segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Vamos lá ver ...quem agarra o "Repto"!


myfutebol.blogspot.com
Temos vindo numa senda de mobilização de alunos e docentes, num momento de grande desmobilização e apreensão...generalizada no País. Este momento encerra uma mensagem forte e pretende incutir uma dinâmica em contra-ciclo, que nos pode permitir ganhar terreno face aos concorrentes. O que é facto é que sentimos os concorrentes igualmente com dinâmicas interessantes, como é o caso recente da ESACB. São projectos pequenos mas que lhes permitem ir às televisões apregoarem os seus feitos, com todo o mérito. Essencialmente projectos que interagem com a comunidade. E nós? Afinal qual é o apelo? No fundo, consiste em juntar docentes e alunos e envolvê-los em projectos em curso e noutros futuros. Proponho uma reunião às 18 h de quarta-feira próxima (2 de Novembro), para falarmos todos abertamente e vermos a possibilidade e o entusiasmo de nos envolvermos em conjunto em projectos, como o AARC, do SMAS, da CMV, da AFN e de outros que os próprios docentes queiram trazer a "terreiro". Fazer a ligação às escolas secundárias na região, como a Emidio Navarro, a Viriato e a Alves Martins. Que os nossos alunos, devidamente "ensinados" possam ser os nossos "pontas de lança" e permitam-nos dar uma reposta mais pronta para as inúmeras solicitações, e que simultaneamente, possam aprender fazendo e assumir cada vez uma maior responsabilização, devidamente amparados pelos docentes. Mas é igualmente importante que, os "mayores de 23" também estejam envolvidos, que tragam as suas limitações, mas também as suas experiências enriquecedoras, e as possam transmitir aos colegas, ditos "do regime normal". Esta mensagem será divulgada entre colegas e alunos e não "explodirá" ao fim de 60 s. Juntemo-nos na próxima 4ª feira pelas 18 h, apenas com este intuito... de fazer mais e melhor pelo curso de Ecologia e Paisagismo e por todos os outros que se queiram associar e concomitantemente pela ESAV.

domingo, 30 de outubro de 2011

Eu vou para a Holanda... não tarda muito!



http://www.rsm.nl/home
Os holandeses sabe-se que são um povo "mercantilista" sob ponto de vista comercial e industrial, com os quais por vezes não é fácil lidar, mas com uma dinâmica invejável, um rigor extremo e uma grande criatividade  assente num processo social e ambientalmente sustentável. Pelo menos é assim que os vejo! Mas quero falar em concreto da Escola de Gestão de Roterdão (RSM), na qual, as aulas de MBA são ministradas numa sala improvisada no seio do parque botânico. Quantas vezes já falei aos meus alunos, do prazer que seria ministrar as aulas, em espaços simplistas edificados pela quinta da Alagoa. A inveja que sinto pelos alunos de Vila Nova de Paiva que podem ter as aulas práticas de laboratório no seio do Parque Arbutus do Demo e as teóricas no centro de interpretação, o edificio sede. Lanço este repto para o novo Presidente, que possa criar algumas estruturas na Quinta da Alagoa, e que os docentes possam ganhar inspiração para uma melhor docência se for possível e para que os alunos tenham uma visão mais holísitica da vida. O desafio é fazer isto de modo economicamente, ambientalmente e paisagisticamente sustentável. Os alunos de da RSM são obrigados a vir à rua, chova ou faça sol por forma a aprenderem a mudar os hábitos para com as preocupações ambientais mas também por uma questão de sanidade mental. E então lêem poesia sobre a natureza, fazem desenhos sobre o que vêem e tiram notas sobre o que lhes chama a atenção. Neste instituto o processo de selecção é extraordinariamente criterioso e as propinas anuais são de 39.000 euros. Até não é muito porque os meus sobrinhos na primária pagam quase isso.

Um Ás ou um Asno?


terefmandrea.blogspot.com
Fui  colher inspiração para este título, ao Rui Reininho e ao que disse, ontem, num programa de estreia da RTP1, onde os elementos do júri estiveram com muito a propósito, e com diferentes modos de actuação, o que valoriza o conjunto. A propósito da RTP lá vem  "o jardineiro" com mais uma acção de poda, agora sobre a publicidade da RTP, para fazer a vontade aos privados e cujo resultado se está a ver. Quebra de receita astronómica por parte de uma estrutura do estado, para distribuir pelos outros, os que produzem a sério, e a necessidade de se colocar mais verba do orçamento do Estado, para no futuro, se tapar mais um "buraquinho" e abrir-se mais uma oportunidade de emprego. Mas não era para isto que começei a escrever. Foi só porque estava a ler o caderno de economia onde vem publicada a noticia...estão a estudar...está-se mesmo a ver o resultado. O Rui Reinhinho, sentiu-se um "asno" ao não apostar num dos candidatos que considerou, poder vir a ser um "ás". Há contudo, uma grande diferença entre poder vir a ser, e ser na verdade. O que é que o Reininho, viu nele, que lhe causou alguma dúvida em não apostar numa certeza? O facto de como disse não ter "unhas para aquela guitarra", ou como quem diz não ter a capacidade técnica para fazer voar e ecoar aquela voz. Não acredito! Terá sido apenas um  pequeno pormenor. A este nível as diferenças fazem-se por pormenores e nem todos têm a capacidade de ver os pormenores. O Reininho é que não trabalha com qualquer um e consegue "ver a árvore no meio da floresta" e a eventual margem de progressão e crescimento de uma "árvore". Capacidades temos muitos, muitas, mas com "alma que transpire" somos poucos, aliás muito poucos. Para um trabalho em equipa, seja entre pares, seja de "coaching" é preciso muito mais do que capacidade... é preciso cumplicidade. Olha tu não tens mais nada que fazer?... vai mas é pregar para o deserto!

