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sábado, 26 de maio de 2018
domingo, 29 de abril de 2018
Quando a "esMOLA" é grande... o "boneco" desconfia!
https://www.elo7.com.br/caixinha-com-mola-surpresa/dp/437872
...por isso, já não me admira, sentir um órgão tão "disfuncional e desmembrado" em tom uníssono para me apoiar.
Eu já vivi esta situação, em outros exemplos anteriores, nos quais me quiseram "tirar a mola" ou por outra "colocar a corda". Eu um belo dia ainda tentei dar Curso a uma Direcção e todos devem estar recordados do que se passou e das guerrilhas que se instalaram. Não guardo rancores mas não vale a pena "ressuscitar" esse episódio. Deixem-me no meu mundo, eu não atrapalho ninguém e a minha esfera de influência esgota-se em meu redor! Eu sempre fui dos primeiros a colocar a ESAV e os seus interesses à frente dos meus. Passarei a fazer como a grande maioria dos meus colegas que defendendo os seus interesses defendem o interesse da ESAV. O principio é o mesmo os fins é que podem ser diversos. Eu nunca fui um "boneco de corda", mas sim um "boneco em que por vezes lhe salta a tampa", mas agradecendo tamanha consideração, não remunerada, não posso deixar de estranhar o mesmo apoio. Até pode ser um sinal de respeito, mas agradecendo, ....dispenso!
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segunda-feira, 9 de abril de 2018
O DEAS na ESAV... está a implementar uma Unidade de Cirurgia Especializada.....
...liderada pela mão e saber do Prof. António Pinto com a inclusão de alunos e estagiários de Eng. Agronómica e colegas da ESAV. Numa cirurgia, as primeiras 72 h são vitais para o sucesso da cirurgia, mesmo no caso de órgãos vegetais. Esta unidade tem que começar com situações mais simples para ganharmos "calo" através da união de plantas da mesma família, como sejam o tomateiro e a batateira, ambas solanáceas, produzindo plantas que produzam simultaneamente batatas e tomates. Já temos em curso uma lista de outros transplantes de maior nível de complexidade que vamos dando a conhecer à medida que formos obtendo resultados. Para além das questões morfológicas e fisiológicas, temos questões de diversa índole que temos que avaliar como sejam o movimento bidireccional de proteínas e mRNAs entre diferentes órgãos e plantas que normalmente não estavam em contacto e que podem fazer a diferença entre o sucesso e o insucesso. Não são apenas reacções de rejeição mas também questões de potenciação que podem ditar regras no caminho de futuro que estamos a fazer nesta área! Obviamente que já estamos a trabalhar na junção e transplante de órgãos de espécies de reinos distintos...
domingo, 17 de setembro de 2017
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
sábado, 28 de setembro de 2013
Depois do que ontem se passou...nada será igual daqui para a frente!
Hoje, tive que adiar as vindimas, por motivos meteorológicos. Aliás, perdi a janela de oportunidade de 4ª e 5ª feira para estar na ESAV a procurar defender os seus interesses. O mesmo se passou na sexta-feira. Acabei de correr os meus 5 kms diários debaixo de uma chuvada intensa, enquanto me prometia que daqui para a frente a minha atitude perante a ESAV, vai mudar radicalmente, continuando a trabalhar o mais e melhor que puder, mas não com todos, apenas com aqueles pelos quais tenho afeto e respeito pessoal.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Reunir iDEiAS faz mal ...aos neurónios!
