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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A TSF...de volta à prisão do Campo pela mão do Amadeu Araújo



http://www.tsf.pt/sociedade/interior/viseu-tem-uma-prisao-especial-5664920.html

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Amada Rádio...por Fernando Alves...no dia Mundial da Rádio

Um hino à rádio ou uma declaração de amor à rádio na véspera do dia dos namorados e no dia Mundial da Rádio. Agora que faço rádio, ainda que a brincar, esta declaração faz mais sentido.

https://soundcloud.com/tsf/amada-r-dio

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Ecos de um dia....em que o Cardo será enorme!

http://www.tsf.pt/sociedade/interior/cardo-o-novo-ouro-da-serra-da-estrela-5638237.html

http://portocanal.sapo.pt/noticia/113558

http://www.jornaldocentro.pt/noticias-rjc-31-de-janeiro/

http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/quinta-da-prisao-de-viseu-produz-flor-de-cardo-de-qualidade-superior

http://portocanal.sapo.pt/noticia/113942

http://www.agroportal.pt/estabelecimento-prisional-do-campo-entrega-de-flores-de-cardo-seleccionadas-a-produtores-de-queijo-serra-da-estrela/

http://www.destak.pt/artigo/292669-quinta-da-prisao-de-viseu-produz-flor-de-cardo-de-qualidade-superior

http://www.portugal.gov.pt/media/24729148/20170130-seaj-viseu.pdf

http://videos.sapo.pt/yQZNnnbwzy0aDWmc334h 

http://www.rtp.pt/noticias/economia/quinta-da-prisao-de-viseu-produz-flor-de-cardo-de-qualidade-superior_n980686

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O Riso é incurável...e contagioso...


...é a noticia que vos deixo no dia Mundial do Riso, referido pelo Fernando Alves, com base no dicionário do diabo de Ambrose Bierce. Haja alguma coisa que deva ser incurável e contagiosa!

Pessoas Promessa...

...Eu sou...
http://www.tsf.pt/programa/pensamento-cruzado/emissao/a-principal-tarefa-na-vida-de-um-homem-e-dar-a-luz-a-si-mesmo-tornar-se-o-que-e-potencialmente-erich-fromm-5610695.html

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A natureza pensa em tudo...e coloca à mão de semear!

http://www.bbc.com/mundo/noticias-america-latina-38021460
http://www.tsf.pt/programa/sinais/emissao/rosas-amarelas-e-hipopotamos-de-todas-as-cores-5607811.html

Existe um site, o asknature.com, que representa um conceito extraordinariamente pertinente que é...se tens um problema para resolver primeiro pergunta à natureza como o faria. Atualmente queixamo-nos muito das alterações climáticas e de outros problemas do foro ambiental e ecológico, criados quase exclusivamente por obra e graça da espécie humana. É óbvio que habitam outras espécies no planeta, mas até o hipopótamo, com toda aquela corpulência parece que tem pezinhos de veludo. Por isso, não terá sido por acaso que este "cavalo do rio" foi escolhido para coqueluche do Continente e também não foi por acaso que hoje o Fernando Alves, o tenha referiu no seu "Sinais" a propósito dos hipopótamos de Mário Vargas Llosa que considerava animais dóceis, de pele macia que apenas ingerem libélulas (sendo herbívoros) e que adoram espojarem-se na lama e fazer amor.
Mas porque é que a natureza pensa em tudo? Cabeceando a bola para longe como fazia o meu amigo João Cavaleiro, nos seus tempos áureos, que ainda perduram, na arte de ensinar e saber estar, queria lançar uma reflexão. Em dois elementos muito queridos para nós, a natureza deu-nos a possibilidade de os poder transformar em expoentes, como sejam o caso do vinho e do queijo, muito em especial o vinho do Dão e o Queijo Serra da Estrela. Como? colocando as leveduras nas próprias uvas para através da fermentação dar origem ao néctar dos Deuses e as plantas de cardo nos pastos por onde deambulam os ruminantes para realizar o processo de coagulação através da ação de proteólise. Para alguns até colocou o coalho no bucho dos ruminantes, é à vontade do freguês!
Para além de pensar em tudo, a natureza, põe tudo à mão de semear....só temos que ser inteligentes, aproveitar e não estragar!

domingo, 29 de maio de 2016

Não é Mau...Mudar o Passado...Oh Palhadaço

http://www.tsf.pt/programa/nao-e-mau/emissao/mudar-o-passado-5182254.html

...especialmente se for para acabar com o "pastel de bacalhau com queijo da Serra...dos candeeiros", ...Bravo Miguel Guilherme! isso "não é mau" pensado...a não ser que juntassem um pouco de esfregão, especialmente de Palhadaço...Por aqui é só "Borregos" e "Palhaços".


