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sábado, 12 de novembro de 2016

Ontem fomos a um dos poucos Bancos...onde podemos investir com segurança...os nossos Recursos... Genéticos

O dia 11 de novembro de 2016 ficará para a história como a primeira vez que a ESAV foi oficialmente ao Banco Português de Germoplasma Vegetal numa visita com docentes e alunos dos cursos de Eng. Agronómica, CTEsP de Produção Animal e de Agricultura Biológica. Sabemos que muitos outros alunos gostariam de ter ido, mas infelizmente os lugares do autocarro esgotaram. Acreditamos que haverá uma próxima, pois esta visita foi um "abrir de portas" que irá trazer "sementes" no futuro. Gostaríamos de agradecer a todos os colaboradores no nome da Eng. Ana Barata a enorme disponibilidade e competência com que nos receberam. Revelaram-nos todos os procedimentos e áreas de investigação desenvolvidos nesta estrutura de fulcral importância para o sucesso da nossa agricultura e onde reside muito do potencial atual e futuro nesta área. Este é um verdadeiro banco, que guarda e preserva mas que ao mesmo tempo investe no futuro e na valorização dos nossos recursos. Todos os outros bancos deveriam ter esta missão. Obviamente que a forma de tirar dividendos económicos também deve ser avaliado e acredito que esta é uma área que poderia ser explorada em diversos domínios, com criatividade e inovação. Já hoje este banco colabora com diversos projetos na área do slowfood entre outros, mas muitas outras áreas haverá onde a divulgação destes recursos através da prova sensorial destes produtos poderia ser uma mais valia na educação dos nossos consumidores e na divulgação das nossas cultivares, variedades, ecótipos como uma real mais valia. Inclusivamente nos programas relacionados com a culinária e com a nutrição. Este repositório é de extraordinária importância para a procura de compostos anti-tumorais, antioxidantes, promotores de saúde muitas vezes que encontramos em variedades específicas. Acreditamos que as áreas da cultura, por mão das tradições que já o fazem, mas também pela estética da arte podem ser formas de valorização de todo este património, 
A breve trecho iremos disponibilizar uma mostra dos nossos recursos genéticos relacionados com o cardo para serem preservados neste banco, no qual acreditamos e estamos dispostos a investir. Também podemos ajudar nas variedades de alfarrobeira que é aliás um dos melhores exemplos na qual a semente tem um papel de destaque na valorização da cultura. É das sementes de alfarroba que deriva o peso do "Carat" (0,200 g) e são estas sementes que possem as melhores gomas do mundo, por via das suas galactomananas. Aqui está um bom exemplo de como as sementes são capazes de ajudar a propagar e divulgar cultura e valor. Os meus alunos são sensibilizados para estas questões e orgulho-me de nas minhas aulas ter sido descoberta a maior semente de alfarroba do mundo com 0,320 g. Agora no cardo estamos a fazer um trabalho similar de caracterização e avaliação da biodiversidade que quando estiver maduro iremos colocar à disposição do Banco.
Aos nossos alunos uma palavra de agradecimento pela forma atenta e pelo saber estar que demonstraram ter e que muito nos orgulha.
A feliz coincidência que termos levado alunos de todo o espectro agrícola e nesse sentido aproveitarmos todo o potencial do Banco também falando sobre o Banco de Germoplasma Animal.
Ás minhas colegas Helena Esteves Correia e Daniela Vasconcelos por terem desenhado um dia de visitas que integrou de forma inteligente áreas aparentemente tão díspares com a produção vegetal e animal.
Mais uma vez o nosso agradecimento a toda a equipa que nos recebeu e muito em particular à Eng. Ana Barata. Estamos ao vosso inteiro dispor.





































quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ESAV...Cultiva o Futuro...e ganha prémio de reconhecimento e mérito!

Ainda não tive a oportunidade de saber os pormenores, mas um conjunto de alunos e docentes da ESAV, ganharam um prémio promovido pela CAP, num concurso com o título Cultiva o teu Futuro. Pode ser um sinal importante e não apenas simbólico para a ESAV demonstrar a sua capacidade. Parabéns a todos aqueles que contribuiram para mais este sucesso. Assim que tiver pormenores direi algo mais...Que este prémio sirva de incentivo para que outros docentes e alunos se esforcem para mostrarmos o valor e o potencial da ESAV, particularmente num momento delicado como aquele que atravessamos. Agora é preciso divulgar o feito, não só pelos canais regionais, mas também nacionais e... trabalhar para procurarmos novos reconhecimentos aqui e além fronteiras 

domingo, 9 de junho de 2013

Urge levantarmos voo...com alunos...e aprendermos a planar!

