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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A natureza pensa em tudo...e coloca à mão de semear!

http://www.bbc.com/mundo/noticias-america-latina-38021460
http://www.tsf.pt/programa/sinais/emissao/rosas-amarelas-e-hipopotamos-de-todas-as-cores-5607811.html

Existe um site, o asknature.com, que representa um conceito extraordinariamente pertinente que é...se tens um problema para resolver primeiro pergunta à natureza como o faria. Atualmente queixamo-nos muito das alterações climáticas e de outros problemas do foro ambiental e ecológico, criados quase exclusivamente por obra e graça da espécie humana. É óbvio que habitam outras espécies no planeta, mas até o hipopótamo, com toda aquela corpulência parece que tem pezinhos de veludo. Por isso, não terá sido por acaso que este "cavalo do rio" foi escolhido para coqueluche do Continente e também não foi por acaso que hoje o Fernando Alves, o tenha referiu no seu "Sinais" a propósito dos hipopótamos de Mário Vargas Llosa que considerava animais dóceis, de pele macia que apenas ingerem libélulas (sendo herbívoros) e que adoram espojarem-se na lama e fazer amor.
Mas porque é que a natureza pensa em tudo? Cabeceando a bola para longe como fazia o meu amigo João Cavaleiro, nos seus tempos áureos, que ainda perduram, na arte de ensinar e saber estar, queria lançar uma reflexão. Em dois elementos muito queridos para nós, a natureza deu-nos a possibilidade de os poder transformar em expoentes, como sejam o caso do vinho e do queijo, muito em especial o vinho do Dão e o Queijo Serra da Estrela. Como? colocando as leveduras nas próprias uvas para através da fermentação dar origem ao néctar dos Deuses e as plantas de cardo nos pastos por onde deambulam os ruminantes para realizar o processo de coagulação através da ação de proteólise. Para alguns até colocou o coalho no bucho dos ruminantes, é à vontade do freguês!
Para além de pensar em tudo, a natureza, põe tudo à mão de semear....só temos que ser inteligentes, aproveitar e não estragar!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Otelo...um jogo de estratégia!


Hoje, o meu dia começou com assuntos de “guerra”. A crónica dos sinais, do Fernando Alves, sobre a referência ao estado de sítio de Otelo à agência Lusa e a curta-metragem “Comando” de Patrício Faísca e Sonat Duvar que venceu o Aroucafilmfestival. Esta última, é mais um dos exemplos como podemos fazer bem as coisas com, criatividade, custos muito limitados e uma grande dedicação e vontade à arte…já vamos na sétima. Muitas vezes, é no hobby que encontramos a paz de espírito, a liberdade de inspiração e até a sanidade mental para continuarmos a viver neste mundo que...está a mudar.  Em relação à primeira, o assunto é muito mais sério e apesar de estarmos todos muito descontentes, temos que ter tino. Em relação ao “Othello”, o jogo, tem estado sempre muito envolto em polémica, pois foi inventado por volta do século XIX , por dois londrinos, Lewis Waterman e John W. Mollet. Até os dias de hoje não se sabe com exatidão qual dos dois foi de fato o inventor do jogo, pois houve um combate judicial na época pelo direito à patente do jogo, um chamava ao jogo do outro de plágio. A mensagem do "Comando" é fazer passar uma mensagem desde o topo da hierarquia até chegar ao comando operacional e é simples...Só podes contar contigo! Esta é cada vez mais uma "imagem" actual do estado do estado das coisas. Este introíto serve para, mostrar ao alunos de Ecologia e Paisagismo, o exemplo de um pequeno "movie" http://www.newlightpictures.net/ que singra nas redes sociais e não só. Com um orçamento de 25 euros, para arame farpado, já amealharam um sem número de prémios e o estrelato. Não queremos fazer plágio, mas podemos usar as mesmas "armas". Por falar em "hobbies" na ESAV, o colega José Manuel Costa, está a dinamizar o 9º Encontro Micológico da ESAV, sob o lema "Traz um amigo também" numa actividade que todos os anos nos brinda com cultura, ciência, gastonomia e boa disposição! Este ano é a 25 de Novembro.
Por falar em actividades há sempre um amanhã para realizar o magusto da AE da ESAV, nem que seja no Natal. Private joke! 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Terra-a-Terra-nas-Terras-do-Demo-são-Sinais