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Há sinais que interessam...

Os sinais do Fernando Alves são um dos motes de inspiração. Curiosamente, alterei rotinas de entrada na ESAV passando a entrar mais cedo e com isso deixei de ouvir tão assiduamente os sinais na TSF. Mas sempre que posso ouço as crónicas, ditas com os tempos e os ecos do Fernando que me deixam a pensar. Esta série está a ser transmitida de Natal, no Brasil e ele fez referência ao Queijo Serra da Estrela e do estudo de uma brasileira, Adriana Lucena à volta deste ícone. Vamos seguir este impulso e contactar esta advogada, cozinheira de vocação que estudou 4 anos o queijo Serra da Estrela. Depois contamos....


http://www.tsf.pt/Programas/programa.aspx?content_id=903681&audio_id=3526155

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Vila Nova de Paiva "Criou-lo"... em GRANDE!


Hoje ouvi pela manhã, através do relato do jornalista Amadeu Araújo da TSF, o caso do “chouriço Crioulo do Fumeiro Terras do Demo”, que tem sido um caso de sucesso em terras de Sua Majestade. Esta simples notícia levanta várias questões que julgo poderem ser uma fórmula de sucesso para muitos dos nossos território do interior… e em particular destes do “Demo”. Aliás, esta denominação “tenebrosa” tem exemplos vários de sucesso, onde podemos igualmente destacar o Espumante “Terras do Demo” dos meus amigos de Moimenta da Beira. Gostaria de em primeiro lugar destacar, a capacidade de adaptação e vingamento destes homens e mulheres das “Terras do Demo” às agruras e vicissitudes que a par da criatividade e inovação dos “vindouros” jovens podem aspirar subir aos píncaros do sucesso comercial e empresarial radicado nos produtos endógenos que fazem escola na região. Um outro aspecto não menos importante, é a atenção dada pelos órgãos de comunicação social, e em especial dos seus correspondentes “enraizados” nesses territórios e por isso mesmos dos que melhor o conhecem, fazendo saltar para o escaparate estes casos de sucesso. Depois pelo facto de ser um território de emigração, as suas gentes estendem pontes e abrem portas pelo mundo e permitem divulgar o nome de um território e dos seus produtos, resultantes do saber milenar das suas gentes nos mais diversos domínios do conhecimento e produção. O caso de hoje assenta no sucesso do chouriço crioulo, cuja designação está normalmente associado a cabo-verde e à sua língua, tão difundido pelo mundo através da cultura musical das mornas. No mundo lusófono, o termo crioulo denomina os filhos de casamentos inter-raciais ou, por extensão, as culturas nascidas do encontro entre o mundo europeu e o africano, e provavelmente todo este sucesso pode residir neste tipo de “mestiçagem” de cores, formas, sabores e saberes. Por coincidência, hoje Cabo-Verde fruto dos “Crioulos” está de parabéns por ter passado aos quartos-de-final da Taça das Nações, um feito de relevo atendendo ao facto de ser um pequeno entre colossos.
Noutro patamar, em relação a Vila Nova de Paiva, e a exemplo da muito mediatizada feira dos fumeiros de Montalegre, é tempo de ir pensado em subir mais um degrau na feira da Truta do Paiva, que o ano transacto se revelou um sucesso, para passar a constituir mais um marco incontornável deste território pleno de potencial em relação aos seus produtos endógenos e às suas incríveis paisagens.
Na tentativa de se criar locais aprazíveis para os visitantes se deixarem “enfeitiçar” por aqueles territórios, ajudem a criar a tal rede, Hotelland, com casas de madeira “camufladas” no próprio parque “Arbutus do Demo” e ascendam a um patamar ímpar marcando a diferença face a outros territórios. Por último, temos a cultura desta região que une todos estes elementos produtivos, resultantes da paisagem, das gentes e das suas capacidades e que os pode promover de uma forma evoluída em especial para os mercado ditos exigentes.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Mas que raio de País é este...


