Vista Alegre...que nome mais bonito para um local onde a fonte da inspiração é a base do sucesso. Um Museu que vale a pena visitar para valorizarmos uma das mais belas indústrias criativas que temos...Para quando um artista plástico de Viseu a recriar uma peça Vista Alegre. Poderia ser lançado um concurso nesse sentido...A Vista Alegre já faz peças exclusivas para o Município de Viseu,...poderá ser um mais um passo para estimular a criatividade dos artistas de Viseu, sem qualquer tipo de privilégios provincianos.
Mostrar mensagens com a etiqueta Visabeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Visabeira. Mostrar todas as mensagens
domingo, 23 de outubro de 2016
Ir à Capela ...no dia dos Melhores Anos
Finalmente ontem decidimos visitar o espaço da Vista Alegre, in situ, em Ílhavo. Não pudemos ter a companhia de um dos melhores cicerones que conheço qualquer que seja o espaço, o meu caro dr. Machado Matos, mas mesmo assim foi uma visita repleta de bons momentos e reconhecimento de todo um trabalho extraordinariamente meritório realizado por José Ferreira Pinto Basto e os seus descendentes que hoje é património da Visabeira.
Mandada edificar em finais do século XVII pelo Bispo de Miranda, D. Manuel de Moura Manuel, a Capela da Nossa Senhora da Penha de França é um dos pontos de interesse da Quinta da Vista Alegre.
Edifício imponente e de bela arquitetura, apresenta na fachada principal uma imagem em pedra ricamente trabalhada da Nossa Senhora da Penha de França, Padroeira da Vista Alegre. No interior destacam-se os azulejos seiscentistas de Gabriel del Barco, os retábulos em mármore e talha dourada e as abóbadas decoradas com belíssimos frescos. No vão da Capela-Mor ergue-se o imponente túmulo episcopal de D. Manuel de Moura Manuel, magnífico trabalho em pedra de Ançã, da autoria do artista Claude Laprade, e um dos elementos de maior relevo desta capela.
A Capela da Vista Alegre foi adquirida em hasta pública a 26 de outubro de 1816 por José Ferreira Pinto Basto e classificada como Monumento Nacional no ano de 1910.
http://vistaalegre.com/pt/t/vaa_VisiteMuseudaVistaAlegre_LugardaVistaAlegre-9
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
A Casa da Insua/Visabeira dá o mote ... o Queijo Serra da Estrela à CHEF
Tive o privilégio de receber a imagem de divulgação do evento pela mão do próprio dinamizador, o Administrador da Visabeira Turismo, Dr. José Arimateia. Acredito que este evento venha imprimir um novo alento ao queijo Serra da Estrela, cuja Casa da Ínsua será a primeira a colher os frutos, pelo mérito e arrojo desta organização mas que poderá ajudar toda a fileira e esse é o meu desejo. Há bons produtores e há os de excelência, espalhados por toda uma vasta região de denominação de origem. Eu ainda conheço poucos, mas desses já conheci alguns de excelência e considero a casa da Ínsua como um desses, a par de outros. Uma parte importante deste evento será o workshop que se irá realizar onde estarão representados conhecedores profundos dos vários elementos relativos ao queijo Serra da Estrela, as ovelhas raça "Serra da Estrela", o leite, o cardo, o sal, os produtores, os pastores, a promoção, a gastronomia, a nutrição,...e tudo o mais que possa fazer a diferença e a valorização deste ícone do mundo rural.
Em relação ao menu de degustação, pouco haverá a dizer pela excelência do "Cartel Michelin"... Em relação ao meu amigo dr. Machado Matos julgo que será uma entrada em grande na Casa da Ínsua, desejo-lhe os maiores sucessos para mais esta realização. O Eng. José Matias e a sua excelente equipa está na base disto tudo e sem eles não faria sentido esta realização.
...A imagem denota um cuidado especial, na qual a "pinça" mostra o cuidado e o preciosismo com que o queijo serra da estrela é hoje trabalhado na Casa da Ínsua e na região...a frase mostra a raça destas gentes...acreditamos naquilo que fazemos...!
sábado, 21 de setembro de 2013
É urgente uma perspectiva de investimento futuro... em Viseu e não acreditarmos apenas em Deus
Esperamos que os investimentos na Indústria, Serviços, Educação, Saúde, não sejam apenas uma miragem. Não basta acreditarmos em Deus para resolvermos as coisas sabendo que é o elemento religioso aquele que vai em fase mais adiantada. Esta imagem da "Quinta do Galo" é paradigmática (Pára e diga-me). Ós investimentos são como a lógica da Galinha. "Não basta apenas pôr o ovo é preciso cantar...". Mas não é cantar de galo... nem tão pouco cacarejar...
