O IPV / ESAV vai lançar um projecto denominado CARDOP com o intuito de dar a mostrar o trabalho técnico-cientifico que se irá desenrolar ao longo dos próximos 3 anos, no âmbito da promoção e valorização do cardo na produção do queijo DOP Serra da Estrela integrado num projecto Proder. Este é um projecto que tendo tido inicio com a parceria de um conjunto de instituições, designadamente o Instituto Politécnico de Viseu/ ESAV, o Centro Regional das Beiras da Universidade Católica e o Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra, conta também com a colaboração da Ancose, da APPACDM e está aberto à colaboração de outras institutições que se queiram juntar no futuro. Estamos a começar neste momento e esperamos até ao final do corrente ano lançar uma base digital com os objectivos concretos do projectos e os passos entretanto já realizados. Durante o decorrer da próxima semana apresentaremos a imagem que irá ser criada e desenvolvida pelo gabinete de imagem e inovação do IPV.
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mais um dia pelo Queijo Serra da Estrela ou mais uma oportunidade perdida!
Fui informado, pelo colega Eng. Soares de Sousa, que a DRAPC delegação de Gouveia irá realizar um encontro sobre o jovem produtor de queijo Serra da Estrela. Como sempre a ESAV não é tida nem achada para quase nada que seja realizado ou promovido fora da cidade de Viseu. É necessário saber de quem é a culpa, se dos actores da região se de nós próprios. No caso vigente, a ESAV está a trilhar um caminho nesta área, designadamente na valorização do queijo Serra da Estrela pela mão do cardo, em conjunto com o Centro Regionl das Beiras da Universidade Católica. Temos um projecto Proder para avaliação e caracterização dos recurso genéticos do cardo e julgamos que podiamos ter um papel contribuindo para esta fileira. A nossa apresentação será realizada em Viterbo, Itália no 8th International Symposium on Artichoke, Cardon and their wild relatives, porque cá vamos apenas assistir e levar os nossos alunos para ver se há algum público. Já sabemos que santos da casa não fazem milagres, mas assim também mete dó. A trabalharmos cada um por seu lado não admira que a agricultura esteja no estado em que está. O que vale são os próprios agricultores e neste caso a mais valia dos produtores de queijo Serra da Estrela e de algumas organizações como a Ancose que vegetam neste meio. Em relação à ESAV tem que ir trilhando o seu caminho. Isto também demonstra o peso que Viseu, tem hoje na própria DRAPC. Por isso é que eu falava da importância de nos voltamos a juntar esforços com a delegação de Viseu, para que ambos possamos desenvolver parcerias úteis e frutuosas para a região, porque os seus pares ainda reconhecem méritos, senão ao todo pelo menos às partes.
Cogumelos, Contos de fadas e Natal...uma triologia Mágica!
http://www.novembro.pt/publicationList.php?gId=4
Embora o Natal seja visto como um feriado cristão, a maioria dos símbolos e ícones que associamos às celebrações de Natal são derivados das tradições xamânicas, dos Povos Tribais da Europa Setentrional. O Natal marca o solstício de inverno, no hemisfério norte, um período em que os xamãs, realizam rituais de passagem para um novo ciclo anual. Os rituais incluíam o consumo de um cogumelo sagrado, um cogumelo branco e vermelho conhecido como Amanita muscaria, que ilustra o imaginário de muitas crianças em livros de contos de fadas, associados com magia, duendes e a floresta. Estes cogumelos foram usados na antiguidade pelos xamãs para fenómenos de introspecção e experiências transcendentais. O cogumelo Amanita necessitava ser seco antes de consumir para reduzir a toxicidade do cogumelo enquanto aumentava a potência do seu efeito. Nas suas jornadas xamânicas, ele viajava, em transe, num trenó de renas voadoras, dando a ingerir este cogumelos às renas que adquiriam poderes mágicos, ficando com os focinhos rubrescentes e cuja urina era aproveitada como poção pelo facto de filtrar a sua toxicidade. Este poderá ser um tema para o X Encontro micológico da ESAV. Atenção estes poderes xamãnicos não são para ser replicados, nem na época do Natal nem noutra época qualquer.
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O lado SEXY da vida RuRaL...pode ser na ESAV!