abola.pt
Estão a vir a lume muitas das "artimanhas" e jogos de bastidores que explicam um pouco porque é que tudo está como está e tão cedo não irá mudar. A não ser que a Grécia caía. Aí caímos todos! A Alemanha "amuada" e a fazer-se difícil pelo facto de estarmos a dar as coisas aos chineses, a EDP, a seguir a REN e mais o que vier. E estamos convencidos que os chineses nos vão ajudar. Vocês parece que não conhecem os chineses. entrem numa loja só para ver e reparem no olhar de desconfiança. Vão ajudar o Catroga, o Mexia e outros que "mexem" mas não dizem, como Loureiros e outros. Hoje, no fórum da TSF, alguém de Viseu lembrava o que os Alemães fizeram à europa há não muito tempo. O que os Franceses nos fizeram há já algum tempo. Enfim, já ninguém se lembra da história, é triste. E entretanto, morrem idosos, ás dúzias nas suas quietudes por este Portugal. Devíamos envergonharmo-nos.  E nas serranias do Algarve e nas vastas planícies Alentejanas os bombeiros fazem de "bombeiros" a levar os mais velhos aos hospitais e vivem os dramas desses idosos, que com fracturas do cólo do fémur ficam acamados dois dias, na esperança que a dor passe, que ficam no quartel dos bombeiros após a vinda do hospital, porque não têm coragem de os deixar ir para casa à noite onde ninguém os pode ajudar. Que esperam e desesperam pela carrinha da ajuda, porque não conseguem identificar as letras que dizem "Rastreio de Saúde" porque não sabem ler. Este é o retrato feito por uma crónica TSF, brilhante, que nos põe a "chorar" à frente do rádio, sózinhos, a pensar que raio de mundo é este. E este País, está cabisbaixo quase de joelhos, com olhar distante, como foi retratado pelo ministro das finanças a falar com o ministro homólogo alemão, Wolfgang Schauble, numa gravação que não devia ter existido, mas esta é uma guerra sem tréguas, já vale tudo para por a nú esta politica "rasca". 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Otelo...um jogo de estratégia!


Hoje, o meu dia começou com assuntos de “guerra”. A crónica dos sinais, do Fernando Alves, sobre a referência ao estado de sítio de Otelo à agência Lusa e a curta-metragem “Comando” de Patrício Faísca e Sonat Duvar que venceu o Aroucafilmfestival. Esta última, é mais um dos exemplos como podemos fazer bem as coisas com, criatividade, custos muito limitados e uma grande dedicação e vontade à arte…já vamos na sétima. Muitas vezes, é no hobby que encontramos a paz de espírito, a liberdade de inspiração e até a sanidade mental para continuarmos a viver neste mundo que...está a mudar.  Em relação à primeira, o assunto é muito mais sério e apesar de estarmos todos muito descontentes, temos que ter tino. Em relação ao “Othello”, o jogo, tem estado sempre muito envolto em polémica, pois foi inventado por volta do século XIX , por dois londrinos, Lewis Waterman e John W. Mollet. Até os dias de hoje não se sabe com exatidão qual dos dois foi de fato o inventor do jogo, pois houve um combate judicial na época pelo direito à patente do jogo, um chamava ao jogo do outro de plágio. A mensagem do "Comando" é fazer passar uma mensagem desde o topo da hierarquia até chegar ao comando operacional e é simples...Só podes contar contigo! Esta é cada vez mais uma "imagem" actual do estado do estado das coisas. Este introíto serve para, mostrar ao alunos de Ecologia e Paisagismo, o exemplo de um pequeno "movie" http://www.newlightpictures.net/ que singra nas redes sociais e não só. Com um orçamento de 25 euros, para arame farpado, já amealharam um sem número de prémios e o estrelato. Não queremos fazer plágio, mas podemos usar as mesmas "armas". Por falar em "hobbies" na ESAV, o colega José Manuel Costa, está a dinamizar o 9º Encontro Micológico da ESAV, sob o lema "Traz um amigo também" numa actividade que todos os anos nos brinda com cultura, ciência, gastonomia e boa disposição! Este ano é a 25 de Novembro.
Por falar em actividades há sempre um amanhã para realizar o magusto da AE da ESAV, nem que seja no Natal. Private joke! 

sábado, 1 de outubro de 2011

Aquilino… uma visão de futuro…que radica na história!

