segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Há uns que fazem GAZETA, mas em Germil ...ninguém dorme...!

http://issuu.com/joseluisaraujo/docs/gazeta_rural_n___217
A Gazeta Rural continua a apoiar e bem os produtores de Queijo Serra da Estrela, neste caso os de Penalva do Castelo e logo dos melhores... Se o Sr. Carlos Lopes diz que vai ser um ano de Excelência é porque ele sabe o que diz e porque também alguém lhe "soprou" ao ouvido, provavelmente a sempre jovem da Fotografia, a D. Maria do Carmo a sua esposa...Parabéns!

Agora em código fique lá com estas referências, antes que eu as perca

4M (281364; 281365)
5M (281366; 281367)
6M (281368; 281369)

Estes não são para irem para a Feira!

Há malta aos "Beijós" no CET... e outros a dormir!



e não só...de outros lugares também. Beijós é uma freguesia do Concelho de Carregal do Sal e por isso parte integrante da Denominação de Origem Protegida do Queijo Serra da Estrela. Vejam lá, as meninas de Beijós se há por lá algum cardo para podermos avaliar a sua biodiversidade, porque o Sal já nos sabemos de onde vem ou... vinha.


A sede do concelho, Carregal do Sal, implantada em zona plana, entre as vertentes dos Rios Mondego e Dão, estende-se cerca de 3Km ao longo da Estrada Nacional nº 234, principal eixo rodoviário de ligação com os países da Europa. A Linha do Caminho de Ferro da Beira Alta, de igual modo, a mais importante via ferroviária no campo internacional, acompanha-a em toda a sua extensão, e a estas duas vias de acesso e à sua situação geográfica invejável, se deve, em boa medida, o desenvolvimento do seu aglomerado populacional e mesmo o progresso geral de todo o concelho.
De notar que a vila teve os seus núcleos mais antigos em locais que hoje constituem como que bairros típicos, como a Rua da Fonte, a Rodela e as Salinas, embora esta última zona se encontre hoje bastante modificada, com a edificação de prédios novos, e a remodelação e substituição das velhas construções, onde outrora se armazenava o sal, interposto abastecedor de uma vasta zona, entre o Douro e a Serra da Estrela, atravessando mesmo a fronteira de Vilar Formoso e entrando em terras de Castela, tal como se pode confirmar, em microfilmagem no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, das «Memórias Paroquiais da Freguesia de Currelos, de 1758». Não são muito pacíficas as correntes de opinião sobre as origens do nome de Carregal do sal. O certo, porém, é que o nome figurou apenas como Carregal até aos fins do século XIX. O topónimo «Carregal» teria, assim, segundo os estudiosos derivado de «Cárrega», planta ciperácia, espécie de gramínea, abundante na região, e, portanto, «Carregal», lugar onde havia «Cárrega», a que se juntaria o «sal», este devido ao cloreto de sódio, armazenado nos grandes e referidos depósitos, em local ainda hoje designado por «salinas».
O Sal, cujo comércio consta já, em documentos de 1758, era transportado em barcos da Figueira da Foz até à Foz – Dão ( porto fluvial e povoação hoje desaparecida com a Barragem da Aguieira ) e daqui seguia, em carros de bois, até ao Carregal. O nome Carregal, como povoado, é, porém, muito antigo, e já figurava num documento de doação de Dom Afonso Henriques, datado de 1137, e onde também se faz referência a «Ulveira de Currelos», «Parada», «Papizenos» e «Pineirino», nomes antigos de terras hoje pertencentes ao concelho.

Por fim vejam um texto fascinante do Prof. Galopim de Carvalho - O Sal na História da Terra e do Homem
http://www.triplov.com/galopim/sal.htm

Os alunos do CET...os do dormir... que ainda não realizaram o trabalho prático é favor de irem ao gabinete 4!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os alunos do CET são miúdos...





...irresponsáveis dizem alguns, até com responsabilidade. Eu digo que são o contrário, e que podem ser ainda muito melhores, cabe-nos a nós professores saber motivá-los e puxar por eles. A mim já me deram prova que querem ser capazes...sendo apenas um começo é um bom principio. Quem quiser continuar a aprender comigo é só bater no laboratório 7 ou no gabinete 4, para vocês a porta está sempre aberta.