Quem acha que a vida do campo é tudo menos sexy pode tentar mudar de opinião com o "Deutsche Bauernkalender 2012", um calendário onde os agricultores mostram o seu lado mais sensual. Isto são ideias que "chocam" no bom sentido e que mostram a naturalidade e a potencialidade do meio rural. Passem por lá e vejam a forma como produção de queijo é tratada, bem como outras "árduas" tarefas agrícolas. Por falar nisso, quando é que se reactiva a produção de queijo Serra da Estrela na ESAV. Não me canso de dizer que temos que valorizar a produção primária e fomentar a sua transformação e inovação para dai retirarmos dividendos efectivos. Usar o laboratório da D. Cila e da D. Maria da Luz, e saber motivar os alunos para este desafio. Chamar também os de turismo da ESTGV que por lá já passaram que eu pude testemunhar com grande satisfação. Esta é a forma inequívoca de como a ESAV pode granjear reconhecimento no próprio IPV, na cidade, na região, enfim cá dentro e lá fora. Eu não sei se somos capazes, mas não custa nada tentar... pelo menos fazer o calendário, nem que seja a preto e branco. Temos que cultivar a ideia que andar na ESAV é um estilo de vida. Mas primeiro temos que definir qual é esse estilo de vida.
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ESAV... lança música em vídeo de NATAL
Só que ainda ninguém ouviu... mas tenho esperança que possa surgir na próxima semana para isso conto com a nova AE da ESAV e a equipa EP. Estamos a fazer os castings.
Eu...Manifesto-me!
Está-se a esgotar o prazo para a entrega de listas. O que não se esgota é o prazo para podermos contribuir, manifestando-nos, para o engrandecimento e afirmação de uma escola. Se quem ganhar, vai ou não usar estas e outras ideias, não sabemos, mas tentar não custa. Estamos num momento singular da nossa escola? Não, este filme já o vimos realizado por outros actores e protagonistas. Aliás, a entrada destes últimos, foi antecedida de uma enorme vaga de esperança, porque haviam conseguido "enquistar" um "grupo viral". Ou seja, era uma enorme maioria de um lado e uns meros do outro. Apenas com a diferença que esses meros, não iam a jogo. Ninguém no seu normal juízo vai a jogo apenas para perder. A não ser que seja na politica de que Sócrates e Rubalcaba são exemplos. Aliás, não é vergonha nenhuma perder-se um confronto em politica porque se faz por ciclos e a seguir a um vem sempre outro para além de que a derrota normalmente engrandece os protagonistas. Mas falemos da "nossa" politica. Da política do fazer e do que fazer. Eu diria que está quase tudo para fazer, o que podendo ser uma vantagem se pode tornar uma tarefa "hérculea" porque quem para lá vai tem que contar em primeira instância consigo mesmo. Este é um lugar onde não se privilegia a solidariedade e onde cada qual tem o seu "umbigo". Temos a atenuante de, aparentemente, estarmos quase todos do mesmo lado, mas esse é um cenário que rapidamente pode mudar. Centro-me agora em algumas áreas que considero estruturantes para justificar manifestar-me. Tudo o que fizermos tem que ter "eco" que se possa traduzir num maior conhecimento das potencialidades da ESAV e dos seus colaboradores, sejam docentes, alunos ou funcionários. Tudo tem que ser ligado com a divulgação e com uma nova imagem para fazer quebrar um ciclo e começar-se um renovado ciclo, com estas "novas" pessoas. Tem que ser discutido o papel da ESAV no IPV, na cidade, na região e no contexto nacional.
1. Na cidade, tem que ser avaliado e renegociado o papel da Quinta da Alagoa, pois este é reconhecidamente um espaço com um papel vital no contexto ecológico na cidade. É pouco, porque tem que ser também no contexto técnico, científico e cultural. A ESAV não tem que pagar se fizer dispor este espaço para usufruto público, podendo desse modo usar essa verba para a valorização do próprio espaço com ganhos inequivocos para a cidade. O exemplo do projecto da Lagoa das Garças é um exemplo disso.
2. Na região, falei há algum tempo do projecto Concelho a Conselho, em que num projecto a dois anos passariamos pelos 24 Concelhos do distrito para fazermos uma radiografia e apresentarmos planos de desenvolvimento e promoção dessas regiões em clusters devidamente identificados com as próprias autarquias e associações de desenvolvimento. A grande mais valia de um projecto desta natureza é que estaria concluido no arranque do pós-crise (2015).