http://www.jornaldocentro.pt/
Sobre a o programa “Terra-a-Terra” da TSF, que passou no passado sábado sobre Moimenta da Beira, registo do pouco que ainda lhe conheço, que este Presidente, José Eduardo Ferreira, não é só o que fala, é também a forma e a convicção como fala. Sobre Aquilino disse que, faz parte da identidade das terras do Demo, descreveu as paisagens, os costumes, as gentes com a sua personalidade forte e que olhou para longe, e mais do que retratar o nosso passado aponta o futuro das nossas terras e das nossas gentes. Por outro lado, o presidente da Cooperativa Agrícola do Távora de forma humilde, falou do sucesso na estratégia desenvolvida, incluindo todos, desde direcção, técnicos, funcionários e viticultores que começou com 6000 garrafas em 2005 e que pretende atingir as 500 mil garrafas este ano de 2011, fruto da reconversão de 200 ha de vinha e do apoio técnico prestado pelos serviços da cooperativa aos vitivinicultores. Face ao cenário que foi apresentado, o que faltará para guindar este concelho ao sucesso? Em primeiro lugar, tempo e uma monitorização constante das opções que se vão tomando no dia-a-dia, criar inovação assente em conhecimento técnico-científico e aí as instituições de ensino superior também podem ter uma palavra, com os investigadores que possam acrescentar mais valia estratégica. No próprio plano de formação dos agricultores e técnicos, pela amostra das entrevistas, haverá também uma oportunidade de colaboração, sabendo à partida os méritos de cada um que os levaram até à situação actual. Há e haverá sempre aspectos a melhorar, e se querem um conselho, não se distraiam com as “quezílias” sobre as denominações de origem de “esmolfe”, sigam os vossos objectivos com a vossa maior mais valia, que é o volume de produção e se usarem só a designação “bravo” com a denominação de origem “Beira” em nada ficariam a perder. Saibam usar o turismo como veículo para promoção de todas as valias de Moimenta, e não se esqueçam que os melhores centros de interpretação podem ser os restaurantes da região, com os seus produtos endógenos e a arte do bem servir e acolher. Parabéns à TSF e às gentes de Moimenta da Beira.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sinais...da crise...mas também de oportunidade!

Tenho uma enorme sintonia de pensamento com os sinais do Fernando Alves. Ontem, falava com uma colega sobre o "surrupianço" do prémio de mérito aos alunos do secundário e, eis que os "sinais" falaram. São estes pequenos sinais dos ministros, agora deste, outra vez de outros, que nos põem a pensar que os cortes não são "cegos", são "cirúrgicos" e amputam algumas das poucas meritocracias ainda existentes. Para além da questão, de se estarem a fazer alterações às regras na véspera da atribuição dos prémios de mérito,  estamos a admitir à partida que nenhum dos alunos brilhantes seja carenciado, o que é uma sonegação do regras da igualdade de direitos. Mas para quem afirma sistematicamente que se devem privilegiar os melhores, sejam alunos, professores ou dirigentes e com o qual concordo, este é um sinal em sentido contrário, com o único objectivo de subtrair verbas e poupar uns trocos. Mais grave é não propor objectivamente para que serve o prémio, como é distribuido e quem decide, ou seja, justificar devidamente os propósitos das alterações, para que todos entendam os objectivos e acabem por aceitar a situação. Assim, cada escola usará naquilo que bem entender, uns para comprar papel higiénico e sabão para os lavabos, outros para resmas de papel, outros para reagentes. Trata-se de uma simples falha de comunicação do "aparelho governativo" assumida pelo senhor ministro. Gostaria de saber a que escola é que o ministro irá entregar algum dos prémios. Posso adivinhar? Eu em tempos até  propus que, os melhores alunos da ESAV, poderiam ver as suas propinas serem pagas, desde que atingissem níveis verdadeiramente meritórios, como uma forma de incentivar a vinda de melhores alunos e criar uma competição salutar entre os alunos. Cabe à ESAV, saber tirar daí dividendos, fazer publicidade disso, envolver estes alunos em projectos que divulguem o bom nome da Escola em termos técnico-científicos, no fundo o retorno seria seguramente muito maior. Em relação aos alunos do secundário, provavelmente existirão escolas que irão manter os prémios e essas serão destacadas, farão publicidade disso e no fundo ainda irão ganhar dividendos. E acredito que possam surgir empresas regionais que possam abraçar esta oportunidade e serem elas a atribuir prémios de mérito, se não em dinheiro pelo menos em géneros.
Após ter escrito esta crónica ouvi a noticia que a ordem dos médicos iria atribuir 10 bolsas de mérito. Uma atitude inteligente, sem dúvida, e todas as ordens, institutos e empresas que se associarem a esta causa, ganharão com isso. O Instituto Politécnico de Viseu também se podia associar a esta moda de oportunidade. Caso não tenham verba disponível para o efeito, sugiro que paguem as propinas no primeiro ano se os alunos se inscreverem nalgum curso do IPV. Tratar-se-ia de um investimento e não necessariamente de um custo. Durante o dia de hoje várias ideias irão surgir. Foi pena que o governo não tivesse estudado isto, antecipadamente, com as empresas, ordens, universidades e Institutos Politécnicos, porque todos sairiam bem na fotografia. Assim, só o governo é que ficou mal e, o ministro nem se fala!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Terra-a-Terra-nas-Terras-do-Demo-são-Sinais