Tenho tido, nestes últimos dias, sinais diametralmente opostos em relação às dinâmicas dos alunos na nossa escola. Existem alguns que por mais do que nos esforçamos, não conseguem levantar voo nem tão pouco levantar as pernas. Outros, existem porém, que à mínima "briza" levantam voo com extraordinária facilidade. Não podemos desistir dos primeiros, mas temos que agarrar os segundos, porque senão levantam voo e vão planar para outras paragens. Com os primeiros temos que perceber quais as reais razões deste aparente "marasmo". Pode ser que a culpa seja nossa dos docentes! Vamos desenvolver fóruns de discussão de índole geral e com alguns alunos e projetos em particular, porque há que saber manter algum sigilo sobre certas e determinadas matérias. Publico esta foto que foi o primeiro esboço sobre o Parque Arbutus do Demo, desenvolvido em conjunto com o designer João Nunes. Comecemos com uma folha de papel A0 de preferência de papel de algodão e vamos centrar todas as nossas energias e competências, pensar em voz alta e começar a elencar todos os aspectos que estão em jogo na criação de um projeto. Devíamos estabelecer parcerias com jovens designers para a criação destes projetos, se não os houver cá, o que duvido, temos que os procurar e se calhar começar por Aveiro.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Rurais,...Assumam-se... Cultural, Cientifica e Estrategicamente!









ashfaqueshah-pakistani.blogspot.com








Hoje, vinha com a vontade e intuito de "filosofar" sobre um projecto de futuro, na qual a ruralidade, deveria servir de suporte à promoção da nutrição, saúde e bem-estar, e cultura, tendo por base a produção de uma agrícola sustentável mas de qualidade assumida, ímpar e exemplar. No fundo, nenhuma Escola ou Empresa da área geográfica ou vocação rural, será capaz de sobreviver se não conseguir valorizar o seu potencial produtivo e os seus recursos, e transformá-los usando as indústrias agro-alimentares e outras como um meio de valorização da matéria-prima que sai das mãos dos "toscos" e "incultos" dos rurais, aliás, como são apelidados pela Academia Espanhola de Ciências, conforme disse hoje o Fernando Alves. São os próprios agricultores espanhóis que estão a propor a alteração do significado, sentindo-o como uma Real afronta. Devíamos lançar este repto no IPV, no sentido em que, a ESAV deverá constituir-se, não como a Escola "primária", mas como representante do sector primário, o fundamental, sobre o qual assentam todos os outros. A base estrutural de uma qualquer pirâmide. Quanto mais sólida for essa base mais alta poderá constituir-se a pirâmide. E o sector primário revela-se no "campo", não de batalha mas de trabalho, em ligação com o meio e com as outras estruturas, sejam Empresas, Associações, Autarquias, e outras Escolas dos vários níveis de ensino, incluindo do IPV. E haveria alguém capaz de liderar uma consciência deste tipo? Capaz de ligar a produção, a transformação e a promoção da saúde e do bem-estar, em fim criar uma Escola de Élite. Há uns tempos, um camionista dizia que para o "estranja" levava pedras e troncos e para cá trazia móveis e peças de arte em pedra. Este é exactamente o cenário do mundo rural. "Exporta" para a urbe, as matérias-primas e em troca nada ou quase nada recebe, a não ser o "estrume" e os "dejectos" da tal urbe. É fundamental, sabermos valorizar os produtos que saíam desta "horta plantada à beira da urbe" e colher daí os dividendos devidos. No Minho, surgiu a primeira horta Universitária devidamente promovida em todos os canais publicitários, aqui só há "Malucos e Velhos na Horta". E as cerejas? Quem as colheu? Algum "Maluco", talvez? "Malucos" somos todos, "parvos" só alguns!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Divulgação... Dever ou Castigo!