ecoracaodeaaz.blogspot.com
Há estudos que revelam que as reuniões acabam por atrofiar os neurónios, seguramente se forem em excesso ou se não derem quaisquer frutos. Nós no DEAS contínuamos na mesma senda. Reunir por decreto e para ratificar o que já está ratificado, e mesmo que não estivesse. Não para pensar uma estratégia de defesa ou promoção de cursos, ou falar que seja, de alma e coração sobre a ESAV, os alunos, os projectos, os colegas.... Ninguém aparece nas reuniões, ou aparecem sempre os mesmos ou mesmo os que eventualmente não interessariam. Os outros? adequam estratégias até com altas instâncias e pensam futuro. Nós depois não nos podemos lamentar. É que os nossos docentes que têm capacidade estão a "ganhá-lo" porque quanto menos tempo passarmos na ESAV, melhor, até parece que atrofiamos e parece que sempre se ganha algum. Eu estou a tentar fazer o possível, porque impossíveis não faço, apesar de vontade não me faltar. Até à próxima reunião de departamento...não posso faltar e tenho que entregar a acta. A próxima faço em papel higiénico para dar alguma utilidade. Para o rolo já temos iDEiAS.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Aqui não fazemos Gazeta...mas esta merece!
http://www.gazetarural.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1023:gazeta-rural-no-171&catid=66:edicoes&Itemid=57
Isto não o culto da personalidade, nem a personificação dos projectos, apenas faço referência porque a gazeta rural foi, o meio de comunicação, que melhor e primeiro percebeu este nosso projecto. Por isso gostaria de deixar aqui esse testemunho. O resto cada um que tire as suas conclusões. Parabéns à gazeta rural, não por termos aparecido, mas pela forma como aparecemos, puxando por uma região e sem medo de o assumir. Agora virá o CARDOP e está muita gente a trabalhar nisso. A data de lançamento está dependente da confirmação da presença de uma pessoa fundamental para esse momento solene, o Prof. Doutor Euclides Pires do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra e do Biocant, mas esse momento estou seguro que será para muito breve.
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domingo, 22 de janeiro de 2012
Projectos em Roda Livre...
http://biodivercidade-esav.blogspot.com/2010/03/e-se-houvesse-o-biclas-em-viseu.html
Vamos ouvir falar muito da ESAV e do DEAS nos próximos tempos. Porquê? Porque soubemos fazer integrar um conjunto de projectos que tinhamos em carteira. E outros vão surgindo na lógica da coincidência, que por acaso não existe. Já não temos dúvidas que o nosso futuro passa pela agricultura, bem como da maioria dos nossos alunos e de outros que se querem juntar a nós. Contudo, nem todos vão conseguir porque a competição vai ser muita. Para além dos projectos agro-florestais, outros vão surgir na área da ecologia e paisagismo. Aqui vai um que já foi escrito há algum tempo e que agora pode encontrar condições para vingar. "O Biclas em Viseu". A AFN tem algumas bicicletas guardadas em armazém que são usadas no Verão para a vigilância dos incêndios florestais por voluntários. Mas fora desse âmbito, podem ser usadas para locomoção dos alunos e docentes da ESAV pela cidade e se a "epidemia" pegar pela população. Assim sugiro que sejam dispensadas, sob nossa responsabilidade, cinco bicicletas para os nossos alunos poderem dar asas a este projecto sem custos. Vamos ver se o projecto tem receptividade por parte da AFN e da Autarquia de Viseu e já agora da ESAV. Viseu é uma cidade com milhares de bicicleta ao fim-de-semana, não se compreende porque não andam durante a semana. Se queremos mudar com a crise, e copiar bons exemplos dos países desenvolvidos, este pode ser um óptimo sinal.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Sozinhos, ...não somos "Nadie"!