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
CARDOP...já é uma Realidade!
No momento atual, vários são os projetos, em curso e sob a forma de intenção, nas variadas vertentes, para ultrapassar as limitações competitivas da fileira dos produtos tradicionais de qualidade (DOP), designadamente o queijo “Serra da Estrela”. Neste sentido, a Escola Superior Agrária de Viseu-IPV irá apresentar no próximo sábado, na Casa da Ínsua, o projeto CARDOP, em consórcio com o Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra e a Universidade Católica-Centro Regional, representados pelo Prof. Doutor Euclides Pires e pela Prof. Doutora Marlene Barros, respetivamente, considerados centros de investigação de referência nos estudos científicos do Cardo (Cynara cardunculus L.), utilizado na produção do queijo DOP “Serra da Estrela”. Para além destas instituições de cariz científico, contamos com a colaboração e apoio técnico da ANCOSE, DRAPCentro, Casa da Ínsua (Visabeira), APPACDM, entre outras. Toda a criação de imagem, design, página web e multimédia, foi da responsabilidade do gabinete de comunicação e relações públicas do IPV, coordenado pelo Dr. Paulo Medeiros.
Este projeto, intitulado CARDOP, fruto de uma “simbiose” entre a planta CARDO e a designação DOP, visa contribuir para a valorização de um ícone do mundo rural, o queijo “Serra da Estrela”, através de uma das suas matérias-primas, a flor do cardo que contém um coagulante vegetal imprescindível para a produção do Queijo DOP “Serra da Estrela”. O coagulante vegetal natural é obtido a partir de flores de cardos silvestres, que crescem espontaneamente nas paisagens Beirãs e que são colhidos numa ampla área geográfica que excede os limites impostos pela legislação DOP (Regulamento da Comunidade Europeia nº 510/2006) e cujas enzimas proteolíticas solúveis presentes nos pistilos, são adicionadas ao leite crú para promover a sua coagulação. Face aos procedimentos de recolha, secagem, armazenamento e utilização coloca-se o problema do coagulante vegetal natural, obtido a partir dos extratos aquosos das flores de C. cardunculus, poder não cumprir as normas de higiene e segurança alimentar, sendo o cardo comercializado sem qualquer tipo de registo sanitário. Também a veiculação de micro-organismos existentes no cardo poderá dar origem a um produto que não cumpre as normas de higiene e segurança alimentares em vigor (Regulamento da Comunidade Europeia nº 2073/2005). A flora contaminante pode ainda dar origem a processos fermentativos não controlados e indesejáveis. Temos ainda como meta, no âmbito deste projeto, caracterizar exaustivamente o cardo desta região de Denominação de Origem do Queijo Serra da Estrela, para podermos no futuro transferir o conhecimento aos produtores da região por forma a poderem criar queijo de uma forma mais padronizada, mas simultaneamente diferenciada na riqueza da diversidade de texturas, sabores e aromas, criando produtos únicos e irrepetíveis. Num tempo de inovação, na qual acreditamos, julgamos que é crucial perpetuar saberes, recriar tradições e recuperar “credos” que se estão a esvaziar dos territórios, destes nossos territórios, de essência natura e potencial biotecnológico. Um dos objetivos da divulgação deste projeto prende-se com uma estratégia de unir esforços no sentido de nos podermos candidatar a novos projetos nacionais e comunitários, em prol de um produto de referência e de uma região, numa lógica de criarmos valor com o território do qual este ícone é uma referência. Os próximos passos deste projeto serão a inauguração, no final de Março, do Campo de Demonstração de Recursos Genéticos do Cardo localizado na ESAV, com um total de 1000 plantas e mais de 30 proveniências diferentes de cardo, criado pelos alunos dos cursos de Eng. Agronómica e Ecologia e Paisagismo e com o apoio dos colaboradores dos serviços agrários da ESAV e a apresentação deste projeto a nível mundial no «VIII International Symposium on Artichoke, Cardoon and their wild relatives» a realizar em Viterbo, Itália de 10 a 13 de abril de 2012.
