberes extraordinariamente complementares e sinérgicas para constituirmos um grupo ímpar e mostramos como é possível a partir de uma simples planta constituir uma fileira que vai desde a produção agrícola, até à valorização das mais diversas formas de biomassa. A extensa maioria dos projetos relacionados com o cardo, têm-se centrado até hoje, por razões óbvias na flor. Julgo que é o momento de unirmos esforços para conseguirmos a real valorização do todo sinérgico em detrimento dos elementos isolados. Queria deixar um grande bem-haja e um agradecimento público a todos aqueles que, nas mais variadas instituições, tem ajudado a reconhecer o cardo como uma cultura adaptada aos desafios de futuro.

 


sábado, 6 de junho de 2020

Uma estratégia vinda "Expressamente" de Gondomar....Parques, Parcos & Porquês....



 
O Amadeu Araújo, esta semana no Expresso, deu nota do excelente exemplo de Gondomar como um Município que aposta estrategicamente no tom de verde em vez do cinzento. Esta noticia vem numa altura particularmente sensível em que se fala na necessidade de recuperar a economia, mas também na sustentabilidade e na preservação do ambiente. Esta noticia fez-me lembrar o Major Valentim Loureiro a gritar pelo Guterres....emendando a mão para Gondomar, Gondomar! Ora aqui está uma estratégia que o major "Valentão" nunca seria capaz de apostar....Muitos Parabéns!


Aqui fica a ideia por completo....