ciclofemini.com.br
Assim que acabou "aquilo", ontem, devia ter escrito, mas confesso que estava em descompressão e, precisava de respirar fundo. O que aconteceu, ontem foi algo de muito estranho. Estiveram presentes, Presidentes, Vices, Técnicos muito qualificados de áreas fundamentais para o mundo rural, docentes do IPV, alunos, associações, empresas, e… Não estiveram presentes, alguns poucos, uns justificados, outros por minha falha. Assumo que não estiveram presentes representantes da Câmara de Viseu e de Sernancelhe por minha exclusiva culpa. Serei eu mesmo, a explicar a cada um deles este meu lapso. Ontem, provou-se que sózinhos não somos ninguém! Contei com a colaboração de muita gente, mesmo muita gente e que culminou numa acção que decorreu como tinha sonhado. O IPV, mostrou a “força” da sua máquina, editorial, organizacional, de capacidade técnica e até científica. O meu muito obrigado a todos aqueles que desse lado tornaram possível esta realização da Associação de Estudantes da ESAV, que assumiram a responsabilidade deste repto. Os agradecimentos vão desde o Presidente do IPV, representado na pessoa do seu Vice, Eng. Pedro Rodrigues, até à telefonista da ESAV, a Anabela, que questionava o que é que se passa? porque toda a gente quer falar consigo? Não vou enumerar todos, mas estão seguramente todos incluídos neste role. Não posso deixar de fazer um agradecimento especial ao Dr. Alberto Correia, que "gizou" o ambiente cultural e/ou a cultura ambiental à luz de Aquilino Ribeiro, para justificar aquilo que muito queremos e que nos parece natural e com escala. Ao Nuno, representante dos nossos alunos, pela capacidade e acima de tudo vontade demonstrada, no trabalho sumário apresentado. Sou por vezes acusado, que gosto de assumir protagonismos. Os que dizem isso, não me conhecem, e se calhar nunca me vão conhecer. Por vezes, temos que liderar, eu sei que não podemos agradar a todos, mas pelo menos a uma grande maioria. Eu já não me lembro do que disse ontem, o que sei é que disse com sentimento e com força. O que passou, passou, hoje é um novo dia, temos novas reuniões, se calhar ainda mais ambiciosas, temos aulas para motivar ainda mais os alunos, e temos novos desafios. O nosso próximo é no dia 25 de Janeiro, começamos ontem a trabalhar a fundo. Reunimos o DEAS, com alguns convidados, Eng. Miguel Thiersonnier, Prof. Margarida Morgado, e pensamos em voz alta sobre uma toalha branca de papel, do qual surgiu já um “esquiço”. Hoje, vou falar com a casa da ínsua, para visitarmos o local do jardim, com a APPACDM, para acondicionar as plantas, e com os alunos para treinarmos o nosso desempenho e a nossa estratégia. Vamos estar atentos nos próximos dias porque há muito trabalho para fazer.
Em relação à reunião de ontem, o próximo desafio, será uma reunião no dia 20 de Fevereiro, na Fundação Aquilino Ribeiro (Soutosa), com a presença dos cinco Presidentes de Câmara (Moimenta da Beira, Sátão, Sernancelhe, Vila Nova de Paiva e Viseu) e o nosso impulsionador, o Prof. Doutor António Covas. Até lá vamos trabalhar muito nas questões técnicas do projecto, no que se refere à definição do Território.
A todos o nosso muito obrigado!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O CEO como Limite e um Território para Criar Valor
O seminário intitulado “O CEO como limite, e um Território para Criar Valor", irá realizar-se no próximo dia 18 (quarta-feira), pelas 17:30h, na sala 1 da ESAV, uma organização da associação de estudantes da Escola Superior Agrária, coordenado pelo Professor Paulo Barracosa do Departamento de Agricultura e Ecologia Sustentável (DEAS). Este evento pretende dar a conhecer um projecto ambicioso da ESAV/IPV a implementar no território das Terras do Demo, replicando uma ideia lançada pelo Prof. Catedrático Doutor António Covas, da Universidade do Algarve, que está a ser conduzido com sucesso, desde Setembro na aldeia de Querença, no Concelho de Loulé. Neste sentido, estará previsto serem seleccionados um conjunto de alunos licenciados que irão desenvolver projectos previamente definidos pela ESAV, autaquias, empresas, fundações, associações de desenvolvimento,… para promoverem um desenvolvimento integrado e multidisciplinar, desde a