Etiquetas:
Ancose,
APPACDM,
CARDOP,
Casa da Ínsua,
CNC,
DRAPCentro,
ESAV,
UCatólica,
Visabeira
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
"Semear hoje no Território, para Criar Valor… amanhã"
A plantação do jardim temático sobre "O Queijo Serra da Estrela", a ter lugar no próximo dia 25 (quarta-feira), no Hotel de Charme Casa da Ínsua, Penalva do Castelo, cuja construção da casa e jardins remontam ao século XVIII, é um projeto coordenado pelo Departamento de Agricultura e Ecologia Sustentável (DEAS) da Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV) e pelo paisagista Miguel Thiersonnier, em colaboração com a Casa da Ínsua (Visabeira), a APPACDM, a DRAPCentro e a ANCOSE. Esta é a primeira ação visível do plano "Criar Valor com o Território". Este projeto de criação do jardim temático tem uma vocação técnico-científica, pedagógica, ecológica e paisagista e centra-se na criação de dois espaços, contíguos à queijaria da própria Casa da Ínsua. Num primeiro espaço, com cerca 450 m2, serão plantadas pelos alunos dos cursos de Engenharia Agronómica e Ecologia e Paisagismo da ESAV e da APPACDM, cerca de 200 plantas de cardo (Cynara cardunculus), devidamente selecionadas, de 12 proveniências da própria região demarcada.
Este espaço, para além de permitir que a Casa da Ínsua se torne autossuficiente na produção de flor de cardo para a sua produção exclusiva de Queijo DOP "Serra da Estrela", será usado no futuro para estudos científicos que estão já a ser desenvolvidos em consórcio pelos grupos científicos da Universidade Católica - Centro Regional das Beiras e do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra e da própria ESAV. Num outro espaço anexo, será criado um jardim temático que pretende retratar o espaço natural das paisagens da Serra da Estrela, onde o granito, as pastagens, as plantas autóctones, nas quais se inclui o cardo, modelam um espaço onde pontificam em fundo as ovelhas raça "bordaleira, da Serra da Estrela", que pastoreiam nos domínios na Casa da Ínsua. Neste local, com perspetiva lúdica mas igualmente estética, pedagógica e científica, serão incluídas outras espécies também apelidadas de cardo, mas que erradamente são empregues por vezes no fabrico deste produto ícone do nosso mundo rural, onde se incluem a Cynara humilis e o Silybium marianum. Esta razão deve-se ao facto de muitos dos produtores adquirirem as flores já "secadas", não sabendo as suas proveniências, nem as suas características. É aqui que entra um novo projeto, o CARDOP, que será lançado a breve trecho, e que pretende caracterizar extensivamente o cardo da nossa região e dotar os nossos produtores, que já fazem um produto excecional, de conhecimento técnico que lhes possam permitir criar queijo Serra da Estrela DOP, por design, na medida em que diferentes cardos permitem obter diferentes características bioquímicas, e consequentemente diferentes tipos de queijo Serra da Estrela.
Numa analogia grosseira pode-se comparar este processo com a diversidade dos vinhos do Dão, com base na utilização de diferentes castas típicas desta região e loteamentos distintos para a criação de vinhos de excelência, únicos na tipicidade e diversidade.
Ao juntarmos o nosso cardo (Cynara cardunculus), com características muito próprias, ao leite das ovelhas raça "bordaleira da Serra da Estrela" que pastoreiam nas nossas paisagens, o maneio do pastor e o labor da queijeira, criamos um produto único e exclusivo, de excelência e irrepetível. Estamos hoje a semear e a plantar… para colhermos amanhã.
* Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Lista de Seriação, mas... não de Eliminação ou Exclusão
Caros alunos, a criação do jardim na casa da ínsua tem uma data estipulada, que ainda não está confirmada, no dia 25 de Janeiro (quarta-feira) pelas 8,00h na ESAV a caminho de Penalva do Castelo. Para isso apresento a lista de seriação dos alunos que incluirão este projecto. Atenção, eu disse este projecto, porque outros haverão, e quem tiver vontade de participar irá ter oportunidade, cada um onde tiver mais vocação e capacidade, na minha mera opinião. Esta lista inclui alunos dos cursos de Engenharia Agronómica dos vários anos, e de Ecologia e Paisagismo da ESAV. Preciso que estes alunos me confirmem a vossa disponibilidade para a eventualidade de ter de fazer avançar suplentes.
Eng. Agronómica: Fernanda Tavares, Lucília Alves, Carlos Isidro, "Courela", Celestino Mendes, Christophe Gonçalves, Hélder Pereira, António Cabral, Sandra Hilário,...
Ecologia e Paisagismo: Miguel Santos, Ivo Silva, Luis Veloso, Luis Gonzaga,...
Atenção, na concepção do projecto do jardim poderão e deverão todos participar que se iniciará na próxima semana em conssonância com os docentes das diversas unidades curriculares. Irão mais dois alunos da APPACDM, coordenados pelo Eng. António Figueiredo.
Vamos concluir este projecto para darmos inicio aos outros projectos que aí vêm com outros alunos, mas com estes também. Assim construímos uma equipa, sendo todos diferentes, e colocando os melhores em cada lugar. Construir uma equipa é dificil, mas com matéria-prima desta qualidade, até parece fácil.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O Cardo está a Florir!
