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sábado, 27 de junho de 2015

SalivaTec...um conceito em que cada um dá o melhor de si próprio em prol de uma equipa...

...um encontro promovido no espaço mágico do Fontelo....no qual a Universidade Católica também faz parte da história ...





 Era também o dia do Eduardo &Mónica....






 Some datails....




segunda-feira, 16 de junho de 2014

Viriato...em Destaque...

 
 
 Aqui segue a nota de imprensa enviada pela Viriato e cujo órgão de comunicação social, neste caso o Diário de Viseu, entendeu fazer a noticia...
"A Escola Secundária de Viriato ganhou, no passado dia 6 de junho, em Lisboa, o prémio Nacional INOVA 2013/2014, na categoria Criatividade com o projeto SuStentare. As alunas Débora Duarte e Juliana Jesus, do 12º A, e a Prof. Coordenadora Alexandra Rocha defenderam, com sucesso, o projeto SuStentare, que visa produzir sabonetes com propriedades dermocosméticas inovadoras a partir de sorelho (subproduto do fabrico do queijo “Serra da Estrela DOP”) e do cardo (Cynara cardunculus L.).
Este projeto multidisciplinar constitui-se como uma estratégia da Escola Secundária Viriato que visa potenciar os conhecimentos técnico-científicos e artísticos dos seus alunos e professores das diversas áreas do ensino das Ciências Naturais, Físico-Químicas e das Artes em prol da valorização dos recursos naturais e endógenos da região e de encontrar estratégias para a resolução de alguns problemas associados a algumas áreas tradicionais de produção, de que o setor do queijo “Serra da Estrela DOP” é um exemplo. Para o cumprimento deste desígnio, a Escola tem integrado alguns projetos como o Simbiose (Ciência Viva), o CARDOP (Proder) e agora o Sustentare, com diversos parceiros de referência, como a Escola Superior Agrária de Viseu/IPV, o Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa-Centro Regional das Beiras, a ANCOSE (Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Serra da Estrela), a Casa da Ínsua/Visabeira, a Confraria do Queijo Serra da Estrela e a Empresa Burel Factory.
O projeto SuStentare pretende ser um contributo para uma abordagem estruturante, motivadora e inovadora do ensino das Ciências na Escola e procura, também, dar um contributo importante para explorar o modo como a Ciência, a Tecnologia e as Artes podem contribuir para rentabilizar recursos existentes na região onde a escola se encontra integrada, numa perspetiva de sustentabilidade, capacidade, criatividade e inovação. Surge, ainda, como resposta aos apelos de diversas associações e empresas do sector dos laticínios da região, que reconhecem a necessidade de serem encontradas estratégias para a minimização dos impactos ambientais de alguns subprodutos resultantes do fabrico do queijo “Serra da Estrela DOP”, encontrando, inclusivamente, formas para a sua valorização económica e ambiental. Na obtenção do processo de coagulação do leite de ovelha da raça “Serra da Estrela” para o fabrico dos afamados queijo e requeijão “Serra da Estrela DOP”, surge, como subproduto, o sorelho. O reconhecimento do valor nutricional e farmacológico deste subproduto, o qual contém mais de 50% da matéria seca do soro original e que pode constituir, pontualmente, alguns problemas de impacto ambiental, levou-nos a considerar que o sorelho, dadas as suas características, se podia constituir como uma matéria-prima base para a concretização deste projeto inovador. Os promotores do projeto entenderam centrar, no todo do produto, um conjunto de valências e recursos endógenos, onde o burel, produzido a partir da lã de ovelha raça “Serra da Estrela”, entra na conceção e realização da embalagem e o óleo das sementes, os extratos das flores e das folhas de cardo na composição da matriz do sabonete, em complemento do sorelho.
Este projeto piloto entra, agora, numa nova fase de estudo laboratorial intenso, relativo à caracterização das propriedades bioativas, exfoliantes e aromáticas dos sabonetes, que irá culminar num ensaio de testes dermatológicos. Paralelamente, irão ser desenvolvidos e explorados os conceitos de marca, imagem, embalagens e marketing, respeitando os valores intrínsecos ao projeto, relativos à valorização dos recursos naturais e endógenos, do potencial humano da região, da sustentabilidade ambiental e da qualidade estética assentes na criatividade e na inovação. Acreditamos que, apesar do percurso que falta concluir, e por todo o empenho, resultados e sucessos já obtidos, a breve trecho, este produto possa ser uma realidade comercial e possa ser experimentado e ensaiado, após a conclusão da fase de testes, num dos nossos parceiros privilegiados, o Hotel de charme Casa da Ínsua, como prova de um percurso e de uma estratégia de sucesso que envolve instituições em prol de um setor e de uma região."