cultura, artes, agricultura, ecologia e paisagismo, criatividade e inovação, num território apelidado por Aquilino Ribeiro, como as Terras Demo, mas que nós pretendemos demonstrar que são de DEMOnstração e que é possível acreditar, nas “Aldeia: gentes, terras e bichos”. Mas este é um projecto a médio prazo para ter início em Setembro do corrente ano e que à luz do título de Aquilino Ribeiro, será uma “Batalha sem Fim”. Mas até lá, pretendemos lançar um conjunto de iniciativas que nos irão por à prova para podermos levar a cabo este projecto inovador e ao mesmo tempo desafiante e extraordinariamente complexo e se possível integrados numa rede nacional de “Aldeias com Querença”, coordenados pelos mentores do Projecto do Algarve. Deste modo, iremos desenvolver três acções a curto prazo com os alunos da ESAV, designadamente dos cursos de Ecologia e Paisagismo, Eng. Agronómica, Eng. Florestal, Eng. Zootécnica e Enfermagem Veterinária. Assim, no próximo dia 25 de Janeiro, iremos criar na Casa da Ínsua, do grupo Visabeira, um jardim temático relacionado com o Queijo “Serra da Estrela”, com vocação científica e pedagógica, em conjunto com a APPACDM (Viseu), instituição com a qual colaboramos na produção de cardos (Cynara cardunculus), planta usada na produção do queijo DOP “Serra da Estrela”. Num segundo momento, na primeira quinzena de Março iremos colocar 15 alunos, já seleccionados dos vários cursos da ESAV a realizarem cinco projectos no Parque Botânico Arbutus do Demo (Vila Nova de Paiva), devidamente coordenados por professores da ESAV, em colaboração com a autarquia de Vila Nova de Paiva. No mês de Abril, lançaremos um programa que irá colocar 20 alunos em empresas de referência ligadas ao mundo rural, onde durante um dia os alunos acompanharão o CEO da empresa, por forma a conhecermos de modo mais aprofundado as realidades empresariais da região. Num último momento, nesta fase, iremos fazer uma conferência em Maio onde os alunos irão mostrar as actividades realizadas ao longo desse dia com os CEOs, seguramente marcante para as suas vidas profissionais futuras e poderão dar algumas indicações sobre que tipo de acções proporiam para eventualmente melhorarem o desempenho das empresas, num momento que se quer de discussão frutuosa, com os empresários e outros agentes da região. Este é o plano ambicioso mas possível agora é hora de trabalharmos em prol da ESAV, da região e do futuro dos nossos alunos.
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sábado, 14 de janeiro de 2012
A Reunião Está Marcada! 18 de Janeiro 2012, 17.30H
Como está tudo com receio de não encherem a sala 1 da ESAV, Eu marco a reunião. Quarta-feira, 18 de Janeiro pelas 17.30h na sala 1 da ESAV. O título da comunicação promovida pelo DEAS é "Ter o CEO como limite e este Território para criar valor". Este é um projecto que começa no DEAS, que queremos que seja da ESAV e se possivel do IPV para um território que estamos a definir com autarquias, investigadores, empresas, associações de desenvolvimento rural e com o apoio inestimável e corajoso dos alunos. Queremos que este projecto possa ser uma janela de esperança para os alunos, poucos no início mas muitos no final. Não podemos deixar que a indignação se chegue a instalar no seio dos nossos alunos. Vamos chamar também os já licenciados que estão nas caixas do jumbo e noutros lugares, igualmente nobres, mas não estimulantes para que possam por à prova aquilo que aprenderam connosco. Eu vou começar a palestra com um nome comercial MANGO. Vou fazer alguns convites, não vá a sala estar vazia.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Coincidências...!
Já vos disse por imensas vezes que, não há coincidências! Há muito trabalho subjacente que até parece ser coincidência aquilo que dali resulta. A ESAV, agora quase todas as semanas sai nas primeiras páginas. Hoje, mais uma vez com o dia da Viticultura, organizado pelo DEAS sob a liderança do Eng. João Paulo Gouveia e dos alunos de "Viti". Ainda ontem, por uma dádiva da Prof. Dulcineia Ferreira. Amanhã,... Antes de começar a crónica de hoje tinha que fazer a devida vénia à vasta equipa do João Paulo Gouveia, que inclui alunos, docentes, funcionários, jornalistas, a CVRDão,...o mundo vitivinicola.