Recebi hoje mesmo, uma chamada do responsável da Casa da Ínsua, parte de produção, Eng. José Matias, para levarmos a cabo um projecto há muito pensado. Fazer um jardim de Cardos, associado à queijaria modelar e ao fabrico do queijo desta casa de referência na arte de fazer o queijo e no charme de bem receber em meio rural. Vamos proprocionar a autosustentabilidade da casa da ìnsua para a produção do seu próprio cardo (Cynara cardunculus), vamos colaborar em conjunto para sistematizar e se possivel ainda melhorar a produção do queijo Serra da Estrela, porque passarão a controlar as características do seu próprio cardo e nós ESAV, U Católica das Beiras e Ancose, vamos ajudá-los a caracterizar o cardo que passará a ser o deles. Não tenho quaisquer dúvidas que isso irá melhorar o seu produto. O objectivo último é passarmos a fazer queijo Serra da Estrela por design, um pouco à semelhança do Vinho Dão que aliás casa muito bem com este ícone. Queremos fazer isto, mais tarde, com outros produtores de referência, de Penalva do Castelo, Oliveira do Hospital, Seia, Viseu, enfim de toda a região a região DOP Serra da Estrela. Agora preciso dos meus alunos de Eng. Agronómica, Ecologia e Paisagismo e até de eng. Florestal, mas conto com todos. Preciso de 10 alunos para no prazo máximo de 15 dias, idealizarmos e executarmos este Jardim. E as plantas? foram selecionadas por nós ESAV, Departamento de Agricultura e Ecologia Sustentável (DEAS) e produzidas pelas APPACDM, Viseu coordenados pelo Eng. António Figueiredo. Para a criação do jardim vamos estar todos a trabalhar, Casa da ìnsua, APPACDM e ESAV e no final todos para a fotografia. Solicito aos alunos que me dêem a lista daqueles que querem participar neste projecto. Agora! Se possivel na zona dos comentários do blogue.
terça-feira, 19 de abril de 2011
A Ruralidade na sua Essência

oprojectoessencia.blogspot.com
Esta crónica não pretende condicionar a estratégia dos alunos da ESAV na sua "essência", mas servir como um mero exercicio de "criação & desenvolvimento". Aliás, se fosse para condicionar usaria os canais próprios para o devido efeito. Na lógica do pensar em voz alta, volto a afirmar que a ESAV, não se deve envergonhar do seu espaço, a Quinta da Alagoa. Se reconhecidamente as arquitecturas dos espaços edificados, não são os mais felizes, a quinta está em "óptima forma". As acções da ESAV devem de uma vez por todas, serem realizadas no nosso espaço físico de preferência ao ar livre, ao bom estilo dos "nuestros hermanos". Se por algum acaso excedermos os nossos limites, não somos nós que nos envergonhamos, mas aqueles que em algum momento não lutaram até à exaustão para edificarem a ESCOLA, da forma que foi pensada no seu devido tempo.
Já o sábio ditado popular o diz "o peixe morre pela boca", também nós deviamos saber cativar as pessoas pelas iguarias e pelo saber receber, apanágio das gentes rurais. Associarmo-nos a empresas e estruturas de referência, dos mais variados sectores directa ou indirectamente ligadas à ruralidade, que pelo objecto de investimento ou pela proximidade física, deveríamos aproveitar para lançar desafios inovadores, próprios dos jovens irreverentes e com capacidade, como os nossos se têm revelado. No fundo, apresentar projectos que marquem a diferença e que possam guindar a ESAV para o sucesso, que será o sucesso de todos. Apelar aos antigos alunos da ESAV que contribuam também para o seu engrandecimento numa partilha mútua de dar e receber. Mostrar o que de melhor o nosso mundo rural produz, traduzido nas essências e fragrâncias que nos remetem para os petiscos das nossas avós. Colocar sentimento naquilo que produzimos como forma de ficar gravado nas nossas memórias e nas daqueles que nos visitam...nos nossos amigos. Em cada acção que fazemos devemos tentar sempre ir mais alto...até ao limite das nossas forças e da nossa vontade como forma de alavancar a ESAV. Na linha do matemático arquimedes, deêm-nos um ponto fixo e levantaremos o mundo.
Etiquetas:
Arquimedes,
Bordalo Pinheiro,
Carlos Peninha,
Essência rural,
Quinta da Alagoa,
Visabeira
Subscrever:
Mensagens (Atom)