3. No contexto Nacional e Internacional, usar os contactos privilegiados de alguns docentes no sentido de serem estabelecidas parcerias com outras intituições nacionais e estrangeiras, em dominios em que a ESAV e a região possam considerar vir a ser de referência.
4. Esta última presidência, não teve a inteligência, de saber lidar com a AE, e eu já tinha saudades de uma associação que fizesse algo pela ESAV. Nem tudo foi bem feito, mas os alunos fizeram mais do que o seu papel, em muitos dos casos, e permitiram que a ESAV tivesse visibilidade. Recordemo-nos do Magusto, das Janeiras, do Queijo, dos cogumelos, do mel, dos doces de abóbora e de maçã "bravo" e de tantas outras actividades que realizaram com êxito. Agora era importante dar continuidade, que muitas vezes é dificil, e se possivel acrecentar algo de novo. Não escolham o seguidismo, mas sim a inovação e a competência.
5. A ESAV tem que crescer em termos de espaço edificado e agrícola e tem a oportunidade de construir um laboratório que possa ser de referência na cidade. No espaço agrícola continuar a implementar culturas de referência para a região. A última foi o cardo, a próxima poderão ser os mirtilos e outras bagas. Porquê? porque há docentes a trabalhar nas áreas, e caso não haja tem que se promover essa ligação e colocar os docentes a trabalhar naquilo que pode interessar à região. Para tudo isto era importante reactivar a ligação a DRAPC que tão bons resultados deu no passado e que pode vir a dar no futuro.
Este manifesto vai longo, tudo o que aqui disse já foi dito em tempos neste espaço, e muito mais já foi dito e havia para dizer. Acredito que os futuros já tivessem tido estas como outras ideias, para ver se é possivel reverter um estado de coisas. Agora não esperem contar com todos e como diria alguém..."também não me empurrem!"
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Modus Operandi...
Pensei imensamente, antes de escrever estas linhas. Não para buscar inspiração, mas porque normalmente sou mal interpretado, quando saio da minha zona de conforto. Então mal por mal, digo e reafirmo aquilo que sempre disse e digo.
Finalmente, paira no ar uma sensação de alívio, porque afinal já há (ou havia) outra. No início era só uma! A do continuum, também denominada a dos "três tarolas", porque, ao que se sabe, tinha a assinatura de três subscritores, restando saber se eram três apoiantes incondicionais ou não. Aqui, já há experiências várias, no passado, de listas com menos votos que subscritores. Mas aqui, também já temos visto de tudo. O que normalmente não vemos é alguém recandidatar-se. Será que somos ingratos para com os nosso "chefes"? Ou os nossos "chefes" deixam de acreditar nos seus "servos". Estas eleições começaram cirurgicamente, há cerca de 3 anos, aquando da eleição da então Assembleia de Representantes. Foi como limpar o "cú a meninos". Quem tem a capacidade de "desenhar" uma Assembleia não pode ser despezado. Mas, em relação à nova, o Modus Operandi traz algo de novo? Não temos tido tempo para pensar, mas contamos com todos. Falta dizer que quantos mais melhor, independentemente da mais valia que cada um possa trazer, temos é que ser únicos, resta saber se de "unos"... se de "diferentes". Acredito, que estes sejam diferentes,...dos outros, mas ainda não sei em quê. No voluntarismo e no querer seguramente, em relação à estratégia veremos. Li com atenção, o manifesto, e infelizmente não vi nada de novo. Aliás não tendo visto o manifesto da outra, acredito que se plagiem ipsis verbis. Isto tem que ser feito à pressa e o que interessa são as pessoas e não as ideias ou os ideais. Nada mais certo no tempo que urge. Tentei que o processo fosse ao invés, mas ninguém tem paciência para discutir seja o que for. Pediram-me para assinar? Fi-lo no pressuposto de estar a ajudar a "quermesse da paróquia"! Não no sentido de dar os "trastes" que já não quero em casa, mas o de não saber para é que eles irão ser usados. Aqui, sou cada vez mais, um assumido do "contra", não por princípio, vocação ou desporto, mas por opção. Haveria muita coisa séria para discutir, no âmbito destas eleições,... mas não temos tempo!
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