Sou adepto confesso de programas da TSF, como o Sinais do Fernando Alves, do qual várias vezes vou buscar inspiração para "escrevinhar". Sou hoje também, adepto confesso de Moimenta da Beira, pelo que tenho ouvido da boca do seu Presidente, por ter sido fonte de inspiração de Aquilino e mais não fosse por todo potencial endógeno que demonstram possuir e exponenciar. Ainda não conheço suficientemente, são as suas gentes, mas acredito que sejam elas as obreiras deste querer serem diferentes, num hoje tão amargurado. Veio esta crónica a propósito do próximo programa “Terra-a-Terra” da TSF ser dedicado em exclusivo a Moimenta da Beira de onde será transmitido em directo no sábado, 1 de Outubro, das 9 às 11h. Serão duas horas contínuas de entrevistas e reportagens (o presidente da autarquia, José Eduardo Ferreira, será o entrevistado principal) sobre as potencialidades do município e a excelência dos seus produtos como a maçã, o vinho e o espumante Terras do Demo, a gastronomia, o património e os seus poetas e escritores, com Aquilino à cabeça. Ainda não tive oportunidade de relatar a minha conversa com o Presidente da Cooperativa Agrícola do Távora, no dia de Moimenta da Beira na feira de São Mateus. A transparência e a verdade das suas palavras foi para mim surpreendente, num mercado extremamente competitivo é sinal que não têm medo de mostrar e revelar como se faz, que cuidados se deve ter, e como devem ser dados passos seguros na senda do progresso e do sucesso, sem embarcar em devaneios e promessas vãs. Os negócios são feitos "olhos nos olhos", com base na certeza da qualidade do produto e no valor da palavra. Não se pode defraudar as expectativas. Têm bem noção do que lhes custou chegar até aqui e quanto valem hoje as marcas Terras do Demo e Aquilino Ribeiro. O espírito das terras do demo, é hoje um exemplo de DEMOnstração do querer e do saber fazer. Vou seguir de perto este evoluir, mas candeia que vai à frente...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Rurais,...Assumam-se... Cultural, Cientifica e Estrategicamente!









ashfaqueshah-pakistani.blogspot.com








Hoje, vinha com a vontade e intuito de "filosofar" sobre um projecto de futuro, na qual a ruralidade, deveria servir de suporte à promoção da nutrição, saúde e bem-estar, e cultura, tendo por base a produção de uma agrícola sustentável mas de qualidade assumida, ímpar e exemplar. No fundo, nenhuma Escola ou Empresa da área geográfica ou vocação rural, será capaz de sobreviver se não conseguir valorizar o seu potencial produtivo e os seus recursos, e transformá-los usando as indústrias agro-alimentares e outras como um meio de valorização da matéria-prima que sai das mãos dos "toscos" e "incultos" dos rurais, aliás, como são apelidados pela Academia Espanhola de Ciências, conforme disse hoje o Fernando Alves. São os próprios agricultores espanhóis que estão a propor a alteração do significado, sentindo-o como uma Real afronta. Devíamos lançar este repto no IPV, no sentido em que, a ESAV deverá constituir-se, não como a Escola "primária", mas como representante do sector primário, o fundamental, sobre o qual assentam todos os outros. A base estrutural de uma qualquer pirâmide. Quanto mais sólida for essa base mais alta poderá constituir-se a pirâmide. E o sector primário revela-se no "campo", não de batalha mas de trabalho, em ligação com o meio e com as outras estruturas, sejam Empresas, Associações, Autarquias, e outras Escolas dos vários níveis de ensino, incluindo do IPV. E haveria alguém capaz de liderar uma consciência deste tipo? Capaz de ligar a produção, a transformação e a promoção da saúde e do bem-estar, em fim criar uma Escola de Élite. Há uns tempos, um camionista dizia que para o "estranja" levava pedras e troncos e para cá trazia móveis e peças de arte em pedra. Este é exactamente o cenário do mundo rural. "Exporta" para a urbe, as matérias-primas e em troca nada ou quase nada recebe, a não ser o "estrume" e os "dejectos" da tal urbe. É fundamental, sabermos valorizar os produtos que saíam desta "horta plantada à beira da urbe" e colher daí os dividendos devidos. No Minho, surgiu a primeira horta Universitária devidamente promovida em todos os canais publicitários, aqui só há "Malucos e Velhos na Horta". E as cerejas? Quem as colheu? Algum "Maluco", talvez? "Malucos" somos todos, "parvos" só alguns!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O "Pavão" do Sócrates...



artesanatosantos.artblog.com.br


Religiosamente, atraso o "passo", não para chegar ao serviço às nove em ponto, mas para ouvir os sinais do Fernando Alves e por vezes buscar inspiração para a crónica matinal. Hoje, invariavelmente, vinha com a crónica na cabeça. Mas o FA também tinha escutado o mesmo pavão que eu ouvira ontem no decorrer da entrevista. Aliás, ao que parece até o Carrilho havia escutado! E eu que ingenuamente pensara que tinha um pavão ou uma "ave" afim no quintal lá de casa. Ele há sinais que... valem mais do que mil palavras!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Há MALES que vêm por BEM!



Hoje, já escrevi a "mentirinha" do dia 1 de Abril, na crónica anterior. Peço desculpa por isso! A verdadeira crónica de hoje, vem mais uma vez indirectamente da fonte dos sinais do Fernando Alves da TSF e directamente do diário Espanhol ABC. As árvores de Sindh no Paquistão cobertas de teias de aranha. Um fenómeno fantasmagórico que resulta das alterações climáticas e que cria uma oportunidade para a ciência agarrar e lançar novas ideias para o combate dos mosquitos portadores da malária. Temos que estar atentos aos sinais, porque daí resultam ideias brilhantes para resolver as grandes questões da humanidade. Neste caso é um mal que até pode constituir um bem imenso no futuro!