Sou adepto confesso de programas da TSF, como o Sinais do Fernando Alves, do qual várias vezes vou buscar inspiração para "escrevinhar". Sou hoje também, adepto confesso de Moimenta da Beira, pelo que tenho ouvido da boca do seu Presidente, por ter sido fonte de inspiração de Aquilino e mais não fosse por todo potencial endógeno que demonstram possuir e exponenciar. Ainda não conheço suficientemente, são as suas gentes, mas acredito que sejam elas as obreiras deste querer serem diferentes, num hoje tão amargurado. Veio esta crónica a propósito do próximo programa “Terra-a-Terra” da TSF ser dedicado em exclusivo a Moimenta da Beira de onde será transmitido em directo no sábado, 1 de Outubro, das 9 às 11h. Serão duas horas contínuas de entrevistas e reportagens (o presidente da autarquia, José Eduardo Ferreira, será o entrevistado principal) sobre as potencialidades do município e a excelência dos seus produtos como a maçã, o vinho e o espumante Terras do Demo, a gastronomia, o património e os seus poetas e escritores, com Aquilino à cabeça. Ainda não tive oportunidade de relatar a minha conversa com o Presidente da Cooperativa Agrícola do Távora, no dia de Moimenta da Beira na feira de São Mateus. A transparência e a verdade das suas palavras foi para mim surpreendente, num mercado extremamente competitivo é sinal que não têm medo de mostrar e revelar como se faz, que cuidados se deve ter, e como devem ser dados passos seguros na senda do progresso e do sucesso, sem embarcar em devaneios e promessas vãs. Os negócios são feitos "olhos nos olhos", com base na certeza da qualidade do produto e no valor da palavra. Não se pode defraudar as expectativas. Têm bem noção do que lhes custou chegar até aqui e quanto valem hoje as marcas Terras do Demo e Aquilino Ribeiro. O espírito das terras do demo, é hoje um exemplo de DEMOnstração do querer e do saber fazer. Vou seguir de perto este evoluir, mas candeia que vai à frente...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Rurais,...Assumam-se... Cultural, Cientifica e Estrategicamente!









ashfaqueshah-pakistani.blogspot.com








Hoje, vinha com a vontade e intuito de "filosofar" sobre um projecto de futuro, na qual a ruralidade, deveria servir de suporte à promoção da nutrição, saúde e bem-estar, e cultura, tendo por base a produção de uma agrícola sustentável mas de qualidade assumida, ímpar e exemplar. No fundo, nenhuma Escola ou Empresa da área geográfica ou vocação rural, será capaz de sobreviver se não conseguir valorizar o seu potencial produtivo e os seus recursos, e transformá-los usando as indústrias agro-alimentares e outras como um meio de valorização da matéria-prima que sai das mãos dos "toscos" e "incultos" dos rurais, aliás, como são apelidados pela Academia Espanhola de Ciências, conforme disse hoje o Fernando Alves. São os próprios agricultores espanhóis que estão a propor a alteração do significado, sentindo-o como uma Real afronta. Devíamos lançar este repto no IPV, no sentido em que, a ESAV deverá constituir-se, não como a Escola "primária", mas como representante do sector primário, o fundamental, sobre o qual assentam todos os outros. A base estrutural de uma qualquer pirâmide. Quanto mais sólida for essa base mais alta poderá constituir-se a pirâmide. E o sector primário revela-se no "campo", não de batalha mas de trabalho, em ligação com o meio e com as outras estruturas, sejam Empresas, Associações, Autarquias, e outras Escolas dos vários níveis de ensino, incluindo do IPV. E haveria alguém capaz de liderar uma consciência deste tipo? Capaz de ligar a produção, a transformação e a promoção da saúde e do bem-estar, em fim criar uma Escola de Élite. Há uns tempos, um camionista dizia que para o "estranja" levava pedras e troncos e para cá trazia móveis e peças de arte em pedra. Este é exactamente o cenário do mundo rural. "Exporta" para a urbe, as matérias-primas e em troca nada ou quase nada recebe, a não ser o "estrume" e os "dejectos" da tal urbe. É fundamental, sabermos valorizar os produtos que saíam desta "horta plantada à beira da urbe" e colher daí os dividendos devidos. No Minho, surgiu a primeira horta Universitária devidamente promovida em todos os canais publicitários, aqui só há "Malucos e Velhos na Horta". E as cerejas? Quem as colheu? Algum "Maluco", talvez? "Malucos" somos todos, "parvos" só alguns!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Hoje vi uma Biclas em Viseu...