"Parques, Parcos & Porquês…

Este é um tempo novo ao qual nos podemos e devemos adequar por obrigação, mas também naturalmente por opção. É um tempo de olharmos em proximidade, não por piedade, mas por inteligência estratégica. Não numa lógica de simples retrocesso, com base “no que era antes é que era bom” mas num desafio de futuro. É um tempo de coesão e não de desunião, em prol da definição de uma estratégia que alimente o futuro. É um tempo de critério e não um tempo de vale tudo. Pretendemos, acima de tudo, que na avaliação final estejamos convictos que ganhamos no conjunto, independentemente dos novos equilíbrios que se venham a estabelecer, no ambiente, na economia e na coesão social e territorial. Temos sentido uma vontade inata de podermos ajudar aqueles que estão mais perto, e com um sentimento emocional acrescido de entreajuda, muito em particular, às pessoas e estruturas associadas direta ou indiretamente com a agricultura que nos alimenta o corpo e a esperança. Seja nas estruturas com génese numa agricultura familiar, sejam em relação às queijarias de cada uma das regiões de Denominação de Origem Protegida ou produtores ligados ao setor do vinho, bem como a todos os demais setores com relevância nas diversas regiões. Por isso, adquirimos produtos para consumo próprio e para dar a provar aos amigos. Até porque muitos dos produtos de qualidade excecional das nossas redondezas, muitas vezes não chegavam à nossa mesa, pelo menos com a frequência que gostaríamos, porque estavam destinados para outros. Procuremos ser os melhores embaixadores destes territórios e das suas gentes, seja do Queijo Serra da Estrela, do vinho do Dão, dos enchidos da Beira Alta onde se incluem pérolas como as “urtigueiras”, sejam das simples iguarias agrícolas que ajudam a preservar e valorizar as variedades tradicionais. Saibamos ver os excelentes exemplos que já existiam como o da Câmara de Fornos de Algodres, através de uma plataforma de comercialização, amenizando custos aos consumidores e produtores, acima de tudo pelo ganho de escala e otimização de recursos. Também na área do Ambiente existem grandes desafios e oportunidades. Porventura, agora poderá ser o momento de aproveitarmos e valorizarmos os parques e praias fluviais que foram criadas nos territórios de interior, e que ajudam a promover o bem-estar físico e psíquico em distância social em detrimento das “romarias” para os centros comerciais” ou para as praias. Talvez recuperemos os hábitos saudáveis de “pic-nicar” em família ou com amigos com as tais iguarias regionais, alindadas com primores, nossos, feitos de forma mais tradicional em fornos de lenha ou de forma mais facilitada na “bimby”. As cidades e vilas do interior, talvez possam deixar de copiar tantos os grandes centros e criar infraestruturas, com maior identidade, radicadas num historial de gerações que viu e fez crescer tamanhas tradições. Criar rotas culturais de descoberta, onde para além das paisagens, e das iguarias gastronómicas, tenhamos contacto com as gentes que estoicamente se têm mantidos nesses territórios e que, por isso mesmo, por vezes possam parecer um pouco “rudes” no primeiro contacto, mas que ganhado a sua confiança se tornam amigos desde o princípio. No passado, os nossos “inimigos” vinham por terra e estas gentes eram aqueles que primeiro davam alerta, o “corpo às balas” e que nos defendiam. Estas estratégias de promoção territorial devem ser delineadas ao nível supramunicipal para que possam ser integradas, e promovidas conjuntamente e de forma mais eficaz. Mas sabemos que poucos são os casos de sucesso nesta promoção conjunta. Talvez o Turismo do Centro, seja aquele que melhor traduz o espírito de complementaridade e possa ser uma boa bandeira para este novo desígnio. Ao nível municipal não esperemos que os políticos de ontem, hajam hoje de uma forma distinta. Aqueles que nunca usaram a identidades dos seus territórios e das suas gentes na promoção não o irão passar a fazer como que por ilusionismo. Os outros que se reconhecem nas suas gentes, poderão ser agora ouvidos de uma forma mais coerente e consequente. Esses, muito provavelmente, delineiam e projetam parques urbanos recorrendo à massa crítica da região, preservando a memória dos espaços, muitas vezes patente no património arbóreo que vai resistindo estoicamente às agruras do tempo e aos “humores” políticos. Os políticos, de um modo geral, salvo raríssimas exceções têm tido uma relação pouco amistosa com as árvores e muito em particular na forma como estas se articulam com projetos de requalificação urbana. A árvore, é normalmente um elemento de inspiração para escritores e artistas, mas constitui-se um óbice para a grande maioria dos autarcas. As que valiam a pena demoram muito tempo a crescer, e os méritos perdem-se no tempo, e depois não sabemos enquadrar devidamente o edificável com o natural, respeitando os momentos e as “idiossincrasias” de cada elemento arquitetónico e de cada espécie arbórea. Por isso, procuram-se fazer “eiras” nas praças do município em detrimento de se aproveitar as árvores que possam ter crescido naturalmente em alguns espaços e adotar essas árvores na lógica que se pretende para um parque urbano. Este desenho é possível fazer quando o projetista tem carta branca do promotor o que na grande maioria dos casos só é possível realizar com entidades privadas. Sabemos que a retoma vai basear-se muito em obras públicas, e que as quantias gastam é que contam, mais do que os objetivos que se pretendem com a obra. Por isso, quanto maiores os orçamentos melhor, quando na prática podemos, com os mesmos meios, multiplicar as realizações através de uma boa planificação e critérios rigorosos e amplamente discutidos com aqueles a que se destinam em primeiro lugar, os munícipes! Nesta fase de contração da produção parece estarmos a assistir a alguma recuperação ambiental que será importante monitorizar para percebermos se há algum novo equilíbrio que possamos encontrar para prolongarmos os recursos naturais aumentando a qualidade de vida de uma forma económica e ambientalmente sustentável. Nesse sentido temos vindo a desenvolver programas de base ecológica que ajudem a reforçar identidades de território como é o caso da preservação e valorização do rio dão. Os municípios e organizações, muitas vezes, por inépcia e ausência de visão estratégica, têm dificuldade em conseguirem retirar dividendos promocionais que se possam traduzir em valorizações económicas em programas desta natureza. Este pode ser o momento para com base em ações de voluntariado e programas bem delineados possam fazer crescer um sentimento de promoção ambiental. Saibamos agarrar a oportunidade! Este ano o mês de abril fez jus ao ditado popular “Abril, águas mil”, não sabemos se por mera casualidade da estatística climática ou como consequência de toda esta contração mundial. Por isso sido particularmente favorável à produção de biomassa que nos lança grandes desafios para podermos limitar a deflagração de incêndios rurais. Tal como na saúde na qual temos a sensação que todas as outras patologias desapareceram, também a limpeza das nossas florestas e das aldeias ficaram adiadas e acredito muito sinceramente que vamos precisar da ajuda divina para não assistirmos a novas tragédias. Hoje, estamos num tempo de enorme desconfiança de uns para com os outros e de grande escrutínio das verbas públicas que se irão usar, por necessidade imperiosa! Contudo, não nos deixemos contagiar por este sentimento evitando que se possa alastrar por incúria dos nossos políticos na tomada de decisão do nosso futuro estratégico seja na economia, ambiente ou coesão social e territorial."