domingo, 8 de junho de 2014

Colocarmos o Mariano a teste....neste caso o Cardo_Mariano










Curiosamente, uma das alunas estagiárias do CET de laboratório da ESTGV que estão a estagiar no laboratório da Universidade Católica, a Joana Duarte, trouxe cardo-mariano da sua aldeia perto da Covilhã para testarmos a sua atividade coagulante. Em breve daremos nota dos resultados obtidos, sendo que as diferenças para com o Cynara cardunculus são "abissais". Para já deram uma ótimas imagens... Um agradecimento à Joana e à Yuliya pelo excelente trabalho que têm desenvolvido e pela disponibilidade absoluta que têm demonstrado que irá dar os seus frutos acredito...

domingo, 23 de fevereiro de 2014

O Centro esta semana...estava imparável...Mas o BURRO sou mesmo EU!





 
Ontem ao ler o Jornal do Centro, com um grafismo muito limpo e agradável....(depois de ter passado por um fase "folclore")...deparei-me com um conjunto de noticias muito interessantes.
O projeto Terra Amada, os últimos artesãos do Vale do Paiva, a barragem de Ribeiradio, entre outras e... uma curiosa que era "dois concelhos: uma viagem".
Comecemos por esta!...dois concelhos onde o "folclore" é que interessa! sempre Vila Nova de Paiva à frente, agora acompanhado pelo Sátão a irem passear...também faz falta mas depois de fazermos os TPCs.
Em relação ao projeto Terra Amada a levar a cabo pela Universidade Católica de Viseu, com muito mérito, tenho a dizer o seguinte. O IPV perdeu uma oportunidade de ouro, há dois anos de agarrar um projeto apelidado "Devemos ter "Querença" no Demo", agora se quiser vai a reboque....se a Católica deixar e quiser!
Aparecemos cedo demais, sendo já tarde para ajudar este território, e calhamos com as pessoas erradas. Paciência fica para 2025 quando abrirem  um Museu nestas paisagens e nós estivermos todos em "Empalhados" a sermos visitados por Japoneses e Chineses! "O Burro neste caso sou mesmo eu!"
 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Doclist e Funclist serão SPAM?