A divulgação na ESAV parece não ter "nem rei nem roque". É arbitrária, pouco transparente e sem estratégia aparente. Desta forma, dá azo a quem seja escolhido possa assim pensar. Este ano calhou-me a mim fazer as despesas. Provavelmente, porque os telemóveis estão desligados e as pessoas nem passam pela Escola. Depois da Viriato, da Emidio Navarro e do Alves Martins, calhou-me o Sátão. Irei com imenso prazer e vontade e espero mais uma vez poder contar com o apoio da AE nesta "missão". Vou pedir que desta vez possa ir um aluno vestido de capa de batina. Na sexta-feira contarei como se passou mais esta missão, que espero que a Direcção não me esteja a eleger como Castigo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O dia da ESAV...foi adiado!



o caricas.blogspot.com

Já por várias vezes tenho dito, para quê ir para as "aulas magnas do IPV" fazer as realizações da ESAV. Só se temos vergonha das nossas instalações! Depois prestamo-nos a comentários "jocosos", sem necessidade alguma. Dou aqui um mero exemplo e usando as relações privilegiadas com o RI14 de se montar uma tenda devidamente enquadrada na paisagem da Quinta da Alagoa, com um sessão ao ar livre e a Lagoa em fundo. Hoje de manhã ao passar pela Presidente da Assembleia da Representantes da ESAV, lembrei-me que faria todo o sentido que a figura "altaneira da nação" proferisse um discurso, até porque deverá ser equidistante das várias tendências, e que apelasse à união, não só entre docentes, mas também com funcionários e alunos. E os alunos? deveria explicar-se a razão da sua ausência. Apesar de falados não são tidos como parceiros por quem de direito, sendo natural que "já estejam de saco cheio", segundo zun, zuns. Em relação aos discursos, até por serem realizados num auditório da ESTG de Viseu, pouco ou nada se ouviu falar do sector Agrário e foi mais uma vez o Exm.º Sr.º Vereador da CMV, o Dr.º Guilherme Almeida, a falar desse sector como potencial "motor" do desenvolvimento rural. Ontem havia escrito e reitero, tinha sido uma belíssima oportunidade de ser o Vice do IPV, que mais conhece a agrária a fazer um discurso, até porque não acredito que quando se trate do dia da ESSV, o seu Vice não esteja lá presente ou que nunca lá tenha feito um discurso. Há oportunidades que não se podem perder... e esta foi uma delas. Agora vou almoçar... Uma vitela à Lafões com cogumelos silvestres e Vinho do Dão tinto DOC de 1985.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

FinLand...o FIN da linha!

lapplandkeywest.com

Esta semana o expresso, pela mão do Prof. Diogo Freitas do Amaral, fez a análise comparativa entre Portugal e a Finlândia. Assim do que me lembre e estou a "falar de cor" só o PIB é que é parecido. Até aqui estamos bem. O problema é que eles são metade de nós. Há algum tempo escrevi sobre os países que incluíam o termo "Land" no seu nome, e que concomitantemente atribuiam valor à terra e à forma como preservá-la e valorizá-la como recurso. A Finlândia apostou na novas tecnologias, na educação, na floresta, tudo numa perspectiva de modo sustentável de utilizar o ambiente e num cenário de transparência absoluta e confinça entre os politicos e os cidadãos. Já tivemos docentes desta Escola de visita a este colosso, onde, comparativamente connosco por cada cem mil habitantes, o número de advogados é mais reduzido, tal como o número de policias, médicos, juizes,...só nos enfermeiros é que eles nos ganham. Comparativamente, nós temos quase tantos enfermeiros como médicos, o que não faz sentido nenhum. Portugal, compreende-se que não aposte no "Land" porque não temos o sufixo no nome do País, e então apostamos no "Mar Alto". A ESAV podia pagar algumas viagens a docentes da casa para irmos à Finlândia, aprender alguma coisa...ou pagar para lá ficarem!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Na Academy Parade...Dão Beers and Beefs



Ontem, senti a obrigação na qualidade de Director de Curso de dizer presente num dia marcante para muitos alunos, especialmente para os finalistas, no desfile académico. Fiquei orgulhoso pela forma ordeira e até regrada (mas também "regada") como os alunos da ESAV se portaram, embora no meu caso, possa falar com mais propriedade dos alunos de Eng. Florestal e de Ecologia e Paisagismo. Reparei que as alunas de Erasmus estava completamente integradas na "parade", embora se tivessem enganado no carro alegórico, o Presidente da AE com o seu "guarda-costas" Ferreira, a controlarem os ímpetos dos outros e os seus próprios, neste caso na busca de uma qualquer Whitney Houston, de Aguiar da Beira ou mesmo de Santa Comba, ou até do Barreiro. Fui fazendo companhia ao Sr. António, que mostrou o seu agrado sempre que sai com os alunos da ESAV, são os mais animados do IPV. É claro que pode haver algum exagero nas suas palavras, embora haja sempre um fundo de verdade. Até os docentes têm um carinho pelo motorista do IPV, neste caso o Eng. António Pinto teve a delicadeza de lhe dar uma "Beefana" preparada pelos alunos de Enf. Veterinária.