Pela manhã, ao chegar ao meu local de trabalho e a ouvir os sinais do FA na TSF, vi um sinal no trânsito. Uma "Miss" adolescente a andar de bicicleta em Viseu, na rotunda da "Quinta do Galo" com os livros na cesta da frente, assumidamente numa bicicleta feminina. É razão para pensarmos que as mentalidades estão a mudar e estes casos, os primeiros são os verdadeiros "motores". Eu escrevi há algum tempo sobre o "Biclas em Viseu" e ainda ontem este assunto veio "à baila". O Bibliotecário da ESAV, estava preocupado com a baixa afluência dos estudantes à biblioteca da ESAV. Fica longe! Longe de quê? Ponham umas bicicletas na ESAV, que sirvam para os alunos andarem dentro e fora da ESAV. Ah, falta verba? Então vão ao IPV, ao IPJ, à CMV, ao Governo Civil, à Comunidade Europeia, à Presidência da ESAV.... de certeza que existem programas de sustentabilidade urbana que possam concorrer. Se não tirem as vossas bicicletas do sótão e tragam-nas para a rua. Em relação à "história" da biblioteca, vão começar por fazer um estudo e lá para o ano...mas à tarde, teremos conclusões.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O "Pavão" do Sócrates...



artesanatosantos.artblog.com.br


Religiosamente, atraso o "passo", não para chegar ao serviço às nove em ponto, mas para ouvir os sinais do Fernando Alves e por vezes buscar inspiração para a crónica matinal. Hoje, invariavelmente, vinha com a crónica na cabeça. Mas o FA também tinha escutado o mesmo pavão que eu ouvira ontem no decorrer da entrevista. Aliás, ao que parece até o Carrilho havia escutado! E eu que ingenuamente pensara que tinha um pavão ou uma "ave" afim no quintal lá de casa. Ele há sinais que... valem mais do que mil palavras!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Uma Provocação do GOOGLE!



O cronista Fernando Alves da TSF, cujas crónicas assisto com regularidade e aconselho, fez hoje uma analogia "fabulosa" entre as fugas de Sócrates ontem, e as de Huodini, o mais fase escapista e ilusionista. A sua fonte de inspiração foi o Google, que o homenageia hoje na sua página inicial. Não sei se de modo provocatório se de efeméride (137º aniversário)...contudo, será efémera, porque amanhã a homenagem será a outro tema. FIM!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Pagador de PROMESSAS...uma voga


Este é um tema em voga, por força de Carlos Gil (http://www.peregrino.org/) e pela subtileza nonsense de Bruno Nogueira que o levou ao Lado B (RTP) e ainda por Fernando Alves (TSF), que considero a voz ...da rádio. Ressaltou-me entretanto uma dúvida, se um algum ou alguém se candidata a um cargo sem fazer quaisquer promessas qual o sinal que pretende dar? E então não podemos pedir quaisquer responsabilidade por inoperância ou ausência estratégica? Aliás a navegação à vista foi antes da criação do sextante, o nosso meio privilegiado de agir e... ao que parece, ainda continua a ser... em muitos dos casos. Em relação aos proventos os que forem são. Não foram prometidos mundos e fundos, aliás nada foi prometido. Do que escutei em relação aos dois programas é curioso que se possa julgar alterar a constituição para criar um mecanismo na lei que considere o pagador de promessas como um serviço público e já agora criar esta profissão para que no âmbito do IRS, a tributação seja mais clara. Como terá dito o António Vitorino sempre que for cumprida uma promessa ouvida vou exultar esse facto, ou mesmo que apenas seja cumprido algo. Por hoje, fico por aqui porque o tema se está a esgotar e o povo está farto de promessas. Ah! vem aí o Papa se calhar o Carlos Gil que pense em contratar mais pessoas ou em abrir um Franchising porque não há muitas oportunidades destas ou esta é uma ideia peregrina!