Crónica deste titulo será a escrever um dia...sobre o que penso das motivações e desmotivações de uma Escola e de um IPV! Entretanto, ontem encerramos uma pequena secção do grande capítulo  sobre a temática do cardo e do Queijo Serra da Estrela. Hoje vamos iniciar um outro capitulo num degrau mais acima, incidindo sobre a criação de valor no Território das Terras do Demo, e as tais coincidências já começaram a surgir para conduzir esta nova fase ao sucesso. Eu tenho que deixar um testemunho, até emocionado, aos alunos, aqueles que nos acompanham para todo o lado, percebendo que a sua força é a nossa força. Uma nota especial para aqueles com os quais já me irritei e que têm estado sempre presentes. Eu faço "reprimendas" para o vosso bem, e nem sempre tenho razão, mas eles até me perdoam. Esta nova fase é muito mais dificil, vamos ter que trabalhar muito em conjunto e vamos começar na segunda-feira. Vamos planear os 15 dias no Arbutus do Demo, em Vila Nova de Paiva de um a forma precisa e consequente. Uma palavra especial para a minha "chefe", a Eng. Helena Esteves Correia que esteve muito bem, dignificando o nome da ESAV e a sua Direcção e mostrando uma nova abertura da ESAV para o conhecimento pormenorizado da realidade que nos rodeia, procurando dar repostas aos anseios dos territórios e das suas gentes. Aos meus colegas da ESAV, Daniela Vasconcelos e José Manuel Costa, uma referência muito especial, porque estão sempre presentes independentemente do di,a da hora e do assunto, tal como aos amigos de tantos lados que lá estiveram presentes. Aos muitos dos que não puderam estar, os meus agradecimentos pelas palavras de incentivo ao projecto. Em relação à comunicação social, que é um dos pilares fundamentais para o sucesso destes projectos e acções, tenho que dar aqui o testemunho de reconhecimento e gratidão ao José Luis Araújo, da Gazeta Rura,l porque foi o único que entendeu a mensagem e a importância deste momento, se calhar porque entende o território, o potencial  e as gentes da nossa Beira. Não é jornalista destas temáticas quem quer...é quem pode! Entrevistou o Prof. Doutor Euclides Pires (UC), que é só o Director da Unidade de Biotecnologia Molecular, do Biocant e coordenador do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra e que é um dos facilitadores que estiveram connosco, tal como o Eng. Jorge Carreira da DRAPCentro, o Eng. João Madanelo da Ancose e a Prof. Doutora Marlene Barros da Universidade Católica- Centro Regional das Beiras. Por último, um agradecimento ao anfitrião, o Eng. José Matias da Casa da Ínsua, que nos proporcionou uma sala de sonho, para este momento que poucos assistiram mas que provavelmente não se esquecerão. Um abraço amigo a todos. A próxima será no Arbutus do Demo...se nos deixarem porque, nos vamos fazer de convidados.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mais um dia pelo Queijo Serra da Estrela ou mais uma oportunidade perdida!


Fui informado, pelo colega Eng. Soares de Sousa, que a DRAPC delegação de Gouveia irá realizar um encontro sobre o jovem produtor de queijo Serra da Estrela. Como sempre a ESAV não é tida nem achada para quase nada que seja realizado ou promovido fora da cidade de Viseu. É necessário saber de quem é a culpa, se dos actores da região se de nós próprios. No caso vigente, a ESAV está a trilhar um caminho nesta área, designadamente na valorização do queijo Serra da Estrela pela mão do cardo, em conjunto com o Centro Regionl das Beiras da Universidade Católica. Temos um projecto Proder para avaliação e caracterização dos recurso genéticos do cardo e julgamos que podiamos ter um papel contribuindo para esta fileira. A nossa apresentação será realizada em Viterbo, Itália no 8th International Symposium on Artichoke, Cardon and their wild relatives, porque cá vamos apenas assistir e levar os nossos alunos para ver se há algum público. Já sabemos que santos da casa não fazem milagres, mas assim também mete dó. A trabalharmos cada um por seu lado não admira que a agricultura esteja no estado em que está. O que vale são os próprios agricultores e neste caso a mais valia dos produtores de queijo Serra da Estrela e de algumas organizações como a Ancose que vegetam neste meio. Em relação à ESAV tem que ir trilhando o seu caminho. Isto também demonstra o peso que Viseu, tem hoje na própria DRAPC. Por isso é que eu falava da importância de nos voltamos a juntar esforços com a delegação de Viseu, para que ambos possamos desenvolver parcerias úteis e frutuosas para a região, porque os seus pares ainda reconhecem méritos, senão ao todo pelo menos às partes.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ontem o cardo, hoje a sopinha!... e onde está a "massinha"?