sábado, 29 de outubro de 2011

Um "passarinho" disse que a AE ia organizar uma Assembleia para se discutir o FUTURO da ESAV!

Crónica a publicar brevemente, com as eventuais conclusões desse fórum. Fico contente por saber que a intenção é juntar docentes, funcionários e alunos numa discussão construtiva, sobre estratégias para uma escola que se quer de futuro. Segundo sei, irão ser convidados os elementos da presidência da ESAV, para que possam também contribuir para essa estratégia... em tempo útil. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ESAV... SAVE this name! Uma Missão (não) Impossivel ! ...O teu Curso faz ECO? O nosso faz!

Depois desta etapa, temos todos que pensar em conjunto, na forma como usar ferramentas de fácil acesso, de grande capacidade e potencial, com criatividade e inovação, sabendo transmitirmos a mensagem que queremos, para uma divulgação, demonstração ou "whatever"! Este processo simplificado, ajudou a reforçar os laços entre o director de curso e os alunos. Ajudou-me a perceber o vosso potencial e a vossa capacidade mas... falta fazer tudo. Com este primeiro "videozinho" (porque é uma coisa do qual gostamos) prentendemos mostrar a abrangência regional do curso de ecologia e paisagismo e da ESAV. Temos algarvios de Algoz, alentejanos da Vidigueira, madeirenses da Choupana, açoreanos da Terceira, minhotos de Barcelos,  e da Póvoa, Presidentes de Santa Comba e até gente de Viseu, cidade e distrito. Propomo-nos a encher o curso no próximo ano lectivo, nem que para isso tenhamos que chamar um chinês, nem que seja de Carregal do Sal. Para isso temos que divulgar os trabalhos técnico-cientificos que estes alunos estão a fazer e do seu interesse científico e para o público em geral. Desenvolver o protocolo assinado com a autarquia de Viseu e mostrar que somos capazes de ajudar esta que é uma autarquia de referência a nível nacional. Promover mais um conjunto de outros protocolos, nos quais temos imensos interessados, entre as quais a autarquia de Mangualde e muitas mais. Mas é protocolar para fazer e não para pôr na parede. E temos que mostrar,...mostrar e mostrar tão só aquilo que fazemos e bem! Com a força que sinto por parte dos alunos, a vontade que tenho é lançar desafios à comunidade, às autarquias, às empresas, às escolas. Sabemos que não podemos ir a todas e depois temos os "empatas". A próxima caminhada é para os Mayores de 23 Anos, os tais que já gostam de comer sopa e que iremos cativá-los a virem e a motivarem os outros com a sua experiência de vida. Para a semana teremos novidades neste aspecto. Juntar ao vídeo os nosso mayores que por cá já andam para darem a sua opinião e dizer aos que querem vir se vale a pena. Vamos tentar fazer muito, alunos e docentes, mas não vamos fazer tudo. São precisas ideias novas porque... não temos nada a perder! Em relação à assessoria técnica, foi do tal  brasileiro naturalizado, ao qual agradecemos a paciência.

Visions... of the Éden!