A crónica é sobre coincidências, vamos pensar esta semana a fundo o "Jardim do Queijo", na Casa da Ínsua. E a inspiração? vamos esperar que ela chegue? Não vamos fazer surgir. Lembrei-me de Catherine Mosbach, estive com ela faz agora um ano. Podem ver o seu trabalho http://www.msd.unimelb.edu.au/events/deans-lectures/mosbach/ e algumas das colaborações que pratica. Mas porquê Mosbach? Porque realizou o Projecto do Parque Botânico de Bordéus, a maior região Vitivinicola de França. E mais? Porque usou cardos nesse jardim. Vejam se os encontram. Os meus alunos é que vão fazer o projecto. Todos! os da lista e de fora da lista, para trabalhar somos poucos, para aprender temos que ser todos. Pesquisem este fim-de-semana, na segunda feira à tardinha temos reunião. Inspirem-se...para poderem respirar. Eu vou falar com a Catherine Mosbach.
Catherine Mosbach é uma arquitecta paisagistica francesa de renome. O espectacular Jardim Botânico de Bordéus, criado entre 2000 e 2007, projectado por Catherine. Mosbach foi galardoada com Rosa Barba European Landscape Prize no 3rd European Biennial of Landscape Architecture em Barcelona, em 2003, por este projecto, que foi alvo de uma exibição “Constructing the Contemporary Landscape Architecture” no Museum of Modern Art (MOMA) em 2005. É Co-editor da publicação Pages Paysages, e tem escrito e publicado na área da arquitectura da paisagem e lecciona como docente convidada na University of Pennsylvania’s School of Design em Philadelphia.
Catherine Mosbach é uma arquitecta paisagistica francesa de renome. O espectacular Jardim Botânico de Bordéus, criado entre 2000 e 2007, projectado por Catherine. Mosbach foi galardoada com Rosa Barba European Landscape Prize no 3rd European Biennial of Landscape Architecture em Barcelona, em 2003, por este projecto, que foi alvo de uma exibição “Constructing the Contemporary Landscape Architecture” no Museum of Modern Art (MOMA) em 2005. É Co-editor da publicação Pages Paysages, e tem escrito e publicado na área da arquitectura da paisagem e lecciona como docente convidada na University of Pennsylvania’s School of Design em Philadelphia.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
O Cardo está a Florir!
Recebi hoje mesmo, uma chamada do responsável da Casa da Ínsua, parte de produção, Eng. José Matias, para levarmos a cabo um projecto há muito pensado. Fazer um jardim de Cardos, associado à queijaria modelar e ao fabrico do queijo desta casa de referência na arte de fazer o queijo e no charme de bem receber em meio rural. Vamos proprocionar a autosustentabilidade da casa da ìnsua para a produção do seu próprio cardo (Cynara cardunculus), vamos colaborar em conjunto para sistematizar e se possivel ainda melhorar a produção do queijo Serra da Estrela, porque passarão a controlar as características do seu próprio cardo e nós ESAV, U Católica das Beiras e Ancose, vamos ajudá-los a caracterizar o cardo que passará a ser o deles. Não tenho quaisquer dúvidas que isso irá melhorar o seu produto. O objectivo último é passarmos a fazer queijo Serra da Estrela por design, um pouco à semelhança do Vinho Dão que aliás casa muito bem com este ícone. Queremos fazer isto, mais tarde, com outros produtores de referência, de Penalva do Castelo, Oliveira do Hospital, Seia, Viseu, enfim de toda a região a região DOP Serra da Estrela. Agora preciso dos meus alunos de Eng. Agronómica, Ecologia e Paisagismo e até de eng. Florestal, mas conto com todos. Preciso de 10 alunos para no prazo máximo de 15 dias, idealizarmos e executarmos este Jardim. E as plantas? foram selecionadas por nós ESAV, Departamento de Agricultura e Ecologia Sustentável (DEAS) e produzidas pelas APPACDM, Viseu coordenados pelo Eng. António Figueiredo. Para a criação do jardim vamos estar todos a trabalhar, Casa da ìnsua, APPACDM e ESAV e no final todos para a fotografia. Solicito aos alunos que me dêem a lista daqueles que querem participar neste projecto. Agora! Se possivel na zona dos comentários do blogue.
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