O cardo volta a estar na ordem do dia, através da  divulgação pela agência lusa dos resultados de uma linha de investigação sobre o potencial anti-tumoral dos extratos do cardo seguida por cientistas do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Baixo Alentejo e Litoral (CEBAL) em Beja. Esta equipa, liderada por Fátima Duarte, estuda desde 2008 o potencial do cardo para prevenir e tratar doenças, nomeadamente os dois tipos de cancro. Os cientistas dividiram o cardo em partes para obter extratos naturais de cada uma e têm percebido que o extrato da folha “parece ser o mais ativo ou o que tem mais potencialidade fitoterapêutica”. “Neste momento não posso dizer que o extrato da folha consegue ser um tratamento eficaz”, mas, através de ensaios ‘in vitro’, com recurso a um modelo de um tipo de cancro da mama, o fenótipo triplo-negativo, o trabalho tem mostrado que “conseguimos bloquear o crescimento das células tumorais” quando são incubadas com o extrato da folha do cardo, afirmou Fátima Duarte. A equipa está a iniciar a identificação e a caracterização química dos compostos do extrato da folha do cardo, para saber qual é o composto ou quais são os compostos com potencial anti-tumoral, disse, frisando que talvez “não se trata de um composto, mas de uma sinergia entre compostos”. Por outro lado, a equipa vai tentar perceber se o extrato “consegue influenciar a mobilidade das células tumorais”, porque um tumor tem o “poder” de desenvolver metástases. A evolução da investigação, financiada por fundos comunitários, vai depender de financiamento, mas, se continuar ao ritmo atual, dentro de quatro a cinco anos a equipa deverá ter informação suficiente para avançar com os ensaios ‘in vivo’ ou já terá desistido, se tiver percebido que o extrato não tem atividade que justifique tais ensaios, estimou.
Esta noticia é chamada a este fórum por várias razões. Em primeiro lugar, para felicitar os investigadores responsáveis por este projecto. Depois para dizer que é importante ir divulgando os  projectos e trabalhos que se vão fazendo, e resultados que se vão obtendo, porque também ajudam a criar "lobbys" de interesse para a busca de financiamento, apesar de percebermos que ainda está numa "fase de rampa". Por último, pela coincidência de estarmos na ESAV em colaboração com outras instituições como a Universidade Católica das Beiras e a Universidade de Coimbra a estabelecer equipas para estudarmos o cardo (Cynara cardunculus), mais numa vocação nutracêutica e de aplicação agro-alimentar. Uma das questões que salta à vista é o facto de não se dizer que espécie de cardo se trata, para dizer que não são todas iguais. Nós estamos exactamente a começar por aí, criando um repositório de recursos genéticos que possa ser útil num futuro próximo para elegermos os melhores genótipos para os mais diversos propósitos, quaisquer que eles sejam. Ontem estabelecemos protocolos da caracterização de antioxidantes, flavonóides. Hoje, será na busca das proteases aspárticas. Na quinta-feira será a caracterização morfológica e a "labuta" no campo, com os alunos dos vários cursos da ESAV, que têm dado um contributo meritório. É assim, contando com todos, cada um no seu papel. Muito em breve iremos divulgar junto da comunicação social este projecto que veicula os propósitos para que serve afinal uma escola Agrária. Usar a produção primária na busca de mais valias na promoção da saúde, e do bem-estar, que no fundo é onde se encontram actualmente, as verbas para a investigação científica. Nesse sentido, também devíamos promover o consumo de sopa e sabermo-nos associar a eventos alimentares que promovam a boa alimentação e já agora também com a Escola Superior de Saúde de Viseu, com as questões da alimentação equilibrada e racional, dos índices calóricos, e nós ESAV, com a quantificação dos compostos benévolos e promotores as bioactividades e por aí fora.  Bom apetite, e já agora acompanhado por um bom copo de vinho...do Dão de preferência!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A ESAV está quase a sair da ADOLESCÊNCIA e depois...