Esta crónica devia ser escrita em Inglês para que as nossas alunas Erasmus da West Pomeranian University of Technology of Szczecin da Polónia, Malgorzata, Suzanna e Paulina a percebam. Terei o cuidado de lhes enviar a tradução. Como director do Curso de Ecologia e Paisagismo da ESAV, vou aproveitar este ensejo para lhes resumir uma história de sucesso, como tantas outras que a ESAV tem tido nestes últimos meses e anos. Aliás, enquanto estou a escrever estas linhas, estou a trocar mails com uma responsável da Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, que enalteceu o brilhantismo do trabalho realizado por uma aluna do curso de Eng. Florestal, (do qual também sou Director não faço mais nada se não dirigir) a Sarah Ferreira, bem como aos orientadores, enfim à ESAV. Não temos só "Sarahs", mas temos outras "Sarahs" e outras e outros que não o sejam, teremos que fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que o possam ser. Agora, não me convidem para "padrinho", porque já tenho uma boa dúzia deles, e as "amêndoas da páscoa" estão caras, para além de que, há por cá muitos docentes e com valor, peçam-lhes também a eles. Mas a história que ia contar tem a ver com um outro brilhante trabalho de requalificação do espaço da barragem da Quinta da Alagoa, onde se situa a ESAV em Viseu. Este espaço será alvo, a breve trecho, de um amplo projecto urbanístico, incluido no novo PDM da cidade. A autarquia, no que toca à parte técnica, teve o cuidado de falar connosco para minimizarmos os riscos. Nesse sentido lançamos uma contraproposta de valorização desta zona. Cabia ao IPV saber "jogar" politicamente, o que nós fizemos tecnicamente. E depois a autarquia no âmbito do negócio imobiliário, saber incluir esta valorização de um novo espaço de ususfruto da cidade e que poderia constituir um "case study" a nivel nacional, de como um espaço de "reserva urbana" ajudaria a valorizar um projecto urbanistico envolvente. O título do próprio projecto imobiliário poderia ser "Visions of the Éden!". Temos que reinventar as formas de acessibilidade e de acomodação e neste particular Viseu podia dar o exemplo. Acresce o facto da ESAV (Environmental SustainAbility Vision)  localizar-se num território fértil na interface entre a Urbanidade e a Ruralidade, permitindo usufruir do melhor dos dois mundos, devendo combinar Conhecimento, Ciência, Inovação, Beleza, Lazer, Cultura e Desporto, numa visão de sermos capazes de usufruir do ambiente de um modo sustentável. A proximidade física ao projecto poderia constituir-se como um trunfo para a prossecução e valorização criando um sentimento de partilha e usufruto do espaço em prol da sociedade e da cidade. Cabe na cabeça de alguém que a ESAV, continue a pagar uma renda por um espaço, que a autarquia considera de extrema importância para o equilibrio ecológico da cidade de Viseu e do qual os dirigentes da ESAV não conseguem tirar qualquer benefício. Não teria sido preferível ter-se incluido no projecto imobiliário uma compensação para que a ESAV/IPV em vez de pagar uma renda, possa fazer investimento num centro de interpretação e noutras infra-estruturas e disponibilizar o espaço à cidade, nas suas mais variadas vocações. Quem ganharia com isso? a autarquia, a ESAV, o IPV, a confraria do Lar de Santo António? Não! Ganhariamos todos sem excepção e acima de tudo a cidade de Viseu. Mas como diz aquele provérbio político ... "Santos da casa não fazem milagres!". este vídeo ilustra em base real, um projecto que inclui um centro de interpretação, um anfiteatro, um reserva de paúl, espaços de bird watching e ... eu vou-lhes contando aos poucos... para não vos espantar! A semana passada esteve em Viseu a Embaixatriz da Polónia em Portugal. Alguém falou à Ex.ª Sr.ª Embaixatriz do brilhantismo desta relação entre Polacos e Portugueses, fruto do programa Erasmus, que permitiu a realização deste projecto? Não! Eu... estava em França!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

POORtugal... também irá ter Perdão!


A Grécia tem vindo a abrir o caminho, com alguns meses de antecedência, sobre o que vai acontecer a Portugal. É preciso capitalizar esta noticia, recente, e saber usar como trunfo no momento certo. Seria quanto antes! porque, proporcionava uma "almofada" para que não houvesse uma recessão tão significativa, por redução do consumo e do investimento... e da moral e estado de espírito! Mas era preciso "ensinar" as pessoas a consumirem, o que é nosso, e existir um verdadeiro esforço de apelo nacional no sentido do crescimento, com alguns cortes, mas não causando amputação. Reparem no exemplo do aumento do IVA na restauração e no turismo, em conjunto com o acabar dos feriados,...causa um dano gravoso no nosso tecido turismo, cá dentro, e no amenizar de muitos dos sacrificios. Este é um dos exemplos do que não se deve fazer. Mas isto sou eu a pensar! Mas a politica, usa outros estratagemas, e como pensa a quatro anos irá aliviar esta pressão lá mais para a frente, não cortando os 13º e 14º meses nos próximos dois anos, mas apenas no próximo, para depois virem em crescendo até às próximas eleições, como os salvadores da pátria. Esta questão financeira ainda será das menos problemáticas, porque a grande questão centrar-se-á no relacionamento interpessoal, ou seja da própria sociedade, na questão da injustiça das avaliações no sector público, não porque não devam existir quotas, mas ninguém crê que haja uniformidade nas avaliações porque quem está a avaliar, não tem muitas das vezes, crédito para o fazer. Com facilidade iremos atingir o Caos, porque as pessoas ainda aguentam os cortes, não compreendem é a irracionalidade e a injustiça. Ao contrário da Grécia que ia caindo por uma questão económica, nós arriscamo-nos a fazer cair a sociedade. Os nossos governos são compostos por economistas e engenheiros, parece-me a mim que no próximo terão que incluir psicólogos e psiquiatras se não como governantes, como conselheiros. O ministro das finanças faz-me lembrar alguém muito próximo, que está para cair. No inicio quer a um quer a outro, todos achavam graça, agora suspeito que já não os possam ouvir. Vou desligar porque parece que estou a ouvir... Passos!