No final, assisti ao desânimo de algumas alunas pelo facto dos carros da ESAV terem sido desclassificados por mostraram um posição una em prol da ESAV e não destacando devidamente e isoladamente cada um dos cursos. Não sei se são os alunos da ESAV que têm de mudar a atitude ou o regulamento que tem de ser revisto. O futuro o dirá. Gostei de ver alguns docentes no desfilo, porque não tenho dúvida que é importante para os alunos sentirem a nossa companhia. Parabéns até para o ano.

domingo, 20 de março de 2011

Uma Árvore não faz uma Floresta



Um provérbio Chinês diz que se queremos dez anos de prosperidade cultivemos árvores, se quisermos cem anos cultivemos as pessoas. Como docentes da ESAV, vamos dar resposta esta semana a vários eventos relacionados com o tema das árvores e das florestas, no distrito de Viseu, designadamente em Vila Nova de Paiva e Oliveira de Frades.

Estas colaborações, consideramos de extrema importância para fazermos passar uma mensagem, não só técnico-científica, mas também cultural e acima de tudo de mobilização de esforços conjuntos com autarquias, escolas, associações de desenvolvimento rural,... em prol da região Dão-Lafões e Alto Paiva.

Na própria ESAV iremos fazer um workshop desenvolvido pelos alunos, já abordado numa crónica anterior com o título "Novos desafios para a Floresta." A autarquia de Viseu, como referência do distrito, também irá realizar uma conferência sob a égide de um jornal de referência e com "vultos" da ciência florestal. Para chegarmos a ser reconhecidos pela autarquia da nossa cidade como pares, temos que "palmilhar" o nosso caminho. Estamos a fazê-lo...pode ser que um dia venhamos a ser reconhecidos. Por enquanto vamos andando na província...com imenso prazer e vontade.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A ESAV não é só isto... mas também é isto!


O dia de São Martinho foi finalmente comemorado na ESAV. Para aqueles que confiaram a sua presença seguramente que se vão lembrar por muitos e bons anos. Por coincidência ou não, é também o dia do nosso Presidente e isso poderia dar ainda mais força à sua comemoração e poder ser usado de forma "ousada". Mas este foi também um dia onde se puderam tirar muitas lições. Normalmente não devemos destacar ninguém, porque nos esquecemos sempre de outros, mas não posso deixar de fazer algumas referências e assinalar algumas vitórias. A primeira foi a apresentação, neste caso ao Presidente do IPV, do licor de Mel, num projecto conduzido pela Sara e também pelo "Alcobaça". Esta foi uma pequena vitória, mas tenho a certeza que a Sara não mais o esquecerá. Seguramente que terá de melhorar o licor mas tenho a certeza que o fará com imenso sucesso e saberá arranjar os parceiros para isso. Os dois grandes obreiros de todo o evento foram o Prof. Rui Oliveira mas também o Luis "Santa Comba". Porquê? Porque ambos iriam realizar cada um o seu dia de São Martinho e teriam à mesma imenso sucesso se o levassem a cabo individualmente. A diferença ao pensarem fazer em conjunto é que assim ganhou a Escola no seu todo, senão toda, pelo menos aqueles que quiseram aderir à inciativa. Um agradecimento também muito sentido à Eng. Leontina Fonseca, pela lição a roçar a irreverência sobre a "sexologia do castanheiro", ao Eng. Duarte por mostrar um projecto de corpo inteiro "RefCast" que espero que possa ajudar a levar a cabo. Numa componente mais "tertuliana", o Dr. Alberto Correia, deliciou-nos como uma lição dedicada à "cultura do castanheiro", em jeito de graça sponsorizada pela Policia de Segurança Pública de Viseu, o nosso muito obrigado. Acabamos em beleza com o Eng. Carlos Silva a mostrar-nos o vinho de outros tempos e desejo-lhe os maiores sucessos para a sua última criação o "Touriga´s five". Segui-se o "rancho" na cantina da ESAV, na autêntica acepção da palavra e a todos os níveis. Queria deixar um agradecimento pessoal a todos os alunos que se portaram de uma forma muito natural, inclusivamente com o "enfarruscar" e na forma ordeira como souberam aproveitar este dia. Uma última palavra para quem esteve no grelhador toda a noite sem refilar...Minfas, o meu obrigado!