WOOD LOOK, KOOL WOOD or WOOD KOOL


http://www.koolwood.com/
http://www.woodlook.com/

Já está quase tudo inventado mas tem que haver espaço para a criação inovadora...veremos se surgem as ideias...

Wooden Clock...or Wood Look with new eyes...as Garden Therapy


http://www.criadesignblog.com/tag/relogio+de+madeira

Hoje visitei a loja Entre em Viseu, que recomendo vivamente e a peça que mais me impressionou foi um simples relógio em madeira que poderão ver ao vivo na loja. A mensagem é de simplicidade mas fabulosa! no sentido em que a alternância e o padrão dos anéis reflete a passagem vincada dos tempos... há outras ideias que podem surgir facilmente... veremos!
 
Quando vemos sítios na internet com este...onde fui retirar este relógio, perguntamos o que andamos a fazer com os nossos alunos e porque é que passamos tanto tempo a dormir? A ESAV podia fazer uma parceria com a autarquia de Viseu, no acompanhamento das podas urbanas e no reaproveitamento do material oriundo das podas não só como biomassa, mas muito mais...em colaboração com os artistas, autores e designers do concelho...um pouco como o Buçaco mas noutros moldes completamente diferentes..."graças a deus" porque não nos ocorreu nenhuma fatalidade.
 
 

Oh Manel...Explica lá a que é que se REFERe o "Sistema de Inteligência Geográfica"

... se tiveres vontade, faz o DMIE mostrar à ESAV o potencial da "ferramenta" SIG na análise dos inquéritos dos alunos, e de todos os dados arquivados no serviço de alunos da ESAV, através da realização de um estudo de planeamento que permita delinear um plano de estratégia, que sustente um plano comunicação e Marketing, específico da ESAV para os próximos anos. Isto tendo em conta a análise do historial de todos os alunos que nos passaram pelas mãos, desde onde vieram e até onde estão atualmente a laborar, nos diversos cursos e a partir daí as estratégias que surjam de forma mais clara e objetiva. Não só vermos onde devemos ir buscar alunos, porque há historial como vermos onde os podemos colocar porque há histórias de sucesso.
 Esse trabalho poderia ser apresentado "devidamente encaixilhado" no próximo aniversário da ESAV, a tempo de construirmos o futuro, hoje...
Oh Manel se a ESAV não quiser apresenta ao IPV, para realizar para todo o IPV...via ADIV

http://www.esriportugal.pt/mercados/ensino-e-investigacao/segmentos-de-mercado/ensino-superior/

Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) no Ensino Superior providenciam uma solução integrada para suportar a academia e os estudantes com os seus objetivos educacionais.
O SIG não é somente utilizado em departamentos de Geografia. Colocando a informação no contexto geográfico, o SIG pode ser aplicado transversalmente em vários sectores de estudo para melhorar a aprendizagem e o ensino. Os SIG podem dar as competências necessárias aos estudantes nas carreiras de Saúde, Marketing, Estudos Ambientais, Engenharia, Gestão de Recursos Naturais e, obviamente, Geografia... mas também na análise e proposta das estratégias para a própria academia, conhecer melhor os que fazem parte da academia, e a própria academia para lhes darmos uma melhor resposta de futuro, isto num curto espaço de tempo...
 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ou "Mata (ou) Racho"...

 
Esta peça é criação do homem dos "Matarrachos", Sérgio Amaral de seu nome e um artesão consagrado pelos quatro cantos do mundo. Esta expressão do "Mata ou Racho" é cada vez mais verdade, na ciência, na arte e na ética e no saber..... Quando houver oportunidade será a próxima colaboração que iremos concretizar...uma realização com os Matarrachos...Não podemos expressar abertamente a razão desta publicação...  O que podemos dizer é que as entidades com responsabilidades culturais, científicas, políticas entre outras devem cada vez mais acreditar no potencial daqueles que escolheram estes domínios geográficos para fazerem vida nas mais variadas áreas...e fazerem desacreditar o ditado "Santos da Casa não fazem milagres!"