A ESAV comemorou mais um aniversário, ou como diria alguém ( a quem não lhe conheciamos esses dotes) , comemora um ano mais. Estas são datas de apelo à unidade, (unanimismo?), de inaugurações devidas é certo, mas talvez e mais importante de lançamento de novos projectos e ideias, num ambiente que é normalmente de concórdia e de uma maior informalidade dentro da formalidade que o próprio dia encerra. A escolha de lição de sapiência (sapiens) recaiu sobre uma eminente personalidade de Viseu, diríamos do Centro que bem o conhece, o Drº Almeida Henriques. Em relação às linhas orientadoras proferidas que, ouvi com atenção, ressalto o desenvolvimento de Networks, competências e complementaridades. Na nossa "microregião" consegue-se, criando uma estreita ligação, em complementaridade entre as instituições de Ensino Superior da cidade que tanto preconizo e que tento realizar na prática. Estamos hoje a desenvolver alguns projectos em parceria plena, não só ao nível científico como também de divulgação científico, conto com o Prof. Alexandre Panteleitchouk do Piaget e a Profª Marlene Barros da Universidade Católica nesta vereda. São os primeiros passos a três e sabemos que temos um longo caminho a percorrer e para isso precisamos de outros, muitos! Mas contamos também com empresas (ex: Controlvet), associações (ex: Ancose) e entidades públicas (Câmaras Municipais, Direcção de Agricultura e Floresta) para em parceria plena estabelecermos protocolos, depois de devidamente avaliadas as necessidades e a nossa capacidade para dar resposta às solicitações requeridas e seguramente que, em sinergia aumentamos em muito a nossa capacidade, agora conjunta. O Dr. Almeida Henriques centrou muito do seu discurso na eficiência energética que, passa em muita medida por ampliar as fontes, explorar novas formas de armazenamento e pouparmos cada um per si. Neste item não temos a curto prazo know-how disponível para contribuir de forma decisiva embora, em parceria com a ESTV podermos na área da biomassa desenvolver alguns projectos que, já há muitos anos equacionamos ainda sem concretizar. Então apostemos na poupança e tornemos a ESAV autosuficiente através da implementação de uma pequena central de biomassa acoplada a outras fontes de energia. Outros do temas aflorados foi o da valorização dos nossos territórios e das nossas paisagens acoplado com o sector do turismo. Nesta temática reunimos após o almoço de confratenização do dia da ESAV exactamente para ultimar um projecto nesta área em parceria da região Centro com Castilla y Léon, numa lógica de valorização dos territórios de baixa densidade com elevado capital cultural e natural. Aqui a ESAV está em vários domínios a trabalhar em diversos projectos e pode exponenciar o seu know-how nesta área. Outra das questões abordadas foi a assimetria entre a região Dão-Lafões e o Douro Sul, ambos no distrito de Viseu. Ora aqui está uma área estratégica onde seguramente valerá a pena investir quer na cativação de novos alunos quer no desenvolvimento de projectos nas diversas áreas que a ESAV aborda e neste caso usar o pólo de Lamego como ponto de contacto estratégico. O ninho/incubação de empresas é seguramente outro dos pilares que o IPV há muito tempo devia ter acautelado e promovido, mas nunca é tarde e poderemos evitar erros cometidos por outros que já vão bem mais à frente. Nós temos pontos de contacto com o Biocant e com o Instituto Pedro Nunes que podem ajudar nesse lançamento. Por enunciar todas estas linhas orientadoras quero agradecer ao Drº Almeida Henriques que, numa lógica mais prática que teórica apontou alguns dos caminhos para o futuro. Quanto ao pormenores são de realçar o arranjo floral da mesa, o Dinis que de uma forma tão natural faz soar e vibrar a plateia, o nosso "mestre de cerimónia" e já agora o "porco de honra". Foi pena que não tivesse havido mais adesão por parte da comunidade escolar e dos parceiros sociais com os quais nos envolvemos em diversos projectos. O porquê da situação não gostaria de especular, mas tenho as minha suspeitas. Quando sairmos da adolescência, já não podemos brincar... temos que trabalhar.