sexta-feira, 15 de maio de 2020

WINE WEB SUMMIT.....a não perder



Vivemos tempos de incerteza e insegurança no mundo do vinho. A pandemia de COVID-19 veio alterar as rotinas de consumo e exigir de cada produtor mais flexibilidade, imaginação e capacidade de resposta rápida às novas tendências do mercado. 

 

Em busca de resposta para os novos desafios que este momento nos coloca, a 3ª edição da Pós-graduação em Wine Marketing & Events, do ISLA Santarém, irá organizar a WINE WEB SUMMIT, um conjunto de videoconferências online, através da Plataforma ZOOM, entre os dias 25 e 29 de maio.

O programa é ambicioso. Pretendemos abordar os temas mais atuais e prementes do marketing e da comercialização dos vinhos, e vamos ter os melhores profissionais para comunicar o seu conhecimento e experiência ao público. 

 
motionmailapp.com
Adicionar legenda

WINE WEB SUMMIT tem o apoio do ISLA Santarém, e tem a CVR Tejo e a Confraria de Nossa Senhora do Tejo como parceiros.
 

QUERO INSCREVER-ME!

Mais do que um simples Artigo, um modo de Estar...

Temos vindo de uma forma paulatina, a produzir trabalho em torno do cardo e aos mesmo tempo constituir uma equipa multidisciplinar. Por isso mesmo queria dar um agradecimento muito especial a todos!
Este trabalho agora publicado é imenso mérito da Manuela Antunes que teve um trabalho árduo de campo desde a recolha de amostras para análise da emissão de gases e medição de toda a biomassa que implicou obviamente a recolha do material e que é de uma qualidade excelente, aliás como tinha sido o anterior trabalho da Isabel Cardoso mas agora em maior escala. Ainda mais foi realizado na APPACDM que curiosamente ontem me pediram uma declaração para mostrarem evidências de que fazem um trabalho meritório em boas práticas agrícolas e ambientais. Querem melhor evidência do que publicar numa revista de reconhecido mérito internacional "The Open Agriculture Journal"
O Zé Luís com a sua forma "formiguinha" (no melhor dos sentidos) que leva a sua "água ao moinho" e com isso leva-nos a todos, o Jorge Oliveira pelo seu pormenor e capacidade científica, o Francisco Marques pelo voluntarismo e sentido prático e o António Pinto pelo "Sábio Saber" que só a experiência dos anos nos vai dando.
Esta concretização dá-nos balanço para um novo projeto que estamos a lançar e que acredito possa fazer Escola porque liga tudo isto, biodiversidade e genética, fertilização, rega, produção de biomassa, antioxidantes, proteases aspárticas e produção de queijos Serra da Estrela.
Para esta concretização contamos com os nossos alunos, desde o início foram eles mesmos que plantaram este campo, mesmo antes do cair da Pandemia. E será com eles que contaremos no futuro...acredito eu!
Orgulho-me de ter conseguido juntar esta equipa, multifacetada e plurisdisciplinar e que para mim representa mais do que apenas publicar.

Um abraço Amigo para Todos

sábado, 2 de maio de 2020

O Reconhecimento vai aparecendo naturalmente sem nos precipitarmos...by Wiley

Hoje pela manhã acordei com um mail da Wiley a congratularem-nos por estarmos no TOP dos artigos mais solicitados. É obviamente um orgulho, e acima de tudo dá-nos, ainda, mais responsabilidade. Mas também nos diz uma coisa, estamos no caminho certo e acima de tudo porque acreditamos no nosso trabalho, mais do que pelo reconhecimento dos outros, mas que sabe bem, laáisso sabe.




sexta-feira, 1 de maio de 2020

Eis que senão...

...como que de repente estão todos a puxar para o mesmo lado...